É necessário realmente zonas de deformação para absorver as desacelerações, mas apesar de as células de sobrevivência serem já bastante elaboradas, haverá ainda muito para fazer.
A fibra de carbono ainda é mais cara que o aço e a produção é cara por causa do tempo de cozedura e preço do autoclave, manufactura, além de limitada em termos de escala.
Existem muitos materiais que não são explorados (ligas de memória, nanotecnologias) mas acredito que num futuro próximo sejam aplicadas. Se virmos bem, a tecnologia está a avançar muito rapidamente mas acho q a prioridade dos construtores, depois da grande aposta em sistemas de segurança desde meados de 90 até há bem pouco tempo, é a redução de emissões e a criação de trens motrizes mais eficientes e ecológicos (não tenho dúvidas da introdução em grande escala de motores eléctricos).
Lembrei-me agora do Think, aquele carro eléctrico q agora é da Ford, lembro-me de ver um tipo a bater com uma marreta no pára-choques de espuma e depois aquilo a voltar a ficar ok outra vez...
A fibra de carbono ainda é mais cara que o aço e a produção é cara por causa do tempo de cozedura e preço do autoclave, manufactura, além de limitada em termos de escala.
Existem muitos materiais que não são explorados (ligas de memória, nanotecnologias) mas acredito que num futuro próximo sejam aplicadas. Se virmos bem, a tecnologia está a avançar muito rapidamente mas acho q a prioridade dos construtores, depois da grande aposta em sistemas de segurança desde meados de 90 até há bem pouco tempo, é a redução de emissões e a criação de trens motrizes mais eficientes e ecológicos (não tenho dúvidas da introdução em grande escala de motores eléctricos).
Lembrei-me agora do Think, aquele carro eléctrico q agora é da Ford, lembro-me de ver um tipo a bater com uma marreta no pára-choques de espuma e depois aquilo a voltar a ficar ok outra vez...