Tópico Lancia

Turbo: a questão era apenas que depois de um primeiro ano com vendas muito pequenas do Y em Portugal, como era de esperar com o 500 ali ao lado, este ano até se têm visto alguns na rua. Muito mais do que estava à espera.

Claro que no final das contas, são globalmente poucas unidades.
E como eu tinha dito, Lancia só com Y é então "Autobianchi".

Reparar que o Y, 500 ou Panda a nível europeu e italiano vendem maior número de unidade (a nível individual), que o compacto Alfa-Romeo MiTo.

Mantendo o Y e o Delta em Itália e no Reino Unido (Chrysler), a FCA tanto pode manter a marca em actividade mínima e/ou cancelar produção após lançamento de edição dita especial.
 
Coloquei aqui artigo que colocava a questão de venda da marca a capital nipónico ou outro, aqui também não vejo abertura em termo de fundo pois com o anuncio de produzir um carro low-cost a FCA deve recorrer a toda a patente industrial e comercial para colocação no mercado.

A Lancia a nível individual deve possuir uma série de autorização de patente.
 
(...) Com o guito que vão investir na Alfa Romeo para a tornar global, imagino que não sobre muito para a Lancia.
Para a tornar novamente viável, seria necessário investimento massivo contínuo em produto e marketing. E há muito que esse barco já zarpou.
E mesmo para o fazer para a Alfa, deverá ser esforço titânico.
Pelo que se vê no que toca a estratégia futura, efectivamente a Lancia "chic" será substituida pelos Fiat 500 e derivados.

De inicio ainda houve uma indefinição (necessidade de rentabilizar ao máximo portefólio é que a própria operação de total aquisição e/ou fusão entre a Chrysler Group e FIAT não foi automática), que acredito que ainda levou à colocação no mercado modelo Chrysler com referência Lancia.

Talvez a questão do esforço financeiro a par de uma forte pressão para colocar automóvel novo no mercado tenham acelerado a uma definição na questão.

E a própria realidade actual também é escrita no post na questão da Alfa-Romeo, por ora é produto FIAT particular e com presença histórica em mercado (500&Derivado) e a realidade Chrysler a terem maior recolha de proveito em estratégia comum.
 
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#Lancia Appia sport (1961)
 


"Qui s’en rappelle ? Finalement pas grand monde, et pourtant, elle est belle et violente ! Du moins comme une caisse de Gr5 puisse l’être. Une catégorie née pour une histoire de jalousie …. jalousie envers les américains et leur brutale série Can-Am …

Du coup, les européens, qui voulaient montrer, qu’eux aussi pouvaient avoir leur discipline à engins “extrêmes”, eurent leur Gr5 … Des moteurs plus petits mais boostés à coups de turbocompresseurs soufflants à des pressions très élevées !



Les caisses étaient alors classées en plusieurs catégories, jusqu’aux monstres, les “Special Production Cars”, des protos hypertrophiés basés sur des modèles de série. Il y eu plusieurs générations de règlements, en fonction des années. La période qui nous intéresse ici, concerne la 4ème, qui sévi de 1976 à 1985. C’est justement celle qui a vu le réglementation devenir le plus permissive.



Parmi elles, la bête à abattre, c’était la Porsche 935 ! Les concurrents fourbirent leurs armes, Ford avec la Capri préparée par Zakspeed, BMW avec sa Goldorakesque 320 i turbo, accompagnées de pas mal de japonaises, la catégorie étant internationale, beaucoup de règlements permettaient à plusieurs voitures inscrites dans des championnats nationaux, de se retrouver éligibles en Gr5, dont le All Japan Sports Prototype Championship (JSPC).

Mais revenons à notre Lancia Beta. Sous son capot un 1.4 turbo, sortant bien plus de 400 ch … Pensez bien qu’à l’image du GrB, les constructeurs restaient très évasifs quant aux puissances de leurs engins. On peut dire qu’il y en avait 2, l’officielle et l’officieuse ! Mais les légendes urbaines annonçaient des puissances de l’ordre de 800 – 900 ch ! Elle a foulé les pistes en 1979 et gagné ses galons l’année suivante en remportant le championnat du monde des constructeurs en moins de 2 l, mais également le championnat allemand, le DRM puis, en 81, le championnat du monde d’endurance. Beau palmarès.



Elle reste un icône, l’image de ces années ou une réglementation plutôt “libre”, permettait de voir ce genre d’engin. En voir une évoluer aujourd’hui, 30 ans après reste un moment rare et exceptionnel. Alors profitez …"Em Lancia Beta Monte Carlo Gr5 – Bodybuilding ?! | De l'essence dans mes veines
 


"On a déjà parlé de la Delta, son écrasante domination en rallye, ses différentes versions … Alors voici rapidement une vidéo fort sympathique mettant en scène une des fameuses Delta HF Integrale GrA aux couleurs de Martini.

Il s’agit en fait d’une vidéo promotionnelle d’un rallye historique, le Valmessa Graffiti en Italie. Pour info la voiture, ici présente est celle de Miki Biasion."Em Delta Martini : Rallye Legende … | De l'essence dans mes veines

Enjoy …
 
Alguém daqui sabe porque os nomes dos modelos da lancia, ou são letras gregas ou nomes femininos? Já me apercebi de que têm imensos: Aprilia, Flavia, Aurelia etc.
 
Nao sei se ja falaram neste topico do impacto que a noticia do fim da Lancia ira ter nos atuais propriatarios dos carros desta marca (valor comercial dos veiculos) - sera que vai valorizar os automoveis ou desvalorizar?
 
Alguém daqui sabe porque os nomes dos modelos da lancia, ou são letras gregas ou nomes femininos? Já me apercebi de que têm imensos: Aprilia, Flavia, Aurelia etc.

Não existem muitas referências a isso... não sei se me estou a esquecer de algum, mas ou são letras gregas ou estradas italianas (do império romano). o gosto de Vincenzo Lancia pelas "séries" (mesmo tema) e pelos temas em particular pode estar ligado a um dos seus irmãos (o mais velho) que era historiador/estudioso e falava grego. Imagino que o primeiro tenha sido Alpha um pouco por acaso (chegou a ser apresentado como Tipo 51), e daí tenham seguido. Depois vieram as estradas que estão relacionadas com o império romano, a Via Appia era a estrada mais conhecida do imperio Romano e a Via Aurelia e a Via Flaminia eram outras estradas conhecidas e importantes nomeadas após o "personagem que as mandou construir (Imperador Aurelio, um senador Caio Flaminia, etc) A Via Fluvia era uma importante estrada que passava por Turim, etc, etc... Entretanto nos anos 70 voltou-se a usar as letras gregas, talvez por homenagem, e quase nunca mais daí se saiu com o Beta, Delta, Ypsilon (deveria ser Epsilon), Dedra, Kappa, etc, sendo as excepções o Lybra, o Thema e agora o Voyager. Os furgões e camiões da marca (ainda fez bastantes) eram maioritariamente iota mas também Ro (Rho), sendo chamados de Jota, Dijota, Triota, Tetraiota, Pentaiota, Ro, Ro-Ro, Esaro, etc.
 
Não existem muitas referências a isso... não sei se me estou a esquecer de algum, mas ou são letras gregas ou estradas italianas (do império romano). o gosto de Vincenzo Lancia pelas "séries" (mesmo tema) e pelos temas em particular pode estar ligado a um dos seus irmãos (o mais velho) que era historiador/estudioso e falava grego. Imagino que o primeiro tenha sido Alpha um pouco por acaso (chegou a ser apresentado como Tipo 51), e daí tenham seguido. Depois vieram as estradas que estão relacionadas com o império romano, a Via Appia era a estrada mais conhecida do imperio Romano e a Via Aurelia e a Via Flaminia eram outras estradas conhecidas e importantes nomeadas após o "personagem que as mandou construir (Imperador Aurelio, um senador Caio Flaminia, etc) A Via Fluvia era uma importante estrada que passava por Turim, etc, etc... Entretanto nos anos 70 voltou-se a usar as letras gregas, talvez por homenagem, e quase nunca mais daí se saiu com o Beta, Delta, Ypsilon (deveria ser Epsilon), Dedra, Kappa, etc, sendo as excepções o Lybra, o Thema e agora o Voyager. Os furgões e camiões da marca (ainda fez bastantes) eram maioritariamente iota mas também Ro (Rho), sendo chamados de Jota, Dijota, Triota, Tetraiota, Pentaiota, Ro, Ro-Ro, Esaro, etc.

E eu a julgar que eram nomes femininos, que desinformado que eu estava [:)]

Obrigado pela resposta [;)]
 
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