Obtuso
Well-known member
??Trabalho exatamente no lado oposto a assistente social []
Então como é que sabes quem são os filhos dos artolas?
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Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
??Trabalho exatamente no lado oposto a assistente social []
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Então como é que sabes quem são os filhos dos artolas?
És filho de um artolas? Sem ofensa.Lê novamente o que escrevi []
Se és assistente social e tens condições de verificar isso tudo, óptimo.
Eu prefiro ajudar aqueles que nem pais têm, e por isso ajudo um orfanato. Mas nem sei se fazem férias.
Há muitas formas de aprender a ser solidário sem andar a patrocinar férias a desconhecidos.
És filho de um artolas? Sem ofensa.
Eu prefiro ajudar aqueles que nem pais têm, e por isso ajudo um orfanato. Mas nem sei se fazem férias.
como estas com alguma dificuldades em entender
Eu o que mais me chocou neste tópico foi o pessoal não querer dar dinheiro a mendigos se não for para comerem ..... :sh)
num orfanato não existe apenas órfãos, e de acordo com o que tens estado a apregoar os pais desses meninos podem nem ser "pobres", esses meninos podem passar umas belas ferias através da própria instituição ou via parcerias com outras.......logo já não são pobres[]
estou somente de acordo quando dizes que ajudas quem e quando bem entendes. aliás foi o meu discurso na primeira intervenção deste tópico.
só não deito abaixo e descredibilizo quem o faz mais sistematicamente e a entidades ou pessoas que eu não apoio.
para alem disso ficou patente que para alem de noticias em jornais económicos&cia pouco sabes em relação a pobreza e entidades que se dedicam a apoiar na minimização desse problema.
Eu dou uma ajuda na interpretação do que escrevi: "sou capaz de contribuir para que o filho desse mesmo artolas participe em atividades de grupo", com isto quero dizer que independentemente dos pais serem ricos ou pobres, um puto deverá ter oportunidades semelhantes aos restantes, seja de estudo, seja de lazer, entendido?
Ps: como estas com alguma dificuldades em entender, o foco aqui é o puto, esquece lá os pais, o dinheiro, o trabalho... se o puto faz parte de um grupo seja escuteiros, futebol, natação, etc etc etc, não deverá por questões económicas deixar de acompanhar os colegas!
Se descobres que fazem férias com as crianças do orfanato retiras logo a ajuda, porque pela tua lógica deixam de ser pobres e necessitados!!! [] [
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Por acaso costumo ir passar férias perto de Vila do Conde onde há uma casa usada pelos garotos da Casa do Gaiato durante o verão (julgo que lhes foi doada).
Espero que o Obtuso não fique com inveja dos miúdos da Casa do Gaiato, esses ricaços que tiram férias! [] [
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Não está nada com dificuldade em entender, está é com dificuldade em dar o braço a torcer, já que foi absolutamente cilindrado na sua argumentação! [][
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Já explicado atrás. Essa comparação não faz qualquer sentido. E é exactamente porque continuam dentro da mesma instituição e que as férias não acarretam custos acrescidos.
E alguém se insurgiu contra isso?
A minha visão, e baseado no que conheço, é que crianças que estão integradas em escuteiros e que apesar de algumas dificuldades financeiras, fazem as actividades todas incluindo férias, não são pobres mas sim simplesmente passam mais dificuldades do que outros elementos do grupo que dão essa percepção de pobreza.
Agora se me disseres que um grupo de escuteiros angariou dinheiro e que com ele levaram crianças realmente de famílias pobres, que nunca viram o mar, 15 dias para a Nazaré, aí já acredito que se esteja a falar de pobreza e não simples "dificuldade financeira".
Não baralhes as coisas. Essas instituições, pelo menos algumas que conheço, têm imóveis próprios para férias de praia, onde os vários miúdos institucionalizados vão "rodando" no verão a cada 15 dias. Eles continuam na mesma instituição, mudam é de local e aproveitam instalações situadas em zonas balneares, tudo pertencente à instituição. Ou pensas que andam a reservar hotéis para os miúdos?
Coisa diferente são os escuteiros, que não têm instalações próprias em cada local que queiram ir. E quando programam essas férias, têm de contar com os custos dessa logística e estadia. Nem que seja campismo, gasta-se sempre dinheiro.
O que ficou patente é que não distinguem alguém que passa algumas dificuldades, como um miúdo que anda nos escuteiros e que não pode comprar botas de 100 euros mas compra de 50, de uma pessoa realmente pobre, como são as crianças órfãs de pais (vivos ou mortos).
Já explicado atrás. Essa comparação não faz qualquer sentido. E é exactamente porque continuam dentro da mesma instituição e que as férias não acarretam custos acrescidos.
E alguém se insurgiu contra isso?
A minha visão, e baseado no que conheço, é que crianças que estão integradas em escuteiros e que apesar de algumas dificuldades financeiras, fazem as actividades todas incluindo férias, não são pobres mas sim simplesmente passam mais dificuldades do que outros elementos do grupo que dão essa percepção de pobreza.
Agora se me disseres que um grupo de escuteiros angariou dinheiro e que com ele levaram crianças realmente de famílias pobres, que nunca viram o mar, 15 dias para a Nazaré, aí já acredito que se esteja a falar de pobreza e não simples "dificuldade financeira".
Indo ao cerne da questão e do tópico, é isto mesmo. Não sou patrocinador de actividades de lazer de terceiros. Mas nada tenho contra quem patrocine.
Eu só posso falar mim e fui bem claro. Se um grupo de escuteiros me vem pedir dinheiro para irem de férias, eu não ajudo.Portanto, o teu ponto é este: se uma família for mesmo pobre (segundo a tua definição ou percepção) tem mais onde gastar o dinheiro do que numas férias. E toda a ajuda que se conseguir para ela deve ser canalizada para as necessidades mais básicas e não pequenos luxos...
É isto?
Pergunto sem ironia, para ver se entendo o teu propósito...
Eu só posso falar mim e fui bem claro. Se um grupo de escuteiros me vem pedir dinheiro para irem de férias, eu não ajudo.
A semântica penso que tem a ver com a percepção da realidade conhecida.Estás no teu direito e são essas as tuas convicções.
Não era preciso era andar às voltas com semântica.[]
Onde está o post onde leste alguém a chamar pobre a alguém (singular) que ganha mil euros?A semântica penso que tem a ver com a percepção da realidade conhecida.
Eu vejo chamarem pobres a pessoas que ganham 1000 euros e a pessoas que ganham 250 euros.