Alfa Romeo

É o tempo de começar a operação no EUA.
Na década anterior havia tal opção na Europa para um nicho de mercado.

Acredito que vai haver diferenciação em produto.
 
Principalmente neste tipo de marcas, com passado de modelos desportivos.
Tem a sua gama normal, os QV e podiam ter uma opção hardcore, nem que fosse só para manter a chama acesa dos fans que podem comprar.

Até para que as próprias marcas pudessem ter um troféu chave na mão... Se existissem algumas versões destas preparadas e homologadas (e acessíveis, já que o biposto é bom, mas é para quem tem dinheiro) de certeza que haveria mais troféus monomarca ou participações "amadoras" em campeonatos de velocidade e rallyes. O Rui Rodrigues o ano passado "inventou" o troféu Abarth e este ano parece que o José Pedro Fontes vai "inventar" um troféu Fiesta, mas não era muito mais simples se os carros já viessem preparados e evoluídos de fábrica?
 
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[;)]
 
Uma questão que a curto-prazo terá que ser obrigatoriamente preenchida pela marca tanto pelo retorno da forte exposição mediática como forma de maximizar a herança motorizada.
Um R5 no actual contexto de rallye é uma aposta de custo reduzido e de forte exposição a nível internacional (ERC, Pacifico e Médio Oriente), no entanto é capaz de não ter de imediato o impacto que a marca ambiciona.

WTCC que continua a aumentar drasticamente a audiência internacional e alcança diverso mercado automóvel, (principalmente aquele onde há crescimento real de compra automóvel), DTM na Europa que acaba de conciliar regulamentação técnica com o Super GT japonês e EUA de modo a poder inscrição diversa entre as três competições, aqui no entanto falta um familiar médio à Alfa Romeo (D).

Para o DTM ja podiam ter entrado com o 159. Mas agora so o podem fazer quando sair um novo substituto. Coisa que se avizinha la para o ano 2020 [8b]

Para o WTCC tem no Giu uma boa base para isso.
 
Última edição:
Nem é pelo alumínio. Existem réplicas em alumínio.

É pelo padrão dos rebites.
O aluminio não é obviamente soldado.
Os paineis são rebitados.

Teoricamente é possível construir um GTA 100% original em tudo, excepto no padrão dos rebites.

E imagino que o custo de iniciar uma obra dessas fosse superior ao de comprar um original.
 
E imagino que o custo de iniciar uma obra dessas fosse superior ao de comprar um original.

Provavelmente mas é como te digo, tanto quanto sei é impossível replicar o padrão dos rebites, com muito ou pouco dinheiro.
Não sei de que forma eram feitos mas até se poderia imaginar que, tendo o padrão original, seria possível replicar o mesmo.
Mas ao que parece tal não é possível.

De qualquer forma, um GTA replicado tem muito valor na mesma.
 
Para o DTM ja podiam ter entrado com o 159. Mas agora so o podem fazer quando sair um novo substituto. Coisa que se avizinha la para o ano 2020 [8b]

Para o WTCC tem no Giu uma boa base para isso.

O Giu é bom sim, apesar de continuar a precisar de specs S1600 que não tem (nem tinha as S2000, está no meio mas para isto não serve), mas o 159 precisava de muito trabalho... é um grande cepo para estas coisas... Demasiado pesado... precisava de muita evolução (tal como o 156 que foi muito bom mas depois começou a perder terreno e uma vez que não se investiu ficou rapidamente pouco competitivo). Para por o 159 em "DTM material" precisavam de ter começado há 7 ou 8 anos...
 
Nem é pelo alumínio. Existem réplicas em alumínio.
É pelo padrão dos rebites.
O aluminio não é obviamente soldado.
Os paineis são rebitados.
Teoricamente é possível construir um GTA 100% original em tudo, excepto no padrão dos rebites.

É o factor humano de produção que faz a diferença entre época automóvel.

 
No actual WTCC a Alfa Romeo tem actualmente no portefólio um carro comercial indicado e a tecnologia (motorização de injecção directa gasolina) para competir com um custo razoável no programa, em contrapartida o retorno é brutal como acima escrevi.

Em competição da FIA é aquela que claramente se destaca na actualidade em ganho de audiência, patrocínio e impacto directo em mercado local para construtor envolvido na competição.
 
No actual WTCC a Alfa Romeo tem actualmente no portefólio um carro comercial indicado e a tecnologia (motorização de injecção directa gasolina) para competir com um custo razoável no programa, em contrapartida o retorno é brutal como acima escrevi.

Em competição da FIA é aquela que claramente se destaca na actualidade em ganho de audiência, patrocínio e impacto directo em mercado local para construtor envolvido na competição.

Sim, tambem só vejo o WTCC como a unica competição viavel para a Alfa, acentava como uma luva ao Giulietta, O Mito tambem servia para os ralis mas acho que não faz tanto sentido já que 80% das vendas da Alfa devem ser Giuliettas

O DTM é impossivel porque não tem nenhum modelo e os custos são enormes.

Ponho aqui esta duvida: Seria possível homologar o 4C para GT3 (Tinham de ser uma versão especial com outro motor, um V6 talvez)? Podia ser uma opção, com um pacote cliente para assim ajudar a pagar os custos.
 
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