As praxes deviam ser proibidas?

As praxes deviam ser proibidas?

  • Sim, as praxes devem ser proibidas

    Votos: 38 38,8%
  • devem ser combatidas, mas não proibidas

    Votos: 4 4,1%
  • devem apenas ser regulamentadas e vigiadas

    Votos: 31 31,6%
  • deixemos os estudantes em autoregulamentação

    Votos: 15 15,3%
  • devem ser promovidas

    Votos: 10 10,2%
  • não sei, não vi, não estava lá, outras hipóteses

    Votos: 0 0,0%

  • Total de eleitores
    98
Se alguém for arrogante e superior para mim, ignoro, não preciso de me "pôr por cima" com violência física, isso é dar ainda mais importância...

Péssimo exemplo.

na minha aldeia as coisas são mais térreas, quem te caga à porta de casa leva com a m**da chapada na cara.

eu até acho que o colega esteve muito bem, está ali a tratar de negocios, entram os dois marmanjos superiores a tudo o que lhes rodeia, o colega acalma a situação e recompõe a coisa face aos clientes e isto sem perder a compostura.
chega ao parque de estacionamento reencontra as duas grandezas, cujas palavras foram novamente inadequadas, agarrou o primeiro pela poupa, e arrebentou-lhe o nariz à socada, interrompido quando o cabelo do doutor cedeu e por um empregado do restaurante.

querias que lhes pedisse desculpa por estar ali no restaurante onde as suas grandezas contavam almoçar sem a presença degradante de um caloiro (por sinal com quase 30 anso na altura).
 
na minha aldeia as coisas são mais térreas, quem te caga à porta de casa leva com a m**da chapada na cara.

eu até acho que o colega esteve muito bem, está ali a tratar de negocios, entram os dois marmanjos superiores a tudo o que lhes rodeia, o colega acalma a situação e recompõe a coisa face aos clientes e isto sem perder a compostura.
chega ao parque de estacionamento reencontra as duas grandezas, cujas palavras foram novamente inadequadas, agarrou o primeiro pela poupa, e arrebentou-lhe o nariz à socada, interrompido quando o cabelo do doutor cedeu e por um empregado do restaurante.

querias que lhes pedisse desculpa por estar ali no restaurante onde as suas grandezas contavam almoçar sem a presença degradante de um caloiro (por sinal com quase 30 anso na altura).

Olho por olho dente por dente... já sei.

Continuo na minha, deu mais importância e perdeu mais tempo com esses marmanjos do que eles mereciam...
Não é preciso rebentar com um nariz e arrancar cabelo, vai muito além duma chapada.
 
Olho por olho dente por dente... já sei.

Continuo na minha, deu mais importância e perdeu mais tempo com esses marmanjos do que eles mereciam...
Não é preciso rebentar com um nariz e arrancar cabelo, vai muito além duma chapada.

na altura a mensagem passou muito bem, qualquer marmanjo passou a pensar duas vezes antes de praxar, e com quem poderiam estar-se a meter.

passei por uma universidade onde as praxes não eram brandas, e o acontecimento permitiu refrear alguns excessos.
 
Caro RSK,

Lamento o que acabaste de descrever, a meu ver nada do que aconteceu se enquadra num processo de praxe e posso-te dizer que sempre do que dependeu de mim, de quem estava à minha volta nunca pactuei com qualquer tipo de coisa ou atitude que ultrapassasse o bom senso.

Nunca disse que era tudo um mar de rosas e muitas vezes os excessos ate vinham pelas pessoas que menos esperava... ai concordo contigo "se queres conhecer alguém, da-lhe um pouco de poder". Mas cabia aos restantes recolocar as partes nos seus devidos lugares.

Para aliviar um pouco a coisa, permite-me o seguinte episódio: Também eu pus uma caloira a chorar, sim um dos anos coube-me o papel de docente numa "aula fantasma", com o suposto nome do tipo: Analise Financeira Aplicada as Ciências Económicas, em que uma das características da cadeira eram orais... ao Sábado de manha... a caloira na sua inocência informou que não podia aos Sábados. A resposta saiu pronta: a menina pode sair que está chumbada!! Hoje somos amigos e valeu-me um semestre de gozo por parte de alguns docentes que nos ameaçavam aplicar nas suas cadeiras as regras que queríamos impor na aula fantasma...

O que falta a muita gente hoje é saber encarar uma contrariedade, saber afirmar-se e dizer um Não redondo, seja na praxe ou nas restantes situações da vida.





bem, onde posso não concordar contigo é quando retratas a praxe como uma coisa branda, pelo menos pela minha vivência em nenhum momento senti que a praxe era uma coisa "bon enfant", não o era, quer seja na minha universidade como nas outras onde ia beber uns copos.

inicialmente fui praxado com muito respeitinho, porque segundo se consta tenho mau feitio, depois deixei claro que não admitiria certas coisas, passaram a condicionar-me a entrada a alguns eventos os quais acabei obviamente por assistir porque não seria um puto que vai dizer-me o que devo ou não fazer, e fui a tribunal de praxe, nada de transcendente, bateram-me nos dedos com uma colher de pau, a qual eu parti e disse para ir buscar uma mais mole, caso o problema não fosse da colher, o encapuzado passaria pelo mesmo processo de substituição. cortaram-me um pouco de cabelo para receber o meu certificado com a pata do burro.

tive uma praxe pacifica e sem contrariedades mas assisti à certas cenas, que eram totalmente inaceitáveis, desde uma caloira em lagrimas que mesmo assim continuava a ser alvo de insultos e arremesso de ovos, até um rapaz mantido em esforço com a cabeça numa poça de excrementos.
quantas as represálias, proibição de entrar em festas e em actos acadêmicos, cortejos, insultos publicos e ameaças de escândalos em cerimonias acadêmicas onde participariam os pais. uma insustentável pressão psicológica. dava-te uma lista tão extensa que até dava uma novela.

gostei da minha vida acadêmica, passados já uns largos anos ficaram esses amigos que tenho como familia, passamos momentos fantasticos e ficam historias que são repetidas vezes sem conta sempre com o mesmo entusiasmo. mas há algo que é recordado com amargura, são as praxes e ao que se assistiu, e que não podia ser comentado, era uma vergonha, os casos de desistência a meio do primeiro ano, as pessoas que foram abusadas em todos os sentidos. os pais querem e devem acreditar que é tudo um folclore, que estão ali a brincar as escolinhas mas não sabem metade da missa, porque se soubessem acredito que muitos deles lá vinham repor ordem nessa gente.

quanto as politiquices, um topico a discutir ao lado com certeza, mas não precisaremos de grandes debates para chegar a conclusões interessantes.
 
Não estou com pachorra para ler mais 4 páginas disto.
Mas parafraseando a Doutora Ana Goulão, Chefe de Protocolo da UC:

"A Praxe é o Cabr@o dar o toque matutino e a Cabra o toque vespertino a anunciar que no dia seguinte há aulas, usar correctamente o traje académico, não essas coisas de pintar a cara e humilhar os colegas, isso não é praxe"


Como já aqui escrevi eu e outros: Há caramelos que fazem palhaçadas sob o pretexto do Código da Praxe e nunca o leram.
Só assim se entende como às vezes são 5 caramelos a praxar 30, sendo que nesses 5 há 2 que não estão com o fato académico vestido correctamente (sem serem veteranos).

Enquanto não se fizer a distinção entre: Praxe e palhaçada, este tópico, assim como todos os anteriores e posteriores nunca darão em nada.

Ainda bem que no explicaste, é palhaçada... É nos a julgar que era praxe... Ufa que alívio. Que se matem então esses Palhaços que não sabem vestir um traje.

Do. Melhor que já li neste tópico, ou seja, do mais utópico.
 
Ainda bem que no explicaste, é palhaçada... É nos a julgar que era praxe... Ufa que alívio. Que se matem então esses Palhaços que não sabem vestir um traje.

Do. Melhor que já li neste tópico, ou seja, do mais utópico.

Precisamente. O mais "engraçado" no meio disto tudo, é que continuam a meter o traje, ao barulho com a praxe.
 
rsk e PePa, onde é que andaram, e em que altura, se não for indiscrição?

acabei o curso há uns bons 10 anos numa dessas universidades que vai vivendo com uma fama pouco gloriosa quanto a este tema.

Caro RSK,

(...)

O que falta a muita gente hoje é saber encarar uma contrariedade, saber afirmar-se e dizer um Não redondo, seja na praxe ou nas restantes situações da vida.

não é assim tão facil, muitos caloiros deixaram o conforto do lar e a escola secundaria onde os alunos se conhecem desde sempre,
deparam-se com um novo ambiente, estão a quilômetros de casa, não conhecem ninguém e estão pela primeira vez entregues a eles mesmo,
estão ali vulneráveis e precisam de integrar-se, muitos vão para as praxes como carneirinhos sem saber a que estarão expostos.
 
acabei o curso há uns bons 10 anos numa dessas universidades que vai vivendo com uma fama pouco gloriosa quanto a este tema.

Já levo quase o dobro disso, numa histórica da invicta, e não me lembro de semelhantes situações terem acontecido (ovos só no julgamento, nada de excrementos e nada de pinturas, o que era estritamente proibido)...
 
Última edição:
RSK,


Exactamente, concordo com o que escreveste, repara que num dos primeiros posts, eu disse que a praxe era obrigar os caloiros a sair de casa, acredito que hoje com a facilidade de comunicação as coisas ate possam estar num nível diferente, mas quando fui caloiro ter um telemóvel era um luxo, e usa-lo custava os olhos da cara, muitos dos meus colegas estavam a centenas de kms de casa, onde iam uma vez por mês...

O simples facto de à hora x estar combinado que todos tinham que comparecer no local y obrigava os mais acanhados a sair e a conviver com pessoas que estavam exactamente na mesma situação, repara que falamos em coisas tão simples como frequentar a cantina em conjunto por exemplo...

Não sou ingénuo ao ponto de pensar que nas praxes é tudo um mar de rosas, claro que conheço (todos conhecemos) casos em que houve problemas, coube-nos foi a cada um de nós quando por lá passamos usar o bom senso e ver o pessoal que praxamos, quando chegou a sua vez de praxar, o fez com cabeça, brio e honra!

Mete-me muito mais confusão (caso real) saber que hoje em dia um ano lectivo com cerca de 90 alunos numa das maiores academias do pais, poucos são os que se conhecem, e isso sim para mim é das maiores vulnerabilidades que pode existir... mas admito que os tempos sejam outros!






acabei o curso há uns bons 10 anos numa dessas universidades que vai vivendo com uma fama pouco gloriosa quanto a este tema.



não é assim tão facil, muitos caloiros deixaram o conforto do lar e a escola secundaria onde os alunos se conhecem desde sempre,
deparam-se com um novo ambiente, estão a quilômetros de casa, não conhecem ninguém e estão pela primeira vez entregues a eles mesmo,
estão ali vulneráveis e precisam de integrar-se, muitos vão para as praxes como carneirinhos sem saber a que estarão expostos.
 
RSK,


Exactamente, concordo com o que escreveste, repara que num dos primeiros posts, eu disse que a praxe era obrigar os caloiros a sair de casa, acredito que hoje com a facilidade de comunicação as coisas ate possam estar num nível diferente, mas quando fui caloiro ter um telemóvel era um luxo, e usa-lo custava os olhos da cara, muitos dos meus colegas estavam a centenas de kms de casa, onde iam uma vez por mês...

O simples facto de à hora x estar combinado que todos tinham que comparecer no local y obrigava os mais acanhados a sair e a conviver com pessoas que estavam exactamente na mesma situação, repara que falamos em coisas tão simples como frequentar a cantina em conjunto por exemplo...

Certo, mas ainda que os tempos agora sejam outros, onde o recurso a novas tecnologias possa facilitar, eu não conheci os meus amigos, através de um telemóvel.


Não sou ingénuo ao ponto de pensar que nas praxes é tudo um mar de rosas, claro que conheço (todos conhecemos) casos em que houve problemas, coube-nos foi a cada um de nós quando por lá passamos usar o bom senso e ver o pessoal que praxamos, quando chegou a sua vez de praxar, o fez com cabeça, brio e honra!

Mete-me muito mais confusão (caso real) saber que hoje em dia um ano lectivo com cerca de 90 alunos numa das maiores academias do pais, poucos são os que se conhecem, e isso sim para mim é das maiores vulnerabilidades que pode existir... mas admito que os tempos sejam outros!

Ora bem, cheguei à universidade, comecei a meter conversa com o pessoal. E sou bastante tímido e introvertido (características essas que tenho vindo a melhorar ao longo do meu curso, sem recurso a praxes ou a telemóveis e facebooks).

E assim fui conhecendo pessoas. Conheci pessoas do meu curso, e de outros. Conheço toda a gente? Não.

Podia conhecer mais gente ainda? Sim.

No entanto, balanço feito, ao longo de quatro anos fiz amigos para a vida, alguns destes amigos são praticamente como irmãos, conheci a minha namorada, e não tive dificuldade alguma em integrar-me.

Se tivesse ido à praxe, conhecia ainda mais gente, e teria oportunidade de ter madrinha/padrinho? Sim, mas que querem? Prefiro o método de conhecer gente com um "olá, tudo bem"?, do que "A besta vem de onde? è de que curso? Agora vai ali à besta 2 e simulam um orgasmo".

Porque assim é que é integração, e conhecer pessoas...:sh)
 
ao meu ver as praxes nasceram com o proposito correcto de integrar os alunos, era um objectivo nobre e com uma dose de poesia que dignificava as instituições acadêmicas. a praxe facilitaria a transição para o mundo acadêmico, seria uma especie de comunhão.

com o passar dos anos, a estupidez tomou conta das praxes, onde o maior proposito é ridicularizar, afectar a auto-estima e diminuir o recém-chegado, a noção de "apadrinhar" passou a ser uma submissão dos caloiros.

com a mediatização de alguns casos acabou por ter um efeito perverso já que muitas praxes passaram a ser clandestinas.


Já levo quase o dobro disso, numa histórica da invicta, e não me lembro de semelhantes situações terem acontecido (ovos só no julgamento, nada de excrementos e nada de pinturas, o que era estritamente proibido)...

os caloiros vêem logo nos primeiros dias com uma muda de roupa ....
 
os caloiros vêem logo nos primeiros dias com uma muda de roupa ....

Só uma vez precisei de muda de roupa, e foi por vontade própria... ninguém me mandou ir ao banho à fonte dos leões, mas o calor apertava, e uma sequência de acontecimentos fez com que eu fosse ao banho.

À saída, um veterano chegou ao pé de mim e perguntou -me que me tinha mandado. Disse -lhe que ninguém, e ele virou costas...

Quanto à pinturas, no ano que entrei tinham sido proibidas pela academia, porque no ano anterior duas calorias tinham dado entrado nas urgências com uma reacção alérgica a pinturas faciais.
 
Meus caros, reparem pelos casos aqui apresentados só é praxado quem quer, e mesmo quem é praxado tem um qualquer momento a possibilidade de recusar uma praxe especifica, ou de pura e simplesmente virar costas...

Não vamos cair no exagero de achar que por eu não ter passado pela praxe ou por este ou aquele momento menos conseguido se deve pura e simplesmente proibir...

Vou bater no mesmo ponto por onde comecei, e vou ferir algumas susceptibilidades mas alguém que pode votar e decidir como meu par o destino do pais deve ser capaz de na sua cabeça ter bem definido o que aceita e o que não aceita que lhe seja feito numa praxe.

RSK e HMartinho, acredito que se tivessem passado por um processo de praxe como deve ser, neste momento tivessem outro ponto de vista, não a defender todo e qualquer tipo de praxe, mas aquela praxe que fui tentando descrever ao longo nos já inúmeros comentários, acho que davam bons aliados para muitas vezes serenar os ânimos o por as mentes mais "praxadores" nos seus devidos lugares.


Ps: mudem la o davam bons aliados, para tinham dado bons aliados... éh pá um gajo fica velho muito rápido!
 
Última edição:
Meus caros, reparem pelos casos aqui apresentados só é praxado quem quer, e mesmo quem é praxado tem um qualquer momento a possibilidade de recusar uma praxe especifica, ou de pura e simplesmente virar costas...

Não vamos cair no exagero de achar que por eu não ter passado pela praxe ou por este ou aquele momento menos conseguido se deve pura e simplesmente proibir...

Vou bater no mesmo ponto por onde comecei, e vou ferir algumas susceptibilidades mas alguém que pode votar e decidir como meu par o destino do pais deve ser capaz de na sua cabeça ter bem definido o que aceita e o que não aceita que lhe seja feito numa praxe.

RSK e HMartinho, acredito que se tivessem passado por um processo de praxe como deve ser, neste momento tivessem outro ponto de vista, não a defender todo e qualquer tipo de praxe, mas aquela praxe que fui tentando descrever ao longo nos já inúmeros comentários, acho que davam bons aliados para muitas vezes serenar os ânimos o por as mentes mais "praxadores" nos seus devidos lugares.


Ps: mudem la o davam bons aliados, para tinham dado bons aliados... éh pá um gajo fica velho muito rápido!

Não se deve proibir tal como não se deve pedir directamente a ninguém se quer ser praxado.

Alguém que pode votar e decidir como meu par o destino do pais deve ser capaz de na sua cabeça ter bem definido aquilo que pode (e não pode) pedir a outra pessoa para fazer.
 
Karma, teoricamente tens razão, mas praticamente eu não controlo o que as outras pessoas me pedem, mandam, ou têm expectativas que eu faça...

Se fores na rua e alguém te pedir 500 euros? Se alguém te mandar deitar a um rio?

Eu entendo o teu ponto de vista, quem está a praxar tem obrigatoriamente que ter bom senso (nem que seja por ser mais velho)... mas se não existir esse bom senso eu enquanto caloiro não vou perder a minha capacidade critica...

Repara o HMartinho, disse eu isto não quero. Seguiu a sua vida tranquilo e não é nem melhor nem pior pessoa, apenas teve maturidade para tomar a sua decisão.




Não se deve proibir tal como não se deve pedir directamente a ninguém se quer ser praxado.

Alguém que pode votar e decidir como meu par o destino do pais deve ser capaz de na sua cabeça ter bem definido aquilo que pode (e não pode) pedir a outra pessoa para fazer.
 
Karma, teoricamente tens razão, mas praticamente eu não controlo o que as outras pessoas me pedem, mandam, ou têm expectativas que eu faça...

Se fores na rua e alguém te pedir 500 euros? Se alguém te mandar deitar a um rio?

Eu entendo o teu ponto de vista, quem está a praxar tem obrigatoriamente que ter bom senso (nem que seja por ser mais velho)... mas se não existir esse bom senso eu enquanto caloiro não vou perder a minha capacidade critica...

Repara o HMartinho, disse eu isto não quero. Seguiu a sua vida tranquilo e não é nem melhor nem pior pessoa, apenas teve maturidade para tomar a sua decisão.

Mas a primeira culpa é de quem pede, sempre o será. E quem praxa, se tiver sido bem educada pelos pais, deve ter a maturidade e a capacidade crítica de avaliar aquilo que pode pedir ou não a um completo estranho.
 
RSK e HMartinho, acredito que se tivessem passado por um processo de praxe como deve ser, neste momento tivessem outro ponto de vista, não a defender todo e qualquer tipo de praxe, mas aquela praxe que fui tentando descrever ao longo nos já inúmeros comentários, acho que davam bons aliados para muitas vezes serenar os ânimos o por as mentes mais "praxadores" nos seus devidos lugares.

claro que sim !!!!

mas a realidade não é essa, e não podemos esconder esse facto,
daí que referi que se os praxadores fossem realmente sancionados penalmente não se verificaria tantos abusos,
hoje esses "meninos" sabem que nada lhes acontecerá.

se é o caso em todas as universidades?
não sei, não frequentei todas as universidades desse país, mas onde eu tive a oportunidade de estar, esses abusos eram reais.
 
Karma, estamos de acordo, claro que a primeira culpa é de quem pede, mas repara que "pede" não aponta uma pistola... Depois quem responde tem todo um leque de opções... até a opção de virar costas!

Rsk, não fiques com a ideia que frequentei uma universidade toda pipi, foi mesmo numa universidade publica onde igualmente existiram alguns casos de má praxe...
Referes "hoje esses "meninos" sabem que nada lhes acontecerá", mas será apenas uma realidade da praxe? Ou aqui estamos a falar de mudanças mais profundas em termos de sociedade?
 
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