[Sociedade] Ucrânia

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O quê? Comprar as acções e minar todo o esquema capitalista pela sua base?

Já o estão a fazer... e agora é só continuar... sabes onde está o capital agora, certo? Rússia, China... Malásia, Singapura... Dubai, etc.

O capital muda de mãos mais facilmente do que tu imaginas, a diferença é que uns sabem se preparar para o futuro e outros não.
Eles ganham muito dinheiro mas depois depositam a sua maioria nos locais do costume. O Putin que o diga que tem a maior parte do seu dinheiro em bancos suíços.
 
O quê? Comprar as acções e minar todo o esquema capitalista pela sua base?

Já o estão a fazer... e agora é só continuar... sabes onde está o capital agora, certo? Rússia, China... Malásia, Singapura... Dubai, etc.

Não podemos nos fazer o mesmo também? dinheiro é só papel e somos todos nos que lhe damos valor em caso de guerra não vale nada.
 
O capital muda de mãos mais facilmente do que tu imaginas, a diferença é que uns sabem se preparar para o futuro e outros não.
Eles ganham muito dinheiro mas depois depositam a sua maioria nos locais do costume. O Putin que o diga que tem a maior parte do seu dinheiro em bancos suíços.

Achas que ele e os seus muitos camaradas/comparsas chegaram onde chegaram por serem estúpidos?

Na Suiça, Áustria, Liechtenstein, França, Bélgica, Luxemburgo e Inglaterra estão apenas os depósitos necessários para as contas correntes, para ir ao supermercado diariamente e mais umas festas para os filhos que lá vivem...

O grosso está bem guardado nas offshores intocáveis. Vê lá se eles se chatearam muito com o dinheiro que perderam no Chipre... dinheiro sujo ganha-se facilmente, para quê chatear muito com isso?
 
Apesar da situação actual da Rússia ainda tem poderio tanto diplomático como militar para incendiar e colocar o mundo em caos... Se isto escalar a Europa está mal preparada para se poder defender corretamente. E se escalar não vai ser só aqui.
 
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Para veres melhor como tudo funciona vê bem a importância a nível tecnológico que a Rússia tem a nível mundial. É quase inexistente e o pouco que fazem está muito abaixo do que se faz em outros países ocidentais.
O pouco de bom que eles tem a nível militar foi comprado a outros países.

A Rússia, em termos de tecnologia militar tem uma capacidade potencial impressionante. Não têm é uma produção em quantidade, nem forças bem treinadas e equipadas, mas em caso de conflito, não menosprezem a capacidade dos Russos. A história demonstra bem as suas capacidades estratégicas...
 
O que vocês estão a fazer estão também EUA e a Rússia a fazer.

Contar espingardas, cada um faz as suas contas e medem os seus riscos e depois vai agir em conformidade.
 
O que vocês estão a fazer estão também EUA e a Rússia a fazer.

Contar espingardas, cada um faz as suas contas e medem os seus riscos e depois vai agir em conformidade.



É para isso que cada país tem as suas polícias de investigação. Todos sabem bem o que vale cada um, o que fazem em cada hora ou minuto, o que bebem, onde vão às saunas, as amantes que têm...

Só não sabem que vou fazer uma quiche de atum e alho francês neste momento porque eu não lhes interesso! Nem o Putin cá vem hoje a casa...
 
A forte reacção do Ocidente.

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Sim também acho. São o topo da tecnologia militar actual é claro que abater um f-117 é coisa de outro mundo, claro que não é propaganda. Claro que também os caças russos de ultima geração são os melhores do mundo assim acho que temos a velha URSS de volta.
Nao existe tecnologia militar 100% stealth é apenas um termo usado para equipamento com baixa assinatura de radar e só são eficazes em determinadas situações. Curiosamente a maquinaria russa até aos dias de hoje tem servido para ser destruída e desmantelada pelos USA a parte de aquele caça se não estou em erro versão MIG-29 esse sim deu provas excepcionais de combate. Mas eu não sou um expert [:D]

1 - não é propaganda, o colega Shark descreveu no post # 375, como é que esse abate aconteceu;
(Sim, "stealth" é o que descreves.)

2 - o caça actualmente tido como o "melhor do mundo", é o F-22 'Raptor' Americano - tu é que dizes que são os Russos;
(Supostamente, "melhor" significará, mais evoluído; mais letal em combate.)

3 - insistes em ver tudo apenas a preto e branco, lembra-te da Koreia, do Vietname e outros conflitos em que aviões dos USA, tecnologicamente mais avançados também caíram como moscas.
(Se calhar caíram poucos F-4 Phantom mais as suas tripulações altamente treinadas, com programas de milhões de dólares, abatidos por pilotos Vietnamitas nos seus "baratuxos" MiG-17 e MiG-21... [:D].)

4 - Esse avião MiG-29 serviu para manter o temor nos pilotos ocidentais, na época da "Cortina de Ferro"...

O seu combat-ratio é muito fraco, pois também das poucas vezes que entrou em combate, foi às mãos de pilotos menos experientes que os Russos, em forças aéreas de ditadores isolados e já completamente obliteradas pela NATO.

Se em vez de MiG's, a Sérvia fosse combater com F-15 ou F-16's podres e cheios de avarias (como estavam os seus MiG-29), contra toda a NATO, o resultado seria semelhante.
 
Sinceramente essa conversa se a Rússia tem ou não um exército com armamento moderno é um bocado sem sentido. Parece óbvio que de armamento convencional a Rússia não faz nem cócegas aos USA. Mas, em contrapartida têm armamento nuclear, capaz de provocar o armaguedeon mundial. A partir daqui.... não há conversa sobre qualquer tipo de ameaça militar sobre eles... Só nos jogos de videogame... em que se tem mais que uma vida é que isso é possível.
 
Sinceramente essa conversa se a Rússia tem ou não um exército com armamento moderno é um bocado sem sentido. Parece óbvio que de armamento convencional a Rússia não faz nem cócegas aos USA. Mas, em contrapartida têm armamento nuclear, capaz de provocar o armaguedeon mundial. A partir daqui.... não há conversa sobre qualquer tipo de ameaça militar sobre eles... Só nos jogos de videogame... em que se tem mais que uma vida é que isso é possível.

Colega Cicero,

(Antes de mais, que fique claro que não concordo com a postura imperialista e ditatorial dos Russos, a que todos assistimos, agora também no caso da Ucrânia.)

A BOLD, como já disse anteriormente: PURO ERRO, normal em comentários generalistas e frases feitas.
(Diz-me lá o que é que os USA tinham ou têm actualmente, equivalente ao sistema S-400 Russo, por ex.)

Agora o típico comentário de: "a Rússia hoje, militarmente não é nada, só tem armas nucleares e blá blá", isso é frase feita, de muita gente que apenas fixou 2 ou 3 expressões feitas, de há 20 anos ou isso e assim contínua.

Hoje em dia, com tanto site de geopolítica e geoestratégia que há para aí, em que cada um pode ler, comparar e tirar as suas ilações, nem percebo como é que as pessoas se limitam a repetir "clichês" da altura da URSS ou queda do muro de Berlim.

Sobre o armamento convencional fazer ou não cócegas aos USA, repara que, quer os Russos; Chineses; Europeus; Israelitas; etc, já têm hoje em larga medida armamentos produzidos por si (muitas vezes "copiados" aos EUA, sim), mas apenas mais adaptados para os seus fins e versões mais baratas, compatíveis com as suas economias.
Portanto essa "distância tecnológica" já não é tão grande como muitos pensam.
 
3 - insistes em ver tudo apenas a preto e branco, lembra-te da Koreia, do Vietname e outros conflitos em que aviões dos USA, tecnologicamente mais avançados também caíram como moscas.
(Se calhar caíram poucos F-4 Phantom mais as suas tripulações altamente treinadas, com programas de milhões de dólares, abatidos por pilotos Vietnamitas nos seus "baratuxos" MiG-17 e MiG-21...

O problema do F4 Phantom no Vietname, foi que inicialmente para o cambate ar-ar só estavam equipados com misseis, e não dispunham de nenhum canhão de tiro rápido essencial para o combate a curta distancia, coisa que os MIGs tinham.

Quando os americanos resolveram equipar os Phantam com o canhão Vulcan de 20mmm, as coisas mudaram radicalmente, e os MIG quase que desapareceram dos céus. O grande terror dos pilotos americanos passou a ser então as baterias de misseis SAN-5 e SAN-7 de defesa AA de media e alta altitude, e das baterias de canhões bitubo de defesa a baixa altitude que defendiam os pontos estrategicos do pais.
 
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O problema do F4 Phantom no Vietname, foi que inicialmente para o cambate ar-ar só estavam equipados com misseis, e não dispunham de nenhum canhão de tiro rápido essencial para o combate a curta distancia, coisa que os MIGs tinham.

Quando os americanos resolveram equipar os Phantam com o canhão Vulcan de 20mmm, as coisas mudaram radicalmente, e os MIG quase que desapareceram dos céus. O grande terror dos pilotos americanos passou a ser então as baterias de misseis SAN-5 e SAN-7 de defesa AA de media e alta altitude, e das baterias de canhões bitubo de defesa a baixa altitude que defendiam os pontos estrategicos do pais.

Absolutamente verdade o que dizes.

E nem os mísseis ar-ar (do próprio F-4) na altura conseguiam fixar facilmente os MiG durante as suas curvas fechadas, nem o "pesado" F-4 Phantom conseguia curvar como eles para se manter em posição de disparo favorável.

E no entanto, apesar dos F-4 serem caças muitíssimo mais caros e tecnológicamente avançados que qualquer MiG russo daquela altura, muitos foram abatidos...

Por esse mesmo exemplo que também tu referes, é que o comentário típico de outros colegas:
" a maquinaria militar russa apenas serve para ser destruída pelos EUA ", me parece claramente desligado da realidade, mas a malta gosta muito de simplificar as coisas, segundo as suas preferências.
 
Última edição:
Sinceramente essa conversa se a Rússia tem ou não um exército com armamento moderno é um bocado sem sentido. Parece óbvio que de armamento convencional a Rússia não faz nem cócegas aos USA. Mas, em contrapartida têm armamento nuclear, capaz de provocar o armaguedeon mundial. A partir daqui.... não há conversa sobre qualquer tipo de ameaça militar sobre eles... Só nos jogos de videogame... em que se tem mais que uma vida é que isso é possível.

O nuclear e o seu uso não é assim tão linear. Não faz a diferença, pelo menos neste contexto.

Tens de ter a noção que à Rússia nunca lhe interessaria usar armas nucleares, e ao escalar de um conflito... "à porta de casa".

O nuclear, é por assim dizer, descarto do contexto. Não é por terem acesso a esse tipo de armamento que impedirá um conflito com terceiros.

Índia e Paquistão têm armamento nuclear e estão em permanente conflito... não declarado.


De resto, em relação aos que discutem as capacidades da Rússia, em cenário convencional, parece que isto, post #378 lhes passou ao lado.

São factos e não opiniões. A Rússia encontra-se a "longe" da capacidade bélica de uns EUA. Seja em tecnologia moderna, seja na sua manutenção, seja no nível de preparação dos seus efectivos, seja na logística, etc.
 
Absolutamente verdade o que dizes.

E nem os mísseis ar-ar (do próprio F-4) na altura conseguiam fixar facilmente os MiG durante as suas curvas fechadas, nem o "pesado" F-4 Phantom conseguia curvar como eles para se manter em posição de disparo favorável.

E no entanto, apesar dos F-4 serem caças muitíssimo mais caros e tecnológicamente avançados que qualquer MiG russo daquela altura, muitos foram abatidos...

Por esse mesmo exemplo que também tu referes, é que o comentário típico de outros colegas:
" a maquinaria militar russa apenas serve para ser destruída pelos EUA ", me parece claramente desligado da realidade, mas a malta gosta muito de simplificar as coisas, segundo as suas preferências.

[;)]

Desde o início da operação, deficiências na coordenação entre os meios aéreos e terrestres e a eficácia dos grupos de combate georgianos equipadas com mísseis modernos custam danos consideráveis às forças russas, tanto terrestres como aéreas. Tbilissi reivindica a destruição de 10 aparelhos russos, a Rússia reconhece a perda de dois.


A precisão dos ataques aéreos russos (bombas lançadas pelos Su-25 e pelos helicópteros de combate Mi-24 terá deixado muito a desejar, continuando a notar-se a faltade armas de precisão. A aviação russa revelou assim dificuldades a neutralizar as posições de artilharia e meios anti-aéreos (DCA) inimigos.



Os blindados russos provocaram baixas pesadas aos georgianos, mas as blindagens dos T-80 e sobretudo dos T-62 e T-72 mostrar-se-ão vulneráveis aos mísseis anti-carro modernos georgianos (que causarão aliás uma crise diplomática entre Moscovo e Tel Avive). As unidades continuam a não estar apetrechadas para o combate nocturno.

...

A questão da reforma das Forças Armadas russas arrasta-se, entre promessas e recuos, desde 1991. O descalabro militar da Tchetchénia (1994-96) viria ilustrar de forma dramática o descalabro do exército russo e accionar os alarmes. “A não ser feito nada (até ao ano 2003) o Exército terá perdido completamente a sua capacidade de defesa do país” - alertou o então ministro da Defesa Igor Rodionov.

Ainda presidente em exercício, Vladimir Putin elege a Defesa como uma das suas prioridades. As reformas lançadas pelo novo senhor do Kremlin estiveram porém longe de alcançar os resultados almejados. Os problemas são múltiplos. Desde a resistência dos generais a mudanças substanciais, à eventual hesitação em impor reformas impopulares a uma base de apoio institucional chave, à própria disputa de competências entre o ministério da Defesa e o Estado-Maior das Forças Armadas. A tudo isto juntam-se a corrupção endémica que se instalou nas Forças Armadas, a penúria de recursos financeiros e as chagas da própria sociedade russa.


O recrutamento representa uma dor de cabeça para as chefias militares russas. A carreira das armas, muito prestigiada no tempo da URSS, atrai hoje cada vez menos mancebos. Os salários dos militares, mesmo várias vezes aumentados por Putin, continuam a ser muito baixos. A estrutura dos quadros continua distorcida. O exército russo conta mais de 800 generais e com uma percentagem desproporcionada de oficiais. Em contrapartida, estão por preencher vagas de dezenas de milhares de sargentos, que deviam ser a espinha dorsal do Exército.

Apenas uma pequena fracção (9 a 11 por cento) dos mancebos russos respondem efectivamente à chamada do Exército. Ou seja, cerca de 40 mil jovens escapam à incorporação recorrendo a inúmeros expedientes, entre eles corromper os oficiais no lugar certo. Dados das diversas incorporações mostram que são afinal os mais incapazes a responder, entre eles os menos aptos fisicamente, com menor escolaridade, desempregados, alcoólicos, drogados ou cadastrados.


...

Entre 2000 e 2007 o orçamento militar russo aumentou entre 25 e 30 por cento ao ano. Ainda assim, o orçamento para 2007 (22,7 biliões de dólares) representava menos de um décimo das despesas americanas com a Defesa. Este esforço era em boa medida dirigido à modernização dos equipamentos do antigo arsenal soviético. Mas esse equipamento foi “apodrecendo” ao longo dos anos de estagnação que se seguiu ao colapso da URSS. Em 2006 Vladimir Putin anunciou com grande eco mediático um vasto programa de reequipamento das Forças Armadas orçado em mais de 4 900 biliões de rublos (189 biliões de dólares) para o período de 2007 a 2015.
A aposta foi em boa medida dirigida à melhoria das capacidades nucleares russas. A tríade nuclear russa estava virtualmente em ruínas. A força de bombardeiros está à beira do colapso. A frota de submarinos está atacada pela corrosão e pela falta de manutenção - daí os desastres como o ocorrido com o Kursk, em Agosto de 2000.


O grosso do armamento russo é considerado pelos peritos ocidentais obsoleto e com manutenção deficiente. A maior parte do inventário de tanques e aviões data ainda da guerra do Afeganistão. No momento em que as forças americanas apostam cada vez mais em veículos e aviões não pilotados e em robots preparados para o combate sem contacto, a Rússia continua a apostar em versões melhoradas de armas desenvolvidas nos anos 1970 e 80.

...

As comparações com as forças da NATO, e em particular dos EUA, arriscam-se a cair num vício de análise. O potencial russo é, quantitativa e qualitativamente, incapaz de fazer face aos recursos bélicos dos EUA ou da NATO.

...

A Rússia carece de investimentos, debate-se com a fuga de capitais e de cérebros, com infra-estruturas obsoletas, com um acentuado atraso tecnológico em relação aos países industrializados. Os níveis de produção de petróleo e de gás poderão estar em risco se as infra-estruturas não forem modernizadas.


:: Revista Militar ::
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Não há um ramo das FA onde a Rússia faça frente aos EUA. Agora, o que me parece é que tu simplificas as coisas, segundo as tuas preferências.

Noutro post referes que o exército é:

- têm um exército enorme, com experiência em muitas guerras/conflitos ao longo da história, são especialistas em guerrilhas, etc. - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/125528-ucrania-13.html#post1067830578

Mas:

Rússia, Efetivo atual (Exército): 395.000 incluindo 190.000 recrutas e 35.000 militares das Forças Aerotransportadas (2006).

Exército da Rússia

EUA: (Exército) No ano fiscal de 2010, o Exército Regular relatou uma força de 561.979 soldados, a Guarda Nacional do Exército (ARNG) relatou 362.015, e o Exército Reserva (USAR) relatou 205.281, colocando o total de componentes de forças combinadas em 1.129.275 soldados.

Exército dos Estados Unidos - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/125528-ucrania-13.html#post1067830578

Os números são de anos diferentes, mas... se algo muda, em termos da Rússia, é que a Rússia está a levar a cabo uma redução dos seus efectivos. [;)]

E repito... se conseguires discutir isto:

A experiência acumulada... e mesmo a que advém dos erros e dai aprendizagem... separa os EUA da Rússia. Os russos perderam há muito a "ligação" umbilical com a experiência da Segunda Guerra Mundial. Desde essa experiência só têm tido conflitos com povos, populações civis (expansão pós II GM nos países satélite) e em duas das suas ex-repúblicas. A questão "Afeganistão" e "Vietname", nos anos 80 e 60/70, apenas aponta para algo de residual e para fornecimento de armamento e aconselhamento.

Os EUA têm, por seu lado, a experiência continua em vários cenários e teatros de guerra. Seja contra exércitos regulares, guerrilha, terrorismo, seja através de intervenções no terreno com efectivos, através e apenas de ataques "à distância", etc. Os americanos têm pessoal dedicado e profissional, além do recrutado "convencional", com vasta experiência de combate.

Pelo contrário, os russos têm um défice de experiência nos seus quadros. A maioria são jovens recrutados, que não pensam naquilo como uma carreira! - See more at: http://forum.autohoje.com/off-topic/125528-ucrania-13.html#post1067830578
 
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Se a Russia se acha no direito de invadir e anexar a Crimeia como um estado autónomo, então esta atitude poderá levar a que os americanos também se achem no direito de invadir e anexar Cuba como mais um estado dos EUA [;)]
 
O nuclear e o seu uso não é assim tão linear. Não faz a diferença, pelo menos neste contexto.

Tens de ter a noção que à Rússia nunca lhe interessaria usar armas nucleares, e ao escalar de um conflito... "à porta de casa".

O nuclear, é por assim dizer, descarto do contexto. Não é por terem acesso a esse tipo de armamento que impedirá um conflito com terceiros.

Índia e Paquistão têm armamento nuclear e estão em permanente conflito... não declarado.


De resto, em relação aos que discutem as capacidades da Rússia, em cenário convencional, parece que isto, post #378 lhes passou ao lado.

São factos e não opiniões. A Rússia encontra-se a "longe" da capacidade bélica de uns EUA. Seja em tecnologia moderna, seja na sua manutenção, seja no nível de preparação dos seus efectivos, seja na logística, etc.

Nao concordo de todo contigo. O nuclear e a garantia que as potencias Ocidentais nao interveem directamente no conflito. Nao interessa de facto a Russia uma escalada nuclear. Mas tb seria impensavel e irracional colocar tropas da nato em conflito directo com a Russia. Subiria a parada tao alto com uma tensao tao insuportavel que nao e simplesmente opcao.
 
Se a Russia se acha no direito de invadir e anexar a Crimeia como um estado autónomo, então esta atitude poderá levar a que os americanos também se achem no direito de invadir e anexar Cuba como mais um estado dos EUA [;)]

Esse raciocinio e demasiado simples para uma realidade complexa. De certa maneira guerra fria nao acabou apenas evoluiu. Os grandes blocos continuam a lutar por zonas de influencia. Por um lado a nato por outro a Russia e ultimamente a China. Todos procuram alargar a zona de influencia quer para ter mais acesso a recursos... quer por ex. para vender armas.
 
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