Aparências

O meu Sandero, uns 14 mil paus.

Se eu trouxesse um premium com 20 anos a custar metade disto ( ? ) já diziam que vida de informático = boa vida e bom ordenado [:D]
É só estupido. Eu por exemplo tenho andado todo satisfeito num Corolla hibrido. Mas porque não? O carro é fantástico para andar aqui por lisboa. E até estou a pensar troca-lo por um Yaris, melhor ainda para estacionar e para o trânsito. [:cool:]

Entretanto, quando posso, ando com um smart que deve de ter custado para aí 15.000€.
 
É só estupido. Eu por exemplo tenho andado todo satisfeito num Corolla hibrido. Mas porque não? O carro é fantástico para andar aqui por lisboa. E até estou a pensar troca-lo por um Yaris, melhor ainda para estacionar e para o trânsito. [:cool:]

Entretanto, quando posso, ando com um smart que deve de ter custado para aí 15.000€.
E podias andar tu de Série 7.

Ora bom, tão, és parvo porque:

- Podias andar de serie 7 e andas de corolla
- Podias andar de bicicleta e andas de corolla
- podias andar a pé e andas de smart
- tens que ter 1 carro premium pa mostrar o teu valor

eu por ex vou ja vender o sandero pa comprar 1 premium antigo pa terem consideração por mim [:D]


Agora fora de brincadeiras, comprava era o meu DS pa pedir pa se babarem no meu clássico [br:)]
 
Financeiramente é totalmente descabido.
Comprar um carro novo a 120 meses é mau, se for um usado com 7 ou 8 anos é ainda pior. Quem compra um carro a 120 meses está, em 99% dos casos, a comprar um carro acima das suas possibilidades.

Não estou tão certo disso quanto tu, muitos há que sim, que é como dizes, mas muitos mais (e eu tenho algum conhecimento da coisa por dentro), que o fazem por assim, assumir uma mensalidade confortável que pouco muda as suas vidas.

Outros ainda, são pessoas que fazem as contas, e que sem condições para comprar a pronto ou em prazos mais curtos, preferem assumir a responsabilidade de manter o carro durante mais tempo (período do crédito pelo menos) e comprar algo melhor.

Volto a referir, não é a opção que defendo, mas tb não vejo como se pode criticar.
 
E podias andar tu de Série 7.

Ora bom, tão, és parvo porque:

- Podias andar de serie 7 e andas de corolla
- Podias andar de bicicleta e andas de corolla
- podias andar a pé e andas de smart
- tens que ter 1 carro premium pa mostrar o teu valor

eu por ex vou ja vender o sandero pa comprar 1 premium antigo pa terem consideração por mim [:D]


Agora fora de brincadeiras, comprava era o meu DS pa pedir pa se babarem no meu clássico [br:)]
Já vi cidadãos com relógios no pulso mais caros do que o carro em que se deslocavam. E depois há sempre aquele tipo que conduz um carro com um valor que corresponde a 1/6 do IRS que paga anualmente. Etc.

O carro é possivelmente a pior maneira de tentar aferir o bem estás financeiro do cidadão.
 
Tem tudo a ver com aquilo que estamos dispostos a suportar.

Eu também não vejo mal nenhum em recorrer a crédito, o dinheiro que o banco vende é um produto como qualquer outro, existe é bancos que o vendem mais barato ou mais caro! Sim porque os bancos não emprestam nada, eles vendem!

E uma coisa é estarmos dispostos a comprar o dinheiro, outra coisa é estarmos dispostos a ganha-lo. Mas para isso é preciso tempo de espera, tempo esse que muitos não tem ou não querem ter.
E muitos de nós acha um sacrilégio recorrer a crédito, nada contra, eu também acho um sacrilégio ir a um restaurante (retirando o mac da equação), vamos a um restaurante gastar dinheiro, ou melhor pagar por comida, que nos sairia muito mais barato comer em casa! (Retirando também da equação quem vai a restaurante por motivos profissionais, estou a falar de lazer)

Dá mais trabalho fazer o comer em casa? Dá! É mais cómodo comer no restaurante é!

(Estou a falar, mas já não sei a quantos anos não vou a um restaurante, acho que já nem sei me comportar dentro do restaurante[:D])

Ora aí está....restaurantes, eu vou algumas vezes por mês em família apenas ou com amigos, e não abdico, prefiro poupar menos ao fim do mês, e ter estes momentos que tão bem nos sabem.

E depois este tipo de gastos (restaurantes) tem uma coisa fantástica além dos momentos que proporcionam, é que é um tipo de gasto que numa necessidade ou se surgir outra prioridade, se pode eliminar imediatamente, ao contrário de um crédito ou de uma responsabilidade contratual.
 
Não estou tão certo disso quanto tu, muitos há que sim, que é como dizes, mas muitos mais (e eu tenho algum conhecimento da coisa por dentro), que o fazem por assim, assumir uma mensalidade confortável que pouco muda as suas vidas.

Outros ainda, são pessoas que fazem as contas, e que sem condições para comprar a pronto ou em prazos mais curtos, preferem assumir a responsabilidade de manter o carro durante mais tempo (período do crédito pelo menos) e comprar algo melhor.

Volto a referir, não é a opção que defendo, mas tb não vejo como se pode criticar.

Não critico os outros por o fazerem, não tenho nada a ver com isso nem sou eu que pago os juros por isso.
O meu post não foi uma critica foi uma constatação. Não tem mal nenhum comprar um carro ou uma mota a crédito, não faz é sentido do ponto de vista financeiro optar por periodos largamente exagerados seja para ter uma prestação mais confortável seja para comprar um carro melhor.

Cada um que gira o seu dinheiro como queira, eu é que tenho certos limites estabelecidos dos quais não abdico, independentemente da minha capacidade financeira no momento.
 
Isso é das coisas mais estúpidas que há e acontece com enorme frequência. A primeira vez que presenciei isso foi há uns 50 anos, quando o meu avô achou que um R5 era mais adequado para ir e vir do trabalho. A consequência foi que em pouco tempo as pessoas começaram a comentar que ele estava falido.

Isto aconteceu por volta de 1975, mas desde então as mentalidades não aprecem ter progredido grande coisa.

O meu tio favorito era doido por chassos velhos... tinham uma vida bastante confortável (Brasil, ele era dentista e tinha uma clínica, minha tia é uma médica bastante renomada e na altura era bastonária). Tinham um "carro da família", na altura um Chevrolet Monza (~Opel Asc0na), que era carro do dia-a-dia da minha tia, e depois uma ou duas sucatas que o meu tio adorava. Os que ficaram mais tempo foi um carocha todo escafiado, sem forro na porta do pendura, bancos rotos, pintura baça e com ferrugem... outro era um Rural Willys, no típico azul e branco, que nós em puto adorávamos. Esse jipe estava até em bom estado e andou por lá muitos anos.
Tempos muito bons :)
 
E já vi malta com dinheiro, que depois dizia " ah, agora comprei este carrito só pa andar as voltas e viagens pequenas, para mim chega "

Era um Vectra GTS novinho em folha [:D]
 
E já vi malta com dinheiro, que depois dizia " ah, agora comprei este carrito só pa andar as voltas e viagens pequenas, para mim chega "

Era um Vectra GTS novinho em folha [:D]

E eu em tempos 'vi' (lidei com) um familiar com um armazém privado com carros de colecção e muito património imobiliário espalhado pelo distrito de Lisboa; que depois de perder tudo e ficar quase sem dinheiro para comida e eletricidade, começou a aldrabar e burlar a própria família.

Estes é que me causam asco.
 
Ora aí está....restaurantes, eu vou algumas vezes por mês em família apenas ou com amigos, e não abdico, prefiro poupar menos ao fim do mês, e ter estes momentos que tão bem nos sabem.

E depois este tipo de gastos (restaurantes) tem uma coisa fantástica além dos momentos que proporcionam, é que é um tipo de gasto que numa necessidade ou se surgir outra prioridade, se pode eliminar imediatamente, ao contrário de um crédito ou de uma responsabilidade contratual.

Eu não vou a restaurantes porque sei os seus segredos obscuros de boas práticas! [:D]

São opções. Aprecio mais em fazer um bom peixinho em casa, ou comer uma febra grelhada do porco criada por nós, do que ir comer a um restaurante. Mas também o faço porque a minha mulher é como eu! Se estivesse casado com alguém que apreciasse ir jantar ou almoçar fora (havendo possibilidades) que remédio tinha eu de o fazer! [:D]
 
Tem tudo a ver com aquilo que estamos dispostos a suportar.

Eu também não vejo mal nenhum em recorrer a crédito, o dinheiro que o banco vende é um produto como qualquer outro, existe é bancos que o vendem mais barato ou mais caro! Sim porque os bancos não emprestam nada, eles vendem!

E uma coisa é estarmos dispostos a comprar o dinheiro, outra coisa é estarmos dispostos a ganha-lo. Mas para isso é preciso tempo de espera, tempo esse que muitos não tem ou não querem ter.
E muitos de nós acha um sacrilégio recorrer a crédito, nada contra, eu também acho um sacrilégio ir a um restaurante (retirando o mac da equação), vamos a um restaurante gastar dinheiro, ou melhor pagar por comida, que nos sairia muito mais barato comer em casa! (Retirando também da equação quem vai a restaurante por motivos profissionais, estou a falar de lazer)

Dá mais trabalho fazer o comer em casa? Dá! É mais cómodo comer no restaurante é!

(Estou a falar, mas já não sei a quantos anos não vou a um restaurante, acho que já nem sei me comportar dentro do restaurante[:D])
Sim, é isso. No fundo estás a pagar por um serviço. Seja ele receber algum dinheiro emprestado ou ir a um restaurante.
 
Eu não vou a restaurantes porque sei os seus segredos obscuros de boas práticas! [:D]

São opções. Aprecio mais em fazer um bom peixinho em casa, ou comer uma febra grelhada do porco criada por nós, do que ir comer a um restaurante. Mas também o faço porque a minha mulher é como eu! Se estivesse casado com alguém que apreciasse ir jantar ou almoçar fora (havendo possibilidades) que remédio tinha eu de o fazer! [:D]
Xiuuu...eu sou feliz assim, a ir a restaurantes.


Não vamos aprofundar o assunto, ok.


 
Ora aí está....restaurantes, eu vou algumas vezes por mês em família apenas ou com amigos, e não abdico, prefiro poupar menos ao fim do mês, e ter estes momentos que tão bem nos sabem.

E depois este tipo de gastos (restaurantes) tem uma coisa fantástica além dos momentos que proporcionam, é que é um tipo de gasto que numa necessidade ou se surgir outra prioridade, se pode eliminar imediatamente, ao contrário de um crédito ou de uma responsabilidade contratual.
Neste ponto penso exatamente como tu. É um gasto não essencial mas que sabe tão bem, que só abdico dele caso surja alguma adversidade.
 
Mas o crédito não tem mal nenhum. E o banco não te está a fazer favor nenhum. Também estão a ganhar o deles.

Desde que não se abuse na taxa de esforço, não vejo mal nenhum em recorrer a créditos. Se bem usado, pode ser uma boa alavanca social...
Obviamente que crédito é uma boa ferramenta.
Eu próprio quando comprei o meu carro financiei uma parte a 2 anos a 2%. Paguei um total de 600 euros em juros. Com este dinheiro que pedi emprestado, ou seja dinheiro que nao tirei dos ETFs, fiz no mesmo período cerca de 3.000 euros (contas no joelho, nao ha de fugir muito). Ou seja, sabendo o que sei hoje, até devia ter pedido mais emprestado! Mesmo o meu pai quer comprar um carro a pronto e estou a tentar desconvencê-lo disso. Porque não é de facto a estratégia que te permite ter a melhor posição financeira.

Agora ter 3.000 euros na conta e fazer um crédito para um GTI a 120 meses, como fazem mutios, epa, aí está precisamente a explicação de porque é que os creditos nao sao um mar de rosas.
 
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