Tópico dos tablets

Alguma opinião?...

Na minha opinião pessoal, se um dia comprasse um tablet seria sempre de 10", nunca inferior.
Abaixo disso acho que não compensa a utilização, comparativamente ao um smartphone de 4.3", nem a experiência de utilização do tablet é tão boa como num de 10".

Continuo "apaixonado" pelo Asus, com aquele teclado fantástico em termos de qualidade e de encaixe engenhoso.
Acho que foi um trabalho fantástico que a Asus fez neste segmento.
 
Na minha opinião pessoal, se um dia comprasse um tablet seria sempre de 10", nunca inferior.
Abaixo disso acho que não compensa a utilização, comparativamente ao um smartphone de 4.3", nem a experiência de utilização do tablet é tão boa como num de 10".

Continuo "apaixonado" pelo Asus, com aquele teclado fantástico em termos de qualidade e de encaixe engenhoso.
Acho que foi um trabalho fantástico que a Asus fez neste segmento.

Penso que esse ASUS EEE PAD é o caminho a seguir. Parece-me ser a solução mais
racional para ter um PAD/TABLET.

Depois há a questão do software... e parece-me que o ANDROID começa a ser o SO
mais bem posicionado para ter uma plataforma capaz de evoluir.
 
A vermelho:
Não concordo.
- Para consumo de conteúdos WEB, depende muito do tipo de conteúdos.
- Para ver filmes é numa televisão, nem que seja com um PC lá ligado.
- Ler livros (+jornais +revistas), num LCD/TFT/etc. cansa muito mais a vista do que ler em papel.
Para ler livros digitais, nada como um KINDLE ou semelhante (e-ink/e-paper).
- Para ler e-mails, ainda vá... mas nunca para responder. Os teclados virtuais só mesmo para
desenrascar.

Nuno, estou a comparar aqueles valências com as de um computador. Claro que para ver filmes é melhor uma TV que um tablet. Claro que para ler livros é melhor um livro de papel (já com as revistas acho mesmo que o tablet é a melhor experiência que podemos ter actualmente). A questão está em teres um único dispositivo cujas várias valências são suficientemente boas para te permitir prescindir da soma daquelas outras coisas ideiais, em muitas situações.
Um exemplo, no meio de muitos: é óptimo ver um filme em ecran gigante. Mas também é optimo ir ver um filme na espreguiçadeira do jardim numa noite fresca de verão. Ora, é mais conveniente e confortável levar uma prancha de 700 gr do que montar a TV no jardim.

A azul:
É mais leve que um portátil... mas é muito mais limitado também. Além disso, os portáteis não
são todos grandes e pesados. Para isso, prefiro um NETBOOK. Se a ideia é trabalhar, nada
como um portátil, se a ideia é um desenrasque, nada como um smartphone (por ter uma
dimensão tal que pode acompanhar-nos para qualquer lado em qualquer situação... ou quase,
não convém ir com ele para dentro da piscina).

A qualidade da experiência de utilização de um bom tablet (um Ipad ou um Samsung Galaxy Tab) por exemplo é muito melhor que usar um netbook. Há qualquer coisa de profundamente orgânico e humano na interface touch, e de profundamente familiar no formato de um tablet.

A verde:
Será? Um telemóvel pode realmente andar connosco para qualquer lado (cabe no bolso). Mas
um PAD/TABLET não começará a ficar em casa pelo incómodo que é andar com ele?

Não é à toa que questionei pelo tipo de UTILIZAÇÃO que se pode dar a uma coisa dessas, em
lugar de perguntar que UTILIDADE tem. Porque a utilidade acho que já todos sabemos, pelas
aplicações disponíveis. Já a utilização é questionável. Ou seja, em que situações é que se
faz uso de uma ou outra utilidade? Qual é a utilização dessa utilidade?


Pois eu acho precisamente que um dos grandes pontos a favor de um tablet é a utilização, e não a utilidade. A utililidade é de facto secundária. Aliás, eu até arriscaria dizer que a utilidade (no sentido mais estrito de capacidade para desempenhar tarefas de trabalho) de um tablet é pouca. Já a experiência de utilização, essa sim, é excelente.
Eu diria mesmo que a qualidade da experiência de utilização de um tablet não tem comparação com qualquer outro dispositivo. Só assim se percebe que os tablets tenham tanto sucesso e sejam tão facilmente compreendidos e manuseados por crianças de 2 anos, e por idosos de 90.
 
Eu diria mesmo, fortíssima componente.

Pois claro. É um nicho novo para o qual não havia propriamente uma necessidade evidente. Mas como qualquer moda, pode passar, mas também pode ser tão bem sucedida que venha a criar o seu espaço de direito próprio. Acho que ainda é cedo para tirarmos conclusões definitivas.
 
K2000 disse:
Eh pá, tem paciência... Ler mails, ainda dou de barato, agora responder? Muito mais confortável que um computador? Mas que raio de computador tens tu?

Tenho um portátil Asus, e um Macbook pro. Mas confesso que desde que adquiri o Ipad nunca mais me dei ao trabalho de me levantar do sofá para ir responder aos mails nos computadores. Como é óbvio é mais rápido escrever num teclado de computador do que no Ipad, mas o Ipad está sempre ali à mão de semear! Ou seja, o incómodo de me levantar, ir ao escritório, ligar o computador, esperar que ele arranque, etc, etc, etc, é na minha cabeça maior que o trabalho adicional que me dá escrever um mail no Ipad. É tudo uma questão de custo-benefício relativo. Ok, também é uma questão de preguiça, é verdade! Mas os telecomandos também o são e não vejo ninguém deixar de os utilizar por causa disso.
 
Amigo Lightfoot... [:D]

Se se confirmar a resolução de 1280 x 800 em 9", penso que será excelente. Ainda para mais com apenas 470g...

O meu receio é que nessa resolução, tenha que se esforçar a vista em demasia. Nesse caso as 10.1" têm vantagem, embora se perca um pouco de portabilidade.
Viva, vizinho. [:D]

Obrigado pela resposta. Do que tenho lido, a dimensão mais apreciada tem sido, precisamente, a de 8.9, pois, apesar de ter a mesma performance e características do de 10.1, o seu tamanho apresenta vantagens precisamente na portabilidade... Mas vou continuar a ler mais alguma coisa!

Abraço. [;)]
 
Nuno, estou a comparar aqueles valências com as de um computador. Claro que para ver filmes é melhor uma TV que um tablet. Claro que para ler livros é melhor um livro de papel (já com as revistas acho mesmo que o tablet é a melhor experiência que podemos ter actualmente). A questão está em teres um único dispositivo cujas várias valências são suficientemente boas para te permitir prescindir da soma daquelas outras coisas ideiais, em muitas situações.
Um exemplo, no meio de muitos: é óptimo ver um filme em ecran gigante. Mas também é optimo ir ver um filme na espreguiçadeira do jardim numa noite fresca de verão. Ora, é mais conveniente e confortável levar uma prancha de 700 gr do que montar a TV no jardim.

Mas como único dispositivo, o ideal é um portátil. Senão tens que ter dois ou três... Um
portátil para aquilo que necessita de "rato" e teclado a sério, um smartphone para ter acesso
a "tudo" em todo o lado, e um tablet para "momentos de lazer" (porque, convenhamos, é
difícil "trabalhar" num teclado virtual).

Mesmo para o teu exemplo de ver um filme no jardim, o ideal seria um portátil (de preferência
de 17"), de modo a colocar numa mesa, em lugar de estar com um tablet ao colo para deixar
cair ao chão assim que se adormecesse a meio do filme (sim, já cheguei à idade em que é
frequente adormecer a meio dos filmes... até evito ir ao cinema para que o meu ressonar não
incomode os outros [;)] [:)] ).

Mas pronto, considero ver filmes no jardim como um caso de uso de um tablet. Não sei é se
justifica pagar o preço de um tablet para isso, quando se tem um portátil.

A qualidade da experiência de utilização de um bom tablet (um Ipad ou um Samsung Galaxy Tab) por exemplo é muito melhor que usar um netbook. Há qualquer coisa de profundamente orgânico e humano na interface touch, e de profundamente familiar no formato de um tablet.

Mas o problema é que o touch é uma excelente interface para certas coisas... para outras é
um desatino.

Pois eu acho precisamente que um dos grandes pontos a favor de um tablet é a utilização, e não a utilidade. A utililidade é de facto secundária. Aliás, eu até arriscaria dizer que a utilidade (no sentido mais estrito de capacidade para desempenhar tarefas de trabalho) de um tablet é pouca. Já a experiência de utilização, essa sim, é excelente.
Eu diria mesmo que a qualidade da experiência de utilização de um tablet não tem comparação com qualquer outro dispositivo. Só assim se percebe que os tablets tenham tanto sucesso e sejam tão facilmente compreendidos e manuseados por crianças de 2 anos, e por idosos de 90.

Eu penso que esse sucesso deriva mais da moda, do que da utilização que se possa fazer
dele. E não consigo conceber utilização sem utilidade. Utilidade sem utilização é possível
(ter funcionalidades cuja utilização não é prática, e que por isso acabam por não ser usadas),
mas não o contrário. Para ter utilização, é necessário que tenha utilidade (só é possível dar
uma utilização a algo que tenha utilidade... não se pode fazer uma utilização de um dispositivo
para ver e-mails, se essa utilidade / funcionalidade não estiver disponível).

Aliás, até acho o contrário. Acho que os tablets têm muita utilidade... duvido é que possam
ter muita utilização, por não serem práticos de usar (e não me refiro ao interface touch). Ou
seja, para usar em qualquer lado quando forem necessários, têm de ir connosco para qualquer
lado, e não é muito cómodo transportar algo com esse volume para qualquer lado, ao
contrário de um smartphone. E para usar em casa, por exemplo, temos o PC mesmo ali ao
lado com um teclado a sério e "rato".

Penso que a sua utilização fará sentido para quem se desloca de carro, ou com uma mochila
ou pasta, de modo a ter a possibilidade de transportar comodamente o aparelho, e cuja
utilidade principal a usar seja a consulta / consumo de informação, podendo usar as demais
funcionalidades complementarmente à que me parece fazer mais sentido (consulta).
 
Do que tenho lido, a dimensão mais apreciada tem sido, precisamente, a de 8.9, pois, apesar de ter a mesma performance e características do de 10.1, o seu tamanho apresenta vantagens precisamente na portabilidade... Mas vou continuar a ler mais alguma coisa!

Abraço. [;)]

Olha que a portabilidade de um 8.9" e de um 10" se não é a mesma, a diferença será muito mínima.
Na minha opinião a portabilidade é praticamente igual em ambos os casos.
 
Tenho um portátil Asus, e um Macbook pro. Mas confesso que desde que adquiri o Ipad nunca mais me dei ao trabalho de me levantar do sofá para ir responder aos mails nos computadores. Como é óbvio é mais rápido escrever num teclado de computador do que no Ipad, mas o Ipad está sempre ali à mão de semear! Ou seja, o incómodo de me levantar, ir ao escritório, ligar o computador, esperar que ele arranque, etc, etc, etc, é na minha cabeça maior que o trabalho adicional que me dá escrever um mail no Ipad. É tudo uma questão de custo-benefício relativo. Ok, também é uma questão de preguiça, é verdade! Mas os telecomandos também o são e não vejo ninguém deixar de os utilizar por causa disso.

Ah!
[:D]

Uma dica:
Eu não desligo o portátil. Deixo em stand-by.
[;)]

É que os tablets só te parecem mais disponíveis nesse capítulo, porque nunca os desligas,
ficam sempre em "stand-by" (neste caso ligados mesmo, mas é tipo stand-by).
[;)]
 
Eu também era muito céptico em relação aos tablets até me terem emprestado um iPad no ano passado. Desde essa altura não descansei enquanto não comprei 1, e agora uso-o todos os dias sem excepção. E insisto que a sua grande mais valia está em ser um dispositivo de interface extremamente natural que faz uma série de coisas bastante bem, especialmente nas que estão orientadas ao consumo de media. Não é o melhor em quase nenhuma valência isolada, mas é o melhor globalmente. Eu diria que a única coisa que se aproxima de um tablet em termos de versatilidade e conforto de utilização total são os ultra-notebooks do estilo Macbook Air.

Experimentem consumir as vossas notícias diárias, os feeds do tweeter, as novidades do facebook, numa app como o Flipboard. Experimentem ler o Jornal Expresso num iPad. A cor, a escalabilidade, o video e o audio misturado com os artigos, etc.
Um tablet pode de facto não ter grande utilidade, mas é o dispositivo mais orgânico que existe nos dias de hoje.
 
Pois, tenho de ver isso com mais atenção e ir experimentar as máquinas... [;)]

Além da diagonal de ecran convém estar atento também ao formato. Um 16:9 é óptimo para ver filmes, mas em tudo o resto um 4:3 é melhor. Para já não falar que quanto mais "wide" for um ecran, mais área útil perdes.
 
Também não via grande utilidade num tablet, mas desde que comprei o Transformer mudei completamente de ideia!

A verdade é que o uso praticamente todos os dias e o Netbook praticamente não sai da pasta. comprei uma caneta e até tiro nota manuscritas. Para produtividade é algo limitado mas desenrasca bastante bem, e para iso tenho o desktop. Só sinto a falta do 3G, pois em mobilidade nem sempre é possível aceder a redes wireless. Isso resolve-se com determinados artificios, mas ainda não fui por esse caminho.

De resto já experimentei ler livros e sai-se bem, videos também, net e mail sem problemas (ler e responder). E o SO parece ter grande margem para evolução!

Comprei com teclado e sem dúvida que faz jeito, mas dou por mim muitas vezes a deixa-lo em casa, ou só o levo por ser mais fácil transportar.

Era céptico mas ficou convertido com este equipamento

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Eu também era muito céptico em relação aos tablets até me terem emprestado um iPad no ano passado. Desde essa altura não descansei enquanto não comprei 1, e agora uso-o todos os dias sem excepção. E insisto que a sua grande mais valia está em ser um dispositivo de interface extremamente natural que faz uma série de coisas bastante bem, especialmente nas que estão orientadas ao consumo de media. Não é o melhor em quase nenhuma valência isolada, mas é o melhor globalmente. Eu diria que a única coisa que se aproxima de um tablet em termos de versatilidade e conforto de utilização total são os ultra-notebooks do estilo Macbook Air.

Experimentem consumir as vossas notícias diárias, os feeds do tweeter, as novidades do facebook, numa app como o Flipboard. Experimentem ler o Jornal Expresso num iPad. A cor, a escalabilidade, o video e o audio misturado com os artigos, etc.
Um tablet pode de facto não ter grande utilidade, mas é o dispositivo mais orgânico que existe nos dias de hoje.

Eu não sou céptico em relação aos tablets.
Eu reconheço muitas utilidades aos aparelhos, tal como aos smartphones.
Só estou é a tentar descobrir casos de uso. Ou seja, uma utilização prática de uma ou mais
das suas utilidades.

Vou tentar explicar melhor:

SMARTPHONE
Vamos partir do princípio que um smartphone tem as mesmas utilidades de um tablet
(funcionalidades / aplicações que são comuns / semelhantes / etc.).
Como existe uma "necessidade" de ter um telefone móvel, e que por isso anda connosco para
todo o lado, se lhe acrescentarmos outras utilidades (a parte SMART do PHONE), mesmo não
sendo utilidades racionais (porque não faria sentido andar/ter um aparelho apenas para ter
essas utilidades) podem ter uso / utilização por ser algo que está connosco em momentos
onde o equipamento mais racional não está disponível (PC).

Mas isto não acontece com um tablet. Um tablet tem o mesmo incómodo do transporte que
tem um portátil (excepto a nível de peso, mas equivalente a nível de volume), e praticamente
as mesmas limitações de um smartphone.

Ou seja:
Em que situações um tablet substitui um PC e um smartphone não?

É que, tendo um portátil (ou vários... tenho netbook, laptops de 15" e de 17"), e um smartphone,
não consigo vislumbrar uma utilização que possa dar a um tablet que não consiga melhor com
um portátil e/ou smartphone.

Ou melhor... vejo uma:
Consumo de publicações periódicas. Em lugar de comprar um jornal para ler nos transportes
públicos, compra-se um tablet e faz-se uma assinatura de um jornal.

Andasse eu de transportes públicos (comboio), usualmente com uma mala ou mochila, e de
certeza que já teria comprado um tablet e assinado um jornal.
 
Também não via grande utilidade num tablet, mas desde que comprei o Transformer mudei completamente de ideia!

A verdade é que o uso praticamente todos os dias e o Netbook praticamente não sai da pasta. comprei uma caneta e até tiro nota manuscritas. Para produtividade é algo limitado mas desenrasca bastante bem, e para iso tenho o desktop. Só sinto a falta do 3G, pois em mobilidade nem sempre é possível aceder a redes wireless. Isso resolve-se com determinados artificios, mas ainda não fui por esse caminho.

De resto já experimentei ler livros e sai-se bem, videos também, net e mail sem problemas (ler e responder). E o SO parece ter grande margem para evolução!

Comprei com teclado e sem dúvida que faz jeito, mas dou por mim muitas vezes a deixa-lo em casa, ou só o levo por ser mais fácil transportar.

Era céptico mas ficou convertido com este equipamento

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Ah! Mas o TRANSFORMER é um caso à parte!!!
[;)]

Ou seja, o conceito é brilhante. Só fica a um ponto de ser perfeito: não ser um "PC".

Quanto a livros... experimenta ver quanto cansa ler num LCD, e comparar com e-paper/e-ink...
[;)]
 
Isto para já só num Tablet (espero que não haja problema quanto à referência a outro forum)

http://www.youtube.com/watch?v=jWeVtpSgtQw&feature=youtube_gdata_player

Além disso, já dei por mim várias vezes a ir com o dedo ao ecrã do portátil lol

Quanto ao conforto face a um e-reader, não posso pronuniar porque nunca utilizei.

Mas comprei um protector de ecrã mate que reduz muito os reflexos (e as dedadas) e acho que faz bastante diferença na utilização!

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