Citroen C3 IV 2023

Há dois números que não foram divulgados e são fundamentais: Se os 44kw são úteis ou totais e o peso do carro. Isso é importante para a autonomia.

Na versão base temos muitas limitações. Além do rádio bluetooth também não há banco rebatível em duas metades e o banco do condutor não regula em altura o que pode ser complicado para a posição de condução de muitos condutores. Será uma versão muito específica comprada por empresas e entidades públicas por exemplo, mas para um particular pode não compensar principalmente se não der para adicionar opções.
 
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Há dois números que não foram divulgados e são fundamentais: Se os 44kw são úteis ou totais e o peso do carro. Isso é importante para a autonomia.

Na versão base temos muitas limitações. Além do rádio bluetooth também não há banco rebatível em duas metades e o banco do condutor não regula em altura o que pode ser complicado para a posição de condução de muitos condutores. Será uma versão muito específica comprada por empresas e entidades públicas por exemplo, mas para um particular pode não compensar principalmente se não der para adicionar opções.

E falta conhecer o coeficiente aerodinâmico, que pelo trambolho que o carro é não deve ser nada baixo.
 
Volto a repetir: é um carro com tantas limitações que parece muito bom mas que vai ser um flop de vendas.
Ninguém vai querer pagar mais de 25000€ para ter um carro com vel. máx. de 135km/h, sem bomba de calor e autonomia no Inverno horrível além de não ter muitos dos elementos básicos de conforto de um carro moderno. Quando isto for flop, pois os compradores vão inevitávelmente comparar a versão EV com a versão de combustão interna e ver que não tem as mesmas limitações, vão haver inúmeras pessoas a dizer que os EVs têm limitações que os outros não têm.
 
Volto a repetir: é um carro com tantas limitações que parece muito bom mas que vai ser um flop de vendas.
Ninguém vai querer pagar mais de 25000€ para ter um carro com vel. máx. de 135km/h, sem bomba de calor e autonomia no Inverno horrível além de não ter muitos dos elementos básicos de conforto de um carro moderno. Quando isto for flop, pois os compradores vão inevitávelmente comparar a versão EV com a versão de combustão interna e ver que não tem as mesmas limitações, vão haver inúmeras pessoas a dizer que os EVs têm limitações que os outros não têm.

em parte concordo ... mas depois olhamos para as vendas do Dacia Spring e ... fico a pensar se será mesmo assim !
mesmo a versão "you" de 24k, com interior "básico" está muito à frente do Dacia Spring
e depois a versão de 29k ... já fica com preços perigosos para um carro deste segmento/qualidade/caracteristicas
 
Tem a ver com o mindset do comprador. Quem está comprador de carro e quer fazer a transição para elétrico sabe duas ou 3 coisas e aceita-as: Um elétrico tem uma autonomia reduzida comparativamente a um ICE, a velocidade máxima é mais baixa (embora aqui concorde contigo, 135 é pouco, os 140 seria mais adequado, mas acredito que na prática o carro chegue lá uma vez que tem 113 cavalos. Essa vel. máxima está limitada eletronicamente); e é mais caro.

Assim sendo 25 mil por aquele carro com algumas opções (écrã, bancos reguláveis, repousa braços) é um preço imbatível no mundo dos elétricos neste momento. A autonomia de 320km é mais que suficiente para a esmagadora maioria das pessoas no seu dia-a-dia, mesmo que na prática sejam 270-300. Como segundo carro é uma opção excelente, além de que se a pessoa carregar em casa vai acabar por poupar dinheiro em relação a um ICE ao fim de alguns milhares de Km.

Eu acho que vai ser um enorme sucesso, tal como tem sido o Spring que não é metade do carro que é este e custa na mesma 20-22 mil.
 
Aqui o que é preciso reter é 24 mil euros, bateria de 44kwh e entregas a partir do segundo trimestre de 2024, tudo o resto passa ao lado de quem só quer um elétrico. Com ecrã, sem ecrã, com bomba de calor, sem bomba, isso é irrelevante. Venham de lá é mais carros a este preço e com baterias destas ou maiores para começar a haver concorrência a sério, porque o próximo se calhar já vai ter ecrã.
 
Aqui o que é preciso reter é 24 mil euros, bateria de 44kwh e entregas a partir do segundo trimestre de 2024, tudo o resto passa ao lado de quem só quer um elétrico. Com ecrã, sem ecrã, com bomba de calor, sem bomba, isso é irrelevante. Venham de lá é mais carros a este preço e com baterias destas ou maiores para começar a haver concorrência a sério, porque o próximo se calhar já vai ter ecrã.

em 2025 será o VW ID2all a 25.000€
https://www.volkswagen.pt/mobilidade...o-novo-id-2all
 
Aqui o que é preciso reter é 24 mil euros, bateria de 44kwh e entregas a partir do segundo trimestre de 2024, tudo o resto passa ao lado de quem só quer um elétrico. Com ecrã, sem ecrã, com bomba de calor, sem bomba, isso é irrelevante. Venham de lá é mais carros a este preço e com baterias destas ou maiores para começar a haver concorrência a sério, porque o próximo se calhar já vai ter ecrã.

É relevante se não conseguires fazer uma ultrassagem porque estás limitado aos 135km/h e uma versão mais barata deste carro fizer isso á vontade.
É relevante se a autonomia cair mais de 30% no Inverno e em vez de teres 360km de autonomia passas a ter 230km e uma versão mais barata do mesmo carro fizer 500km com um depósito de gasolina.

E aposto contigo que se as vendas da versão EV fracassarem a Stellantis vai dizer que é porque EVs não prestam para nada já que a versão a gasolina de preço equivalente vende bem mais. Porque não apresentará essas limitações. Ainda para mais com o adiar darma Euro 7 para 2035. Menos incentivo têm para fazer eléctricos baratos competitivos.

Isto é equivalente a um Dacia Spring. Não é nada de revolucionário nem é uma alternativa credível aos segmentos B a gasolina.
 
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Tenho que concordar com a questão da autonomia. De facto é suficiente para o dia a dia da maioria, mas dar 25k € + por um carro que nos atrapalha numa ida de férias ainda me faz alguma confusão.

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o E-c3 não tem nada a ver com um Dacia Spring. Nem nas performances (mesmo considerando os 135km/h) nem espaço, autonomia ou conforto (muito provavelmente). E ainda assim, mesmo sendo o Spring fraquinho, tem sido um sucesso de vendas.

Não podemos é achar que um e-c3 é um carro para ir de férias. Não foi feito para isso. A sua arma é a mobilidade urbana e sub-urbana para percursos com um raio de 150km. A maioria dos lares em pt tem dois carros e este será um segundo carro ideal.
 
É relevante se não conseguires fazer uma ultrassagem porque estás limitado aos 135km/h e uma versão mais barata deste carro fizer isso á vontade.
É relevante se a autonomia cair mais de 30% no Inverno e em vez de teres 360km de autonomia passas a ter 230km e uma versão mais barata do mesmo carro fizer 500km com um depósito de gasolina.

E aposto contigo que se as vendas da versão EV fracassarem a Stellantis vai dizer que é porque EVs não prestam para nada já que a versão a gasolina de preço equivalente vende bem mais. Porque não apresentará essas limitações. Ainda para mais com o adiar darma Euro 7 para 2035. Menos incentivo têm para fazer eléctricos baratos competitivos.

Isto é equivalente a um Dacia Spring. Não é nada de revolucionário nem é uma alternativa credível aos segmentos B a gasolina.

Vamos concordar em discordar então. Não que eu ache o e-C3 revolucionário, mas acho que pode ser parte do início da revolução.

O limite de velocidade é mais que suficiente, o normal com este carro será andares em AE a 110, mais 25km/h chegam perfeitamente para fazer uma ultrapassagem, se não chegarem é porque provavelmente não deverias estar a ultrapassar em primeiro lugar. Quanto à perda de 30% de autonomia no inverno parece-me exagerado, especialmente no nosso país, eu vivo em trás os montes com um elétrico há 2 anos e meio e com o AC ligado em pleno inverno perco 15/20%, no máximo, e se quiser pré-aqueço o carro ligado à tomada e visto um casaco se for preciso, que nem noto a diferença na autonomia.
 
o E-c3 não tem nada a ver com um Dacia Spring. Nem nas performances (mesmo considerando os 135km/h) nem espaço, autonomia ou conforto (muito provavelmente). E ainda assim, mesmo sendo o Spring fraquinho, tem sido um sucesso de vendas.

Não podemos é achar que um e-c3 é um carro para ir de férias. Não foi feito para isso. A sua arma é a mobilidade urbana e sub-urbana para percursos com um raio de 150km. A maioria dos lares em pt tem dois carros e este será um segundo carro ideal.
Apesar de ser um caso de bom value for money quando comparado com os restantes elétricos, continua a ser caro para a limitação que tem de alcance.
 
Apesar de ser um caso de bom value for money quando comparado com os restantes elétricos, continua a ser caro para a limitação que tem de alcance.


A questão aqui é que não há neste momento melhor relação preço/km no mercado elétrico. tenho sérias dúvidas que o Id2 custe os prometidos 25 mil uma vez que a VW é o que se sabe em matéria de preços. Ainda hoje uma vendedora VW me ligou a oferecer um Id3 58kw de serviço por 44 mil euros. Quando lhe perguntei por usados tinha lá um com 105 mil km por 34 mil euros. Ela própria sabia que aquelas propostas são ridículas.

Em suma é disso que estamos a falar, de carros elétricos. Quem achar que o próprio conceito do carro elétrico não compensa ou não é para si, claro que não vai achar um bom negócio.

Em última análise temos autonomias de 700-800 km em carros ICE de 4 ou 5 mil euros usados. O que eu acho é que essa comparação não é a mais adequada.
 
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