Alfa 4c

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Se a questão incide mais sobre um flop mais do ponto de vista mecânico, o Brera surge-me à ideia. Quando se pensa num coupé Alfa pensa-se num desportivo. Mas o Brera era apenas um 159 sem portas traseiras. Produto de qualidade inegável, mas balofo e sem garra. Para mim foi um flop porque esperava algo muito diferente, o que não significa que não fosse exactamente o carro que a Alfa queria lançar.

Não será bem do ponto de vista mecânico mas antes de conjunto.
Mas é complicado. Para ser um flop, teria que ser prometido um desportivo ágil, etc. Foi prometido isso? (Não tenho certezas)

Mais do que flops, parece-me é que a ALFA tem demasiados buracos na gama ao longo dos anos, chegando a ter apenas 2 modelos, um B 3 Portas e um C 5 Portas.
Agora um pequeno desportivo.
Isto com os últimos 159 já com 2 anos, apenas com um pequeno stock em Itália.

Não sei se lhe chamaria flop, mas o Brera foi claramente um tiro ao lado.

O carro até tem uma presença interessante, mas não me parece que globalmente tenha sido uma boa aposta. É aliás o caminho oposto deste 4C.
 
Tal como o Brera, também o 159 ficou muito aquém do que o design merecia.
O próprio Marchionne reconheceu publicamente em novembro de 2010 que o 159 fora um erro.

Um erro de estética? Claramente não. Depois de tantos anos revela ter envelhecido bem.

Um erro na qualidade da plataforma utilizada? No way. Ainda há pouco a imprensa da especialidade alemã fez um teste a várias plataformas e concluiu que no segmento o 159 ainda revela ser a melhor com excelente rigidez estrutural.

Então, o que falhou?
Aliado ao peso excessivo e ao custos de produção elevados, foi dispondo de um leque demasiado restrito de motorizações e consumos acima da concorrência premium (a qual nunca foi declarada como sendo rival, mas implicitamente era). Acabava por não ter um preço que rivalizasse com os generalistas, nem uma competência que incomodasse os premium, acabando sem conquistar mercado.

A falta de eficácia e de emoção na condução acabou por trair a emoção patente no design do carro e a genética da marca.
O motor 1.8TBi trouxe uma lufada de ar fresco, mas não foi suficiente.
Faltavam motores de acesso mais em conta e motores diesel mais potentes para dar uma imagem à altura da marca e com a força suficiente para abalar os rivais (faltavam ali uns V6 diesel e gasolina de respeito). Relembre-se que o V6 de origem GM era um pesado AWD tornando-o pouco despachado.

A dificuldade em acompanhar os limites de emissões EURO4 sem prejudicar as prestações foi reveladora do desfasamento do produto com o mercado. A rigidez da plataforma e os materiais utilizados contribuíram para o elevado peso, custos acrescidos, prejudicando consumos e emissões, além das performances.

A falta de uma plataforma RWD para rivalizar com os germânicos com estrela ou hélice, também não ajudou muito ao espírito cuore sportivo que peca na dinâmica e no fun drive style. Uma dinâmica competente torna-o apenas um no meio da multidão – isso não é digno de um alfa.
Deixou de ser uma marca a seguir passando erradamente a querer seguir os germânicos, prefigurando-se quase como uma Audi (não admira que o grupo VAG ande a namorar a Alfa). Grande erro... que os italianos acabaram por se aperceber!

Foi um erro, mas essencialmente um erro financeiro e de estratégia, provocado pela apresentação de um produto que foi criado com uma mecânica feita à pressa que não esteve à altura do que era exigível. Estavam à espera que o carro vendesse essencialmente pela imagem, mas faltava um leque mais alargado e competente de motores, uma plataforma mais leve, melhores consumos, e menor peso (muito descuido).

Mas estou certo que perante o marasmo estético do trio germânico, e aprendendo com os erros cometidos, o seu sucessor – o Giulia – em 2015 irá trazer uma lufada de ar fresco prometendo vir a ser um grande sucesso.
Além da berlina, dispor de uma Sportwagon, de um coupé GT e de um cabrio, acabaria por disponibilizar uma gama mais alargada, reduzindo os preços de produção através da rentabilização do desenvolvimento do produto.
A ver se desta acertam, se adotam o bom percurso da Ferrari e da Maserati, dando a merecida atenção à alfa, pois a marca não está em situação de aguentar mais insucessos.
 
Última edição:
A falta de eficácia e de emoção na condução acabou por trair a emoção patente no design do carro e a genética da marca.
O motor 1.8TBi trouxe uma lufada de ar fresco, mas não foi suficiente.
Faltavam motores de acesso mais em conta e motores diesel mais potentes para dar uma imagem à altura da marca e com a força suficiente para abalar os rivais (faltavam ali uns V6 diesel e gasolina de respeito). Relembre-se que o V6 de origem GM era um pesado AWD tornando-o pouco despachado.

Falta de eficácia não ! talvez falta de agilidade, da agilidade do 156.

A gama de motores iniciais também era interessante, nomeadamente nos diesel (1,9 de 150 e 120 cv e 2,4 de 200cv) que são os que vendem neste segmento.

Eu experimentei o 159 2,4 e gostei bastante do carro, era um carro que compraria, embora um escalonamento algo longo da cx e umas baixas não muito convincentes, ensombrassem um pouco as performances de um motor a diesel cheio de personalidade.
 
Tal como o Brera, também o 159 ficou muito aquém do que o design merecia.
O próprio Marchionne reconheceu publicamente em novembro de 2010 que o 159 fora um erro.

Um erro de estética? Claramente não. Depois de tantos anos revela ter envelhecido bem.

Um erro na qualidade da plataforma utilizada? No way. Ainda há pouco a imprensa da especialidade alemã fez um teste a várias plataformas e concluiu que no segmento o 159 ainda revela ser a melhor com excelente rigidez estrutural.

Então, o que falhou?
Aliado ao peso excessivo e ao custos de produção elevados, foi dispondo de um leque demasiado restrito de motorizações e consumos acima da concorrência premium (a qual nunca foi declarada como sendo rival, mas implicitamente era). Acabava por não ter um preço que rivalizasse com os generalistas, nem uma competência que incomodasse os premium, acabando sem conquistar mercado.

A falta de eficácia e de emoção na condução acabou por trair a emoção patente no design do carro e a genética da marca.
O motor 1.8TBi trouxe uma lufada de ar fresco, mas não foi suficiente.
Faltavam motores de acesso mais em conta e motores diesel mais potentes para dar uma imagem à altura da marca e com a força suficiente para abalar os rivais (faltavam ali uns V6 diesel e gasolina de respeito). Relembre-se que o V6 de origem GM era um pesado AWD tornando-o pouco despachado.

A dificuldade em acompanhar os limites de emissões EURO4 sem prejudicar as prestações foi reveladora do desfasamento do produto com o mercado. A rigidez da plataforma e os materiais utilizados contribuíram para o elevado peso, custos acrescidos, prejudicando consumos e emissões, além das performances.

A falta de uma plataforma RWD para rivalizar com os germânicos com estrela ou hélice, também não ajudou muito ao espírito cuore sportivo que peca na dinâmica e no fun drive style. Uma dinâmica competente torna-o apenas um no meio da multidão – isso não é digno de um alfa.
Deixou de ser uma marca a seguir passando erradamente a querer seguir os germânicos, prefigurando-se quase como uma Audi (não admira que o grupo VAG ande a namorar a Alfa). Grande erro... que os italianos acabaram por se aperceber!

Foi um erro, mas essencialmente um erro financeiro e de estratégia, provocado pela apresentação de um produto que foi criado com uma mecânica feita à pressa que não esteve à altura do que era exigível. Estavam à espera que o carro vendesse essencialmente pela imagem, mas faltava um leque mais alargado e competente de motores, uma plataforma mais leve, melhores consumos, e menor peso (muito descuido).

Mas estou certo que perante o marasmo estético do trio germânico, e aprendendo com os erros cometidos, o seu sucessor – o Giulia – em 2015 irá trazer uma lufada de ar fresco prometendo vir a ser um grande sucesso.
Além da berlina, dispor de uma Sportwagon, de um coupé GT e de um cabrio, acabaria por disponibilizar uma gama mais alargada, reduzindo os preços de produção através da rentabilização do desenvolvimento do produto.
A ver se desta acertam, se adotam o bom percurso da Ferrari e da Maserati, dando a merecida atenção à alfa, pois a marca não está em situação de aguentar mais insucessos.

Concordo genericamente com o que dizes, mas em certos aspectos tenho uma opinião ligeiramente diferente.

O MY08 do 159 foi o melhor carro que esta série teve... e logo depois "acabaram" com ele, foi um passo na direcção certa mas sem seguimento como tantos outros.

Em termos mais técnicos considero que houve 2 erros fundamentais. A rigidez do chassis foi um ponto de honra do carro (o chassis mais rígido do segmento, a anos luz dos restantes), mas colocou-lhe um peso imanejável no dia a dia para os motores "fracos". Os motores eram "fracos" pq para porem este mastodonte a mexer, de uma forma aceitável no dia a dia, quase que tinhas que ir para a motorização acima. Eles estavam lá com preços acessíveis, por exemplo os motores de 120cv, mas eram manifestamente insuficientes. Vejamos por exemplo o sucesso relativo do 2.4 Jtdm. Este motor vendeu muito bem face ao esperado e representava uma quota interessante, mas atirava o carro para competir com o S5 em termos de preços... impossível, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Quando finalmente chega o 1.8 Tbi a gasolina e o 2.0 diesel com 170cv e emissões que permitiram baixar muito os preços existiram 2 fenómenos. 1º os novos carros eram mais baratos (muito) que os antigos. 2º o salto tecnológico das motorizações foi tal que houve uma descontinuidade grande e momentos onde não havia ainda os novos carros e já havia (muita) dificuldade em vender os antigos.

O outro erro foi o posicionamento de preço (centralmente). Tivesse este carro o preço equivalente ao 156 e tinha sido muito mais bem sucedido, havia que ter dado uma continuidade e não um salto "maior que a perna". Mas quiseram (tiveram, em função dos custos de desenvolvimento) chegar-se aos premium e perderam a aposta. Não porque o carro fosse pior, seria em algumas coisas, e melhor noutras, mas fundamentalmente pq não há (havia) histórico da marca no segmento áquele nível, e no fim do dia, muita gente joga pelo seguro. O carro por exemplo também nunca foi competitivo em termos de renting, o que neste segmento é importantíssimo. O que se conseguiu com isto foi que a maioria dos cliente 156 não tiveram capacidade para migrar para o 159 e não se conseguiu roubar o suficiente aos BMW, MB, AUDI para afirmar o carro no segmento premium. Ficaram num limbo onde nem eram tão melhores que os premium que justificasse a adopção "de caras", nem tão baratos que constituissem uma muito melhor opção ligeiramente acima dos generalistas (como aliás tb referiste).

Então não lhe dando seguimento, seja lá ele qual for, acaba por fazer o resto e matar a gama... veremos se em 2015 quando vier o tão esperado Giulia conseguem um produto que consiga vingar em alguma destas vertentes e recuperar alguns dos fiéis da marca.
 
Eish, calma.... :)

Não estou a "ferver" por isto que referes... aliás, nem estou a ferver, ehehe...
Vamos por partes, não sei se gosto ou não do volante em termos de pega, não o testei como é óbvio. Até posso concordar com o Chris Harris, mas só depois de o experimentar. Em termos visuais gosto, gosto deste género de volantes cortados, mas entendo quem não goste. Se há mais bonitos? Certamente, mas isso não interessa nada pq estamos a falar com concreto daquele e não num qualquer hipotético.

o que me deixou a "ferver" como dizes, é que de repente houve meia dúzia de posts a falar mal do volante e tentei perceber pq, afinal foi só um papagueio do que o Chris Harris disse. E sim, o que ele diz conta, não deixou de contar (apesar de eu nunca me ter referido a tal personagem), mas é só UMA opinião. É uma opinião com valor, sim, mas é apenas UMA, não DEZ. Certamente em breve aparecerá quem possa dizer que o volante é magnífico... ou talvez não e então aí sim, podemos todos "bater" no volante, mas caramba, foi apenas UMA opinião. Vamos tentar centrar-nos naquilo que repetidamente vamos lendo, esses sim, poderão ser pontos a ter em conta, quer positivamente, quer negativamente.

Como nota de rodapé, apenas dizer que não gostei dessa tal meia dúzia de posts, pq depois da odisseia dos plásticos, e dos faróis e dos espelhos, parece que encontraram mais uma vítima, em vez de se valorizar aquilo que se vai confirmando como realmente bem feito no carro... nenhum carro, nem mesmo o tão amado e falado Cayman ou mesmo o Lotus é perfeito. Este também não será, mas penso que ficaremos contentes se for muito bom, como parece que as opiniões começam a indicar.
Temos pena mas o tiro saiu-te bem ao lado, falei sobre o volante desde que as primeiras imagens do interior foram divulgadas, meses atrás. Até porque aqui não sou eu que tiro e ponho credibilidade ao Chris Harris consoante se me agrada ou não o que ele diz, mas adiante...

Não gosto do interior na generalidade mas o volante, bem, esse é mesmo intragável e mesmo assim depois de tanto tempo a discutir este carro acho que já me habituei um pouco à coisa, é que já gostei menos.
Até podia ter boa pega mas pelos vistos nem isso, todavia é "apenas" um volante, tira-se esse mete-se outro.
É um detalhe e já fiz alguns posts sobre isso, acho que este carro não se realiza tão bem nos detalhes quanto podia mas a verdade é que não necessita disso para viver porque a sua matriz é de topo.
 
Ele diz que tem um pouco de subviragem às vezes... até faz uma cara estranha como que quem está surpreendido... mas depois não são nada essas reações que se vêem no video com excepção de uma ou duas situações...

Além disso, refere que basta aliviar ligeiramente o acelerador para colocar a frente novamente na trajectória.

O Chris Harris é um tipo de conduz fabulasticamente, mas parece-me um carro com muita margem de progressão e dá ideia de ser relativamente fácil de controlar no limite.
 
E claro, pormenores como o volante, os plásticos e o painel acabam por ser apenas pormenores.

O conjunto parece ser divinal.
É divertido, é bonito, é eficaz e transmite boas sensações.
É tudo o que um entusiasta pode pedir.

Tenho acompanhado as reviews que têm sido feitas ao 4C, mas parece-me que alguns pormenores, a meu ver, até poderão se tornar por"maiores" com o uso regular do carro.
Já são vários a queixarem-se dos bancos, e a questão do volante a meu ver, ao bom estilo italiano, parece-me ser novamente um fechar de olhos a considerações ergonómicas, a fazer lembrar os anos 70/80, em que raramente acertavam na posição de condução.

Mas finalmente, parece que "habemos machina". Que já fazia falta.
Tenho algumas questões com este carro, mas nada de critico.

Como o Chris Harris disse, acho que encaixa perfeitamente como algo a meio entre o Exige e o Cayman. Um bom nicho para se estar, e os irmãos Alpine/Caterham só chegam lá para 2015/16.
 
http://www.youtube.com/watch?v=KnuNv77rB0Q

Não fiquei totalmente satisfeito com o video e nada a ver com o carro, mas com o Chris Harris, acho que abordou pouco a questão da facilidade de condução e o seguir a ritmos elevados. Sempre esperei que este carro fosse bom de conduzir, a minha maior dúvida seria uma possivel intempestividade de reacções que acontecem de forma frequente em carros com este tipo de receita - alta rigidez, bom grip e motor central.

Contudo, por vezes uma imagem vale mais de 1000 palavras e a forma fluida e descomplicada com que o CH desenha as curvas em drift diz tudo. A afinação do chassis, a tarefa que eu achei que ia ser mais complicada, foi bem sucedida.apr:)
 
Tenho acompanhado as reviews que têm sido feitas ao 4C, mas parece-me que alguns pormenores, a meu ver, até poderão se tornar por"maiores" com o uso regular do carro.
Já são vários a queixarem-se dos bancos, e a questão do volante a meu ver, ao bom estilo italiano, parece-me ser novamente um fechar de olhos a considerações ergonómicas, a fazer lembrar os anos 70/80, em que raramente acertavam na posição de condução.

Mas finalmente, parece que "habemos machina". Que já fazia falta.
Tenho algumas questões com este carro, mas nada de critico.

Como o Chris Harris disse, acho que encaixa perfeitamente como algo a meio entre o Exige e o Cayman. Um bom nicho para se estar, e os irmãos Alpine/Caterham só chegam lá para 2015/16.

Não tinha ainda ouvido referências aos bancos a não ser pelo Chris Harris, mas acredito.

De qualquer forma esses pormaiores são apenas 2 (1 se contarmos com os bancos apenas).

A questão do volante...ainda não percebi se é anatomicamente incorrecto ou se toda a posição de condução é errada.
 
Temos pena mas o tiro saiu-te bem ao lado, falei sobre o volante desde que as primeiras imagens do interior foram divulgadas, meses atrás. Até porque aqui não sou eu que tiro e ponho credibilidade ao Chris Harris consoante se me agrada ou não o que ele diz, mas adiante...

Não gosto do interior na generalidade mas o volante, bem, esse é mesmo intragável e mesmo assim depois de tanto tempo a discutir este carro acho que já me habituei um pouco à coisa, é que já gostei menos.
Até podia ter boa pega mas pelos vistos nem isso, todavia é "apenas" um volante, tira-se esse mete-se outro.
É um detalhe e já fiz alguns posts sobre isso, acho que este carro não se realiza tão bem nos detalhes quanto podia mas a verdade é que não necessita disso para viver porque a sua matriz é de topo.

Meu caro, penas têm as galinhas e se enfiaste a carapuça então é pq ela te serviu. Conheces-me de algum sítio para estares a falar dessa forma? Tiro? Qual tiro? Achas que me estava a referir a ti? Se calhar foste um dos que falou, mas não me referi a ninguém em especial mas sim à situação. Se foste ou não um dos protagonistas da mesma não sei, pq não estou a olhar para quem escreve o quê, apenas para o que é escrito. Agora não julgues ou não fales aquilo que não sabes. Por mim mantenho o que disse, o volante pode-se gostar ou detestar visualmente, mas sem experimentar não será mais do que papaguear uma opinião (volto a frisar que é UMA). E sim, o volante pode ser uma mer.da, mas convém que as opiniões sejam fundamentadas. E uma coisa é ser o Chris Harris a dizer ou o Papa, outra coisa é achar-se isto ou aquilo pq aquele tipo disse...
 
Meu caro, penas têm as galinhas e se enfiaste a carapuça então é pq ela te serviu. Conheces-me de algum sítio para estares a falar dessa forma? Tiro? Qual tiro? Achas que me estava a referir a ti? Se calhar foste um dos que falou, mas não me referi a ninguém em especial mas sim à situação. Se foste ou não um dos protagonistas da mesma não sei, pq não estou a olhar para quem escreve o quê, apenas para o que é escrito. Agora não julgues ou não fales aquilo que não sabes. Por mim mantenho o que disse, o volante pode-se gostar ou detestar visualmente, mas sem experimentar não será mais do que papaguear uma opinião (volto a frisar que é UMA). E sim, o volante pode ser uma mer.da, mas convém que as opiniões sejam fundamentadas. E uma coisa é ser o Chris Harris a dizer ou o Papa, outra coisa é achar-se isto ou aquilo pq aquele tipo disse...
Então fazes uma citação a um post meu e não te diriges a mim? E vens agora como virgem ofendida?
Olha trata-te, comigo a conversa acaba por aqui.
 
Além disso, refere que basta aliviar ligeiramente o acelerador para colocar a frente novamente na trajectória.

O Chris Harris é um tipo de conduz fabulasticamente, mas parece-me um carro com muita margem de progressão e dá ideia de ser relativamente fácil de controlar no limite.

Oh pá, é um preciosismo, é verdade, mas ele não diz isso... na sequência da frase diz que se pode neutralizar a reacção com o acelerador. Não fala em aliviar ou carregar...

Quanto à impressão de ser fácil.... tenho impressão que é pelas mãozinhas dele... :)

A questão do volante...ainda não percebi se é anatomicamente incorrecto ou se toda a posição de condução é errada.

A mim parece-me uma opinião extraordinariamente subjectiva, pq ele refere que o carro tem uma direcção perfeita ou quase perfeita e depois colocaram-lhe um volante "demasiado acolchoado", interpreto como demasiado grosso e com "uma forma estúpida". O tipo não gosta, pronto, está no seu direito, mas há de existir a opinião oposta... A verdade é que é um volante playstation e a malta mais tradicional não gosta (e até pode não facilitar em certas situações). Não sei se terá alguma coisa a ver ou não, só experimentando, mas uma vez que a "banheira" é relativamente alta, será que não tem a ver tb com a acessibilidade?
 
O 159 teve menos anos de mercado que o 156. Talvez por isso se vejam menos.

E verdade que nao tem/teve a eficacia do 156, mas nao deixa de ser um excelente produto para o segmento. [;)]

Ja o 4C [br:)] tem um comportamento fenomenal , controlavel qb com uma dose de "maluquice" a mistura. apr:) Fantastico apr:)
 
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