Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Tinha ideia que o Diva foi um projecto de estudantes e a Alfa não teve nada a ver. Mas sem dúvida que aponta na direcção certa.
As parecenças entre o 4C e o Diva provavelmente serão mais que coincidência.
Eh, eram uns "híbridos".
Não eram motores projectados de raiz pela Alfa. Aliás tinha ideia que os motores TS até eram motores FIRE montados nas fábricas da Fiat, apenas com componentes internos diferentes.
Mas era só mesmo o bloco? Até que ponto esta pareceria afectou o produto final?
Mesmo o bloco era em ferro fundido, quando tradicionalmente os blocos Alfa eram em alumínio e acho que chegaram a haver até mesmo em magnésio (que só se está a ver em motores de topo agora, décadas mais tarde).
O que estou a dizer é que mesmo sendo profundamente modificados pela Alfa estes motores foram um compromisso a vários níveis e não motores Alfa puros desenvolvidos de raiz como foram os motores que substituíram.
Isso acontece sempre seja com calor ou frio, com selénia ou outro oleo qualquer que troques.
A maioria das pessoas não sabe arrancar com o carro, chega á garagem ou á rua, assenta o cú no assento dá á chave e toca a andar.
Deve-se ligar o motor e estar algum tempo com o motor a trabalhar antes de se começar a andar.
UM MOTOR É COMO UM ATLETA QUE SE COMEÇAR A CORRER SEM ANTES TER FEITO UM PRÉ-AQUECIMENTO, ACABA POR TER LESÕES DURANTE O EXERCICIO.
Eu possuo um punto 1.2, sempre que vou sair ligo o motor, deixo-o a trabalhar ao relantin pelo menos até estabilizar a rotação, cerca de 1 minuto e pouco só depois é que começo a andar com o carro.
Quem fizer isto nota logo que o motor fica mais responsivo, não sofre de falhas ou engasgues, pois teve o seu tempo para aquecer e com este gesto preserva o motor mais do que quem mete a chave e arranca logo.
Quanto ao oleo, eu não trocava, o selénia foi e é durante muitos anos um oleo feito sob a alçada da fiat, hoje a companhia pertence a outra empresa, mas as especificações são as mesmas, a fiat continua a apostar nesse oleo por ser o mais especifico para os seus motores.
Já possuí 3 Alfas do passado 33 1.5 TI/145 1.4 boxer/ sprint véloce 1.3 boxer em que troquei o oleo por marcas mais prestigiantes (pensava eu) e no fim notava diferença, os motores aqueciam mais em funcionamento, apesar de nunca terem avariado, aposto que esse aquecimento extra conduzia a um desgaste extra.
Não eram motores projectados de raiz pela Alfa. Aliás tinha ideia que os motores TS até eram motores FIRE montados nas fábricas da Fiat, apenas com componentes internos diferentes.
Até se me arrepiaram os pelos do c* dasse! Esse V6 sempre foi qualquer coisa... melhor só mesmo o boxer com 2 Webers, um filtrito e um escape da Ansa [br]
Ou isto:
Eu acho que qualquer motor Alfa Romeo de há 20 anos para trás era bom.
No entanto, se tivesse que escolher o ícone, teria que escolher o motor do Engº Busso, mas o Bialbero.
Não por ser o melhor e tão pouco soar tão bem como os V6, 6 em linha e V8, mas porque de facto montou a maior parte dos Alfa Romeo, era avançadíssimo na época como qualquer um dos outros e debitava potências específicas ainda hoje referenciais!
E onde pões os Jano nesta classificação? Pela época,pelo avanço e pela qualidade para mim são dos mais senão os mais emblemáticos, sem desprimor para os mais recentes, claro.
Em Outubro passado, Marchionne apresentou os planos para as marcas do grupo, no mesmo dia em que foram apresentados os resultados do terceiro semestre do ano.
Segundo esses planos, a marca teria que estar, por esta altura, a preparar um restyling para o Giulietta, uma versão familiar do mesmo, um SUV compacto e um novo MiTo (incluindo uma versão de 5 portas). Para além destes modelos, neste momento, era suposto estar quase pronto para ser comercializado o Giulia. No entanto, devido à queda do mercado europeu, estes planos saíram furados.
Pois bem, dadas as condições actuais do mercado e da própria marca, para já, o Giulietta e o MiTo vão ficar na gaveta até 2014, entrando primeiro em comercialização o 4C (serão produzidas 18000 unidades a cerca de €50000 cada, havendo a possibilidade de ser lançado uma variante descapotável).
Quanto ao Giulia, o novo topo de gama da marca deverá estar pronto até ao Outono. Possivelmente, será apresentado um protótipo no Salão de Genebra ou de Frankfurt, em 2013.
O carro deverá recorrer à mesma plataforma do Dodge Dart (Fiat Viaggio), plataforma esta do seu irmão mais velho, o Giulietta. Um dos problemas pelo qual deverá passar o desenvolvimento deste carro é o espaço traseiro para os ocupantes que terá de corresponder ao esperado de um carro destes.
O Giulia deverá recorrer a motores não Fiat, como por exemplo, o 1750 TBi utilizado no Giulietta QV que deverá debitar 300 cv, tal e qual como no 4C.
No base do segmento D da marca existirão também motores MultiAir, no outro extremo estarão motores V6. Um V6 turbinado e com injecção directa a gasolina e um motor diesel.
O sedan deverá ser fabricado no outro lado do Atlântico, ao lado do Dart, de modo a potencializar a sua entrada no mercado norte-americano, possuindo assim uma maior competitividade. Outra possibilidade é ser produzido ao lado do Viaggio, na China.
Segundo Marchionne, por causa do actual momento atravessado na Europa, as atenções do grupo vão estar viradas para outros mercados.
Eu acho que é um feito este grupo ainda não ter ido à falência.