Alfa Romeo

(pegando no post do ARMIC)
Com a saída da Chrysler e Dodge da Europa após aquisição destas pela Fiat, o acordo feito com o governo americano obrigava a que a Fiat vendesse produtos "made in USA" na Euroland.
É por isso que tens o Journey melhorado transformado em Freemont.

É o ideal? nops.
No entanto, de todos os clones é o único que realmente vende (o outro exportado dos EUA que consegue vendas dignas desse nome é o GrandCherokee).

E vende muito mais do que o Journey alguma vez conseguiu.
Poderia prejudicar a imagem da Fiat (a dodge já se foi, não afecta nada), mas sinceramente, para uma marca que anunciou aos 7 ventos que não teria mais modelos grandes, o Freemont demonstra que existe ainda espaço para Fiat XL.

Os Chrysler disfarçados de Lancia não vendem nada. E no UK, os Chrysler que são Lancias também pouco têm despertado o interesse do público.

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Relativamente à Alfa, sim, sem dúvida que o tempo de espera é completamente desproporcionado. Para uma marca que estava para entrar no mercado americano em 2005 ou qualquer coisa assim, a entrar apenas em 2014 ou algo semelhante, "prontos"....

Caso tivesse entrado logo quando tinha sido estipulado, talvez tivesse fundações mais sólidas para aguentar a crise, ao não estar tão dependente do mercado europeu, e sobretudo, do mercado italiano. Talvez tivesse dado para ter uma gama mais completa.
São muitos "ses" e "talvez"...

Não adiante chorar sobre o óleo entornado.
Pelo menos agora existem mais certezas, sobretudo ao nivel de produto.
Isto é, em Outubro o Marchionne vai fazer mais uma das suas intervenções aos media, e sabe-se lá o que poderá sair dali[:D]

No que toca ao grupo Fiat, os únicos projectos das marcas europeias que estão em fase final são os sedans para a Maserati e o 4C para a Alfa Romeo.
A Fiat deverá ficar-se pelo 500L este ano e expansão do Panda, com as versões 4x4 e possivel versão desportiva.
O resto das novidades só deverá aparecer de 2014 para a frente.
É sem dúvida muito tempo...

O homem diz caso lançasse o sucessor do Punto agora não iria conseguir recuperar o investimento.
Bem, pensei que fosse sempre um exagero.
Mas por exemplo, aqui ao lado, em Espanha, a Ford acabou de lançar uma campanha durante este mês que dá descontos até 25%. O Focus 1.0 Ecoboost (100cv) vende-se por 13650€.
Com descontos desta natureza, e que acontecem um pouco por toda a Europa, que raio de ganhos um construtor consegue por vender um carro? É que são aplicados a tudo o que é produto, seja modelo novo ou veterano no mercado.
E com vendas a cair nos principais mercados europeus, nomeadamente França, Itália (a cair 20% e principal mercado para as marcas da Fiat) e Espanha, e a Alemanha a dar os primeiros sinais de quebra, não só não vendem como não ganham dinheiro com aquilo que conseguem vender.
Não há estrutura que aguente essas práticas durante muito tempo.

Mesmo a Fiat, com o seu Panda, que é o Fiat mais vendido na Europa actualmente, e apesar de ter sido lançado este ano, não está a conseguir vender ao nivel do seu antecessor o ano passado.
Compreendo a resistência do Marchionne em lançar produto novo, que a única coisa que va conseguir é talvez reduzir a intensidade da hemorragia.

E compreendo as decisões que estão a ser tomadas no sentido de produzir o Giulia e o SUV com base no Giulietta (a fábrica de Toledo da Jeep acabou de ser actualizada para produzir o sucessor do Cherokee, que partilhará entranhas com o SUV alfa) no outro lado do AtlÂntico e apostar no mercado americano.
Mesmo que nao cheguem a vender 100000 un/ano por lá, já serão tantas como aqui no nosso continente. Basicamente permitirá duplicar as vendas (caso os americanos adoptem a Alfa, né?)
Porque aqui na Europa, duvido que a coisa melhore nos próximos anos.
Ainda não fizemos a purga.
 
Última edição:
Se pertencem ao mesmo grupo, não percebo pqq não continuavam a vender os CHRY/DODGE por cá com as suas proprias grelhas uma vez que ja estavam bem implantados e com algum sucesso.

Devo dizer que onde se fez um bom trabalho foi no tablier do FREEMONT, o do JOURNEY era qq coisa dos anos 70 mas bastava isso, não precisavam de lhe mudar a grelha/marca.

Em relação a este mod, devo dizer que ja se vendiam bem como DODGE, não acredito que venda mais como FIAT, com aquela do estatuto e tal, para quem dá trinta e tal mil € esse factor tem algum peso.
 
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Se pertencem ao mesmo grupo, não percebo pqq não continuavam a vender os CHRY/DODGE por cá com as suas proprias grelhas uma vez que ja estavam bem implantados e com algum sucesso.

Devo dizer que onde se fez um bom trabalho foi no tablier do FREEMONT, o do JOURNEY era qq coisa dos anos 70 mas bastava isso, não precisavam de lhe mudar a grelha/marca.

Em relação a este mod, devo dizer que ja se vendiam bem como DODGE, não acredito que venda mais como FIAT, com aquela do estatuto e tal, para quem dá trinta e tal mil € esse factor tem algum peso.

Não é uma questão de fé.[:D]
São factos!

O Freemont no ano que apareceu, ainda com o Journey no mercado, vendeu mais de 13 mil unidades. O melhor que o Journey conseguiu num ano foram pouco mais de 8200 unidades.
Ao ritmo que está a vender este ano, o Freemont deverá conseguir ficar perto das 25000 unidades vendidas (mercado europeu, óbvio).
 
Não penso que a troca de grelhas seja brincar com a imagem das marcas, pegando no ex do journey a chrysler vendia-o pela europa e nunca conseguiu ter vendas consistentes, com o simbolo fiat o numero de vendas disparou.

Para mais as trocas entre modelos não se resumem apenas a uma simples muda de simbolos ou grelhas, têm de ser realmente adaptados aos continentes onde aspiram ser vendidos.
Prefiro ter um produto (novo/recauchutado) disponivel dentro da gama da marca do que não ter nada de novo ou mesmo um numero reduzido de sempre mesmos modelos.
 
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Não é uma questão de fé.[:D]
São factos!

O Freemont no ano que apareceu, ainda com o Journey no mercado, vendeu mais de 13 mil unidades. O melhor que o Journey conseguiu num ano foram pouco mais de 8200 unidades.
Ao ritmo que está a vender este ano, o Freemont deverá conseguir ficar perto das 25000 unidades vendidas (mercado europeu, óbvio).

Obviamente vende-se mais se dispomos de uma rede de concecionarios/apósvenda bem mais abrangente. Não estou a ver um gajo de Evora ir a Lx ou da Guarda ir comprar o carro ao Porto.

É bem provavel tbm que tenham passado a vender este mod em paises onde a Chrysler/dodge nem se quer tinha representante

Em todo caso, por cá ainda vejo muitos mais journeys do que freemonts que até hoje só vi um que estaciona aqui perto.

E tal como nos concess. deste grupo temos lá modelos das varias marcas todas juntinhas pelo que não vejo qual o problema em lá meter dodges ou chryslers.
 
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Não penso que a troca de grelhas seja brincar com a imagem das marcas, pegando no ex do journey a chrysler vendia-o pela europa e nunca conseguiu ter vendas consistentes, com o simbolo fiat o numero de vendas disparou.

Para mais as trocas entre modelos não se resumem apenas a uma simples muda de simbolos ou grelhas, têm de ser realmente adaptados aos continentes onde aspiram ser vendidos.
Prefiro ter um produto (novo/recauchutado) disponivel dentro da gama da marca do que não ter nada de novo ou mesmo um numero reduzido de sempre mesmos modelos.

É evidente que o journey estava a pedir um retoques pq já é um mod com alguns anos e sobretudo mudar o tablier, assim como é obvio tbm que há ganhos em partilhar orgãos entre as varias marcas do grupo mas de ai a pegar num mod que ja anda a ser comercializado há anos e mudar-lhe a marca, já acho um bocado too much.


Aliás, a marca FIAT é conotada desde há decadas com citadinos que é o terreno onde melhor se move e uma vez que ao grupo pertencem as outras marcas todas, deviam deixar cada macaco no seu galho.

MERCADO EUROPEU

-------------------------------------------------------------------------------

FIAT= segm. A e MV compacto ( PANDA+500+500L )

ALFA=segm. B, C e D -sport-look ( MiTo+GIU.+GIULIA )

LANCIA= segm. B, C e D -chic-look ( Y + DELTA + DEDRA )

CHRY= segm. E e MV ( 300c + VOYAGER )

DODGE= segm. SUV ( JOURNEY )


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Á priori é o que me faz mais sentido, mas é tão só uma opinião
 
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Obviamente vende-se mais se dispomos de uma rede de concecionarios/apósvenda bem mais abrangente. Não estou a ver um gajo de Evora ir a Lx ou da Guarda ir comprar o carro ao Porto.

É bem provavel tbm que tenham passado a vender este mod em paises onde a Chrysler/dodge nem se quer tinha representante

Em todo caso, por cá ainda vejo muitos mais journeys do que freemonts que até hoje só vi um que estaciona aqui perto.

E tal como nos concess. deste grupo temos lá modelos das varias marcas todas juntinhas pelo que não vejo qual o problema em lá meter dodges ou chryslers.

Para quê ter marcas do mesmo grupo a vender migalhas para o mesmo target?
Para quê manter na Europa 2 marcas que nunca passaram de curiosidades?
Acho bem que focalizem. Reduz-se custos, seja na homologação de modelos durante o seu desenvolvimento, seja na manutenção de estrutura associada à marca.

E além do mais, dado a estratégia delineada, onde a Chrysler/Lancia será algo do género Opel/Vauxhall para quê manter 2 simbolos diferentes a vender exactamente a mesma coisa nos mesmos mercados?
Até a GM deixou-se disso...
Actualmente só mesmo a VW a seguir essa estratégia, a meu ver, diluidora da imagem que se procura que as marcas tenham, sobretudo no que toca à Seat.

O que poderemos ver com simbolos americanos na Europa (excepto UK que ainda vende Chrysler), são alguns produtos da marca SRT, onde se conta o Viper e um novo muscle-car que deverá substituir o Challenger, mais compacto e leve, e que abandonará o simbolo Dodge, como aconteceu com o novo Viper.

Nem nos comerciais veremos coisas da RAM a vir para cá. Seria giro ver uma Fiat/Iveco RAM mega-pick-up[:D]
Por outro lado, a Fiat já tenta "converter" as Doblós, Ducatos e Dailys em modelos RAM.
 
Para quê ter marcas do mesmo grupo a vender migalhas para o mesmo target?
Para quê manter na Europa 2 marcas que nunca passaram de curiosidades?
Acho bem que focalizem. Reduz-se custos, seja na homologação de modelos durante o seu desenvolvimento, seja na manutenção de estrutura associada à marca.

E além do mais, dado a estratégia delineada, onde a Chrysler/Lancia será algo do género Opel/Vauxhall para quê manter 2 simbolos diferentes a vender exactamente a mesma coisa nos mesmos mercados?
Até a GM deixou-se disso...
Actualmente só mesmo a VW a seguir essa estratégia, a meu ver, diluidora da imagem que se procura que as marcas tenham, sobretudo no que toca à Seat.

O que poderemos ver com simbolos americanos na Europa (excepto UK que ainda vende Chrysler), são alguns produtos da marca SRT, onde se conta o Viper e um novo muscle-car que deverá substituir o Challenger, mais compacto e leve, e que abandonará o simbolo Dodge, como aconteceu com o novo Viper.

Nem nos comerciais veremos coisas da RAM a vir para cá. Seria giro ver uma Fiat/Iveco RAM mega-pick-up[:D]
Por outro lado, a Fiat já tenta "converter" as Doblós, Ducatos e Dailys em modelos RAM.

Bem ! eu gostava mais de apontar para o exp. GM com a CHEVY e a OPEL, partilham muita coisa lá para dentro mas mantem marca e design proprios.

Entre outras, Acho importante respeitar a historia/personalidade das marcas com pedigree e ver um 300C (que até aprecio dentro do seu estilo americano ) com a grelha LANCIA faz-me a maior das confusões, mais valia deixar as coisas como estavam e vender os CHRYS na rede FIAT europeia como se fez com as outras marcas do grupo e desta feita até se poupava em catalogos [:D]
 
É evidente que o journey estava a pedir um retoques pq já é um mod com alguns anos e sobretudo mudar o tablier, assim como é obvio tbm que há ganhos em partilhar orgãos entre as varias marcas do grupo mas de ai a pegar num mod que ja anda a ser comercializado há anos e mudar-lhe a marca, já acho um bocado too much.



Aliás, a marca FIAT é conotada desde há decadas com citadinos que é o terreno onde melhor se move e uma vez que ao grupo pertencem as outras marcas todas, deviam deixar cada macaco no seu galho.

MERCADO EUROPEU

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FIAT= segm. A e MV compacto ( PANDA+500+500L )

ALFA=segm. B, C e D -sport-look ( MiTo+GIU.+GIULIA )

LANCIA= segm. B, C e D -chic-look ( Y + DELTA + DEDRA )

CHRY= segm. E e MV ( 300c + VOYAGER )

DODGE= segm. SUV ( JOURNEY )


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Á priori é o que me faz mais sentido, mas é tão só uma opinião

Falta bastante visão e flexibilidade nessa forma de ver as coisas. Tudo em compartimentos estanques.
Há que perceber de que formas se pode expandir a marca, seja por nichos ou segmentos, sem ficar limitado dessa forma rigida. Não significa que devam atacar tudo, mas limitar dessa forma é redutor.
Fiat só segmento A e MPV compacto? E o segmento B "clássico" que, tradicionalmente, consegue gerar mais volume para a marca? (apesar da realidade actual, com um Punto decano no mercado. Mas tivesse produto fresco, teríamos previsivelmente o best-seller da gama Fiat, como tem acontecido já faz décadas).
Além disso Fiat além do 500L vai ter um SUV/crossover de nome 500X/Trekking, que provavelmente garantirá maiores números que o 500L, dado a apetência do mercado para esse tipo de coisas.
Onde encaixarias esse 500X?

Manter a Dodge apenas com o Journey? Não faz sentido de negócio nenhum...
Além disso, a marca dos SUV's será mesmo a Jeep, que a partir do próximo ano terá modelo mais acessivel para acompanhar o Grand Cherokee.

Se a Fiat tem levado nas orelhas nos EUA por apenas vender o pequeno 500, que não gera o volume necessário para manter concessionários abertos, acho que não seria financeiramente e comercialmente plausivel manter uma marca na europa que andava vender menos de 15000 carros/ano. Mesmo integrando-a nos concessionários da Fiat, duvido que vendesse muito mais do que vendia.

Chrysler e Lancia vão ser uma, por isso não se coloca essa distinção. Também não valia a pena manter 2 simbolos a atacar o mesmo target nos mesmos palcos.

A Alfa Romeo prepara-se para ser uma criatura mais distinta, apesar da lentidão dos planos.
Não será apenas "Fiats" bonitinhos e com carga mais desportiva.
Exceptuando os diesel, os motores que estão para vir deverão ser praticamente e exclusivamente usados pela Alfa. O novo 1.75 e o V6 (sem saber ainda a origem, se uma versão mais pequena do Pentastar, se o V6 que a Ferrari está a trabalhar para a Maserati), deverão apenas encontrar lugar em modelos Alfa.
Dado a Fiat estar em segmentos mais baixos, também diminui-se o risco de sobreposição.
Assim como em determinadas soluções técnicas, como suspensões e materiais.
E depois produto exclusivo, como o 4C, ou o Spider arraçado de japonês. E que fará uso de motores próprios, sem partilhar com a Mazda.

O único problema que vejo nisto, é o tempo de implementação das coisas.
FOi tudo adiado na Euroland.
E o investimento quase todo direccionado para mercados externos, como o americano e chinÊs.
 
Bem ! eu gostava mais de apontar para o exp. GM com a CHEVY e a OPEL, partilham muita coisa lá para dentro mas mantem marca e design proprios.

Entre outras, Acho importante respeitar a historia/personalidade das marcas com pedigree e ver um 300C (que até aprecio dentro do seu estilo americano ) com a grelha LANCIA faz-me a maior das confusões, mais valia deixar as coisas como estavam e vender os CHRYS na rede FIAT europeia como se fez com as outras marcas do grupo e desta feita até se poupava em catalogos [:D]

Não discordo. Também acho que mereciam identidades distintas, mesmo que partilhando entranhas.
Mas qual é que seria que punhas como marca "baratucha"? Lancia ou Chrysler?
É que a Chevy ataca sobretudo nas propostas "value-money", enquanto a Opel procura posicionar-se mais acima.

Lancia e Chrysler atacam precisamente o mesmo target
 
Falta bastante visão e flexibilidade nessa forma de ver as coisas. Tudo em compartimentos estanques.
Há que perceber de que formas se pode expandir a marca, seja por nichos ou segmentos, sem ficar limitado dessa forma rigida. Não significa que devam atacar tudo, mas limitar dessa forma é redutor.
Fiat só segmento A e MPV compacto? E o segmento B "clássico" que, tradicionalmente, consegue gerar mais volume para a marca? (apesar da realidade actual, com um Punto decano no mercado. Mas tivesse produto fresco, teríamos previsivelmente o best-seller da gama Fiat, como tem acontecido já faz décadas).
Além disso Fiat além do 500L vai ter um SUV/crossover de nome 500X/Trekking, que provavelmente garantirá maiores números que o 500L, dado a apetência do mercado para esse tipo de coisas.
Onde encaixarias esse 500X?

Manter a Dodge apenas com o Journey? Não faz sentido de negócio nenhum...
Além disso, a marca dos SUV's será mesmo a Jeep, que a partir do próximo ano terá modelo mais acessivel para acompanhar o Grand Cherokee.

Se a Fiat tem levado nas orelhas nos EUA por apenas vender o pequeno 500, que não gera o volume necessário para manter concessionários abertos, acho que não seria financeiramente e comercialmente plausivel manter uma marca na europa que andava vender menos de 15000 carros/ano. Mesmo integrando-a nos concessionários da Fiat, duvido que vendesse muito mais do que vendia.

Chrysler e Lancia vão ser uma, por isso não se coloca essa distinção. Também não valia a pena manter 2 simbolos a atacar o mesmo target nos mesmos palcos.

A Alfa Romeo prepara-se para ser uma criatura mais distinta, apesar da lentidão dos planos.
Não será apenas "Fiats" bonitinhos e com carga mais desportiva.
Exceptuando os diesel, os motores que estão para vir deverão ser praticamente e exclusivamente usados pela Alfa. O novo 1.75 e o V6 (sem saber ainda a origem, se uma versão mais pequena do Pentastar, se o V6 que a Ferrari está a trabalhar para a Maserati), deverão apenas encontrar lugar em modelos Alfa.
Dado a Fiat estar em segmentos mais baixos, também diminui-se o risco de sobreposição.
Assim como em determinadas soluções técnicas, como suspensões e materiais.
E depois produto exclusivo, como o 4C, ou o Spider arraçado de japonês. E que fará uso de motores próprios, sem partilhar com a Mazda.

O único problema que vejo nisto, é o tempo de implementação das coisas.
FOi tudo adiado na Euroland.
E o investimento quase todo direccionado para mercados externos, como o americano e chinÊs.

Sim, estou de acordo em relação à versão 500X ja que qualquer sucedaneo da linha 500 terá sempre um bom potencial mas lá está, neste caso a assinatura estilistica é FIAT e não CHRY ou DODGE.

Já em relação ao segm B, parece dificil contradiar os coreanos em termos de precos, sendo a FIAT uma marca conotada com carros economicos, vai ser quase impossivel pisar o terreno dos POLO e companhia como se tem visto pelas vendas do PUNTO EVO e vai ser muito dificil ir buscar um icone da dimensão do 500 no segm. B para lhe dar o factor X que faria a diferença como aconteceu com o 500 no seu segm.

Por outro lado, já estão lá o Y e MiTo com esse tal toque diferenciador que os distingue da manada.

Precisamente o que acho é que já há muitas marcas a concorrer nos mesmos segmentos dentro deste grupo e é por isso que uma segmentação daria melhores resultados practicos.

* ja me esquecia da JEEP :sh)[:D] sim esta marca para os puros TT e o JOURNEY como MV-SUV faz todo o sentido, tanto, que sendo um mod de nicho até que se vendeu bastante bem por cá, sobretudo tendo em conta que tinha uma rede de distribuição minima.

E já se sabe, um carro destes vende-se melhor com uma chancela mais exotica, ( DODGE ) do que com uma marca especialista em utilitarios. É que nem consigo ver aquilo como um FIAT [:D] ...sobre tudo com aquele estilo puro yankee.
 
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Sim, estou de acordo em relação à versão 500X ja que qualquer sucedaneo da linha 500 terá sempre um bom potencial mas lá está, neste caso a assinatura estilistica é FIAT e não CHRY ou DODGE.

Já em relação ao segm B, parece dificil contradiar os coreanos em termos de precos, sendo a FIAT uma marca conotada com carros economicos, vai ser quase impossivel pisar o terreno dos POLO e companhia como se tem visto pelas vendas do PUNTO EVO e vai ser muito dificil ir buscar um icone da dimensão do 500 no segm. B para lhe dar o factor X que faria a diferença como aconteceu com o 500 no seu segm.

Por outro lado, já estão lá o Y e MiTo com esse tal toque diferenciador que os distingue da manada.

Precisamente o que acho é que já há muitas marcas a concorrer nos mesmos segmentos dentro deste grupo e é por isso que uma segmentação daria melhores resultados practicos.

O Y e o MiTo não geram os volumes ou as margens necessárias. O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido. O Y continua a ser considerado criatura bizarra, apesar de ser o responsável pelo manter de cota da Lancia no mercado. Bem, até o efeito novidade passar, e depois seguirá certamente o caminho do Delta. Será mais um "esquecido".
O Punto Evo caiu mal no mercado, com muitos a queixarem-se das alterações estéticas, apesar de, objectivamente, ter melhorado o Gpunto em aspectos chave.

E eles não precisam de ícones neste segmento. Precisam de ter é produto bom com boa aceitação. O Panda é lider de segmento e não tem carga icónica, nem preços altos como um 500.
Bastariam ter produto fresco no mercado, e garantidamente estaria no top10 europeu.
Temos de ver a coisa por outro prisma.
O mercado italiano, por si só, sustentava metade da produção do Punto.
Ora, com o mercado doméstico a cair 20% e um produto à demasiado tempo no mercado, é natural que o mesmo tenha caído de forma expressiva nos números que nos habituou.
Além disso, os mercados onde o Punto vendia razoavelmente bem, também estão em queda.

Mas tirar a Fiat do seg. B é um erro descomunal. No segmento C já são presença vestigial faz tempo (actualmente o Freemont vende mais que o Bravo). Mas o segmento B para a Fiat, sempre foi das suas principais fontes de receita.
Que venha 2014 para colocar a coisa no mercado.
O Panda e o 500 não garantem por si só os números que a Fiat quer atingir na Europa.
Precisam de mais modelos de volume e só mesmo com o segmento B, que continua a ganhar cota de mercado a outros segmentos, isso será possivel.

Isso dos coreanos é uma falsa questão.
É que o segmento B continua a ser dominado por europeus, e à grande e fartazana.
Polo, Fiesta, Corsa, CLio, e brevemente, talvez o 208 raramente saem do top10 europeu.
Que interessa não pisar o terreno de um Polo?
 
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in autocar
Alfa Romeo’s new mid-engined 4C sports car will spawn a convertible version around a year after launch, sources have confirmed. The 4C coupé is expected to be shown around 12 months from now, ahead of going on sale in early 2014.

Fiat’s engineering chief, Mauro Pierallini, has previously outlined a target price of €45,000 (£35,500) for the 4C and a 900kg kerb weight.

It will be powered by Alfa’s direct-injection 1750 TBi turbo four, and if it meets its weight target the 4C is expected to hit 62mph in 4.5sec.

The 4C will be the halo car for the reinvention of Alfa and is intended to showcase both styling presence and technical excellence. It will feature the new-generation 1750 engine, with an aluminium block rather than cast iron (saving 25kg) as well as upgrades to the high-pressure fuel injection. The engine will drive a dual-clutch automatic transmission equipped with paddle shifters.

Early development of the car was carried out by Italian race-car specialist Dallara, which developed the carbonfibre structures for the Alfa 8C, Bugatti Veyron and the KTM X-Bow. However, Alfa has subsequently taken the development process in-house, handing responsibility to a small specialist team headed by Pierallini.

Aluminium subframes, bolted to the carbonfibre tub, carry the running gear and powertrain, while the 4C’s exterior panels are made from sheet-moulded composites. The 4C’s shape is also said to generate positive downforce, improving the high-speed grip.

Great efforts are being made to translate the 4C’s dramatic interior styling into production, although it won’t be an exact copy of the concept car. Pierallini says Alfa will build 18,000 4Cs over the lifetime of the car, although the factory that will make it has yet to be chosen.

-25kg de peso graças ao uso de aluminio em vez de ferro para o bloco. Não imaginaria que a diferença fosse tão expressiva, tratando-se de um 4 cilindros de dimensão modesta.

Alfa%204c%20spider_FINAL_BSY.jpg
 
Não discordo. Também acho que mereciam identidades distintas, mesmo que partilhando entranhas.
Mas qual é que seria que punhas como marca "baratucha"? Lancia ou Chrysler?
É que a Chevy ataca sobretudo nas propostas "value-money", enquanto a Opel procura posicionar-se mais acima.

Lancia e Chrysler atacam precisamente o mesmo target

Para marcas baratuchas já estão os coreanos a dar cartas pelo que o gr. FIAT deve apostar sobretudo no estilo/personalidade como aconteceu com o 500.

Este grupo deve apostar nisso mesmo, no rasgo distintivo do estilo e charme italiano tendo marcas para isso, para alem de apostar mais na qualidade uma vez que é impossivel competir com os prod. asiaticos em termos de value for money.

No segm. A ja temos 2 icones citadinos na marca FIAT, 500 e PANDA com pvp acima da media nesse segm e que estão a dar cartas.

Nos segm. acima tem marcas com enorme potencial com um enorme referencial historico, a ALFA e a LANCIA
Ou seja, potencial não falta em termos de branding, só é preciso aproveita-las bem, e não andar a fazer saladas de fruta com as imagens de marca.

Nos casos da LANCIA/CHRY separava-as por segm. como referí:

LANCIA nos segm. B, C e D, tal como a ALFA mas com estilos diferentes, a 1ª com um estilo mais chic e a ALFA mais sport.

CHRY/JEEP/DODGE nos segm. acima ( E, MV, SUV )
 
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O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido

Acho que esta é um afirmação um pouco infeliz. Não é por ter um MiTo nem por ser um apreciador da marca, mas acho que o MiTo está e continuará a estar bem colocado no segmento onde se insere. Faz a diferença face ao A1, que apesar de ter boa qualidade geral, é um carro sensaborão. Para além de ser super caro e de lhe faltar argumentos que o MiTo tem. O DS3 é também um bom produto mas não o considero superior ao MiTo na generalidade.

É certo que a Alfa Romeo está a atrasar-se muito com o Giulia. Enquanto isso, penso que o Giullieta tem vendido bem face à quantidade de carros que vemos na estrada. Convenhamos, a Alfa Romeo nunca foi nem nunca será líder do mercado. E acho que nem queremos isso.
 
O Y e o MiTo não geram os volumes ou as margens necessárias. O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido. O Y continua a ser considerado criatura bizarra, apesar de ser o responsável pelo manter de cota da Lancia no mercado. Bem, até o efeito novidade passar, e depois seguirá certamente o caminho do Delta. Será mais um "esquecido".
O Punto Evo caiu mal no mercado, com muitos a queixarem-se das alterações estéticas, apesar de, objectivamente, ter melhorado o Gpunto em aspectos chave.

E eles não precisam de ícones neste segmento. Precisam de ter é produto bom com boa aceitação. O Panda é lider de segmento e não tem carga icónica, nem preços altos como um 500.
Bastariam ter produto fresco no mercado, e garantidamente estaria no top10 europeu.
Temos de ver a coisa por outro prisma.
O mercado italiano, por si só, sustentava metade da produção do Punto.
Ora, com o mercado doméstico a cair 20% e um produto à demasiado tempo no mercado, é natural que o mesmo tenha caído de forma expressiva nos números que nos habituou.
Além disso, os mercados onde o Punto vendia razoavelmente bem, também estão em queda.

Mas tirar a Fiat do seg. B é um erro descomunal. No segmento C já são presença vestigial faz tempo (actualmente o Freemont vende mais que o Bravo). Mas o segmento B para a Fiat, sempre foi das suas principais fontes de receita.
Que venha 2014 para colocar a coisa no mercado.
O Panda e o 500 não garantem por si só os números que a Fiat quer atingir na Europa.
Precisam de mais modelos de volume e só mesmo com o segmento B, que continua a ganhar cota de mercado a outros segmentos, isso será possivel.

Isso dos coreanos é uma falsa questão.
É que o segmento B continua a ser dominado por europeus, e à grande e fartazana.
Polo, Fiesta, Corsa, CLio, e brevemente, talvez o 208 raramente saem do top10 europeu.
Que interessa não pisar o terreno de um Polo?

O MiTo está é a precisar de uma renovação tanto qualitativa como de refrescar a imagem ( espero que não estraguem ) e continua a ter um argumento importante em relação ao DS3 e A1 ja que tem um design muito proprio ou se quiserem, o tal factor X, ao contrario dos outros dois que são tão só a versão 3 portas do modelo popular ( C3 ) no caso DS3 e um A3 em miniatura no caso A1, por outras, o MiTo continua a ter uma personalidade muito mais vincada em termos de estilo.

Claro que é importante ter um representante no segm. B por parte da FIAT mas vai ser muito dificil ganhar terreno aos coreanos com pvps competitivos pq manter PUNTOS quase ao pvp dos POLOs não vai dar resultado como ja se viu.

Vai ter que ser qq coisa especial, tipo PANDA L ou uma coisa do genero para marcar diferenças em relação ao que existe.
Aliás um potencial segm. B para a FIAT poderá ser o 500X na versão FWD.
A questão é que a FIAT já perdeu a guerra dos carros economicos, a imagem de marca solida e fiavel está mais para os lados VAG pelo que a grande aposta do Gr. FIAT é no estilo, fazer carros com uma boa dose de factor emocional, para alem, claro está de manter uma qualidade acima da media.

Para alem disto, como é obvio tem que ir para os mercados BRIC em força como fizeram as marcas alemãs por que na Europa a coisa vai estár fraquinha durante muito tempo.

Hoje em dia quem quer/pode ter um citadino mainstream com maior imagem de marca vai para um VAG, abaixo disto, vemos cada vez mais os franceses e os puntos a perderem terreno frente à armada oriental nestes segm., é um territorio onde muita coisa está a mudar nos ultimos anos pq aqui não conta tanto o factor estatuto mas sim o value for money.
 
Última edição:
A questão dos argumentos do MiTo refere-se ao plano comercial. As vendas do carro simplesmente colapsaram.
Teve um pico de aproximadamente 62 000 unidades no seu primeiro ano de comercialização.
Este ano se chegar às 30 000 já é muito bom.

Enquanto isso, o A1 deverá andar perto das 100 000 un/ano, e o DS3 perto das 75 000.
A questão que se põe não é a da Alfa ser lider de mercado. Nem acho que isso deva ser o objectivo de uma marca ou grupo.
É vender o suficiente para ser sustentável e garantir melhores margens de rentabilidade.
Coisa que actualmente não consegue.

Mesmo o Giulietta está a perder bastantes vendas este ano.
Como sustentar a marca se os produtos não vendem o suficiente?
 
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