Apartamento ou Moradia???

Sou "galinha de campo" e, como tal, não quero capoeira!

Vim estudar para lx e foi a minha primeira experiência num andar e custou, mas tive que me adaptar. Aliás, até custava ouvir os camiões do lixo na rua às 3 ou 4 da matina! Tanta coisa que me fazia confusão!

A vida foi rolando e há 7 anos decidimos dar o salto para uma moradia. Foi uma opção bastante consciente e ponderada e neste momento assumo que não estou nada arrependido, mas nem tudo são rosas, o que não invalida que volte a escrever algo que já escrevi em tempos: só volto para um andar se a tal for forçado pelas circunstâncias!
Falemos agora dos espinhos (muitos deles relacionados ao fator dinheiro):

- Fui viver para a periferia porque uma vivenda em lx era incomportável para nós, não tinha um simpático meio milhão de áereos (que foi o que andei a ver, já considerando a necessidade de obras)! Com essa mudança perdeu-se mais tempo em deslocações e a proximidade de coisas óbvias como lojas, entretenimento, bons transportes e serviços públicos...
- Insegurança: tendo ou não sistemas de segurança (alarme, videovigilância...) tem sempre mais pontos de acesso e é mais fácil de controlar pelos amigos do alheio. Os cães são uma ajuda, mas não resolvem tudo;
- Trabalho/manutenção: é inevitável e piora se não formos habilidosos (eu sou apenas em algumas coisas, por exemplo, não faço a manutenção do painel solar). Pode haver relva para cortar, calçada para limpar, árvores para podar, muros para pintar, portões para hidratar, algerozes para desentupir e a lista podia continuar. Já agora, está na altura de ir "tratar" os corrimões de inox das varandas. É só esperar que esteja uns dias sem chover...
- Bicharada: pode parecer irrelevante, mas quem vai para um vivenda tem que ter isso em conta! No meu jardim aparecem pardais ou melros, mas também há caracóis, lesmas, formigas e tenho duas osgas residentes que não me apoquentam nada, mas sou o único que não se queixa! Aparecem bichinhos de conta lá por casa não sei como e marias-cafés idem! Vá lá que nunca apareceram cobras, ratos ou baratas, mas não é tarde! Ah! E a casa já foi pintada no exterior o verão passado! Um amigo pintor de profissão "coordenou" os trabalhos, mas fizemos tudo em conjunto, exceto a parte de pagar que fui mesmo só eu!

Resumindo: sou adepto do conceito moradia (ai de mim que acaba este ano a isenção de IMI) por um conjunto de razões (espaço, conforto, liberdade...), mas convém ter presente que existe uma série de limitações, mais ainda quando se vem residir para um lugar mais periférico, mas se voltasse atrás faria a mesma coisa!

Este post é extremamente importante.

Conheço inúmeros casos de pessoas que diziam detestar apartamentos e preferiam moradias, e pensam que o preço no anúncio é só aquilo e "acabou".
Mas uma moradia tem despesas de manutenção enormes face a um apartamento. Hoje em dia até já há sistemas que ajudam a reduzir os custos mensais, a a custo de um adiantamento elevado. Falo de sistemas solares ou furo de água.

Como petrus refere, há sempre uma preocupação de segurança, sendo que os sistemas são mais caros.
Há um problema de manutenção, a casa tem de ser pintada e só 1 é que paga, o telhado tem de ser arranjado e só 1 é que paga, o portão da garagem também, o intercomunicador... etc etc. (ah e tal a manutenção dos elevadores num prédio também é cara dizem uns... [:D])
E por fim na minha opinião uma verdadeira moradia precisa de espaço e vizinhos longe. E para isso é preciso ir para longe dos centros urbanos ou ter valores bem acima dos 500.000€ que o petrus refere.
Por isso sempre achei que um bom apartamento é uma opção mais ao meu género.
 
só volto para um andar se a tal for forçado pelas circunstâncias!

Subscrevo.

De facto, a moradia dá mais trabalho, mas não ter vizinhos colados à nossa casa é um luxo do qual já não prescindo.

Relativamente aos custos de manutenção, surpreendentemente o meu apartamento (que está alugado) dá quase tanta despesa como a moradia. Mas a moradia só tem 7 anos e ainda não precisou de obras...
 
Última edição:
Sou "galinha de campo" e, como tal, não quero capoeira!

Vim estudar para lx e foi a minha primeira experiência num andar e custou, mas tive que me adaptar. Aliás, até custava ouvir os camiões do lixo na rua às 3 ou 4 da matina! Tanta coisa que me fazia confusão!

A vida foi rolando e há 7 anos decidimos dar o salto para uma moradia. Foi uma opção bastante consciente e ponderada e neste momento assumo que não estou nada arrependido, mas nem tudo são rosas, o que não invalida que volte a escrever algo que já escrevi em tempos: só volto para um andar se a tal for forçado pelas circunstâncias!
Falemos agora dos espinhos (muitos deles relacionados ao fator dinheiro):

- Fui viver para a periferia porque uma vivenda em lx era incomportável para nós, não tinha um simpático meio milhão de áereos (que foi o que andei a ver, já considerando a necessidade de obras)! Com essa mudança perdeu-se mais tempo em deslocações e a proximidade de coisas óbvias como lojas, entretenimento, bons transportes e serviços públicos...
- Insegurança: tendo ou não sistemas de segurança (alarme, videovigilância...) tem sempre mais pontos de acesso e é mais fácil de controlar pelos amigos do alheio. Os cães são uma ajuda, mas não resolvem tudo;
- Trabalho/manutenção: é inevitável e piora se não formos habilidosos (eu sou apenas em algumas coisas, por exemplo, não faço a manutenção do painel solar). Pode haver relva para cortar, calçada para limpar, árvores para podar, muros para pintar, portões para hidratar, algerozes para desentupir e a lista podia continuar. Já agora, está na altura de ir "tratar" os corrimões de inox das varandas. É só esperar que esteja uns dias sem chover...
- Bicharada: pode parecer irrelevante, mas quem vai para um vivenda tem que ter isso em conta! No meu jardim aparecem pardais ou melros, mas também há caracóis, lesmas, formigas e tenho duas osgas residentes que não me apoquentam nada, mas sou o único que não se queixa! Aparecem bichinhos de conta lá por casa não sei como e marias-cafés idem! Vá lá que nunca apareceram cobras, ratos ou baratas, mas não é tarde! Ah! E a casa já foi pintada no exterior o verão passado! Um amigo pintor de profissão "coordenou" os trabalhos, mas fizemos tudo em conjunto, exceto a parte de pagar que fui mesmo só eu!

Resumindo: sou adepto do conceito moradia (ai de mim que acaba este ano a isenção de IMI) por um conjunto de razões (espaço, conforto, liberdade...), mas convém ter presente que existe uma série de limitações, mais ainda quando se vem residir para um lugar mais periférico, mas se voltasse atrás faria a mesma coisa!

Excelente post!

Eu acho piada a alguns pontos das moradias, como ter espaço exterior, garagem só para as minhas brincadeiras e a ausência de vizinhos.

No entanto, como não estou disposto a afastar-me do centro da cidade, ter uma moradia torna-se coisa de gajo já endinheirado, que não sou. Logo aí, ter uma moradia está fora de questão.

A juntar a isso, apenas teria uma moradia se tivesse dinheiro para contratar um jardineiro, pois não tenho tempo nem paciência para andar a podar árvores e cortar a relva.

Andar sempre em bricolage também não é a minha cena.

Os custos, como bem disseste, são quase sempre encapotados por quem adora moradias.
 
Sou "galinha de campo" e, como tal, não quero capoeira!

Vim estudar para lx e foi a minha primeira experiência num andar e custou, mas tive que me adaptar. Aliás, até custava ouvir os camiões do lixo na rua às 3 ou 4 da matina! Tanta coisa que me fazia confusão!

A vida foi rolando e há 7 anos decidimos dar o salto para uma moradia. Foi uma opção bastante consciente e ponderada e neste momento assumo que não estou nada arrependido, mas nem tudo são rosas, o que não invalida que volte a escrever algo que já escrevi em tempos: só volto para um andar se a tal for forçado pelas circunstâncias!
Falemos agora dos espinhos (muitos deles relacionados ao fator dinheiro):

- Fui viver para a periferia porque uma vivenda em lx era incomportável para nós, não tinha um simpático meio milhão de áereos (que foi o que andei a ver, já considerando a necessidade de obras)! Com essa mudança perdeu-se mais tempo em deslocações e a proximidade de coisas óbvias como lojas, entretenimento, bons transportes e serviços públicos...
- Insegurança: tendo ou não sistemas de segurança (alarme, videovigilância...) tem sempre mais pontos de acesso e é mais fácil de controlar pelos amigos do alheio. Os cães são uma ajuda, mas não resolvem tudo;
- Trabalho/manutenção: é inevitável e piora se não formos habilidosos (eu sou apenas em algumas coisas, por exemplo, não faço a manutenção do painel solar). Pode haver relva para cortar, calçada para limpar, árvores para podar, muros para pintar, portões para hidratar, algerozes para desentupir e a lista podia continuar. Já agora, está na altura de ir "tratar" os corrimões de inox das varandas. É só esperar que esteja uns dias sem chover...
- Bicharada: pode parecer irrelevante, mas quem vai para um vivenda tem que ter isso em conta! No meu jardim aparecem pardais ou melros, mas também há caracóis, lesmas, formigas e tenho duas osgas residentes que não me apoquentam nada, mas sou o único que não se queixa! Aparecem bichinhos de conta lá por casa não sei como e marias-cafés idem! Vá lá que nunca apareceram cobras, ratos ou baratas, mas não é tarde! Ah! E a casa já foi pintada no exterior o verão passado! Um amigo pintor de profissão "coordenou" os trabalhos, mas fizemos tudo em conjunto, exceto a parte de pagar que fui mesmo só eu!

Resumindo: sou adepto do conceito moradia (ai de mim que acaba este ano a isenção de IMI) por um conjunto de razões (espaço, conforto, liberdade...), mas convém ter presente que existe uma série de limitações, mais ainda quando se vem residir para um lugar mais periférico, mas se voltasse atrás faria a mesma coisa!

Excelente post. Uma moradia tem inúmeras vantagens, é certo, mas o trabalho e despesas que dá também dá que pensar. A minha mulher está sempre a suspirar por uma casa mas conhecendo-a quem ia andar sempre na labuta era eu e ainda tinha que ouvir que estava a fazer tudo mal. Dispenso.

NO caso dos apartamentos, se forem cumpridos alguns requisitos podem ser uma boa solução: Garagem, elevador, isolamento dos ruídos. Para mim o barulho foi um dos critérios mais valorizados porque vinha de um que era uma desgraça. O prédio está bem construído mas eu não arrisquei, escolhi o último andar e ainda fiz uma parede falsa com isolamento no meu quarto. É um descanso.

Claro que sinto falta de um jardim, de ver a chuva bater no chão, de ter um pouco mais de espaço para as tralhas. Mas tendo em consideração o global, estou muito satisfeito.
 
Moro numa casa geminada e o que vale é que o vizinho com os seus 65/70 anos mora sozinho e é sossegado[:D], mas tal como o Petrus tenho muito que fazer no patio (onde as folhas teimam em ir lá parar) que deve ter uns 110/120 metros quadrados, nada é perfeito, mas adoro viver aqui, estou no centro de tudo[;)]

Cumps
 
Quando este tópico foi criado era um acérrimo defensor da vivenda isolada de tudo e de todos. Depois de ter vivido quase 3 anos num apartamento no centro da terriola, descobri o que quero mesmo. Uma vivenda, sem confrontações directas, no centro da terra. [br:)]

Tive que me contentar com um lote de 600 m2, mas não se pode ter tudo [:D]

A questão do jardim foi bem acautelada pelo anterior proprietário, com colocação de manta geotêxtil e ornamentos em pedras de vários tipo, com algumas zonas em que tem algumas flores/arbustos e uma oliveira. Nas traseiras colocarei relva artificial junto à futura piscina. Dá-me mais trabalho limpar as folhas que caem de duas árvores que estão no passeio, que o meu jardim todo.

Garagem, para já, não terei. Mas terei já uma sala para as minhas motas [:D]

PS: Subscrevo o post do Petrus
 
Moro numa casa geminada e o que vale é que o vizinho com os seus 65/70 anos mora sozinho e é sossegado[:D], mas tal como o Petrus tenho muito que fazer no patio (onde as folhas teimam em ir lá parar) que deve ter uns 110/120 metros quadrados, nada é perfeito, mas adoro viver aqui, estou no centro de tudo[;)]

Cumps

muito cuidado com estas e com as em banda, sobretudo quando partilham a estrutura ( o que, quanto a mim, deveria ser ilegal), por muito bem isoladas que sejam há SEMPRE barulhos, pode ser pior do que um apartamento quando são de fraca qualidade. MUITO CUIDADO também com as garagens abaixo do solo, 1,5 metros que seja, sobretudo em zonas com muita humidade no solo.
 
Por acaso há pouco tempo estive em duas moradias interessantes e dispares em algumas situações.

Uma numa zona a 10km de um centro urbano num condomínio moderno. Casas em banda, bem pensadas e com jardins interessantes.
Gostei bastante e acho que até vivia num espaço assim, a segurança é maior e o espaço era aberto o suficiente. Mas na relaidade há sempre dois vizinhos laterais. e os jardins não tinham a privacidade que gostaria porque ambos esses vizinho no piso 1 viam o jardim. Problema, implica carro e deslocações diárias ao centro da cidade, para além de custos com uma AE.

Outro caso é díspar, uma casa de férias na casa dos 7 dígitos em que o 1º não será um 1... :sh) Com boas vistas e tudo do melhor. Sem dúvida que a verdadeira casa de sonho.

Mas como não tenho dinheiro para isso, lá vou procurando por T3 em Lisboa. [:D] (curiosamente mais caros que a 1ª moradia...)
 
Subscrevo.

De facto, a moradia dá mais trabalho, mas não ter vizinhos colados à nossa casa é um luxo do qual já não prescindo.

Relativamente aos custos de manutenção, surpreendentemente o meu apartamento (que está alugado) dá quase tanta despesa como a moradia. Mas a moradia só tem 7 anos e ainda não precisou de obras...

Tenho um apartamento de 130 m2 no centro do Porto e uma moradia de 180 m2 (com terreno de 2500 m2) nos suburbios de Lisboa.
Posso dizer que o apartamento dá-me muito mais despesa que a moradia. O condominio é de 60 euros mensais. Posso dizer que não gasto nem metade disso em manutenção da moradia.
Talvez tenha sorte, não sei, mas por exemplo, em 15 anos que tenho os portões automáticos na moradia, estes só avariaram uma vez. No prédio do Porto, os portões avariam sempre 4 ou 5 vezes por ano por exemplo.

A moradia tem uma brutal vantagem em relação a um apartamento que não referiram ainda: se eu tiver uma infiltração ou outro tipo qualquer de problema, num apartamento tenho de ir quase implorar à assembleia de condóminos que resolvam o problema. Entretanto vão-se passando dias e semanas até, e o problema por resolver. Na minha moradia se tiver um problema arranjo-o na hora e pronto.
 
Última edição:
Em geral uma moradia dá muito mais despesa do que o seu equivalente na forma de apartamento. Tem mais manutenção, gasta-se mais em água e electricidade, etc. Nem sequer é comparável.
 
muito cuidado com estas e com as em banda, sobretudo quando partilham a estrutura ( o que, quanto a mim, deveria ser ilegal), por muito bem isoladas que sejam há SEMPRE barulhos, pode ser pior do que um apartamento quando são de fraca qualidade. MUITO CUIDADO também com as garagens abaixo do solo, 1,5 metros que seja, sobretudo em zonas com muita humidade no solo.

Subscrevo, subscrevo, subscrevo, subscrevo, subscrevo, subscrevo!
 
Tenho um apartamento de 130 m2 no centro do Porto e uma moradia de 180 m2 (com terreno de 2500 m2) nos suburbios de Lisboa.
Posso dizer que o apartamento dá-me muito mais despesa que a moradia. O condominio é de 60 euros mensais. Posso dizer que não gasto nem metade disso em manutenção da moradia.
Talvez tenha sorte, não sei, mas por exemplo, em 15 anos que tenho os portões automáticos na moradia, estes só avariaram uma vez. No prédio do Porto, os portões avariam sempre 4 ou 5 vezes por ano por exemplo.

A moradia tem uma brutal vantagem em relação a um apartamento que não referiram ainda: se eu tiver uma infiltração ou outro tipo qualquer de problema, num apartamento tenho de ir quase implorar à assembleia de condóminos que resolvam o problema. Entretanto vão-se passando dias e semanas até, e o problema por resolver. Na minha moradia se tiver um problema arranjo-o na hora e pronto.

Num apartamento também podes arranjar na hora e depois apresentas a conta ao condomínio, se for despesa a cargo do condomínio.
 
Tenho um apartamento de 130 m2 no centro do Porto e uma moradia de 180 m2 (com terreno de 2500 m2) nos suburbios de Lisboa.
Posso dizer que o apartamento dá-me muito mais despesa que a moradia. O condominio é de 60 euros mensais. Posso dizer que não gasto nem metade disso em manutenção da moradia.
Talvez tenha sorte, não sei, mas por exemplo, em 15 anos que tenho os portões automáticos na moradia, estes só avariaram uma vez. No prédio do Porto, os portões avariam sempre 4 ou 5 vezes por ano por exemplo.

A moradia tem uma brutal vantagem em relação a um apartamento que não referiram ainda: se eu tiver uma infiltração ou outro tipo qualquer de problema, num apartamento tenho de ir quase implorar à assembleia de condóminos que resolvam o problema. Entretanto vão-se passando dias e semanas até, e o problema por resolver. Na minha moradia se tiver um problema arranjo-o na hora e pronto.

Muito mais despesa como?

Quanto pagas de seguro de ambos?
Quanto pagas de água, luz?
Como é o IMI?
 
A não ser que vivas num condomínio de luxo com jardins, piscina interior e exterior, ginásio, lavandaria, segurança 24 horas, etc.
o meu comentário só se aplica quando moradia e apartamento se equivalem. Naturalmente não fará grande sentido comparar os custos de um apartamento de luxo com os de uma moradia económica ou vice-versa. [;)]

Num apartamento também podes arranjar na hora e depois apresentas a conta ao condomínio, se for despesa a cargo do condomínio.
mais uma vez de acordo. Até há seguros para isso. :)
 
Última edição:
muito cuidado com estas e com as em banda, sobretudo quando partilham a estrutura ( o que, quanto a mim, deveria ser ilegal), por muito bem isoladas que sejam há SEMPRE barulhos, pode ser pior do que um apartamento quando são de fraca qualidade. MUITO CUIDADO também com as garagens abaixo do solo, 1,5 metros que seja, sobretudo em zonas com muita humidade no solo.

Não entendi com a parte de partilhar a estrutura, em relação a garagem o meu vizinho tem a garagem mais abaixo (tipo cave) não sei se me fiz entender, as minhas estão a parte (anexos).

Cumps
 
Não entendi com a parte de partilhar a estrutura, em relação a garagem o meu vizinho tem a garagem mais abaixo (tipo cave) não sei se me fiz entender, as minhas estão a parte (anexos).

Cumps

Partilhar a estrutura é quando duas ou mais casas estão juntas (paredes coladas).

O problema é que a parede do quarto do teu vizinho, é a tua também!
 
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