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O Y ainda só vi meia duzia deles, já 500... são tantos quanto Smarts []
Turbo: a questão era apenas que depois de um primeiro ano com vendas muito pequenas do Y em Portugal, como era de esperar com o 500 ali ao lado, este ano até se têm visto alguns na rua. Muito mais do que estava à espera.
Claro que no final das contas, são globalmente poucas unidades.
E como eu tinha dito, Lancia só com Y é então "Autobianchi".
(...) Com o guito que vão investir na Alfa Romeo para a tornar global, imagino que não sobre muito para a Lancia.
Para a tornar novamente viável, seria necessário investimento massivo contínuo em produto e marketing. E há muito que esse barco já zarpou.
E mesmo para o fazer para a Alfa, deverá ser esforço titânico.
Pelo que se vê no que toca a estratégia futura, efectivamente a Lancia "chic" será substituida pelos Fiat 500 e derivados.
Evidente.
Mas dos Y que viste, repara lá se não são quase todos matrículas "O." 2014.
A matricula não me recordo, mas em relação ao ano é provável estares correcto.





Alguém daqui sabe porque os nomes dos modelos da lancia, ou são letras gregas ou nomes femininos? Já me apercebi de que têm imensos: Aprilia, Flavia, Aurelia etc.
Não existem muitas referências a isso... não sei se me estou a esquecer de algum, mas ou são letras gregas ou estradas italianas (do império romano). o gosto de Vincenzo Lancia pelas "séries" (mesmo tema) e pelos temas em particular pode estar ligado a um dos seus irmãos (o mais velho) que era historiador/estudioso e falava grego. Imagino que o primeiro tenha sido Alpha um pouco por acaso (chegou a ser apresentado como Tipo 51), e daí tenham seguido. Depois vieram as estradas que estão relacionadas com o império romano, a Via Appia era a estrada mais conhecida do imperio Romano e a Via Aurelia e a Via Flaminia eram outras estradas conhecidas e importantes nomeadas após o "personagem que as mandou construir (Imperador Aurelio, um senador Caio Flaminia, etc) A Via Fluvia era uma importante estrada que passava por Turim, etc, etc... Entretanto nos anos 70 voltou-se a usar as letras gregas, talvez por homenagem, e quase nunca mais daí se saiu com o Beta, Delta, Ypsilon (deveria ser Epsilon), Dedra, Kappa, etc, sendo as excepções o Lybra, o Thema e agora o Voyager. Os furgões e camiões da marca (ainda fez bastantes) eram maioritariamente iota mas também Ro (Rho), sendo chamados de Jota, Dijota, Triota, Tetraiota, Pentaiota, Ro, Ro-Ro, Esaro, etc.