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Nesta imagem dá para ver a diferença entre Premium Economy e Economy da Lufthansa. Em voos de 9-10 horas faz muita diferença, sobretudo para quem faz voos destes todos os meses.
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Qual é a diferença mesmo?
Lisboa - Londres (Stansted) - Lisboa, no final de janeiro, 44€ pela Ryanair [kiss]
Qual é a diferença mesmo?
Por curiosidade, que voos fazes com regularidade ?
Sobre a AirFrance, eu tenho a seguinte opinião: se fosse uma empresa africana já teria sido proibida de voar na UE.
Este caso foi apontado por muitos como um indício de que a gestão de responsabilidades no cockpit não foi bem efectuada. Há quem defenda que o problema tem a ver com os aviões de hoje em dia, autênticas PlayStations, e que os pilotos perderam a capacidade de manter o avião a voar em casos críticos, onde o computador também falha.
Independentemente da razão, há também quem defenda que a Air France tem uma tendência a encapotar acidentes e incidentes que põem a descoberto problemas na formação dos seus pilotos, ou de manutenção das aeronaves, ajudada pelo facto da Airbus ser semi-francesa.
Isto é um tema polémico e o meu comentário foi em jeito de brincadeira. A probabilidade de algo acontecer é obviamente infíma, a questão é: será maior na Air France do que, por exemplo, na KLM, Lufthansa, Swiss, British, Iberia?
Digo apenas isto: no meu último voo dos Estados Unidos para a Europa, com a Lufthansa, apanhámos bastante turbulência e os pilotos levaram o avião (A340-600) bastante mais alto que o normal, certamente para tentar evitar as altitudes mais problemáticas. Isto foi exactamente o início do problema neste voo da Air France, com um avião praticamente igual. O resultado é que eu não consegui dormir descansado enquanto eles não voltaram para um nível de voo normal, sem turbulência, com medo de voltar a acontecer um problema semelhante e não saber se a tripulação saberá reagir bem. Acho que se pode resumir que, na minha opinião, em qualquer companhia pode acontecer uma coisa destas. Veja-se o Eurowings (empresa subsidiária da Lufthansa) que se atirou contra os Alpes por causa do co-piloto que se quis suicidar...
O factor mais importante no conforto é a largura do assento, pois permite o corpo mexer-se e mudar os pontos de pressão. A Premium Economy acima é claramente mais larga, e com mais espaço para as pernas. Oferece também um serviço mais cuidado, com refeições melhores, sumo à entrada do avião, garrafa de água pessoal, etc.
Para quem está enfiado 10h num lugar apertado, estes premium economy são um oásis de conforto (repara até no apoio de braços duplo entre duas cadeiras - pequenas coisas que providenciam mais conforto, mas não o suficiente para deixar de ser economy).
Os fanboys da Airbus e os fanboys da Boeing gastam muito tempo em discussões sobre isso, o fly-by-wire é muito polémico, tanto tem vantagens como desvantagens, mas o que é certo é que até a Boieng já se rendeu ao fly-by-wire e até o novo Dreamliner é controlado por fly-by-wire.
Sobre a AirFrance, eu tenho a seguinte opinião: se fosse uma empresa africana já teria sido proibida de voar na UE.
Acidentes podem acontecer em qualquer companhia, é certo, mas a AirFrance teve pelo menos 3 casos bastante polémicos em que as conclusões finais apontam sempre para falha humana / de outros. Mas para quem tiver um olhar mais atento é fácil perceber que a empresa é responsável por grande parte do problema.
Primeiro o caso do A320 no vôo de demonstação. Esse caso foi o pior de todos na minha opinião, porque foram manipuladas provas e destruíram completamente a imagem do piloto, quando a resposabilidade foi claramente da máquina.
Depois o caso do Concorde, em que a culpa é sempre apontada à tal peça do avião americano que estava na pista, mas essa teoria deixa muito, mesmo muito a desejar. Até porque já tinha havido outros casos similares com o Concorde, só não tão drásticos a ponto de derrubar o aparelho.
E finalmente o famoso caso do AF447, onde a culpa é notoriamente da tripulação, mas parece que as pessoas esquecem que o problema original foi da máquina. Não é que aquela avaria fosse suficiente para derrubar o avião, porque não era. Mas também não era nada tão simples. É uma situação sempre complicada, e desta vez a tripulação reagiu pessimamente. Mas espera, de quem era a responsabilidade pela formação e acompanhamento da tripulação? quem foi que os contratou? Quem foi que achou que eles estavam capacitados para voar? Ahh...
Além destes 3 acidentes muito graves, há ainda o caso do vôo 358 em que o piloto aterrou quase a meio da pista, e que só não se transformou numa tragédia de grandes dimensões por pura sorte.
Eu particularmente só escolho a AirFrance se for obrigado e não houver outra opção. Deixei de confiar na marca. Pode ser coincidência, mas eu acredito mais em estatística e factos. Fazer um vôo transatlântico com a AirFrance? Não, obrigado. A não ser que não haja outra opção.
Já desde 1995 que a Boeing tem um avião fly-by-wire de seu nome 777.
Contudo, nos Boeing o pilotos podem fazer override ao sistema ao passo que nos Airbus não. Pelo menos foi algo sempre muito evidenciado pela própria Boeing: a filosofia dos sistemas é diferente.
Acho que qualquer pessoa que veja o histórico da Air France dos últimos 30 anos fica apreensivo.
Contudo, vamos por partes.
O caso do A320 foi fora do circuito comercial civil, era um voo de demonstração e, a verdade das verdades, é que o sistema fly-by-wire era uma novidade e estava-se nos primórdios da formação de toda uma nova geração de pilotos com base naquele sistema. Não me espanta ter ocorrido. A questão da ocultação e manipulação de provas é da responsabilidade da Airbus. O A320 era demasiado importante.
Concorde não vale a pena ir por avaliação de teorias. Neste momento está mais que comprovada a causa que iniciou a catástrofe e não pode ser atribuível à Air France.
O AF447/A330 não tiro uma virgula ao que dizes. A grande causa é a má formação que aquela tripulação tinha (co-pilotos) e a irresponsabilidade do piloto em escolher o período do voo que se adivinhava mais complicado (porque isso sabia-se) para descansar.
O AF358 é mais uma vez fruto da má formação.
Em conclusão, acho que estes 2 últimos são realmente as grandes nódoas do histórico. E nada têm a ver com manutenção (que é geralmente a razão para proibir companhias africanas no espaço europeu).
Já desde 1995 que a Boeing tem um avião fly-by-wire de seu nome 777.
Contudo, nos Boeing o pilotos podem fazer override ao sistema ao passo que nos Airbus não. Pelo menos foi algo sempre muito evidenciado pela própria Boeing: a filosofia dos sistemas é diferente.
Não justifica, a meu ver, o overprice de 3x um bilhete de económica. Mas acharia adequado algo como 1.5x.
No caso da Lufthansa nem fixed shell tem portanto a reclinação do banco da frente continua a incomodar e a roubar espaço. E os menus são idênticos à Economy (mas servem em porcelana).
3x???!!!!
Um típico bilhete DUS-ORD em económica é 1200 EUR. O acréscimo para Premium Economy é 360 EUR.
Nem um Business custa 3x um bilhete Economy...