[Sociedade] Ucrânia

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Os Russos estão a "milhas" da tecnologia "ocidental" e Americana.

A maioria do seu arsenal bélico convencional está ultrapassado e sem manutenção. Sempre o foi e continua a ser.

Claro está que os desfiles na Praça vermelha tinham e têm um propósito... que é o de iludir. E conseguem-no, pelos vistos.

Os EUA estão sempre um passo à frente, para não dizer vários. Mas pronto, existe sempre aquele "whishful thinking" de alguns, que projectam os seus desejos numa realidade virtual.

Outra coisa, deveras importante e que tem papel predominante num qualquer cenário de conflito... é a capacidade logística. Mais um palco onde os EUA têm vantagem.

A experiência acumulada... e mesmo a que advém dos erros e dai aprendizagem... separa os EUA da Rússia. Os russos perderam há muito a "ligação" umbilical com a experiência da Segunda Guerra Mundial. Desde essa experiência só têm tido conflitos com povos, populações civis (expansão pós II GM nos países satélite) e em duas das suas ex-repúblicas. A questão "Afeganistão" e "Vietname", nos anos 80 e 60/70, apenas aponta para algo de residual e para fornecimento de armamento e aconselhamento.

Os EUA têm, por seu lado, a experiência continua em vários cenários e teatros de guerra. Seja contra exércitos regulares, guerrilha, terrorismo, seja através de intervenções no terreno com efectivos, através e apenas de ataques "à distância", etc. Os americanos têm pessoal dedicado e profissional, além do recrutado "convencional", com vasta experiência de combate.

Pelo contrário, os russos têm um défice de experiência nos seus quadros. A maioria são jovens recrutados, que não pensam naquilo como uma carreira! ...

Olá novamente Darkveill,

Convenhamos que este discurso, embora com algumas verdades, é muito pró-ocidental.
E sim a industria/máquina de armamento russa costuma concentrar mais esforços em desenvolvimentos, do que em manutenção de muitos equipamentos já existentes.

1 - "a milhas" parece-me exagerado, ainda para mais se considerarmos só países ocidentais excluindo os Americanos;
Vais-me dizer que por ex. na altura da Guerra Fria, os Mirage franceses, ou os Lightning ingleses eram em tudo melhores que os MiG ou Sukhoi russos da altura ? [:D]

2 - "sempre um passo à frente", mais uma vez, isto tresanda a discurso pró-ocidental, "sempre" é mesmo um exagero típico de fans;
Volto a lembrar os sistemas anti-aéreos S-300, que quando surgiram (e talvez ainda hoje), os EUA ainda não têm nada que ultrapasse a performance e capacidade destes;

3 - Só povos e populações civis?? Então e os terroristas muçulmanos na Tchetchénia? Foi conveniente esqueceres esses?

4 - Então e 100 % dos efectivos militares russos sofrem de falta de dedicação e profissionalismo?
Os americanos também têm experiência em guerrilha sim, então e os russos na Tchetchénia têm o quê? [:D]

5 - Os russos no Afeganistão tiveram apenas uma "experiência residual" e de fornecimento de armamento??
Fornecimento de armamento a quem?? Foram eles próprios que lá combateram !! [:)]
Chegaste a ver bem o que escreveste?

Esperava que postasses aqui as tuas ideias, ao invés de um artigo duma revista qualquer, claramente tendenciosa.
 
Última edição:
Nao concordo de todo contigo. O nuclear e a garantia que as potencias Ocidentais nao interveem directamente no conflito. Nao interessa de facto a Russia uma escalada nuclear. Mas tb seria impensavel e irracional colocar tropas da nato em conflito directo com a Russia. Subiria a parada tao alto com uma tensao tao insuportavel que nao e simplesmente opcao.

Mas tu achas que a Rússia detonaria armas nucleares no seu território, ou na sua fronteira?

Tens uma noção ingénua do nuclear.

A Rússia já tem a NATO ás suas portas... e tens de perceber a sua postura à luz disso. A Rússia só se mexeu com as duas que não fazem parte da NATO. A intervenção da NATO, num caso desses é vincular, sendo irrelevante o arsenal nuclear.

Aliás... face ao actual contexto logístico e da manutenção, seria, num cenário hipotético de uso de nuclear, um suicídio russo. Os EUA têm uma facilidade extrema de colocação e eficácia na resolução de alvos que a Rússia pura e simplesmente não tem nem chega perto. Neste momento... seria muito difícial à Rússia concretizar a maioria dos alvos nucleares pré-definidos. E julga-se que mesmo os de Europa. Já os EUA e aliados têm apurado as tecnologia que permitem tal.

De qualquer modo, é impensável que um país detone armamento nuclear nas suas fronteiras ou território. Só num extremo... e mesmo assim...
 
Olá novamente Darkveill,

Convenhamos que este discurso, embora com algumas verdades, é muito pró-ocidental.
E sim a industria/máquina de armamento russa costuma concentrar mais esforços em desenvolvimentos, do que em manutenção de muitos equipamentos já existentes.

1 - "a milhas" parece-me exagerado, ainda para mais se considerarmos só países ocidentais excluindo os Americanos;
Vais-me dizer que por ex. na altura da Guerra Fria, os Mirage franceses, ou os Lightning ingleses eram em tudo melhores que os MiG ou Sukhoi russos da altura ? [:D]

2 - "sempre um passo à frente", mais uma vez, isto tresanda a discurso pró-ocidental, "sempre" é mesmo um exagero típico de fans;
Volto a lembrar os sistemas anti-aéreos S-300, que quando surgiram (e talvez ainda hoje), os EUA ainda não têm nada que ultrapasse a performance e capacidade destes;

3 - Só povos e populações civis?? Então e os terroristas muçulmanos na Tchetchénia? Foi conveniente esqueceres esses?

4 - Então e 100 % dos efectivos militares russos sofrem de falta de dedicação e profissionalismo?
Os americanos também têm experiência em guerrilha sim, então e os russos na Tchetchénia têm o quê? [:D]

5 - Os russos no Afeganistão tiveram apenas uma "experiência residual" e de fornecimento de armamento??
Fornecimento de armamento a quem?? Foram eles próprios que lá combateram !! [:)]
Chegaste a ver bem o que escreveste?

Esperava que postasses aqui as tuas ideias, ao invés de um artigo duma revista qualquer, claramente tendenciosa.

A revista é militar não é tendenciosa. Já a tua opinião, a minha e de outros poderá ser. A revista limita-se a discutir factos.

Não falo do resto porque não vale a pena. Falas de coisas que estão ultrapassadas.

Vais-me desculpa, mas o que dizes é mentira:

3 - Só povos e populações civis?? Então e os terroristas muçulmanos na Tchetchénia? Foi conveniente esqueceres esses?

4 - Então e 100 % dos efectivos militares russos sofrem de falta de dedicação e profissionalismo?
Os americanos também têm experiência em guerrilha sim, então e os russos na Tchetchénia têm o quê?

Se estivesses atento, eu falo das duas ex-repúblicas aqui:

A experiência acumulada... e mesmo a que advém dos erros e dai aprendizagem... separa os EUA da Rússia. Os russos perderam há muito a "ligação" umbilical com a experiência da Segunda Guerra Mundial. Desde essa experiência só têm tido conflitos com povos, populações civis (expansão pós II GM nos países satélite) e em duas das suas ex-repúblicas. A questão "Afeganistão" e "Vietname", nos anos 80 e 60/70, apenas aponta para algo de residual e para fornecimento de armamento e aconselhamento.

Os EUA têm, por seu lado, a experiência continua em vários cenários e teatros de guerra. Seja contra exércitos regulares, guerrilha, terrorismo, seja através de intervenções no terreno com efectivos, através e apenas de ataques "à distância", etc. Os americanos têm pessoal dedicado e profissional, além do recrutado "convencional", com vasta experiência de combate.

Pelo contrário, os russos têm um défice de experiência nos seus quadros. A maioria são jovens recrutados, que não pensam naquilo como uma carreira! - See more at: Ucrânia - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/125528-ucrania-14.html#sthash.0oYondGy.dpuf

Como disse, se estivesses atento e tivesses a noção do que queres falar... saberias que a Rússia interveio na Geórgia e na... Tchetchênia. As duas ex-repúblicas. Logo, vais-me desculpar, não me esqueci!

Esse terrorismo que referes será... de uma "segunda divisão", terás de concordar. Desorganizados e muito residuais...

Sim, estão sempre atrás dos EUA e mesmo de outras nações. É um facto e está escrito em muitas publicações. Eu já mostrei tu apenas opinas.

Falas sempre de um exemplo ou outrs, quando o cenário é "multiplex" falas de um 4:3... e queres fazer disso a norma.

A realidade é outra e deves levar essa realidade em conta. Mais uma vez... tu é que te deixas levar pelo teu fervor e pela tua opinião pessoal.

Em vez de fazeres piada, deverias, face ao que já aqui escrevi... ter a noção de que não sou burro. É evidente que em vez de Afeganistão queria dizer Vietname.

Mas mesmo com erro, a verdade factual mantêm-se... os EUA estão em modo continuo em combate e a adquirir experiência e a desenvolver armamento e tecnologia bélica. Não podes afirmar o mesmo acerca da Rússia, com as consequências que dai advêm.

[;)]
 
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Olá novamente Darkveill,

Convenhamos que este discurso, embora com algumas verdades, é muito pró-ocidental.
E sim a industria/máquina de armamento russa costuma concentrar mais esforços em desenvolvimentos, do que em manutenção de muitos equipamentos já existentes.



Esperava que postasses aqui as tuas ideias, ao invés de um artigo duma revista qualquer, claramente tendenciosa.

Consegues discutir isto e rebater, alicerçando factualmente isto?

Desde o início da operação, deficiências na coordenação entre os meios aéreos e terrestres e a eficácia dos grupos de combate georgianos equipadas com mísseis modernos custam danos consideráveis às forças russas, tanto terrestres como aéreas. Tbilissi reivindica a destruição de 10 aparelhos russos, a Rússia reconhece a perda de dois.


A precisão dos ataques aéreos russos (bombas lançadas pelos Su-25 e pelos helicópteros de combate Mi-24 terá deixado muito a desejar, continuando a notar-se a faltade armas de precisão. A aviação russa revelou assim dificuldades a neutralizar as posições de artilharia e meios anti-aéreos (DCA) inimigos.



Os blindados russos provocaram baixas pesadas aos georgianos, mas as blindagens dos T-80 e sobretudo dos T-62 e T-72 mostrar-se-ão vulneráveis aos mísseis anti-carro modernos georgianos (que causarão aliás uma crise diplomática entre Moscovo e Tel Avive). As unidades continuam a não estar apetrechadas para o combate nocturno.

...

A questão da reforma das Forças Armadas russas arrasta-se, entre promessas e recuos, desde 1991. O descalabro militar da Tchetchénia (1994-96) viria ilustrar de forma dramática o descalabro do exército russo e accionar os alarmes. “A não ser feito nada (até ao ano 2003) o Exército terá perdido completamente a sua capacidade de defesa do país” - alertou o então ministro da Defesa Igor Rodionov.

Ainda presidente em exercício, Vladimir Putin elege a Defesa como uma das suas prioridades. As reformas lançadas pelo novo senhor do Kremlin estiveram porém longe de alcançar os resultados almejados. Os problemas são múltiplos. Desde a resistência dos generais a mudanças substanciais, à eventual hesitação em impor reformas impopulares a uma base de apoio institucional chave, à própria disputa de competências entre o ministério da Defesa e o Estado-Maior das Forças Armadas. A tudo isto juntam-se a corrupção endémica que se instalou nas Forças Armadas, a penúria de recursos financeiros e as chagas da própria sociedade russa.


O recrutamento representa uma dor de cabeça para as chefias militares russas. A carreira das armas, muito prestigiada no tempo da URSS, atrai hoje cada vez menos mancebos. Os salários dos militares, mesmo várias vezes aumentados por Putin, continuam a ser muito baixos. A estrutura dos quadros continua distorcida. O exército russo conta mais de 800 generais e com uma percentagem desproporcionada de oficiais. Em contrapartida, estão por preencher vagas de dezenas de milhares de sargentos, que deviam ser a espinha dorsal do Exército.

Apenas uma pequena fracção (9 a 11 por cento) dos mancebos russos respondem efectivamente à chamada do Exército. Ou seja, cerca de 40 mil jovens escapam à incorporação recorrendo a inúmeros expedientes, entre eles corromper os oficiais no lugar certo. Dados das diversas incorporações mostram que são afinal os mais incapazes a responder, entre eles os menos aptos fisicamente, com menor escolaridade, desempregados, alcoólicos, drogados ou cadastrados.


...

Entre 2000 e 2007 o orçamento militar russo aumentou entre 25 e 30 por cento ao ano. Ainda assim, o orçamento para 2007 (22,7 biliões de dólares) representava menos de um décimo das despesas americanas com a Defesa. Este esforço era em boa medida dirigido à modernização dos equipamentos do antigo arsenal soviético. Mas esse equipamento foi “apodrecendo” ao longo dos anos de estagnação que se seguiu ao colapso da URSS. Em 2006 Vladimir Putin anunciou com grande eco mediático um vasto programa de reequipamento das Forças Armadas orçado em mais de 4 900 biliões de rublos (189 biliões de dólares) para o período de 2007 a 2015.
A aposta foi em boa medida dirigida à melhoria das capacidades nucleares russas. A tríade nuclear russa estava virtualmente em ruínas. A força de bombardeiros está à beira do colapso. A frota de submarinos está atacada pela corrosão e pela falta de manutenção - daí os desastres como o ocorrido com o Kursk, em Agosto de 2000.


O grosso do armamento russo é considerado pelos peritos ocidentais obsoleto e com manutenção deficiente. A maior parte do inventário de tanques e aviões data ainda da guerra do Afeganistão. No momento em que as forças americanas apostam cada vez mais em veículos e aviões não pilotados e em robots preparados para o combate sem contacto, a Rússia continua a apostar em versões melhoradas de armas desenvolvidas nos anos 1970 e 80.

...

As comparações com as forças da NATO, e em particular dos EUA, arriscam-se a cair num vício de análise. O potencial russo é, quantitativa e qualitativamente, incapaz de fazer face aos recursos bélicos dos EUA ou da NATO.

...

A Rússia carece de investimentos, debate-se com a fuga de capitais e de cérebros, com infra-estruturas obsoletas, com um acentuado atraso tecnológico em relação aos países industrializados. Os níveis de produção de petróleo e de gás poderão estar em risco se as infra-estruturas não forem modernizadas.


:: Revista Militar ::
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Sem ser apenas e só com a expressão, vazia de conteúdo e razão:

Esperava que postasses aqui as tuas ideias, ao invés de um artigo duma revista qualquer, claramente tendenciosa.

É que isso é apenas e só a tua opinião. Mas se "basculhares" bem... tudo o que encontrarás irá de encontro a estes factos. O artigo alicerça o que afirma, e basta ires ver as fontes... tu, muito pelo contrário!
 
A revista é militar não é tendenciosa. Já a tua opinião, a minha e de outros poderá ser. A revista limita-se a discutir factos.

Não falo do resto porque não vale a pena. Falas de coisas que estão ultrapassadas.

Vais-me desculpa, mas o que dizes é mentira:



Se estivesses atento, eu falo das duas ex-repúblicas aqui:



Como disse, se estivesses atento e tivesses a noção do que queres falar... saberias que a Rússia interveio na Geórgia e na... Tchetchênia. As duas ex-repúblicas. Logo, vais-me desculpar, não me esqueci!

Esse terrorismo que referes será... de uma "segunda divisão", terás de concordar. Desorganizados e muito residuais...

Sim, estão sempre atrás dos EUA e mesmo de outras nações. É um facto e está escrito em muitas publicações. Eu já mostrei tu apenas opinas.

Falas sempre de um exemplo ou outrs, quando o cenário é "multiplex" falas de um 4:3... e queres fazer disso a norma.

A realidade é outra e deves levar essa realidade em conta. Mais uma vez... tu é que te deixas levar pelo teu fervor e pela tua opinião pessoal.

Em vez de fazeres piada, deverias, face ao que já aqui escrevi... ter a noção de que não sou burro. É evidente que em vez de Afeganistão queria dizer Vietname.

Mas mesmo com erro, a verdade factual mantêm-se... os EUA estão em modo continuo em combate e a adquirir experiência e a desenvolver armamento e tecnologia bélica. Não podes afirmar o mesmo acerca da Rússia, com as consequências que dai advêm.

[;)]

Boas DarkVeill,

Podes estar descansado, que não te tomei "por burro", ainda sou dos poucos neste fórum que respeita as pessoas com quem estou a falar.

O facto de a revista ser militar, não implica que não seja tendenciosa.
Não comentei algumas das coisas que escreveste, pois até concordo com algumas, nomeadamente; a típica forma desleixada e artesanal dos russos de conduzir certos aspectos de uma guerra, por ex. ainda nos dias de hoje, a deficiente comunicação entre os diversos ramos militares.

Também te dei o exemplo mais que repetido dos sistemas anti-aéreos de longo alcance e ninguém refuta isso.
Os russos estão a construir um novo missil anti-navio, concebido especificamente para afundar porta-aviões modernos... deve ser tão mau (já que é russo não é?), que os chineses e indianos já estão a procurar adquiri-lo e eventualmente, se não o conseguirem, tentarão copiá-lo.

Agora dares a entender que os terroristas tchetchenos "são de 2ª divisão", desculpa lá, mas isso é que é mesmo ser fervoroso da tua parte - pois assim estás a insinuar que só os EUA é que combatem terroristas "a sério", isso é completamente ridículo.

Acerca de tecnologias, não sou vendedor de armamento para insistir que um país é melhor que outro - aliás, até acho que os EUA estão na frente em muitos campos; já aqui disse que, por ex. em termos de caças, o F-22 é actualmente tido como o melhor.
E o mesmo vale também para a sua força de porta-aviões (esta sim, sempre à frente dos russos), por isso já vês que não sou fervoroso.

Agora DarkVeill, não me peças é para ir em balelas do tipo que aqui se lê: " os EUA são superiores em TUDO e os Russos não prestam para NADA. "
São tão "superiores" que foram corridos do Vietname e o Iraque e Afeganistão estão o ser o fiasco que se vê.

Por esse prisma, então os Chineses ainda menos prestavam... e vejam-nos a expandir-se nas águas no sudeste asiático, de forma imperialista, (já com graves preocupações dos países vizinhos) enquanto os EUA "superiores em tudo" pouco ou nada fazem.

O armamento com que os chineses também "ameaçam" os EUA e o ocidente... é russo, ou derivado deste.
 
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Acho cómico estarmos a comentar rivalidades entre 2 países na qual especialistas da área ja deram a sua opiniao eu nao vou nisso.
 
Última edição:
Embora não acredite que vá ocorrer um conflito entre Rússia e Ocidente, não pensem que em caso de conflito, que seriam "favas contadas". A história já demonstrou por muitas vezes que nem sempre um maior poderio militar significa vitória...

E sobre os Russos, são tudo menos estúpidos... eles são mestres em estratégia!
 
Embora não acredite que vá ocorrer um conflito entre Rússia e Ocidente, não pensem que em caso de conflito, que seriam "favas contadas". A história já demonstrou por muitas vezes que nem sempre um maior poderio militar significa vitória...

E sobre os Russos, são tudo menos estúpidos... eles são mestres em estratégia!

Sim correto a historia demonstra-o ate o Hitler levaram a loucura bem louco já ele era..., hoje os tempos sao diferentes não acredito em lendas
 
O hitler era um ignorante em termos estratégicos, não fosse o manstein no inicio do conflito, alguns generais, pelo meio e no fim o manstein de novo e o hitler não teria vencido nada ou aguentado tanto tempo tal era a arrogancia do homem.
Falei de proposito no manstein, porque ele mais que ninguem demonstrou que a alemanha mesmo de rastos e sem capacidade de reposição, e em numero muitissimo inferior de unidades conseguia aguentar os milhões de russos que lhes eram mandados ao seu encontro.
As tacticas de manstein fizeram estragos inesperados aos russos e refrearam o avança, fazendo-os travar o avanço e pensando duas vezes se poderiam arriscar, os numeros elevados de russos passaram a irrelevancia, se delineassem uma estratégia á vista como estavam habituados a fazer.
 
O hitler era um ignorante em termos estratégicos, não fosse o manstein no inicio do conflito, alguns generais, pelo meio e no fim o manstein de novo e o hitler não teria vencido nada ou aguentado tanto tempo tal era a arrogancia do homem.
Falei de proposito no manstein, porque ele mais que ninguem demonstrou que a alemanha mesmo de rastos e sem capacidade de reposição, e em numero muitissimo inferior de unidades conseguia aguentar os milhões de russos que lhes eram mandados ao seu encontro.
As tacticas de manstein fizeram estragos inesperados aos russos e refrearam o avança, fazendo-os travar o avanço e pensando duas vezes se poderiam arriscar, os numeros elevados de russos passaram a irrelevancia, se delineassem uma estratégia á vista como estavam habituados a fazer.

maluco ao ponto de mandar assassinar ou suicidar os seus melhores generais Rommel foi um exemplo, a ideologia nazi não é praticável em nenhum sentido.
a minha curiosidade vai para o facto de ele ter desistido da Inglaterra começando uma guerra de varias frentes correm boatos que os russos estariam preparar um ataque contra a Alemanha mas acho isso muito inconclusivo e contraditório e viu-se quando a invasão nazi os russos não estavam preparados e foram apanhados de surpresa .
 
Desculpem o off-topic:
Embora Manstein tivesse sido um grande táctico, foi igualmente responsável por graves crimes de guerra contra prisioneiros soviéticos e contra as populações civis soviéticas que bem penaram nas zonas sobre o seu controlo militar; em suma: talvez o mais competente Marechal de Campo alemão, mas igualmente um dos mais desprezíveis na forma como demonstrou desprezo pela vida humana.
Rommel, que foi igualmente um génio da guerra, tambám foi muito fiel a Hitler - sendo igualmente chamado, às escondidas pelos militares anti-nazis desde antes do início da guerra," Responsável pelo Circo Hitler" - só encontrando a sua face "anti-nazi" quando viu que o regime ia perder a guerra.

Pulhas, ambos.
 
Desculpem o off-topic:
Embora Manstein tivesse sido um grande táctico, foi igualmente responsável por graves crimes de guerra contra prisioneiros soviéticos e contra as populações civis soviéticas que bem penaram nas zonas sobre o seu controlo militar; em suma: talvez o mais competente Marechal de Campo alemão, mas igualmente um dos mais desprezíveis na forma como demonstrou desprezo pela vida humana.
Rommel, que foi igualmente um génio da guerra, tambám foi muito fiel a Hitler - sendo igualmente chamado, às escondidas pelos militares anti-nazis desde antes do início da guerra," Responsável pelo Circo Hitler" - só encontrando a sua face "anti-nazi" quando viu que o regime ia perder a guerra.

Pulhas, ambos.

A partir do momento que comentamos este lado negro da historia e impossível não ir ao encontro do que se viu, uma coisa a salientar aquela obra foi feita por homens e mulheres absolutamente normais .
 
...
Nenhum avião e stealth,apenas ... apontaram radares mais antigos (longa frequeencia?) á zona prevista e a juntar a um momento que o avião tinha uma assinatura radar maior...
...
Os radares que abateram o F117 estavam a operar em banda curta, veem melhor as coisas, mas tem alcance menor, e eram portáteis.
Depois o F117, que passou perto do radar ficou totalmente visível ao mesmo, os aviões stealth são totalmente visíveis ao radar como um avião normal, se a distância for demasiado curta.


... J-20, que é a versão chinesa do caça de 5 geração TEORICAMENTE é mais avançado que o seu congenere Russo...
...
Teoricamente, porque na prática tem que concluir o ws15 para que estejam à altura dos motores do F15 e do SU35, e o projecto do ws15 já tem um modesto atraso de 25 anos, pior, eles precisam de motores muito melhores que os do F22 ou do pak-fa, porque a sua arquitectura em canard, é melhor para manobrar mas gera tanto arrasto...
Depois tens o facto de eles não terem uma aerodinâmica limpa, indicio disso são os canards com diedro, e os estabilizadores verticais, por debaixo da retaguarda.

O tal Mig que falam é o PKA-FA, um avião que apesar de recente, de capacidade stealth etc etc é um remake do Sukoi-27, todo ele e baseado na estrutura de um avião com 30anos.
...
Se estivesses a falar do PAK-HAL FGFA (rússia + india) ainda concordaria contigo, aquilo é meio pak-fa, meio Su35 (para ser simpático), mas agora do PAK-FA (Russia) discordo em género numero e grau.
Até comparando os dois entre si não há grandes semelhanças além do aspecto geral, quanto mais entre o pak-fa e o SU35...

...
2 - o caça actualmente tido como o "melhor do mundo", é o F-22 'Raptor' Americano - tu é que dizes que são os Russos;
(Supostamente, "melhor" significará, mais evoluído; mais letal em combate.)
...
A mão de obra especializada não abunda na Rússia, metade do ano lá é brutal quase em todo o território, basicamente o que é bom para eles é um avião que um lavrador possa fazer a manutenção com o uniforme de inverno e um par de luvas.
 
E isso é o mais assustador paulo3ooo: a banalidade do mal.


... mas vocês acreditam mesmo que o mundo pode existir sem mal.
O mal extremo é uma das forças ocultas da natureza, ela mesma criadora dessas várias faces.

O homem como filho da natureza, há muito, já não se deveria admirar, com os extremos a que pode chegar...
 
Última edição:
Na linha do que tenho escrito neste tópico:

830091
 
Quando e que saem os resultados do referendo e o que vai acontecer pos referendo ?

é igual o que vai acontecer, Crimeia vai ser Russa.
ninguém quer arriscar uma guerra que vai escalar para uma 3 guerra mundial mas a Russia vai pagar o preço. o problema ? reação da Ukrania afastamento da EU e USA da russia mau negocio.... o que terá Putim na cabeça?
 
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