Volkswagen Up!

Não passa de uma proposta válida e competente face aos PSA/Aygo.

Bom para quem tem filhos e cadeirinhas, transito citadino, pequenas viagens, estacionamentos...

You know... The usual! :)
 
Este VW Up faz-me lembrar o meu Fiat 127, quando se vai dentro do carro consegue-se ver a chapa á vista nas portas :sh)
Para mim o chato nem é a chapa estar à vista, é o local onde está.
O acabamento brilhante da tinta facilmente se risca e fica feio, até mesmo com as unhas a pintura fica marcada enquanto que um plastico mais resistente nem tanto, é muito mais durável neste aspecto.
O mais curioso é que se tivesse um plástico duro mas resistente vinham logo os meninos das revistas apalpar e dizer que é duro, com chapa que é bastante mais frágil resta saber o que dizem.
 
Apesar de seguirem o percurso trilhado pelos trigémeos PSA/Toyota, o Up e irmãos são um bom passo evolutivo no conceito. Mais qualidade (pelo menos aparente), refinamento geral, e, sobretudo, a preciosa capacidade extra da bagageira.
Se nos franco-nipónicos os vidros em compasso dos 5 portas não foi impedimento para colocar 300 mil unidades ao ano no mercado, dúvido que com o simbolo da VW no capot, também sirva de barreira.

Este 5 portas só peca numa coisa. Deveria ter mantido o kick da janela traseira. Não só é dos poucos elementos visuais que o distingue do Seat e Skoda, como ajuda a dar algum dinamismo e "piada" a uma caixa austera e minimalista, apesar de agradável.
Também tou curioso para saber se as dimensões se mantém. Realmente parece ser um pouco mais comprido e até parece que o tecto é mais plano, apesar de o mais certo é ser uma ilusão dada pelo pilar B em posição mais avançada que o 3 portas.
 
Pode ser um bom produto, mas tal como outros veículos do segmento, tem uma aparência frágil. Não gostava de estar no interior de um em caso de embate.

Na minha opinião, no segmento A, as melhores propostas são o Panda (o novo modelo está muito engraçado) e o Ká.
 
Pode ser um bom produto, mas tal como outros veículos do segmento, tem uma aparência frágil. Não gostava de estar no interior de um em caso de embate.

Na minha opinião, no segmento A, as melhores propostas são o Panda (o novo modelo está muito engraçado) e o Ká.

Realmente o novo Panda está engraçado mas desiludiu, pelo menos a mim, nos testes Euroncap....
 
Só agora reparei nos vidros de trás :sh) mas existe tanta necessidade de poupar nestes pormenores? Chapa á vista, vidros de trás a abrir em compasso, cada vez me faz lembrar o meu velhinho de 75...

Mas globalmente é um carro bastante melhor que os trigemeos, veremos que ganha este ano o premio do melhor motor a gasolina atmosferico até 1000cc.
 
Pode ser um bom produto, mas tal como outros veículos do segmento, tem uma aparência frágil. Não gostava de estar no interior de um em caso de embate.

Na minha opinião, no segmento A, as melhores propostas são o Panda (o novo modelo está muito engraçado) e o Ká.


A aparência não faz a segurança de um veículo.
Isso é apenas a percepção a tomar conta das operações.
 
Terei sido o único a reparar que além do Fiat 500, este modelo também disponibiliza tecto de abrir?
Neste segmento é uma coisa rara!
 
Já repararam que não há espaço para o vidro descer?

Há décadas que a indústria automóvel usa esta solução quando o vidro não iria caber todo na porta:

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Isso não é desculpa.
 
Há décadas que a indústria automóvel usa esta solução quando o vidro não iria caber todo na porta:

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Isso não é desculpa.

Não estás a comparar um Golf V com um Up!, pois não?

Repara que para teres vidros eléctricos atrás, terias de colocar a dita "barra" a meio da janela... Que sentido faz isso?
 
Não estás a comparar um Golf V com um Up!, pois não?

Repara que para teres vidros eléctricos atrás, terias de colocar a dita "barra" a meio da janela... Que sentido faz isso?

Não estou a ver onde está o problema disso. Há segmentos A e B, bem como modelos low cost que têm vidros traseiros manuais e têm a tal barrinha a dividir o vidro.
Continuo sem ver onde está o problema.

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Talvez numa superfície vidrada alta e uma porta que diminui o seu comprimento para baixo? Digo eu, que não tem a ver com esses casos que mostraste.

E acima de tudo, qual é mesmo o problema de vidros com abertura em compasso?

Repara que eu indiquei a colocação da barra a meio da janela e não "na janela".
 
Mas esta solução é adequada a uma marca como a VW? Afinal quais são as marcas low cost? A VW?

Bem, tendo em conta o nivel de exigência actual que pedimos aos construtores, é expectável que se queira, mesmo de um segmento A, certas comodidades, normalmente sob a forma de gadgets ou outros equipamentos, que tanto podem ser de conforto como outros ao nivel da segurança, sem contar com aqueles obrigatórios.
Como em tudo, acarreta custos.
Mas também como esperamos que carros deste segmento sejam acessiveis, isto causa um problema aos construtores, já que como qualquer empresa, o produto tem de lucrar. E sabe-se que as margens de lucro no segmento não são nada generosas.
As soluções para contornar isso já as temos visto. Sobretudo recaem na partilha de um modelo pelas mais diversas marcas.
E mesmo assim, temos modelos minimalistas, que apostam em soluções baratuchas como vidros em compasso.

Mas se para termos um veículo correctamente concebido, com os niveis expectáveis de integridade estrutural, qualidade e até equipamentos que realmente interessam, mesmo no mais baixo dos segmentos, se o preço a pagar é um pouco de chapa à vista ou vidros em compasso num 5 portas, acho que é sacrificio minimo.
 
Para o preço que é vendido o Up! a VW tinha obrigação de não recorrer a coisas destas tipo os vidros em compasso ou mesmo a aberrante ausência de controlo do vidro do passageiro na porta do condutor.
 
Concordo com a questão do botão de abertura/fecho do vidro. Poderiam ter evitado isso, colocando os comandos ao centro, e poupariam á mesma no botão.
Agora os vidros em compasso? Não é a solução ideal... até aí concordo.
Mas um "deal breaker"? Dúvido. Chateará mais não ter o botaozinho da janela do pendura no nosso lado, do que as janelas em compasso na traseira, pois interfere muito mais com o uso habitual do carro.
Não foi impedimento para se colocarem 300 000 unidades/ano entre os trigémeos PSA/Toyota, certamente não servirá de impedimento a esta nova vaga de trigémeos de vingar.

Para aqueles que têm citadinos, ou para quem tenha um dos trigémeos. Quantas vezes é que levam mesmo pessoas atrás, e nessas alturas, quantas vezes a abertura em compasso se tornou um problema irritante?
 
Realmente o novo Panda está engraçado mas desiludiu, pelo menos a mim, nos testes Euroncap....

Não sei porque. Como outros carro apenas não teve 5 estrelas por não ter ESP de série apesar de o ter como opção.

O Up é que é uma desilusão. Chapa a mostra (criticado noutros carros do segmento), comandos dos vidros com uma posição nada ergonómica, vidros de trás a abrir em compasso (criticado noutros carros do segmento), motores 3 cilindros em nada melhores que a concorrência e um preço puxado.

Ainda não entendi o que o Up tem de bom ou de revolucionário. Com outro símbolo era um banal lançamento.

Com Agila, Picanto ou Panda em cena o Up só vai vender mesmo pelo símbolo.
 
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