A mão de Deus

É um tema interessante contudo por muito seguro que seja algo existe uma coisa que nunca dá para ultrapassar... os limites físicos do corpo Humano... contudo quiçá se em breve não aparece algo mesmo bom.

Há algo que tem de ser discutido antes deste tema. A velocidade.

O transporte terrestre sofreu melhoramentos brutais no último século, desde a segurança, qualidade, economia e... rapidez de deslocamento.

Este último item dever-se-ia mexer e baixar as fasquia praticáveis na via pública e salvaguardar as velocidades de mais de 160km/h para os track-days.

Havendo esse limite é possível estudar algo seguro, mas isso não passaria SÓ pelos automóveis mas sim pelas infraestruturas por onde eles passam e outros veículos que partilham as vias com os automóveis.

Tudo estudado em uníssono é perfeito em segurança, contudo as mortes ocorrerão na mesma visto que o corpo Humano não segue um padrão normalizado, há os mais resistentes e os mais frágeis. Mas acho que é algo a pensar, estudar, desenvolver e colocar em prática ao comum cidadão.

Abraços
 
Julgo que na eminência de um acidente, poderia ser acionada uma bolha de vácuo a envolver os ocupantes, e um género de poliuretano expandido em espuma com secagem instantânea a preencher o espaço da bolha até à carroçaria.
O vácuo (gravidade zero) evitaria a projeção dos ocupantes que nem sentiriam o embate, enquanto a espuma solidificada manteria a "bolha" intacta.
Só falta saber como é que os ocupantes respiravam numa bolha sem oxigénio e como se abriria o carro do interior.[:D]
Nada é perfeito.
Como sou idiota, foi só uma ideia...
Isso já é muito "Demolition Man", tirando o vácuo que não é sinónimo de gravidade 0. E mesmo em gravidade 0 há inércia. A física não é assim tão simples.
 
Sem assunto semelhante (pesquisa), idem como no post anterior...:

Que vos parece a ideia do líquido dentro do fato na protecção orgânica na desaceleração? Não no caso da cena apresentada, mas sobre a ideia de usar líquido envolvendo o fato e, também, preenchendo o respectivo interior... (sim, a respiração teria sistema próprio, que já não é novidade)

Recordo que a ideia inicial seria encontrar uma forma de salvaguardar a vida em acidentes aéreos, permitindo a maior taxa de sobrevivência possível...
 
A água não é compressível - cair de chapa em água mata quase tão eficazmente como em pedra - a única safa nesses esquemas é que enquanto a água sai da frente, se puder, a pessoa desacelera.

Não tem muito espaço para isso. Em vez de desacelerar instantânea e fatalmente, "lucra" a fracção de segundo que aquele espaço der.
 
A água não é compressível - cair de chapa em água mata quase tão eficazmente como em pedra - a única safa nesses esquemas é que enquanto a água sai da frente, se puder, a pessoa desacelera.

Não tem muito espaço para isso. Em vez de desacelerar instantânea e fatalmente, "lucra" a fracção de segundo que aquele espaço der.

Compreendo. E não há forma de usar o hiato sucessivo obtido por várias câmaras sobrepostas, de modo a atrasar o mais possível a consequência do impacto final? Mudar a composição do banco, com material poroso/espuma dentro do qual circulasse água (ou outro líquido de circulação mais lenta)? Rodar automaticamente o banco / célula de sobrevivência de modo a ficar-se de costas para o sentido da marcha?...

Há-se haver uma solução que aumente as probabilidades de sobrevivência, isolando cada passageiro da explosão, do fogo resultante, do respectivo exponencial aumento de temperatura e da desaceleração brusca... Há módulos que se destacam, com paraquedas, do corpo da aeronave, mas que só poderão ter sucesso a altitudes maiores...
 
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