O Y e o MiTo não geram os volumes ou as margens necessárias. O MiTo já não tem argumentos, depois de o Ds3 e A1 terem aparecido. O Y continua a ser considerado criatura bizarra, apesar de ser o responsável pelo manter de cota da Lancia no mercado.
Bem, até o efeito novidade passar, e depois seguirá certamente o caminho do Delta. Será mais um "esquecido".
O Punto Evo caiu mal no mercado, com muitos a queixarem-se das alterações estéticas, apesar de, objectivamente, ter melhorado o Gpunto em aspectos chave.
E eles não precisam de ícones neste segmento. Precisam de ter é produto bom com boa aceitação. O Panda é lider de segmento e não tem carga icónica, nem preços altos como um 500.
Bastariam ter produto fresco no mercado, e garantidamente estaria no top10 europeu.
Temos de ver a coisa por outro prisma.
O mercado italiano, por si só, sustentava metade da produção do Punto.
Ora, com o mercado doméstico a cair 20% e um produto à demasiado tempo no mercado, é natural que o mesmo tenha caído de forma expressiva nos números que nos habituou.
Além disso, os mercados onde o Punto vendia razoavelmente bem, também estão em queda.
Mas tirar a Fiat do seg. B é um erro descomunal. No segmento C já são presença vestigial faz tempo (actualmente o Freemont vende mais que o Bravo). Mas o segmento B para a Fiat, sempre foi das suas principais fontes de receita.
Que venha 2014 para colocar a coisa no mercado.
O Panda e o 500 não garantem por si só os números que a Fiat quer atingir na Europa.
Precisam de mais modelos de volume e só mesmo com o segmento B, que continua a ganhar cota de mercado a outros segmentos, isso será possivel.
Isso dos coreanos é uma falsa questão.
É que o segmento B continua a ser dominado por europeus, (...)