Tópico Lancia

1013814_611111908985618_3490587414891350862_n.jpg

1956. #Lancia Aurelia B20 GT Coupé (III-V series) - #Superga (#Turin)
:)(Smile)
[br:)]

Na basílica de má memória para todos os adeptos de futebol onde um Fiat G212 proveniente de Lisboa em 1949 se despenhou matando toda a equipa do Torino, tetra campeã italiana à data e considerada a melhor equipa da europa na altura. A volta perto da basílica de Superga era na altura habitual, uma vez que o principal campo de voo em Turim era o agora chamado Torino-Aeritalia, mas que na altura se chamava de Mirafiori.

Capture.jpg
 
Foi este o FIAT G212 [s)]

g212-1.jpg


Reza a lenda que esta tragédia que vitimou a melhor equipa na altura seja em parte responsável pela adopção do futebol defensivo em Itália.
Primeiro por necessidade, pois foram enfraquecidos para os Mundiais, depois porque como resultou com Herrera, tiveram tendência a usar Catenaccio.

A tragédia também é responsável pelo desaparecer do Torino como um grande do futebol.
Depois disso venceu apenas um campeonato e nos anos 70.

O futebol Italiano vivia muito dos dois grandes de Torino: Torino e Juventus e dos dois grandes de Milano: Milan e Inter.
 
Última edição:
Foi este o FIAT G212 [s)]

g212-1.jpg


Reza a lenda que esta tragédia que vitimou a melhor equipa na altura seja em parte responsável pela adopção do futebol defensivo em Itália.
Primeiro por necessidade, pois foram enfraquecidos para os Mundiais, depois porque como resultou com Herrera, tiveram tendência a usar Catenaccio.

A tragédia também é responsável pelo desaparecer do Torino como um grande do futebol.
Depois disso venceu apenas um campeonato e nos anos 70.

O futebol Italiano vivia muito dos dois grandes de Torino: Torino e Juventus e dos dois grandes de Milano: Milan e Inter.

O Torino da altura era de tal forma grande que além de ser tetra campeão (tri antes do acidente, sagraram-se tetra campeões póstumamente, tendo o Torino acabado o campeonato a jogar com os júniores), eram a base da selecção italiana, de tal forma, que na equipa titular, só o Guarda Redes não era do Torino, era do Inter. Assim uma espécie do que o Benfica veio a fazer na década de 60, ainda assim o Benfica não tinha 10 titulares na selecção.

E o Torino era muito maior que a Juve... de tal forma que em Turim se passa um fenómeno parecido ao que existe em Manchester. Em Turim a maior parte dos adeptos são do Torino, mas a Juve tem um enorme apoio a nível nacional, tal como o Manchester City (os Citizens) que têm muito mais adeptos em Manchester, e o United que tem mais adeptos mas espalhados pelo país. a Juve não é sequer considerada um clube da cidade... é o clube do império (Fiat).

Quanto a mim o catennacio apesar de existirem alguns ensaios antes, aparece mais tarde, não estando directamente relacionado com esta tragédia, mas sim com a introdução da figura do líbero, mais frequentemente nos anos 60, como dizes e bem pelo Herrera, no Inter.
 
Tinha falado nele e por acaso neste fim de semana tive a oportunidade de andar com um Delta, o 1.6d.

Nota-se pouco a idade do projecto, achei o carro muito bom, alguns pontos negativos, mas mais positivos, no global continuo adorar o carro.
 
Tinha falado nele e por acaso neste fim de semana tive a oportunidade de andar com um Delta, o 1.6d.

Nota-se pouco a idade do projecto, achei o carro muito bom, alguns pontos negativos, mas mais positivos, no global continuo adorar o carro.

Com todos os aspectos menos bons e negativos que possa ter, era sempre de se vender muito mais.
Por pouco que fosse.
 
Quanto a mim o catennacio apesar de existirem alguns ensaios antes, aparece mais tarde, não estando directamente relacionado com esta tragédia, mas sim com a introdução da figura do líbero, mais frequentemente nos anos 60, como dizes e bem pelo Herrera, no Inter.

Claro, aliás ele veio da Suiça / Áustria para Itália, mas como disse, foi com Herrera que resultou, ou seja, o Inter chegou ao topo do futebol mundial a jogar assim.
A tendência a praticar tácticas defensivas em Itália tem muito a ver com esse sucesso.
Curiosamente a Itália costuma jogar à defesa e quando não o faz... ganha Mundiais.
 
Com todos os aspectos menos bons e negativos que possa ter, era sempre de se vender muito mais.
Por pouco que fosse.

Sem duvida, é uma pena perder-se um carro tão único no mercado.

As coisas que achei negativas não foram assim muitas, algumas mais importantes, outras nem por isso.
Bancos duros, podiam ser um pouco mais confortáveis.
Alguns plásticos, o do painel do radio por exemplo e da 'moldura' da caixa (auto).
Leitura do conta-km
Falta de informação do CC
Controlo do menu de opções.
A caixa um pouco indecisa, mas responde bem em modo manual.

De resto gostei de tudo, tem muito espaço, atrás é um absurdo, imagino que na classe não haja nada perto sequer, na classe e até nas superiores.
Tem um pisar solido, a direcção um pouco vaga, mas não é um desportivo, é um carro de viagem e deve ser tratado dessa forma.
O motor responde perfeitamente, cumpre bem, leva-o até aos 180 sem problemas e de forma muito linear, a partir dai já começa a abrandar.
A caixa apesar de indecisa em modo auto é perfeitamente utilizável, apenas precisava de perder o fosso entre mudanças, fosso que pode ser atenuado e quase eliminado levantando o pé do acelerador.
Bons materiais no interior.

Este que está no SV caia-me mesmo bem, 15500 com uma botija e já não me chateava mais. [br:)]
http://www.standvirtual.com/carros/anuncios/Lancia/Delta/P7874735/

Uma configuração fantástica.
 
Não existem muitas referências a isso... não sei se me estou a esquecer de algum, mas ou são letras gregas ou estradas italianas (do império romano). o gosto de Vincenzo Lancia pelas "séries" (mesmo tema) e pelos temas em particular pode estar ligado a um dos seus irmãos (o mais velho) que era historiador/estudioso e falava grego. Imagino que o primeiro tenha sido Alpha um pouco por acaso (chegou a ser apresentado como Tipo 51), e daí tenham seguido. Depois vieram as estradas que estão relacionadas com o império romano, a Via Appia era a estrada mais conhecida do imperio Romano e a Via Aurelia e a Via Flaminia eram outras estradas conhecidas e importantes nomeadas após o "personagem que as mandou construir (Imperador Aurelio, um senador Caio Flaminia, etc) A Via Fluvia era uma importante estrada que passava por Turim, etc, etc... Entretanto nos anos 70 voltou-se a usar as letras gregas, talvez por homenagem, e quase nunca mais daí se saiu com o Beta, Delta, Ypsilon (deveria ser Epsilon), Dedra, Kappa, etc, sendo as excepções o Lybra, o Thema e agora o Voyager. Os furgões e camiões da marca (ainda fez bastantes) eram maioritariamente iota mas também Ro (Rho), sendo chamados de Jota, Dijota, Triota, Tetraiota, Pentaiota, Ro, Ro-Ro, Esaro, etc.

Ypsilon e Epsilon são duas letras diferentes do alfabeto grego, não é nenhuma alteração para soar melhor [;)]

O Ypsilon é que pode ser lido assim mesmo, pode Upsilon ou Hypsilon. A wiki dá uma ajuda: Alfabeto greco - Wikipedia
 
¿Adiós al Lancia Delta? Parece que 2014 será el último año del compacto de Lancia

lancia-delta-2014-p1.jpg


FIAT tiene un más que ambicioso plan para Alfa Romeo. Una renovación completa de la marca, potenciando el enfoque que nunca debería haber perdido al tiempo que Maserati vive una nueva era dorada. Por desgracia no todo son buenas noticias dentro del grupo FIAT-Chrysler y Lancia aparece como la principal damnificada, con un futuro poco o nada esperanzador, destinada únicamente al mercado italiano al tiempo que Chrysler recupera terreno en Europa.
Ante este panorama comienza la disolución paulatina de la marca, avisándonos ya desde Bloomberg de ladesaparición del Lancia Delta este mismo año.

Según habría informado una fuente a Bloomberg la gama de Lancia pasaría a estar conformada únicamente en el futuro, en 2016, por un Lancia Ypsilon destinado únicamente al mercado italiano. La comercialización del Lancia Delta llegaría a su fin este mismo año así como el próximo año se pondría fin a las ventas del Chrysler Voyager remarcado bajo la insignia de Lancia. Aunque no se especifica desde Bloomberg podemos entender que el Thema también desaparecería en 2015.

Al margen del ceso del Delta y Voyager parece que el próximo año Lancia podría recibir fondos para un restyling del Ypsilon que sigue siendo uno de los coches más vendidos en Italia.

¿Qué dicen los planes de FIAT-Chrysler sobre Lancia?

lancia-ypsilon-elefantino-prueba-03-dm-700px.jpg


Presentados recientemente los planes de FIAT-Chrysler para 2014 y 2018 nos encontramos con que el papel de Lancia quedará predestinado a Italia donde la firma goza de una buena acogida. Desapareciendo poco a poco del resto de Europa se iniciará el regreso de Chrysler al viejo continente, volviendo a distribuir sus productos bajo su propia insignia y no bajo el techo de Lancia, como actualmente ocurre con un 300C convertido en Lancia Thema o el Voyager.
Podemos suponer que la red comercial poco a poco irá adaptándose a la desaparición de Lanciapara contar en los concesionarios con los modelos de Chrysler al tiempo que las plantas de producción también se adaptan para sustituir la producción del Delta por el Bravo y Giulietta y sucesivas generaciones y del Ypsilon por el Fiat 500.

¿Qué nos ofrece el Lancia Delta?

lancia-delta-s-momodesign-04-dm-700px.jpg


Con una imagen atípica dentro del segmento de los compactos, alargada, de formas redondeadas, el Lancia Delta nos ofrece una perspectiva estéticamente distinguida en el segmento apoyada además por buenos propósitos en su equipamiento interior y una destacable habitabilidad para las plazas posteriores, modulares y con un espacio más propio de un segmento superior. En contraposición nos encontramos con una dinámica mejorable sobre todo en lo que al tacto de su dirección se refiere.

Actualmente el Lancia Delta cuenta con un precio promocional de 16.700 euros para un Lancia Delta Gold con el motor 1.6 MultiJet de 120 caballos con el sistema Blue&Me con manos libres y toma USB, Climatizador bizona, cuero, llantas de aleación y sensores de luz y lluvia.
Fuente: Bloomberg
 
Voltar
Superior