Tópico dos aviões

eu não sei bem ver no radar, mas pelas 16:45 passou um iberia para new york
zona de povoa lanhoso e viana castelo

se fores ao forum aviação eles conseguem te dizer qual era
 
Estava aqui com uma duvida laboral.

Numa viagem longa, digamos, Londres-Sydney, como funciona a tribulação a bordo? Calculo que não "trabalhem" todos ao mesmo tempo, ou trabalham? e os pilotos? vão mais pilotos para trocarem a meio ou é sempre o mesmo ?
 
Estava aqui com uma duvida laboral.

Numa viagem longa, digamos, Londres-Sydney, como funciona a tribulação a bordo? Calculo que não "trabalhem" todos ao mesmo tempo, ou trabalham? e os pilotos? vão mais pilotos para trocarem a meio ou é sempre o mesmo ?

no fundo ou vão 2 tripulações ou então como o voo não é directo, esta por exemplo 1 tripulação em hong kong e trocam as tripulações ai

Qual é o link desse "radar" ? :P

tens o kasper
o localizatudo
 
Um instantâneo, por falar em aviões... Já alguém faz ideia que avião é? Pelo formato, parece-me ser um B 747...
Andam a passar muitos nesta zona...
DSC_1475-1.jpg

Airbus A340-313X da Iberia
IB6253
Altitude: 31200 ft (9510 m)
Speed: 408 kt (756 km/h, 470 mph)
Reg: EC-LKS
From: Madrid Barajas (MAD)
To: New York John F Kennedy (JFK)

Local: Vila Verde Time: 15:47 UTC
 
A força aérea da Argentina tem uma longa tradição de pilotagem nos limites.

Por exemplo, na guerra das malvinas, eles aproximavam-se dos navios britânicos a essa altitude no mar, para evitar os radares.


Não é tradição, chama-se treino.

A diferença está nos "cojones" nas "balls" ou nos "tomates" de cada um e na forma destemida de executar a manobra, algo que não está ao alcance de todos os pilotos, sejam eles Argentinos, Portugueses, Russos ou Ingleses.

Se olhares novamente para o video á altitude do solo que executou a rapada se tivesse o trem em baixo, tinha dado asneira, a coisa resultou mas se calhar foi demasiado temerário, aquilo até poderia resultar na aspiração de objectos estranhos pela turbina e depois, "power failure, stall and crash".
 
Estava aqui com uma duvida laboral.

Numa viagem longa, digamos, Londres-Sydney, como funciona a tribulação a bordo? Calculo que não "trabalhem" todos ao mesmo tempo, ou trabalham? e os pilotos? vão mais pilotos para trocarem a meio ou é sempre o mesmo ?

Cada companhia tem a sua politica de trabalho, existindo contudo regulamentos sobre o número máximo de horas seguidas que uma tripulação pode realizar. Em voos de longo curso existem várias opções tendo em conta a companhia aerea a operar o voo assim como a duração do mesmo. Tanto podem ir 2+1 como 2+2 (duas situações bastante comuns), sendo que no 2+1 o +1 tanto pode ser comandante como FO ou mesmo SFO.

Dos procedimentos que conheço (SIA, 777)O comandante está no cockpit na descolagem, leva o avião até determinado FL ou zona e vai descansar, algum tempo antes da aterragem volta ao cockpit. No tempo que está fora do cockpit é substituido.

Não existe voo directo de Londres para Sydney (já foi feito pelo menos por um 747-400 da Qantas num voo de posicionamento da aeronave).

No caso destes voos existe um sitio de escala (hong kong, singapore, kuala lumpur, bangkok etc)
 
Não existe voo directo de Londres para Sydney (já foi feito pelo menos por um 747-400 da Qantas num voo de posicionamento da aeronave).

No caso destes voos existe um sitio de escala (hong kong, singapore, kuala lumpur, bangkok etc)


mas fez esse voo mas em voo ferry
directo só 1 avião o consegue fazer, mas é mesmo no limite, e por isso não compensa, ate porque as companhias que operam essa rota não tem esse avião
 
Voltar
Superior