vivemos num matriarcado?

Ó PePa, o quê?
Movimentos como o Meetoo não influenciam?
Não te sentes ameaçado?
Não lhes dás atenção e está bom?

Que escolhas fazê-lo é contigo, mas parece que andas meio desfazado do impacto de tudo isto, feito avestruz. E pior, ainda vens para aqui defender e gozar com quem pensa diferente.

Então estes movimentos em que empresas, independentemente do ramo ter mais ou menos homens tipicamente interessados, contratam mais mulheres porque sim, à descarada, independentemente da competência, não te assusta? Não te revolta a injustiça?

A nova presidente da UE acabada de ser eleita, vem logo vomitar que quer 50% de mulheres no parlamento, independentemente da competência, importante é o género...não te interessa?

Deputadas eleitas dizerem orgulhosamente que o feminismo radical chegou ao parlamento, não te assusta?

Se o teu casamento não der certo e fores relegado para terceiro ou quarto plano na vida dos teus filhos, porque a lei assim o perpetua, não te assusta?

Anúncios na rádio de figuras públicas a pedir ajuda para meninas entrarem na universidade, não te preocupa? Não achas injusto?

Chacinas a grupos de crianças maioritariamente rapazes são noticiados como "pessoas vítimas" e não tem qualquer exposição, já quando são meninas raptadas chega à Michele Obama, não te causa espanto?

O facto de que esta sociedade querer à força meter mulheres para cima, mesmo em áreas que elas têm menos interesse quando podem sempre escolher livremente, usando a revolta e a desinformação como armas, criando expectativas, ideias, sonhos, que não se coadugnam com a realidade e cria cada vez mais mulheres frustradas, ansiosas e sozinhas, não achas bizarro?

Movimentos que usam logo como base o desfasamento de salário entre géneros e o género dos CEOs das 50 empresas mais ricas...quando isto visto de forma unilateral não faz absolutamente sentido nenhum?

Descriminação, mesmo que positiva, não te assusta?

Exposição mediática tem um impacto ENORME, ou não fosse a publicidade um negócio gigante. As pessoas são livres de fazerem e pensarem no que quiserem, mas a influência externa é perigosa. E queres fazer passar que não ou que não tem dimensão relevante, quando neste momento se for a favor das mulheres, justo ou não, já chega a governos, comissões europeias e empresas de topo. Mas isto é tudo um exagero dos homens que se fazem de coitadinhos, não é?

Há não muito tempo atrás um tal de Hitler conseguiu convencer um país inteiro que chacinar judeus e invadir países vizinhos era o caminho. Hoje, com o poder da internet e da comunicação social, as mulheres são umas coitadinhas que precisam de chegar a todo o lado, gostem ou não, queiram ou não...e o homem o principal entrave. Tudo é aceite desde que a favor das mulheres, e um homem não chora.

Queres à força passar a ideia de que quem se insurge contra o que se passa à volta de todos nós, é um coitadinho de um homem com medo de perder poder. Ridicularizas a situação, tipicamente de quem não quer ver ou ouvir outras opiniões. E não reparas mais a fundo o impacto a curto, médio e longo prazo que tudo isto pode ter numa sociedade.

Este exagero, já está por todo o lado, com proporções tão grandes como ridículas. Mas pronto, vamos continuar a achar que isto são só os homens com medo de perder o suposto poleiro.

Vá, agora já podes meter mais um post a gozar :)
 
Última edição:
dos casos que chegam a tribunal por violência doméstica 82% acabam com a absolvição do acusado, muitos por falta de provas, mas também há muitas, mesmo muitas falsas acusações de mulheres que as fazem com o objetivo de conseguirem vantagens em processos de divorcio

e também há falsas condenações

consequências da mediatização dos casos de violência doméstica que pelos dados estatisticos representam apenas uma pequenissima fração da população
 
vivemos num matriarcado?

dos casos que chegam a tribunal por violência doméstica 82% acabam com a absolvição do acusado, muitos por falta de provas, mas também há muitas, mesmo muitas falsas acusações de mulheres que as fazem com o objetivo de conseguirem vantagens em processos de divorcio

e também há falsas condenações

consequências da mediatização dos casos de violência doméstica que pelos dados estatisticos representam apenas uma pequenissima fração da população

Onde viste isso? Segundo a DGAI a taxa de condenações nos processos de violência doméstica em 2013 era de 60,1%, muito próxima da taxa de condenações global para todos os tipos de crime, que era de 63%.
Não encontrei dados mais recentes, mas a percentagem de condenações está a aumentar, pelo que muito provavelmente esta também está maior.
 
eu tinha colocado os dados sobre isso no tópico

Juiz desculpa violência doméstica com adultério da mulher


posso ter cometido uma imprecisão, não sou jurista e a memória também pode pregar algumas partidas

de qualquer forma aqui está:

Violência doméstica. Processos são arquivados porque a vítima desiste

...
Dos mais de 33 mil resultados de inquérito de violência doméstica analisados entre 2012 e 2015, cerca de 80% foram arquivados. Apenas 18% resultaram em acusação.
...
[FONT=Roboto_slab]Em 2015, a [/FONT]taxa de arquivamento dos processos de violência doméstica[FONT=Roboto_slab] situou-se nos 79%. A grande maioria (74,5%) decorreu por falta de provas.[/FONT]
...

ou seja 82% são arquivados sem sequer chegar a tribunal, se bem entendo

dos que chegam a tribunal as condenações são de cerca de 57%, isto de memória, falivel

ou seja apenas 10% dos casos iniciais acabam numa condenação e em 90% dos casos estas condenações não são de prisão efetiva (mas aqui acho que a lei que temos está errada)

ou seja dos casos iniciais apenas 1% acaba com uma pena efetiva de prisão

https://www.publico.pt/2019/02/06/sociedade/noticia/violencia-domestica-numeros-1860865

Apenas 15% dos casos de violência doméstica encerrados em 2017 resultaram numa acusação do Ministério Público (MP). Ou seja, por arquivamento ou outros motivos, 85% das denúncias não chegaram aos tribunais.

de qualquer modo isto não tem quase nada a ver com o tema do topico
 
Última edição:
[FONT=Roboto_slab]A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) considera que o facto de a vítima ter de “repetir vezes sem fim a mesma história” é um dos motivos que a leva a ficar em silêncio.[/FONT]
É um bocado parvo isso. Quando é por € as pessoas não se importam de repetir sempre a mesma história.
 
Ó PePa, o quê?
Movimentos como o Meetoo não influenciam?
Não te sentes ameaçado?
Não lhes dás atenção e está bom?

Que escolhas fazê-lo é contigo, mas parece que andas meio desfazado do impacto de tudo isto, feito avestruz. E pior, ainda vens para aqui defender e gozar com quem pensa diferente.

Então estes movimentos em que empresas, independentemente do ramo ter mais ou menos homens tipicamente interessados, contratam mais mulheres porque sim, à descarada, independentemente da competência, não te assusta? Não te revolta a injustiça?

A nova presidente da UE acabada de ser eleita, vem logo vomitar que quer 50% de mulheres no parlamento, independentemente da competência, importante é o género...não te interessa?

Deputadas eleitas dizerem orgulhosamente que o feminismo radical chegou ao parlamento, não te assusta?

Se o teu casamento não der certo e fores relegado para terceiro ou quarto plano na vida dos teus filhos, porque a lei assim o perpetua, não te assusta?

Anúncios na rádio de figuras públicas a pedir ajuda para meninas entrarem na universidade, não te preocupa? Não achas injusto?

Chacinas a grupos de crianças maioritariamente rapazes são noticiados como "pessoas vítimas" e não tem qualquer exposição, já quando são meninas raptadas chega à Michele Obama, não te causa espanto?

O facto de que esta sociedade querer à força meter mulheres para cima, mesmo em áreas que elas têm menos interesse quando podem sempre escolher livremente, usando a revolta e a desinformação como armas, criando expectativas, ideias, sonhos, que não se coadugnam com a realidade e cria cada vez mais mulheres frustradas, ansiosas e sozinhas, não achas bizarro?

Movimentos que usam logo como base o desfasamento de salário entre géneros e o género dos CEOs das 50 empresas mais ricas...quando isto visto de forma unilateral não faz absolutamente sentido nenhum?

Descriminação, mesmo que positiva, não te assusta?

Exposição mediática tem um impacto ENORME, ou não fosse a publicidade um negócio gigante. As pessoas são livres de fazerem e pensarem no que quiserem, mas a influência externa é perigosa. E queres fazer passar que não ou que não tem dimensão relevante, quando neste momento se for a favor das mulheres, justo ou não, já chega a governos, comissões europeias e empresas de topo. Mas isto é tudo um exagero dos homens que se fazem de coitadinhos, não é?

Há não muito tempo atrás um tal de Hitler conseguiu convencer um país inteiro que chacinar judeus e invadir países vizinhos era o caminho. Hoje, com o poder da internet e da comunicação social, as mulheres são umas coitadinhas que precisam de chegar a todo o lado, gostem ou não, queiram ou não...e o homem o principal entrave. Tudo é aceite desde que a favor das mulheres, e um homem não chora.

Queres à força passar a ideia de que quem se insurge contra o que se passa à volta de todos nós, é um coitadinho de um homem com medo de perder poder. Ridicularizas a situação, tipicamente de quem não quer ver ou ouvir outras opiniões. E não reparas mais a fundo o impacto a curto, médio e longo prazo que tudo isto pode ter numa sociedade.

Este exagero, já está por todo o lado, com proporções tão grandes como ridículas. Mas pronto, vamos continuar a achar que isto são só os homens com medo de perder o suposto poleiro.

Vá, agora já podes meter mais um post a gozar :)

Estás a baralhar tudo.

Eu sei que há "feminismo" histérico e idiota e desproporcional, e também me irrita e acho injusto. E conheço N mulheres que concordam com esta opinião. Sim e?

Mas acho que é a excepção, mesmo tendo muito mediatismo e cada vez mais exposição, é uma nova forma de populismo-. É a minha opinião, se achas que estou a ser ingénuo, ok. Não tenho culpa de não me sentir ameaçado.
Já agora pergunto - Tens / Terias mais receio de criar um filho ou uma filha?

Vamos agora meter tudo debaixo desse boné, e negar problemas reais como o da Violência Doméstica? como estava se estava a dar a endender?



Acho é que o discurso catastrófico (falas no Hitler por amor da Santa), de generalização e de "minimização" das desigualdades existentes e de gozo com o feminismo no seu todo, faz mais mal que bem nesse sentido.
Entrar em negação de toda a legitimidade do feminismo (como alguns gostam de fazer) porque existem coisas criticáveis e pouco lógicas, é péssimo e só vai acentuar esse extremar de posições.

Só ridicularizei quem ridicularizou.
 
Estao a levar este assunto apenas para a violencia domestica.
Violencia domestica é violencia domestica, independente do sexo da vitima ponto.

MAs douvos um exemplo dos tempos estranhos .


Rapaz sai a noite conhece rapariga, depois de 3 vodkas forrobodo, e pimba gravidez nao planeada.

Caso 1
Nenhum quer que a gravidez va em frente , problema resolvido

Caso 2,
ambos querem que a gravidez va em frente , caso resolvido


Caso 3,
ela nao quer e ele quer tero filhos -> ela decide, e ele nao risca nada (enfim o corpo é dela aceitemos a decisao)

Caso 4 ,
ele nao quer e ela decide ter o filho , ele mais uma vez nao risca nada e ainda vai ter despesas de paternidade, pagar pensao e a vida toda enfarilhada por causa da decisao dela , na minha oponuião neste ultimo caso se o rapaz nao queiiser ter o filho , deveria poder apresentar esse desejo por escrito , e poder ser totalmente desresponsabilizado dai em diante
 
Estao a levar este assunto apenas para a violencia domestica.
Violencia domestica é violencia domestica, independente do sexo da vitima ponto.

MAs douvos um exemplo dos tempos estranhos .


Rapaz sai a noite conhece rapariga, depois de 3 vodkas forrobodo, e pimba gravidez nao planeada.

Caso 1
Nenhum quer que a gravidez va em frente , problema resolvido

Caso 2,
ambos querem que a gravidez va em frente , caso resolvido


Caso 3,
ela nao quer e ele quer tero filhos -> ela decide, e ele nao risca nada (enfim o corpo é dela aceitemos a decisao)

Caso 4 ,
ele nao quer e ela decide ter o filho , ele mais uma vez nao risca nada e ainda vai ter despesas de paternidade, pagar pensao e a vida toda enfarilhada por causa da decisao dela , na minha oponuião neste ultimo caso se o rapaz nao queiiser ter o filho , deveria poder apresentar esse desejo por escrito , e poder ser totalmente desresponsabilizado dai em diante

Epá, tem de se precaver dessas coisas, como é óbvio. [;)]

Primeiro, nunca vai confiar na rapariga, que nem conhece de lado nenhum, de que toma pílula.
Segundo, ela pode ter uma doença sexualmente transmissível, e ele, que não a conhece de lado nenhum, não vai facilitar. Idem aspas para o inverso.
 
Epá, tem de se precaver dessas coisas, como é óbvio. [;)]

Primeiro, nunca vai confiar na rapariga, que nem conhece de lado nenhum, de que toma pílula.
Segundo, ela pode ter uma doença sexualmente transmissível, e ele, que não a conhece de lado nenhum, não vai facilitar. Idem aspas para o inverso.

O metodo mais eficas o preservativo tem 97% de eficacia, mas não é essa a questao.
a questao é que ele NUNCA tem voto na materia, e hoje em dia onde tanto se fala de igualdade não afz sentido as coisas funcionarem assim, mesmo que seja uma namorada de 10 anos, a vontade dele nao conta nada, e ele pode simplesmente nao querer filhos, ou nao querer assumir responsabilidades

E se formos pela legislação e pratica judicial no caso dos divorcios, o casamento é o pior contrato que um homem pode fazer.
Como digo aos meus filhos sempre que o assunto é namoradas, não se casem NUNCA, nao se comprometam nunca anets de terem a vossa independencia financeira, nunca se metam em coisas seria entes de terem 7 digitos na conta, depois escolham uma mulher gira tenham filhos MAS nao se casem ou casem-se mas metam o dinheiro numa off-shore longe da jurisdição portuguesa
 
O metodo mais eficas o preservativo tem 97% de eficacia, mas não é essa a questao.
a questao é que ele NUNCA tem voto na materia, e hoje em dia onde tanto se fala de igualdade não afz sentido as coisas funcionarem assim, mesmo que seja uma namorada de 10 anos, a vontade dele nao conta nada, e ele pode simplesmente nao querer filhos, ou nao querer assumir responsabilidades

Solução - Vasectomia

A questão é, então como faria sentido ?:confused:

Se ele quer e ela não - Seria ele a decidir e obrigar ela a ficar 9 meses com um ser indesejado no ventre?
Se ele não quer e ela sim - Acho bem que ele possa abdicar da paternidade e dos direitos e deveres que daí advém.
 
Solução - Vasectomia

A questão é, então como faria sentido ?:confused:

Se ele quer e ela não - Seria ele a decidir e obrigar ela a ficar 9 meses com um ser indesejado no ventre?
Se ele não quer e ela sim - Acho bem que ele possa abdicar da paternidade e dos direitos e deveres que daí advém.


Ja respondei

Se ele quer e ela não, ela é soberana do seu corpo ela decide .

Se ela quer e ele não, ele é dono da sua vida e lava dai as suas maos, e ela qe se organize
 
Estás a baralhar tudo.

Eu sei que há "feminismo" histérico e idiota e desproporcional, e também me irrita e acho injusto. E conheço N mulheres que concordam com esta opinião. Sim e?

Mas acho que é a excepção, mesmo tendo muito mediatismo e cada vez mais exposição, é uma nova forma de populismo-. É a minha opinião, se achas que estou a ser ingénuo, ok. Não tenho culpa de não me sentir ameaçado.
Já agora pergunto - Tens / Terias mais receio de criar um filho ou uma filha?

Vamos agora meter tudo debaixo desse boné, e negar problemas reais como o da Violência Doméstica? como estava se estava a dar a endender?



Acho é que o discurso catastrófico (falas no Hitler por amor da Santa), de generalização e de "minimização" das desigualdades existentes e de gozo com o feminismo no seu todo, faz mais mal que bem nesse sentido.
Entrar em negação de toda a legitimidade do feminismo (como alguns gostam de fazer) porque existem coisas criticáveis e pouco lógicas, é péssimo e só vai acentuar esse extremar de posições.

Só ridicularizei quem ridicularizou.

Pepa, desculpa, mas estragas a tua participação quando dizes que o que se vê hoje, é excepção.
Desculpa, mas não é.

Aliás, a descriminação positiva já começa a ser regra, socialmente aceite e até bem visto. Chega a todas as instâncias, à boca cheia, sem haver o mínimo de preocupação em esconder ou fazer as coisas de forma subtil.

Por exemplo:
1- se numa empresa, um manager precisa de uma posição, e chega uma menina na casa dos 30 sem ter filhos, ele jamais pode alegar que prefere um homem por ser mais talhado para determinadas guerras que a posição precisa, ou por não querer arriscar a que ela chegue e um par de meses depois de conseguir um trabalho estável, engravide. Só eu conheço no meu núcleo de amigos mais próximo, 5 casos de meninas que aplicaram esse "plano" na perfeição. Neste caso, tem de se olhar para a pessoa e dar uma benece à menina porque...é menina e precisamos de quotas. E conheço mulheres no meu núcleo profissional que dizem à descarada que vão tentar aplicar para posições para as quais não têm CV, porque são mulheres, e pode ser que dadas as quotas tenham hipótese. Já começa a ser prática comum.
2- se numa empresa um manager for obrigado pelos RH a contratar uma mulher por causa de quotas, ele não terá qualquer problema em dizer a um homem mais que qualificado, que ficará de fora por essa razão.

Isto para não falar de deputadas e presidentes de comissões europeias a falar de feminismo radical e quotas de 50% de mulheres no parlamento. Isto foi dito, sem qualquer receio, com orgulho e impunidade.
Portanto desculpa, as coisas estão a tomar proporções enormes e ridículas, não são excepção.

E sim, falei no Hitler com muita lógica...acerca do que um discurso, um texto, por mais radical e ridículo que seja, consegue fazer no que toca a influenciar massas. Se quiseres um mais recente, posso-te dar o do Bruno de Carvalho. E este é mais um caso, diferente no conteúdo, totalmente igual no conceito. Usar a revolta, argumentos falsos, gente frustrada, como armas para influenciar a opinião pública. Isto é perigoso, grave e pior...está a ter resultados a uma velocidade assustadora.

Durante milénios desenvolvemo-nos num mundo animal e mesmo sociedade mediante leis básicas, como as de Darwin, lei do mais forte, etc. Hoje, assiste-se a um mudar de panorama de milénios em menos de 10 anos, em que metade da população (mulheres), vê na outra metade um entrave. E então, porque é socialmente aceite e bem visto, já não impera a lei do mais forte, impera a lei do politicamente correcto...desde que a favor dos supostos desfavorecidos. Tudo isto é ridículo.

Atenção, que antes que comentes a lei do mais forte, não quer dizer que o homem é por si só mais forte que a mulher. Um homem é tendencialmente mais forte, mais talhado, com mais interesse em determinadas áreas, e as mulheres noutras. Sempre foi assim, sempre será. E insistir que as mulheres têm que ser 50% em todas as áreas que lhes dão poder, sendo que para rednecks, apanhar lixo, etc já não interessa falar em quotas, não faz o mínimo sentido. Quem quer justiça, tem de buscar as pessoas como um indivíduo, e aplicar métodos de selecção lógicos e coerentes com vários parâmetros, dependendo do que se fala.
Não me choca minimamente ter 100% de mulheres no parlamento europeu...desde que mereçam lá estar, mais do que os homens que lhes podiam ser alternativa.

Exemplificando (vê isto apenas como exemplos), um dia estão-te a assaltar a casa, chamas a polícia para parar os bandidos, e enviam-te 2 meninas de 24 aninhos para os abordar e apreender (isto vi eu na Noruega, numa avenida carregada de gente, 2 menininhas a andar a cavalo...houve ali um stress, e a primeira coisa que fizeram foi chamar pelo rádio alguém que conseguisse efectivamente resolver o problema). Ou vês algum ente querido a afogar-se na praia, e não tens um nadador salvador capaz de o ir buscar (isto também vi eu). Tudo porque a dada altura as quotas assim o ditaram e os testes de admissão para ambos os géneros são naturalmente menos exigentes para as mulheres...os salários têm de ser iguais (claro) mas na altura de dar o corpo ao manifesto...sabemos como é.
Casos destes aplicam-se a todas as outras áreas, mas estes são mais fáceis de entender a lógica.
Se calhar nesse dia, quando sofreres na pele este ridículo fenómeno, começas a ver as coisas de forma diferente.
 
Última edição:
Ja respondei

Se ele quer e ela não, ela é soberana do seu corpo ela decide .

Se ela quer e ele não, ele é dono da sua vida e lava dai as suas maos, e ela qe se organize

Ele fez o filho, ele sujou as mãos...

Ele, mesmo prescindido dos direitos da paternidade, não fica privado dos deveres.
Estive a ver e a lei privilegia nesses casos uma entidade - A criança

Daí obrigar o pai a assumir parte das despesas. E pensando bem faz sentido. Não é culpa da criança que o pai não a queira.
Há casos em que a mãe prescinde da pensão, mas em rigor pode ter problemas, pois é para a criança, e não para ela.

E esta "medida" também protege o pai, que caso mude de ideias não fica 100% privado do filho no futuro.
 
Conheço algus casos em que eles foram caçados com essa artimanha da noite de copos e pimba, gravidez, uma delas ela até ja estava gravida só que não sabia de quem[:D]
 
Ele fez o filho, ele sujou as mãos...

Ele, mesmo prescindido dos direitos da paternidade, não fica privado dos deveres.
Estive a ver e a lei privilegia nesses casos uma entidade - A criança

Daí obrigar o pai a assumir parte das despesas. E pensando bem faz sentido. Não é culpa da criança que o pai não a queira.
Há casos em que a mãe prescinde da pensão, mas em rigor pode ter problemas, pois é para a criança, e não para ela.

E esta "medida" também protege o pai, que caso mude de ideias não fica 100% privado do filho no futuro.

Fazia sentido, apartir do momento em que a lei permite a interrupção ja nao faz.
Senao onde estao os direitos da criança se a mae decidir abortar? e do homem se ele quiser ter o filho ?

Percebes? nesta triologia o unico sem qualquer direito é o homem

sejamos claros, a mulher tem a opção de decidir ir avante com a gravidez ou abortar , nada contra, mas ao homem tem que ser dada a opção de opting out
 
Última edição:
Ele fez o filho, ele sujou as mãos...

Ele, mesmo prescindido dos direitos da paternidade, não fica privado dos deveres.
Estive a ver e a lei privilegia nesses casos uma entidade - A criança

Daí obrigar o pai a assumir parte das despesas. E pensando bem faz sentido. Não é culpa da criança que o pai não a queira.
Há casos em que a mãe prescinde da pensão, mas em rigor pode ter problemas, pois é para a criança, e não para ela.

E esta "medida" também protege o pai, que caso mude de ideias não fica 100% privado do filho no futuro.

Pois não, fica com 20% ou menos, mesmo que queira 50%, ou 100%.
 
Pepa, desculpa, mas estragas a tua participação quando dizes que o que se vê hoje, é excepção.
Desculpa, mas não é.

Aliás, a descriminação positiva já começa a ser regra, socialmente aceite e até bem visto. Chega a todas as instâncias, à boca cheia, sem haver o mínimo de preocupação em esconder ou fazer as coisas de forma subtil.

Por exemplo:
1- se numa empresa, um manager precisa de uma posição, e chega uma menina na casa dos 30 sem ter filhos, ele jamais pode alegar que prefere um homem por ser mais talhado para determinadas guerras que a posição precisa, ou por não querer arriscar a que ela chegue e um par de meses depois de conseguir um trabalho estável, engravide. Só eu conheço no meu núcleo de amigos mais próximo, 5 casos de meninas que aplicaram esse "plano" na perfeição. Neste caso, tem de se olhar para a pessoa e dar uma benece à menina porque...é menina e precisamos de quotas. E conheço mulheres no meu núcleo profissional que dizem à descarada que vão tentar aplicar para posições para as quais não têm CV, porque são mulheres, e pode ser que dadas as quotas tenham hipótese. Já começa a ser prática comum.
2- se numa empresa um manager for obrigado pelos RH a contratar uma mulher por causa de quotas, ele não terá qualquer problema em dizer a um homem mais que qualificado, que ficará de fora por essa razão.

Isto para não falar de deputadas e presidentes de comissões europeias a falar de feminismo radical e quotas de 50% de mulheres no parlamento. Isto foi dito, sem qualquer receio, com orgulho e impunidade.
Portanto desculpa, as coisas estão a tomar proporções enormes e ridículas, não são excepção.

E sim, falei no Hitler com muita lógica...acerca do que um discurso, um texto, por mais radical e ridículo que seja, consegue fazer no que toca a influenciar massas. Se quiseres um mais recente, posso-te dar o do Bruno de Carvalho. E este é mais um caso, diferente no conteúdo, totalmente igual no conceito. Usar a revolta, argumentos falsos, gente frustrada, como armas para influenciar a opinião pública. Isto é perigoso, grave e pior...está a ter resultados a uma velocidade assustadora.

Durante milénios desenvolvemo-nos num mundo animal e mesmo sociedade mediante leis básicas, como as de Darwin, lei do mais forte, etc. Hoje, assiste-se a um mudar de panorama de milénios em menos de 10 anos, em que metade da população (mulheres), vê na outra metade um entrave. E então, porque é socialmente aceite e bem visto, já não impera a lei do mais forte, impera a lei do politicamente correcto...desde que a favor dos supostos desfavorecidos. Tudo isto é ridículo.

Atenção, que antes que comentes a lei do mais forte, não quer dizer que o homem é por si só mais forte que a mulher. Um homem é tendencialmente mais forte, mais talhado, com mais interesse em determinadas áreas, e as mulheres noutras. Sempre foi assim, sempre será. E insistir que as mulheres têm que ser 50% em todas as áreas que lhes dão poder, sendo que para rednecks, apanhar lixo, etc já não interessa falar em quotas, não faz o mínimo sentido. Quem quer justiça, tem de buscar as pessoas como um indivíduo, e aplicar métodos de selecção lógicos e coerentes com vários parâmetros, dependendo do que se fala.
Não me choca minimamente ter 100% de mulheres no parlamento europeu...desde que mereçam lá estar, mais do que os homens que lhes podiam ser alternativa.

Exemplificando (vê isto apenas como exemplos), um dia estão-te a assaltar a casa, chamas a polícia para parar os bandidos, e enviam-te 2 meninas de 24 aninhos para os abordar e apreender (isto vi eu na Noruega, numa avenida carregada de gente, 2 menininhas a andar a cavalo...houve ali um stress, e a primeira coisa que fizeram foi chamar pelo rádio alguém que conseguisse efectivamente resolver o problema). Ou vês algum ente querido a afogar-se na praia, e não tens um nadador salvador capaz de o ir buscar (isto também vi eu). Tudo porque a dada altura as quotas assim o ditaram e os testes de admissão para ambos os géneros são naturalmente menos exigentes para as mulheres...os salários têm de ser iguais (claro) mas na altura de dar o corpo ao manifesto...sabemos como é.
Casos destes aplicam-se a todas as outras áreas, mas estes são mais fáceis de entender a lógica.
Se calhar nesse dia, quando sofreres na pele este ridículo fenómeno, começas a ver as coisas de forma diferente.

Tanta volta para dizeres que achas mal a descriminação positiva como resposta à imposição de quotas cegamente por género.
Concordo contigo! As competências e remuneração deveriam ser cegas ao género.

Mas discordo que já seja mais fácil para uma mulher ter uma melhor posição que um homem nas mesmas situações. Pelo menos fora dos centros Urbanos.

O que está a acontece não é mais que uma reacção exagerada, à efectiva discriminação que aconteceu durante séculos. E entendo isso, não aceito, mas compreendo.
E os motivos das minhas críticas é que aceito certas parolices como essas, pois são um efeito secundário da igualdade adquirida. Não são ideais, claro. Mas face ao passado - Mal o menos.
Não consigo vislumbrar o cataclismo que tu vês.

E o que se fez aqui, e que me fez criticar, foi o ataque ao feminismo no global, com base nestes exageros actuais, esquecendo o passado e o verdadeiro papel deste.
 
Fazia sentido, apartir do momento em que a lei permite a interrupção ja nao faz.
Senao onde estao os direitos da criança se a mae decidir abortar? e do homem se ele quiser ter o filho ?
Os direitos da criança começam quando ela nasce, logo não faz sentido

Os direitos do homem caso ele quisesse ter o filho, acabam quando não é ele que o tem de carregar durante 9 meses...

Não somos iguais, a vida é injusta.


Percebes? nesta triologia o unico sem qualquer direito é o homem

sejamos claros, a mulher tem a opção de decidir ir avante com a gravidez ou abortar , nada contra, mas ao homem tem que ser dada a opção de opting out

E o pai pode abdicar dos seus direitos como pai, mas a criança não tem culpa disso, logo o pai tem que manter os deveres. Percebo a lei.
E até não me chocaria haver uma cláusula que caso a mãe tivesse meios de subsistência que poderia abdicar da pensão.



Pois não, fica com 20% ou menos, mesmo que queira 50%, ou 100%.

Esta argumentação por ti utilizada poderia servir para isso mesmo... a mulher não é mais apta biologicamente para ser progenitora?

"Durante milénios desenvolvemo-nos num mundo animal e mesmo sociedade mediante leis básicas, como as de Darwin, lei do mais forte, etc"

Tens dados que suportem o enviesamento / favorecimento das mães vs pais?
Ou não serão essas proporções repercussão da sociedade onde as mulheres têm mais disponibilidade para os filhos ?
 
4 coisas

1 - as ultimas mensagens pouco têm nada a ver com o tema do topico, mas pronto, é normal os topicos derivarem para temas paralelos
as mensagens do pmct têm a ver, a mulher tem todo o poder sobre o nascituro, o que é uma enorme desigualdade
o tema do topico é sobre as dinamicas de poder dentro da familia.

2 - continuando com o offtopic, o que é um ser humano? quando é que o nascituro para a ser considerado um ser humano? desde a concepção? desde as 10 semanas? desde os 6 meses? quando nasce? aos 3 anos? aos 7 anos?
ao contrario do que diz o pepa a lei reconhece direitos ao nascituro, tanto assim que a mulher só pode abortar livremente até às 10 semanas. Seria uma aberração que só existe em poucos paises que o feto de 8 meses pudesse ser abortado simplesmente porque à mulher (mãe é outra coisa) lhe passasse pela moleirinha que já não queria o bebé

3 - retomando o caso do casal em que ambos estão bebados e acabam a ter relações, segundo li algures há paises aonde o disparate politicamente correto dá origem a que algumas mulheres depois de passada a bebedeira se arrependem ou dizem que se arrependem e depois processam por violação o homem que também estava bebedo
e estando ambos bebedos em muitos casos ele acaba condenado por violação

4 - há praí um topico sobre as quotas, que são uma disparate. hoje as mulheres nos partidos têm a vida muito facilitada. Há muitos mais homens que mulheres inscritos nos partidos (pelo menos é o que li por aí), mas a lei obriga a que os partidos coloquem uma determinada percentagem de ambos os sexos.
 
Tanta volta para dizeres que achas mal a descriminação positiva como resposta à imposição de quotas cegamente por género.
Concordo contigo! As competências e remuneração deveriam ser cegas ao género.

Mas discordo que já seja mais fácil para uma mulher ter uma melhor posição que um homem nas mesmas situações. Pelo menos fora dos centros Urbanos.

O que está a acontece não é mais que uma reacção exagerada, à efectiva discriminação que aconteceu durante séculos. E entendo isso, não aceito, mas compreendo.
E os motivos das minhas críticas é que aceito certas parolices como essas, pois são um efeito secundário da igualdade adquirida. Não são ideais, claro. Mas face ao passado - Mal o menos.
Não consigo vislumbrar o cataclismo que tu vês.

E o que se fez aqui, e que me fez criticar, foi o ataque ao feminismo no global, com base nestes exageros actuais, esquecendo o passado e o verdadeiro papel deste.

Mas porque é que dizes que não vês mais fácil a uma mulher ter melhor posição que um homem? Mas é a isso que devemos apontar?
Eu em alguns casos já vejo sim, e tu basta quereres e vês também. Volto a falar na nova presidente da UE, e o seu magnífico discurso logo após tomar posse. Ela disse que quer 50% de mulheres. Logo, se há menos mulheres, será mais fácil para uma mulher chegar ali que um homem.

E depois, finalmente concordo contigo..."reacção exagerada". Logo aí era para acabar já.
Pega-se na violência doméstica, tendencialmente (não exclusivamente) sofrida mais por mulheres, e extrapola-se para todo o lado. E pior, sob pressupostos errados.
Referes séculos de discriminação...será mesmo? Que tal ver tudo como um todo?
As nossas avós cavavam tanta terra como os nossos avôs.
Algumas posições, que acabam por ter algum poder, são tendencialmente mais preenchidas por homens, porque...há mais homens a estudar e a seguir esse caminho. Banca, empresas de engenharia, etc, acabam por ter mais homens a formarem-se nas áreas de acesso. Isso é discriminação?

É culpa dos homens e da sociedade que as meninas gostem de bonecas e do cor-de-rosa? Ou que as mulheres livres de escolherem as áreas de ecucação que quiserem, tendem a seguir áreas de educadoras de infância, enfermagem, RH e qualidade? É culpa dos homens e da sociedade que estas posições tendam a não ter tanto relevo para depois chegar a posições de topo? Ou que as mulheres cheguem aos 30 anos e queiram é ter filhos e focar-se na família? Não se pode ver tudo de forma unilateral, pois assim não faz qualquer sentido.

Eu nunca vi uma universidade de engenharia ou gestão/economia, que não aceita um candidato por ser mulher. Ou uma empresa com clausulas de contrato onde podem pagar menos a um candidato por ser mulher.

E todas as partes que o feminismo deixa convenientemente de fora, ainda retira mais a pouca lógica que já tem. Ou aqui não interessa tocar?
Que se batalhe contra injustiças reais, não desta forma.
Ou já parece a outra a acusar o Neymar de violação, deixando casos reais depois cairem em descrédito.

Não somos iguais, a vida é injusta.

Engraçado dizeres isto... :) mas para outras coisas, a suposta injustiça já não é aceite.
 
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