Volkswagen Up!

Detalhes do Up brasileiro, já a venda

Motor EA-211, 1.0 12V

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Compartimento secreto

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Traseira do Up brasileiro. É de chapa, pois o custo numa batida, se fosse inteiriço de vidro, seria muito alto.

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Luminária do Fox e do Gol mk5

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Painel de instrumentos

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Seu por R$ 35.390,00

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Itens de série

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A solução do vidro traseiro, que desce no Up brasileiro em relação ao europeu. A VW AG deveria adotar isso. Vidro basculante é coisa arcaica, do tempo do Carocha

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Lembrando que essa versão é a intermediária. A mais básica não tem painel de instrumentos com contagiros, ar condicionado, direção eletroidráulica, vidros e travas elétricas, alarme.

Só tem o Airbag/ABS e mais nada
 
Última edição:
Pelo menos dá para abrir os vidros de trás como deve ser.
O modelo europeu abre apenas em compasso. [8b]

Mas a versão de 5 portas é esquisita, dá para perceber que foi desenhado como um 3 portas.
O resto foi um "afterthought", pois o guardanapo de papel do Walter De Silva era pequenino...
 
Última edição:
[h=1]Ao volante, VW Up mostra qualidades acima da classe[/h]
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Um projeto moderno em termos mundiais — foi lançado em 2011 na Europa — para o segmento de entrada do mercado nacional: é o que a Volkswagen propõe com o Up, que vem substituir o Gol de segunda geração, de nome comercial G4, como seu modelo mais barato.

Barato, quanto? Não muito: a versão de entrada Take Up custa R$ 26.900 com três portas e R$ 28.900 com cinco; a seguinte, Move Up, R$ 28.300 com três e R$ 30.300 com cinco; a High Up, R$ 35 mil; e as versões Black Up, Red Up e White Up, R$ 39.390 (do High Up em diante, apenas a carroceria de cinco portas é oferecida). Como o conteúdo de série é escasso em itens de conforto, a ponto de apenas as três opções de topo virem com ar-condicionado de série (conheça o conteúdo de cada uma no quadro mais abaixo), os valores finais podem ficar um tanto salgados.

O ar-condicionado acrescenta R$ 2.750; direção assistida com volante ajustável, R$ 1.240 para as duas primeiras versões; e o sistema de áudio e navegação Maps & More, R$ 1.200. Assim, um Move Up de cinco portas com os opcionais citados vai a R$ 35.490, ainda sem controles elétricos de vidros e travas (fecho central), e as versões superiores começam a frequentar o segmento de carros maiores, com motor de maior cilindrada e tão equipados quanto, como Citroën C3 1,4, o novo Ford Fiesta 1,5 e Peugeot 208 1,4.

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Ao entrar no subcompacto a impressão é de estar em um carro maior do que o visto por fora. Com espaço bem aproveitado pelas linhas retas e a grande altura, o Up acomoda bem uma pessoa com 1,80 metro de estatura, seja o condutor, seja o passageiro ao lado. O tablier de linhas retas tem boa visualização do quadrante, mas não do conta-rotações, tão pequeno quanto o marcador de combustível.

Enquanto o volante com boa pega e base achatada lembra carros de padrão superior, a difusão de ar deixa a desejar: as saídas centrais foram colocadas sobre o tablier, atrás da tela do sistema Maps & More, e acaba direcionando a ventilação mais para o para-brisa que para a região dos ocupantes. O acabamento é simples, sem chegar a incomodar pelos materiais, embora a solução de chapas aparentes nos painéis de porta possa causar críticas. Apesar da boa visibilidade geral, tanto as colunas dianteiras quanto as traseiras, grossas, prejudicam-na em certos ângulos.

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Ajustar os bancos e volante é fácil, com várias posições oferecidas para se encontrar a maneira mais confortável de conduzir. Os controles elétricos de vidros usam botões nas portas, mas não têm função um-toque nem opção de comandar os vidros traseiros. Outra falha: como a ancoragem superior do cinto de segurança não tem ajuste de altura, só pode subir ou descer com uso de ferramenta. Isso pode causar incômodo ao passageiro, que não dispõe de regulagem de altura do banco. Em parte da avaliação, sentado à direita, o cinto ficou posicionado junto ao pescoço. No banco traseiro o espaço é adequado para dois adultos, com largura e vão das pernas algo restritos.

[h=2]Três-cilindros revela agilidade[/h]Ao girar a chave, a primeira impressão é boa: o três-cilindros mostra-se silencioso, dócil, mesmo que se note alguma oscilação em marcha-lenta pela dificuldade em equilibrar o funcionamento desse tipo de motor. Os engates da caixa são muito macios e precisos, dentro do padrão VW que tem vigorado na última década, e a embreagem é bastante leve, assim como a direção com assistência elétrica.

Como já notado no Fox Blue Motion, que usa o mesmo motor e pesa pouco mais que o Up (993 ante 958 kg), o motor de 1,0 litro mostra nas saídas uma agilidade inesperada por sua baixa cilindrada ou pelo uso de quatro válvulas por cilindro. Em auto-estrada seu desempenho é muito bom para a categoria, com acelerações e retomadas convincentes. A quinta velocidade produz cerca de 4.000 rpm a 120 km/h, rotação elevada (no Fox são 3.800 rpm), mas dentro da média da classe e que — graças à suavidade de funcionamento e ao nível de ruído moderado do motor — não causa desconforto.

A estabilidade também agrada, com um rodar firme e ajudado na versão pelos pneus mais largos, 185/60 R 15. Resta saber como será no Take Up com os estreitos 165/80 R 13, que por outro lado ganha em conforto e robustez em pisos de má qualidade. Em algumas lombadas e trechos irregulares, mostrou o bom ajuste da suspensão para enfrentar o piso brasileiro. A altura de rodagem é 26 mm maior que na versão europeia, sendo 20 mm pela suspensão e o restante pelos pneus.

Os atributos revelados na primeira avaliação, somados à nota máxima em segurança obtida noteste de colisão do Latin NCap, permitem concluir que o Up está em patamar acima dos modelos de entrada com os quais vem competir (Fiat Uno, Kia Picanto, Chevrolet Celta, Ford Ka), mas não chegam a justificar os preços um tanto inflados quando se acrescentam os equipamentos que a maioria hoje deseja.

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Ao volante, VW Up mostra qualidades acima da classe | Best Cars

 
[h=1]VW Up aumenta família com I-Motion e três portas[/h]
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Dois meses após sua apresentação ao mercado brasileiro, a Volkswagen amplia a gama de opções do pequeno Up com duas novidades: a carroceria de três portas (prevista desde o início, até com preços divulgados, mas só agora mostrada) e o câmbio manual automatizado monoembreagem I-Motion. Com isso, são oito versões do subcompacto de três cilindros, que cobrem a faixa de preços de R$ 26.900 a mais de R$ 45.000

A título de curiosidade, o desenho original do Up — criado pelo brasileiro Marco Antônio Pavone e aprovado pela matriz na Alemanha — era com três portas. Segundo o departamento de Estilo da VW, essa versão “representa a essência” do modelo, mas a opção com cinco é uma demanda do mercado. O trabalho estético foi bom, com o detalhe interessante de ocultar a coluna central atrás do vidro para sensação de continuidade, embora haja um ligeiro degrau na linha de base das janelas por existir guarnição plástica apenas na das portas.

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Uma diferença para o Up vendido na Europa, válida tanto para uma versão quanto para outra, é a traseira 65 milímetros mais longa no modelo brasileiro para abrigar um porta-malas maior, o que levou a janelas traseiras também maiores (com vidros fixos). A VW não informa sua previsão de percentual de vendas para cada opção por “questões estratégicas”.

No Up três-portas com caixa manual convencional, motor, dimensões e caixa são iguais aos do cinco-portas. Claro que as duas portas de acesso são maiores — chegam a chamar atenção por seu comprimento em relação ao do carro — e os bancos dianteiros ganham encosto rebatível para permitir o acesso ao banco de trás, com alavancas de liberação à direita e à esquerda. Apesar de a porta abrir em ângulo de quase 90° e todo o banco correr para frente, o acesso é penoso para adultos, como em toda carroceria nessa configuração. Por isso, essa versão foi pensada para os frotistas (custa R$ 2.000 a menos que a cinco-portas), jovens que buscam o primeiro automóvel e casais sem filhos (nem sogros…).

O Up de três portas vem apenas nas duas versões mais simples, a Take Up (R$ 26.900) e a Move Up (R$ 28.300). A primeira traz de série itens como retrovisores externos com comando elétrico, além dos obrigatórios freios com sistema antitravamento (ABS) e bolsas infláveis frontais; as jantes são de 13 pol. O Move Up acrescenta rodas de 14 pol, retrovisores e maçanetas na cor do carro, divisória no porta-malas (para elevar o assoalho até o patamar do vão de acesso, criando um porta-objetos abaixo), computador de bordo, relógio digital e indicador de temperatura externa

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O Up I-Motion, por sua vez, é o primeiro carro nacional a combinar câmbio automatizado e motor de 1,0 litro. Torna-se também o modelo mais barato do País a oferecer caixa com mudanças automáticas, a partir de R$ 31 mil (um Kia Picanto com a mesma opção custa R$ 34 mil) no caso do Move Up de três portas. A opção só não é aplicável à versão Take Up, ou seja, pode ser combinada aos Ups de três e cinco portas com acabamento Move ou superior.

A caixa empregada é a inédita SQ100 de cinco velocidades, mais leve (30 kg) e compacta que a de outros modelos da VW, e usa atuadores eletromecânicos para acolamento e desacoplamento da embreagem e troca de velocidades. Para reduzir o consumo de energia, esses motores elétricos só são energizados quando em uso. A alavanca no console traz as posições D(drive, direção normal com trocas automáticas), M (operação manual), N (ponto-morto) e R (marcha à ré). Mudanças manuais podem ser operadas para frente (ascendentes) e para trás (reduções) mesmo com a alavanca em D, mas a operação volta a ser automática após alguns instantes, salvo se for colocada em M.

A VW reviu as relações de velocidades, que ganharam intervalo menor entre si (escalonamento mais fechado), com a primeira mais longa que na caixa manual. O objetivo foi reduzir a queda de rotação após as mudanças entre as velocidades inferiores, sobretudo de primeira para segunda, e assim minimizar o “soluço” conhecido dos automatizados monoembreagem. Como nas velocidades superiores a aceleração é menor, o maior intervalo não incomoda tanto. A relação final da quinta velocidade (considerando-se o diferencial, que foi alongado) é 5% mais alta, o que leva o Up a manter 120 km/h com 4.000 rpm ou 200 a mais que na versão manual.

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Na prática, como constatamos na avaliação de lançamento em São Paulo, SP, o resultado não foi tão bom quanto na teoria. O “soluço” continua bem sensível a cada troca de velocidade em uso citadino, bem diferente da suavidade obtida com caixas de dupla embreagem, que a própria VW usa em modelos como Golf, Jetta TSI e Passat. O fato é que o automatizado monoembreagem é uma forma simples e barata de eliminar tarefas — trocas de velocidades e acionamento da embreagem — e até pode agradar a quem nunca consuziu um carro com caixa automática convencional ou mesmo de variação contínua (CVT), mas essa sensação de “engasgo” nas trocas parece inerente ao sistema pelo tempo decorrido entre cessar a aceleração e retomá-la após a troca.

A vantagem do I-Motion sobre um automático tradicional é evitar perdas de energia na transmissão, que afetariam mais o desempenho e o consumo de um carro com motor de 1,0 litro. A comparação dos dados de fábrica entre as versões revelam o bom resultado: a aceleração de 0 a 100 km/h piora de 12,6/12,4 segundos para 13/12,8 s e a velocidade máxima até melhora de 163/165 km/h para 166/168 km/h (sempre na ordem gasolina/álcool).

O consumo também é pouco afetado. Os dados corrigidos conforme o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro apontam 13 e 9 km/l no ciclo urbano e 14,5 e 10 km/l no rodoviário para o I-Motion, ante 13,2 e 9,1 km/l no urbano e 14,3 e 9,9 km/l no rodoviário para o manual, na mesma ordem de combustíveis. Por que o manual consome mais que o automatizado em rodovia, apesar das marchas mais longas (em tese, favoráveis à economia), é algo ainda sem explicação.

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Se o Up for pensado como veículo citadino para os grandes centros, onde enfrentará congestionamentos, o sistema I-Motion pode representar uma economia de centenas de mudanças de velocidade e pisadas na embreagem por dia. Essa praticidade, associada ao motor tricilíndrico com bom torque em baixa rotação, faz do mais novo VW uma interessante opção para as cidades, justamente aquilo a que o Up se propôs desde sua primeira aparição, ainda como carro-conceito, em 2007.

O ponto mais negativo é mesmo o baixo conteúdo de série, que torna necessária a adição de muitos opcionais para deixar o carro ao gosto do consumidor médio de hoje. O Move Up I-Motion de três portas com ar-condicionado, direção assistida, controle elétrico de vidros e travas e sistema de áudio já chega a R$ 36.840, o que para muitos é dinheiro demais para um carro com suas características.

VW Up aumenta família com I-Motion e três portas | Best Cars
 
Jeremy Clarkson:

the good thing about the VW Up is that you put your foot on the throttle and you don't have to worry anymore. It's an appalling performance.
 
Tenho andado a conduzir um up! de aluguer, 3p, julgo que é o motor mais básico (1.0 70cv?), versão de equipamento deve ser a mais fraca: vidros manuais à frente, retrovisores não pintados e com regulação manual, sem conta-rotações, banco do condutor não regula em altura, sem memória do curso longitudinal ou do encosto quando se rebate (é um 3p), tablier sem friso na cor da carroçaria.

Mas tem AC! Ufa...

Tendo eu tirado a carta num Lupo, a condução é muito familiar, direcção com o mesmo feeling, caixa idem. De resto tudo bem montado.

Sinceramente, na impressa falou-se e fala-se sempre do up! como a última Coca-Cola do deserto em termos de refinamento comparativamente aos rivais do segmento A...mas lamento dizer...Não se destaca por aí além para justificar o overprice...

P.S. Super irritante não haver uma saída central de ar no tablier, sente-se muito mais o calor...
 
Tenho andado a conduzir um up! de aluguer, 3p, julgo que é o motor mais básico (1.0 70cv?), versão de equipamento deve ser a mais fraca: vidros manuais à frente, retrovisores não pintados e com regulação manual, sem conta-rotações, banco do condutor não regula em altura, sem memória do curso longitudinal ou do encosto quando se rebate (é um 3p), tablier sem friso na cor da carroçaria.

Mas tem AC! Ufa...

Tendo eu tirado a carta num Lupo, a condução é muito familiar, direcção com o mesmo feeling, caixa idem. De resto tudo bem montado.

Sinceramente, na impressa falou-se e fala-se sempre do up! como a última Coca-Cola do deserto em termos de refinamento comparativamente aos rivais do segmento A...mas lamento dizer...Não se destaca por aí além para justificar o overprice...

P.S. Super irritante não haver uma saída central de ar no tablier, sente-se muito mais o calor...

Creio que o motor mais fraco é o de 60 cv. [;)] E sim, com esse equipamento, não há refinamento que aguente. [:D] Mas em relação aos rivais, e em relação a motor, montagem, materiais e isolamento, é pior ou está na média do segmento?
 
há o vw up com versões de 60cv e 75cv ambos 1.0 e atmosféricos alguns amigos meu já conduziram uma vez num test drive na universidade aqui a uns anos o seat mi 1.0 de 75cv praticamente igual ao vw up e acharam o carro com um andamento muito fraco e escalonamento da caixa péssimo com condução cuidada gasta pouco mas penso que no segmento a há melhores opções como o fiat 500, renault twingo ou os coreanos
 
há o vw up com versões de 60cv e 75cv ambos 1.0 e atmosféricos alguns amigos meu já conduziram uma vez num test drive na universidade aqui a uns anos o seat mi 1.0 de 75cv praticamente igual ao vw up e acharam o carro com um andamento muito fraco e escalonamento da caixa péssimo com condução cuidada gasta pouco mas penso que no segmento a há melhores opções como o fiat 500, renault twingo ou os coreanos

Eh pá, o de 60 cv ainda acredito, agora o de 75 cv? Essa motorização tem sido amplamente elogiada um pouco por todo o lado. Mas nunca experimentei, por isso não posso dizer mais nada mais do que já li. Até porque 75 cv num carro daqueles teria de se mexer relativamente bem. [;)]
 
Eh pá, o de 60 cv ainda acredito, agora o de 75 cv? Essa motorização tem sido amplamente elogiada um pouco por todo o lado. Mas nunca experimentei, por isso não posso dizer mais nada mais do que já li. Até porque 75 cv num carro daqueles teria de se mexer relativamente bem. [;)]

mas por acaso foi isso que eles disseram não acharam o carro com grande andamento mas também iam 4 lá dentro parece que não num carrinho daqueles faz diferença mas lembro deles não gostarem nada da caixa do de 75cv mas sim ele embalado claro que anda já deve dar no plano uns 170km/h
 
Tenho conduzido o bicho numa ilha com uma orografia bastante acidentada e tem-se aguentado. Cumpre. Não acho a caixa mal escalonada...

Agora também acho que não passei dos 80km/h até ao momento lol dado o tipo de percursos que se conseguem fazer por aqui...

ah! Nem fecho centralizado tem! Acho que nunca conduzi algo tão básico.
 
Nem todos... Já para nem falar na impossibilidade de se regular a altura do cinto... Ou ter de se esticar para accionar o vidro eléctrico do lado direito.

Estou há um ano na marca e todos tem isso, inclusive a versao mais baixa. Em respeito a isso do vidro, há 6 meses, que ja tem todos do lado do condutor.
 
O único Up que consegui colocar as mãos em cima foi mesmo o "maquilhado" CrossUp.
Curti bastante a experiência.
A questão do refinamento, por acaso é aquilo que acabo por destacar mais.
Fiz alguma AE com ele, e isolamento acústico e até percepção de estabilidade a velocidades de cruzeiro elevadas estavam em muito bom nível mesmo. Melhor que o meu Swift Sport.
Ao contrário desse, o CrossUp vem com todos os brinquedos.

Também sou fã do motor. Resposta pronta e sobe de forma muito linear, e um agradável GRRRRR tricilindrico na zona alta do conta-rotações.
Mas acho que o potencial do motor (75cv) acaba por ficar diluido, e presumo que tenha a ver com as relações de caixa.
Bem, acho que é um mal geral nos automóveis actuais. Em nome dos consumos, as relações de caixa alongaram-se, pelo que mesmo motores espevitados acabem por vezes parecer algo pachorrentos.

A vantagem vê-se nos consumos, que mesmo usando rodas desnecessariamente grandes para os 75cv, médias de 5.5 litros eram relativamente fáceis de atingir.
 
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