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Sabes que o status não é exclusivo do tuga, há países piores, melhores neste aspecto, mas acima de tudo somos todos humanos e também muitas vezes usamos é objectos diferentes para valorizar a nossa imagem.
Também tens razão!
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Sabes que o status não é exclusivo do tuga, há países piores, melhores neste aspecto, mas acima de tudo somos todos humanos e também muitas vezes usamos é objectos diferentes para valorizar a nossa imagem.
Se pertencem ao mesmo grupo, não percebo pqq não continuavam a vender os CHRY/DODGE por cá com as suas proprias grelhas uma vez que ja estavam bem implantados e com algum sucesso.
Devo dizer que onde se fez um bom trabalho foi no tablier do FREEMONT, o do JOURNEY era qq coisa dos anos 70 mas bastava isso, não precisavam de lhe mudar a grelha/marca.
Em relação a este mod, devo dizer que ja se vendiam bem como DODGE, não acredito que venda mais como FIAT, com aquela do estatuto e tal, para quem dá trinta e tal mil € esse factor tem algum peso.
Pena a Alfa Romeo não vender mais carros no Brasil.. E pensar que nos anos 70 até fabricou alguns modelos [s)]
Não é uma questão de fé.[]
São factos!
O Freemont no ano que apareceu, ainda com o Journey no mercado, vendeu mais de 13 mil unidades. O melhor que o Journey conseguiu num ano foram pouco mais de 8200 unidades.
Ao ritmo que está a vender este ano, o Freemont deverá conseguir ficar perto das 25000 unidades vendidas (mercado europeu, óbvio).
Não penso que a troca de grelhas seja brincar com a imagem das marcas, pegando no ex do journey a chrysler vendia-o pela europa e nunca conseguiu ter vendas consistentes, com o simbolo fiat o numero de vendas disparou.
Para mais as trocas entre modelos não se resumem apenas a uma simples muda de simbolos ou grelhas, têm de ser realmente adaptados aos continentes onde aspiram ser vendidos.
Prefiro ter um produto (novo/recauchutado) disponivel dentro da gama da marca do que não ter nada de novo ou mesmo um numero reduzido de sempre mesmos modelos.
Obviamente vende-se mais se dispomos de uma rede de concecionarios/apósvenda bem mais abrangente. Não estou a ver um gajo de Evora ir a Lx ou da Guarda ir comprar o carro ao Porto.
É bem provavel tbm que tenham passado a vender este mod em paises onde a Chrysler/dodge nem se quer tinha representante
Em todo caso, por cá ainda vejo muitos mais journeys do que freemonts que até hoje só vi um que estaciona aqui perto.
E tal como nos concess. deste grupo temos lá modelos das varias marcas todas juntinhas pelo que não vejo qual o problema em lá meter dodges ou chryslers.
Para quê ter marcas do mesmo grupo a vender migalhas para o mesmo target?
Para quê manter na Europa 2 marcas que nunca passaram de curiosidades?
Acho bem que focalizem. Reduz-se custos, seja na homologação de modelos durante o seu desenvolvimento, seja na manutenção de estrutura associada à marca.
E além do mais, dado a estratégia delineada, onde a Chrysler/Lancia será algo do género Opel/Vauxhall para quê manter 2 simbolos diferentes a vender exactamente a mesma coisa nos mesmos mercados?
Até a GM deixou-se disso...
Actualmente só mesmo a VW a seguir essa estratégia, a meu ver, diluidora da imagem que se procura que as marcas tenham, sobretudo no que toca à Seat.
O que poderemos ver com simbolos americanos na Europa (excepto UK que ainda vende Chrysler), são alguns produtos da marca SRT, onde se conta o Viper e um novo muscle-car que deverá substituir o Challenger, mais compacto e leve, e que abandonará o simbolo Dodge, como aconteceu com o novo Viper.
Nem nos comerciais veremos coisas da RAM a vir para cá. Seria giro ver uma Fiat/Iveco RAM mega-pick-up[]
Por outro lado, a Fiat já tenta "converter" as Doblós, Ducatos e Dailys em modelos RAM.
É evidente que o journey estava a pedir um retoques pq já é um mod com alguns anos e sobretudo mudar o tablier, assim como é obvio tbm que há ganhos em partilhar orgãos entre as varias marcas do grupo mas de ai a pegar num mod que ja anda a ser comercializado há anos e mudar-lhe a marca, já acho um bocado too much.
Aliás, a marca FIAT é conotada desde há decadas com citadinos que é o terreno onde melhor se move e uma vez que ao grupo pertencem as outras marcas todas, deviam deixar cada macaco no seu galho.
MERCADO EUROPEU
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FIAT= segm. A e MV compacto ( PANDA+500+500L )
ALFA=segm. B, C e D -sport-look ( MiTo+GIU.+GIULIA )
LANCIA= segm. B, C e D -chic-look ( Y + DELTA + DEDRA )
CHRY= segm. E e MV ( 300c + VOYAGER )
DODGE= segm. SUV ( JOURNEY )
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Á priori é o que me faz mais sentido, mas é tão só uma opinião
Bem ! eu gostava mais de apontar para o exp. GM com a CHEVY e a OPEL, partilham muita coisa lá para dentro mas mantem marca e design proprios.
Entre outras, Acho importante respeitar a historia/personalidade das marcas com pedigree e ver um 300C (que até aprecio dentro do seu estilo americano ) com a grelha LANCIA faz-me a maior das confusões, mais valia deixar as coisas como estavam e vender os CHRYS na rede FIAT europeia como se fez com as outras marcas do grupo e desta feita até se poupava em catalogos []
Falta bastante visão e flexibilidade nessa forma de ver as coisas. Tudo em compartimentos estanques.
Há que perceber de que formas se pode expandir a marca, seja por nichos ou segmentos, sem ficar limitado dessa forma rigida. Não significa que devam atacar tudo, mas limitar dessa forma é redutor.
Fiat só segmento A e MPV compacto? E o segmento B "clássico" que, tradicionalmente, consegue gerar mais volume para a marca? (apesar da realidade actual, com um Punto decano no mercado. Mas tivesse produto fresco, teríamos previsivelmente o best-seller da gama Fiat, como tem acontecido já faz décadas).
Além disso Fiat além do 500L vai ter um SUV/crossover de nome 500X/Trekking, que provavelmente garantirá maiores números que o 500L, dado a apetência do mercado para esse tipo de coisas.
Onde encaixarias esse 500X?
Manter a Dodge apenas com o Journey? Não faz sentido de negócio nenhum...
Além disso, a marca dos SUV's será mesmo a Jeep, que a partir do próximo ano terá modelo mais acessivel para acompanhar o Grand Cherokee.
Se a Fiat tem levado nas orelhas nos EUA por apenas vender o pequeno 500, que não gera o volume necessário para manter concessionários abertos, acho que não seria financeiramente e comercialmente plausivel manter uma marca na europa que andava vender menos de 15000 carros/ano. Mesmo integrando-a nos concessionários da Fiat, duvido que vendesse muito mais do que vendia.
Chrysler e Lancia vão ser uma, por isso não se coloca essa distinção. Também não valia a pena manter 2 simbolos a atacar o mesmo target nos mesmos palcos.
A Alfa Romeo prepara-se para ser uma criatura mais distinta, apesar da lentidão dos planos.
Não será apenas "Fiats" bonitinhos e com carga mais desportiva.
Exceptuando os diesel, os motores que estão para vir deverão ser praticamente e exclusivamente usados pela Alfa. O novo 1.75 e o V6 (sem saber ainda a origem, se uma versão mais pequena do Pentastar, se o V6 que a Ferrari está a trabalhar para a Maserati), deverão apenas encontrar lugar em modelos Alfa.
Dado a Fiat estar em segmentos mais baixos, também diminui-se o risco de sobreposição.
Assim como em determinadas soluções técnicas, como suspensões e materiais.
E depois produto exclusivo, como o 4C, ou o Spider arraçado de japonês. E que fará uso de motores próprios, sem partilhar com a Mazda.
O único problema que vejo nisto, é o tempo de implementação das coisas.
FOi tudo adiado na Euroland.
E o investimento quase todo direccionado para mercados externos, como o americano e chinÊs.
Sim, estou de acordo em relação à versão 500X ja que qualquer sucedaneo da linha 500 terá sempre um bom potencial mas lá está, neste caso a assinatura estilistica é FIAT e não CHRY ou DODGE.
Já em relação ao segm B, parece dificil contradiar os coreanos em termos de precos, sendo a FIAT uma marca conotada com carros economicos, vai ser quase impossivel pisar o terreno dos POLO e companhia como se tem visto pelas vendas do PUNTO EVO e vai ser muito dificil ir buscar um icone da dimensão do 500 no segm. B para lhe dar o factor X que faria a diferença como aconteceu com o 500 no seu segm.
Por outro lado, já estão lá o Y e MiTo com esse tal toque diferenciador que os distingue da manada.
Precisamente o que acho é que já há muitas marcas a concorrer nos mesmos segmentos dentro deste grupo e é por isso que uma segmentação daria melhores resultados practicos.
Alfa Romeo’s new mid-engined 4C sports car will spawn a convertible version around a year after launch, sources have confirmed. The 4C coupé is expected to be shown around 12 months from now, ahead of going on sale in early 2014.
Fiat’s engineering chief, Mauro Pierallini, has previously outlined a target price of €45,000 (£35,500) for the 4C and a 900kg kerb weight.
It will be powered by Alfa’s direct-injection 1750 TBi turbo four, and if it meets its weight target the 4C is expected to hit 62mph in 4.5sec.
The 4C will be the halo car for the reinvention of Alfa and is intended to showcase both styling presence and technical excellence. It will feature the new-generation 1750 engine, with an aluminium block rather than cast iron (saving 25kg) as well as upgrades to the high-pressure fuel injection. The engine will drive a dual-clutch automatic transmission equipped with paddle shifters.
Early development of the car was carried out by Italian race-car specialist Dallara, which developed the carbonfibre structures for the Alfa 8C, Bugatti Veyron and the KTM X-Bow. However, Alfa has subsequently taken the development process in-house, handing responsibility to a small specialist team headed by Pierallini.
Aluminium subframes, bolted to the carbonfibre tub, carry the running gear and powertrain, while the 4C’s exterior panels are made from sheet-moulded composites. The 4C’s shape is also said to generate positive downforce, improving the high-speed grip.
Great efforts are being made to translate the 4C’s dramatic interior styling into production, although it won’t be an exact copy of the concept car. Pierallini says Alfa will build 18,000 4Cs over the lifetime of the car, although the factory that will make it has yet to be chosen.
Não discordo. Também acho que mereciam identidades distintas, mesmo que partilhando entranhas.
Mas qual é que seria que punhas como marca "baratucha"? Lancia ou Chrysler?
É que a Chevy ataca sobretudo nas propostas "value-money", enquanto a Opel procura posicionar-se mais acima.
Lancia e Chrysler atacam precisamente o mesmo target
O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido
O Y e o MiTo não geram os volumes ou as margens necessárias. O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido. O Y continua a ser considerado criatura bizarra, apesar de ser o responsável pelo manter de cota da Lancia no mercado. Bem, até o efeito novidade passar, e depois seguirá certamente o caminho do Delta. Será mais um "esquecido".
O Punto Evo caiu mal no mercado, com muitos a queixarem-se das alterações estéticas, apesar de, objectivamente, ter melhorado o Gpunto em aspectos chave.
E eles não precisam de ícones neste segmento. Precisam de ter é produto bom com boa aceitação. O Panda é lider de segmento e não tem carga icónica, nem preços altos como um 500.
Bastariam ter produto fresco no mercado, e garantidamente estaria no top10 europeu.
Temos de ver a coisa por outro prisma.
O mercado italiano, por si só, sustentava metade da produção do Punto.
Ora, com o mercado doméstico a cair 20% e um produto à demasiado tempo no mercado, é natural que o mesmo tenha caído de forma expressiva nos números que nos habituou.
Além disso, os mercados onde o Punto vendia razoavelmente bem, também estão em queda.
Mas tirar a Fiat do seg. B é um erro descomunal. No segmento C já são presença vestigial faz tempo (actualmente o Freemont vende mais que o Bravo). Mas o segmento B para a Fiat, sempre foi das suas principais fontes de receita.
Que venha 2014 para colocar a coisa no mercado.
O Panda e o 500 não garantem por si só os números que a Fiat quer atingir na Europa.
Precisam de mais modelos de volume e só mesmo com o segmento B, que continua a ganhar cota de mercado a outros segmentos, isso será possivel.
Isso dos coreanos é uma falsa questão.
É que o segmento B continua a ser dominado por europeus, e à grande e fartazana.
Polo, Fiesta, Corsa, CLio, e brevemente, talvez o 208 raramente saem do top10 europeu.
Que interessa não pisar o terreno de um Polo?