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Que anteriormente, havendo uma carrinha familiar média, e um MiTo não compravam carro da Alfa. Venda irrisória face a um Mini/DS3/500.
Nem aponto valor, a marca como a Audi, BMW em carrinha média na velha Europa automóvel.
Que anteriormente, havendo uma carrinha familiar média, e um MiTo não compravam carro da Alfa. Venda irrisória face a um Mini/DS3/500.
Nem aponto valor, a marca como a Audi, BMW em carrinha média na velha Europa automóvel.
Alguma vez o Mito foi um AR? Era um Punto, pelo qual se pagava bem mais por pseudo aura AR.
Se era para pagar bem por um segmento B, o Mini pelo menos mostrava porque era caro.
Os gestores de milhões deixaram a Alfa no charco, mas estes agora já são bons[]
Comédia.
E mesmo assim e sem ser top 10 nem nada que se pareça, nem vendeu mal. Deve ter trazido algum retorno que se veja.
Já referi qual pode ser o problema neste grupo. Excesso de marcas, falta de cacau para fazer o que é necessário, isto para alem da definição de preferências por marcas dentro da FCA. Tanto é assim que Giulietta+ SUV C etc andam em banho Maria quando já deviam estar aí para dar ritmo á coisa.
Mas se calhar achas que os CEO das Benz, VAG, BMW, Volvo, etc etc etc... em fim, as marcas todas, são todos uns gandas malucos que fazem coisas como exóticas SWs que não dão dinheiro []
Melhores que tu e eu são de certeza.
Ser gestor não é 1+1=2. Tens de avaliar o mercado constantemente e tomar decisões estratégicas com base em risco. Se fosse fácil e sem risco qualquer um dava conta do recado.
Mas com quem é que eu tou para aqui a discutir isto.
Para se perceber a prioridade de uma carrinha Giulia (só) para a Europa, num segmento em contração, os responsáveis da Alfa Romeo anunciaram, em vez disso, o desenvolvimento de versões longas do Giulia e Stelvio para a China em junho passado.
Mantenho a opinião desde o início: a carrinha, apesar de achar que seria uma adição apelativa, não iria resolver nada por cá.
Apenas faria com que as vendas do sedan colapsassem. Até acredito que pudesse adicionar algum volume inicialmente aquele que vimos no sedan, mas acabaria por aniquilá-lo, mal acabasse o efeito novidade.
Veríamos um cenário semelhante ao S60/V60 onde as vendas dividem-se 15/85 na Europa.
Para se perceber a prioridade de uma carrinha Giulia (só) para a Europa, num segmento em contração, os responsáveis da Alfa Romeo anunciaram, em vez disso, o desenvolvimento de versões longas do Giulia e Stelvio para a China em junho passado.
Mantenho a opinião desde o início: a carrinha, apesar de achar que seria uma adição apelativa, não iria resolver nada por cá.
Apenas faria com que as vendas do sedan colapsassem. Até acredito que pudesse adicionar algum volume inicialmente aquele que vimos no sedan, mas acabaria por aniquilá-lo, mal acabasse o efeito novidade.
Veríamos um cenário semelhante ao S60/V60 onde as vendas dividem-se 15/85 na Europa.
Ou seja, é mais rentável alongar a coisa para os 13% da China do que uma banal SW que nem é preciso alongar, ou seja, mais barato, para os 76% da Europa.
Tá bom isto tá [] Gandas CEOs :sh) se é que isso é verdade, claro.
Se a contração de SW na Europa é tão grave, a KIA não fazia SW+shooting brake, só para este mercado
Não é só a carrinha. A carrinha é meio assunto.
Veja-se a gama segmento D da Alfa:
- Giulia
- Stelvio
Compare-se com a da BMW (que deve ser a mais extensa...)
- S3 Sedan
- S3 SW
- S3 GT
- X3
- S4 coupe
- S4 cabrio
- S4 GC
- X4
(Acho que não me estou a esquecer de nada)
Não há dinheiro para tudo? Seguramente. Será que não poderiam tentar tapar alguns buracos? Custa a aceitar..
Por partes.
Nos mercados fora da Europa não há nem Giulietta nem Mito (que acabou em 2018), nem motorizações Diesel do Giulia e Stelvio. Não admira que a Alfa, no todo, venda mais cá, porque nós temos uma gama muito mais ampla.
Depois, estás a falar de Ceed de segmento C contra Giulias de segmento D.
E isso significa volumes distintos: o seg. C vendeu em 2018 na Europa mais de 2 milhões de unidades.
O D premium não chegou às 700 mil em 2017 (dados de 2018 devem estar para breve, mas tudo aponta para uma quebra). O seg. D "normal" em 2018 ficou-se pelas 450 mil unidades (uma queda de 17%).
A contração que falo, óbvio, não é nas carrinhas (apesar de também estar a acontecer), mas sim no segmento como um todo.
E depois os carros em si. O Ceed vende mais de 70 mil carros por ano, o Giulia não chega às 25 mil unidades por ano na Europa.
E por fim, as versões longas. Estava no plano apresentado em junho passado. E diz que entre hoje e 2022 teremos, ou melhor, a China terá versões longas dos carros que aparecerão com os restylings (ainda este ano? 2020?).
Como ainda não sabemos se o Manley fez alterações, para já continua válido.