Tópico das Casas

ClioIIIrs, está visto que não conheces Lisboa...
O que não faltam são exemplos como o que referes sem segregação por classes sociais. A Gebalis tem milhares de apartamentos sociais por toda a cidade em prédios perfeitamente normais uma comprados outros arrendados, é um património enormíssimo que passa despercebido.
Além disso há tb exemplos de bom urbanismo na cidade como Restelo, Algumas partes de Alvalade, Olivais e mesmo o exemplo de Encarnação e Madredeus.

É claro que a pereferia está feita num caos salvas raras excepções...

É difícil ter essa percepção quando tens Chelas e "Taveiradas" várias ainda bem recentes.
 
Clio III e DCI, é certo que a partir dos 100 mil já abre mais portas.
Mas o orçamento máx é mesmo 90 mil por opção nossa.
Tambem se encontra.
A umas dezenas de KM de LX , naturalmente.
 
ClioIIIrs, está visto que não conheces Lisboa...
O que não faltam são exemplos como o que referes sem segregação por classes sociais. A Gebalis tem milhares de apartamentos sociais por toda a cidade em prédios perfeitamente normais uma comprados outros arrendados, é um património enormíssimo que passa despercebido.
Além disso há tb exemplos de bom urbanismo na cidade como Restelo, Algumas partes de Alvalade, Olivais e mesmo o exemplo de Encarnação e Madredeus.

É claro que a pereferia está feita num caos salvas raras excepções...

Concordo.
 
Telheiras é o bairro mais planeado de Lisboa e é triste verificar que a construção mais recente -e que até nem é/foi EPUL- falha mais em regras básicas de urbanismo que a construção original. WTF? Mas ao invés de melhorarmos, pioramos?
(...)
Cimento e pedra da calçada. Os grandes amigos de uma rua portuguesa. Verde dá trabalho e gasta água. Deve ser isso.

É muito isso sim, veja-se a Av. da Liberdade, Av. Castilho etc. Coisas pensadas com pés e cabeça no tempo da outra sra.

Sobre o resto, também há outra questão que é o tuga no geral gosta de estar em casa, e ir passear ou vai a shoppings ou À praia no verão, e nada disso está nas imediações de casa pelo que o pessoal não valoriza tanto a envolvente. Até mm as crianças/teens hoje em dia passam mais tempo em casa que na rua com os amigos.

Eu/nós (presumo?) ainda apanhámos uma fase de transição. Fartava-me jogar À bola numa zona de relva com amigos perto de casa mas tb íamos jogar computador/consola para casas uns dos outros, belos tempos :sh)[:D]

Verde dá trabalho, gasta água e dá mta despesa. Betão dp de feito está arrumado, zero manutenção :)


ClioIIIrs, está visto que não conheces Lisboa...
O que não faltam são exemplos como o que referes sem segregação por classes sociais. A Gebalis tem milhares de apartamentos sociais por toda a cidade em prédios perfeitamente normais uma comprados outros arrendados, é um património enormíssimo que passa despercebido.
Além disso há tb exemplos de bom urbanismo na cidade como Restelo, Algumas partes de Alvalade, Olivais e mesmo o exemplo de Encarnação e Madredeus.

É claro que a pereferia está feita num caos salvas raras excepções...

Não conheço Lisboa ou não conheço esse projeto ? Não é bem a mesma coisa...

Mesmo que hajam alguns projetos e algumas tentativas de integração, não é a mesma coisa do que se faz lá fora. Sim há vários bairros sociais mesmo ao lado de zonas boas, mas isso não conta como integração.


Tudo o que referes não é bom urbanismo. É qto muito relativo bom urbanismo (tb comparado com o que de pior se faz por cá não é difícil fazer melhor).

O Restelo é um bom exemplo, tudo mt bonito, boa exposição, calmo seguro etc. Mas, para mim, o grosso do bairro tem demasiada casa mt em cima da outra, pouco verde, pouco espaço. E repara, até os passeios são demasiado curtos, pior, a teres pessoal a estacionar em cima deles nem sobra espaço para os peões e tens de ir pela estrada.

Isto é logo uma das regras do bom urbanismo onde o Restelo (nomeadamente toda a zona de geminadas à volta do Careca) falha clamorosamente. Na zona das embaixadas a coisa é melhor, é um facto, passeio mais largos e mais umas árvores.

É isto suposto bom urbanismo ? :rolleyes:

Agora vocÊs pensam, estás a desdenhar o Restelo ? Pois claro que não, e claro que não me importava nada de lá morar, agora bom urbanismo não é.

Vais À zona de vivendas em Alvalade e é o mesmo, na rua zero verdes e passeios de 1m de largura onde tens carros lá em cima. Outra coisa, ao teres ruas estreitas (mts só de um sentido) e quase zero passeio tem outro efeito que é abres a janela e tens os vizinhos da frente a 5m da tua casa...

Isto é luxo ? Para mim não.


Agora aceito que estes bairros sejam do menos mau que há na AML, e isso diz tudo, que o urbanismo em PT no geral é uma anedota.

Claro que nem vale a pena falar das construções ilegais principalmente pós 25 de abril na MS, Odivelas, Loures (concelhos) pq aí não há ponta por se pegue, mas tb foi uma década onde chegaram à AML centenas de milhares de pessoas? (entre retornados brancos e pessoal oriundo das ex colónias) de repente, foi preciso fechar os olhos a mta coisa.
 
Telheiras é o bairro mais planeado de Lisboa e é triste verificar que a construção mais recente -e que até nem é/foi EPUL- falha mais em regras básicas de urbanismo que a construção original. WTF? Mas ao invés de melhorarmos, pioramos?

Em Portugal, a verdade nua e crua é esta: só pensamos no interior da casa, "no que é nosso e fica dentro de portas". Aliás, há uma maximização dos espaços interiores em detrimento dos exteriores até a nível de moradias. Completamente negligenciados, regra geral. Pensamos no estacionamento e no alpendre para o automóvel, mas não pensamos em zonas de estar ou jardins. É só ridículo.

Esta falta de uma cultura de valorização do verde vê-se claramente nos centros urbanos onde há uma manifesta falta de linhas de árvores e canteiros nas avenidas e vias principais, nomeadamente as mais recentes. O verde que há é sempre em zonas antigas, pré-anos 70. Zonas novas é tudo pelos mínimos, umas "árvores" raquíticas seguradas por paus, muita calçada portuguesa mas não há um canteiro.

E vê-se também fora dos centros urbanos, no Portugal mais periférico.

Aldeias/pequenas vilas cheias de moradias independentes gigantes e depois com um espaço exterior ridículo ou todo cimentado, nem uma árvore digna ou arbustos. Um jardim mínimo na melhor das hipóteses (mas espaço para estacionamento de carros isso não pode faltar, mais depressa tens o alpendre para o carro do que um alpendre ou logradouro para fazeres uma refeição no exterior da tua brutal moradia).

Mesmo a cultura da marquise é disso exemplo: fechar tudo para maximizar o interior.

Vais a Espanha, Itália, etc., países do Sul com climas simpáticos como o nosso e há uma cultura de varandas maiores, utilizadas, com vegetação, toldos extensíveis. Não é preciso ir longe.

Vejam como foram construídas a maioria das cidades das diferentes províncias espanholas (Valladolid, Burgos, Pamplona, Valência, etc): tudo grandes avenidas onde é impensável não haver copas e copas de árvores frondosas (até pelos benefícios de moderação do calor nos meses quentes).

Aqui em Portugal é tudo desprotegido, uns arbustos raquíticos e até se cortam árvores -nomeadamente plátanos- porque tiram luz natural às habitações ou largam pó.

Refazem-se praças das capitais de várias distrito como no programa Pólis onde se acaba com menos verde do que se começou e sem sombras em cidades como Castelo Branco onde depois ninguém consegue estar durante o dia com o sol a dar na pinha. WTF? Mas é tudo doido?

A única época em Portugal onde remotamente houve algum nível de planeamento urbano foi, para nosso drama de falhanço civilizacional, ainda no Estado Novo.

E isso é mesmo muito triste.

Temos pouquíssimos bons exemplos de bom urbanismo recentes.

Os melhores bairros da cidades de Lisboa são habitação económica dos tempos do Fascismo como frequentemente se discute neste tópico com as referências a Caselas, Encarnações e o diabo a quatro. Isto é só RÍDICULO. Mas diz muito deste falhanço neo-realista em que este país se meteu e que parece que não consegue sair.

Cimento e pedra da calçada. Os grandes amigos de uma rua portuguesa. Verde dá trabalho e gasta água. Deve ser isso.

O metro quadrado vale ouro em Lisboa. O tráfico de envelopes no departamento de urbanismo impede mais verde. E como a procura é sempre elevada, vende-se tudo.
 
Os Olivais e Encarnação talvez sejam um dos melhores exemplos de bom urbanismo em Lisboa. Bairros bem equilibrados em termos de desafogo e espaços verdes. Os Olivais foram projectados como bairro de habitação económica, na altura, mas atraíram gente de muitos estratos sociais.
 
Clio III e DCI, é certo que a partir dos 100 mil já abre mais portas.
Mas o orçamento máx é mesmo 90 mil por opção nossa.
Tambem se encontra.
A umas dezenas de KM de LX , naturalmente.
Vais ali à quinta do anjo e ofereces 90k por um t1 num condomínio com piscina. Estão a 120k no idealista mas não custa mandar barro à parede.

Isto se tiveres que ir poucas vezes a Lisboa, e já ficas com vantagem nas filas da 25 de abril em direcção ao algarve em agosto.
 
Telheiras é o bairro mais planeado de Lisboa e é triste verificar que a construção mais recente -e que até nem é/foi EPUL- falha mais em regras básicas de urbanismo que a construção original. WTF? Mas ao invés de melhorarmos, pioramos?

Em Portugal, a verdade nua e crua é esta: só pensamos no interior da casa, "no que é nosso e fica dentro de portas". Aliás, há uma maximização dos espaços interiores em detrimento dos exteriores até a nível de moradias. Completamente negligenciados, regra geral. Pensamos no estacionamento e no alpendre para o automóvel, mas não pensamos em zonas de estar ou jardins. É só ridículo.

Esta falta de uma cultura de valorização do verde vê-se claramente nos centros urbanos onde há uma manifesta falta de linhas de árvores e canteiros nas avenidas e vias principais, nomeadamente as mais recentes. O verde que há é sempre em zonas antigas, pré-anos 70. Zonas novas é tudo pelos mínimos, umas "árvores" raquíticas seguradas por paus, muita calçada portuguesa mas não há um canteiro.

E vê-se também fora dos centros urbanos, no Portugal mais periférico.

Aldeias/pequenas vilas cheias de moradias independentes gigantes e depois com um espaço exterior ridículo ou todo cimentado, nem uma árvore digna ou arbustos. Um jardim mínimo na melhor das hipóteses (mas espaço para estacionamento de carros isso não pode faltar, mais depressa tens o alpendre para o carro do que um alpendre ou logradouro para fazeres uma refeição no exterior da tua brutal moradia).

Mesmo a cultura da marquise é disso exemplo: fechar tudo para maximizar o interior.

Vais a Espanha, Itália, etc., países do Sul com climas simpáticos como o nosso e há uma cultura de varandas maiores, utilizadas, com vegetação, toldos extensíveis. Não é preciso ir longe.

Vejam como foram construídas a maioria das cidades das diferentes províncias espanholas (Valladolid, Burgos, Pamplona, Valência, etc): tudo grandes avenidas onde é impensável não haver copas e copas de árvores frondosas (até pelos benefícios de moderação do calor nos meses quentes).

Aqui em Portugal é tudo desprotegido, uns arbustos raquíticos e até se cortam árvores -nomeadamente plátanos- porque tiram luz natural às habitações ou largam pó.

Refazem-se praças das capitais de várias distrito como no programa Pólis onde se acaba com menos verde do que se começou e sem sombras em cidades como Castelo Branco onde depois ninguém consegue estar durante o dia com o sol a dar na pinha. WTF? Mas é tudo doido?

A única época em Portugal onde remotamente houve algum nível de planeamento urbano foi, para nosso drama de falhanço civilizacional, ainda no Estado Novo.

E isso é mesmo muito triste.

Temos pouquíssimos bons exemplos de bom urbanismo recentes.

Os melhores bairros da cidades de Lisboa são habitação económica dos tempos do Fascismo como frequentemente se discute neste tópico com as referências a Caselas, Encarnações e o diabo a quatro. Isto é só RÍDICULO. Mas diz muito deste falhanço neo-realista em que este país se meteu e que parece que não consegue sair.

Cimento e pedra da calçada. Os grandes amigos de uma rua portuguesa. Verde dá trabalho e gasta água. Deve ser isso.

As pessoas ainda não dão valor à natureza! Mas já começam a dar cada vez mais! O COVID e a poluição dos centros urbanos ajudaram um pouco.

Para mim a arquitectura paisagista é a mais importante. É essa que nos dá saúde física e mental. E é precisamente por os Portugueses e a população em geral estar tão atrasada nisto (não é só nisto é em praticamente tudo, na verdade) que eu não abdico de uma casa com terreno para jardim.

As pessoas olham para o jardim como mais um custo! E isso reflete-se na casa das pessoas mas também nos projectos urbanísticos.
Não é preciso andares muito pata trás neste tópico para veres pessoas a dizer "Jardim para quê? Para dar trabalho?"!

Eu vejo condomínios a serem construídos com o espaço verde reduzido ao mínimo dos mínimos e remetido a um canto escondido!
Preciso de procurar muito no Idealista, para encontrar casas com jardins agradáveis e decentes.
Eu sou daqueles que quer uma casa mais pequena para não roubar espaço ao jardim!
 
Última edição:
Já está tudo a cair no exagero [:D]

O Restelo tem várias zonas, a zona das torres, a zona do Careca, a zona das Embaixadas e a zona do El corte inglês, pelo menos. Pode não ser perfeito, mas é um sitio bastante porreiro, com a mata de Monsanto e o rio próximo, algum comércio e serviços, espaço, etc.

Haverá zonas melhores ? Mais bem pensadas ? provavelmente sim, mas considerando tudo o Restelo parece-me uma zona bastante boa.

Por outro lado Lisboa é uma cidade com alguns parques e jardins bem interessantes, não é muito vertical, está longe de ser uma selva de betão e tem a sorte de estar ao pé da água (rio) e também perto do mar.
 
Qual é a piada do Restelo? Pergunta sem ironia.

Aquilo está tudo velho e cheio de verdete/musgo, sobretudo junto às embaixadas.

A herdade da Aroeira, Quinta do Peru e até arrisco a dizer o Belas Clube de Campo, metem aquilo no chinelo.

Nunca entendi o hype.
 
Última edição:
Qual é a piada do Restelo? Pergunta sem ironia.

Aquilo está tudo velho e cheio de verdete/musgo, sobretudo junto às embaixadas.

A herdade da Aroeira, Quinta do Peru e até arrisco a dizer o Belas Clube de Campo, metem aquilo no chinelo.

Nunca entendi o hype.

tirando campo de golfe e no caso da aroeira, praia a escassos metros....
diz-me tu o que viver num moradia dessas localizações oferece a mais que viver numa equivalente no restelo que chega a ter a minutos de caminhada:
- hospitais
- escolas variadas
- floresta numa ponta
- estuario do tejo com marinas na outra
- variados transportes publicos

depois o simples facto de uma localização ser na própria cidade (que até é capital) com todo o tipo de vantagens e proximidades, comparativamente aos outros quase perdidos no meio de nenhures.

é isto que eu entendo como tendo o tal hype e qualidade superior atribuída à zona.
 
O Restelo não tem hype nenhum, não é uma zona recente ou com construção relevante recente. Não está na moda e não é uma zona de que se fale muito.

Talvez se possa aplicar a palavra hype ao Parque das Nações, mas não ao Restelo.

O Restelo é uma espécie de suburbio de qualidade, num dis extremos de Lisboa. A localização é fabulosa, com o enquadramento rio a Sul, mata de Monsanto.

Já é um bairro com uns bons anos e isso reflecte-se em boa parte da sua construção, mas em termos do factor chave quando se fala de imobiliário - localização é francamente bom.
 
Falaram aí em espaços verdes e tal, e é verdade que temos muito mau planeamento, ou completa falta dele. E por isso é que, nesta altura de COVID/confinamento, fico "contente" por não viver numa zona que seja mais selva de betão e por ter o rio/mar perto.

Tenho vários amigos que moram em zonas mais centrais, desde Benfica à Penha de França, passando pelo Campo Grande, e queixam-se precisamente do "pouco ar puro" ou da falta de jardins para quem tem miúdos pequenos.
Ainda assim, há zonas aprazíveis e eu continuo aberto à possibilidade de mudar de Oeiras para Lisboa (concelho) se aparecer uma boa oportunidade, enquanto que também não acho tão provável, para os próximos tempos, mudar na direcção contrário (Cascais ou Sintra, p.e.).
O estilo de vida pode mudar por causa desta pandemia, mas a mudança não pode ser tão radical assim no curto prazo. Vai continuar a ser determinante (e caro) ter uma boa localização e estar perto de transportes razoáveis.

Clio III e DCI, é certo que a partir dos 100 mil já abre mais portas.
Mas o orçamento máx é mesmo 90 mil por opção nossa.
Tambem se encontra.
A umas dezenas de KM de LX , naturalmente.

Vais ali à quinta do anjo e ofereces 90k por um t1 num condomínio com piscina. Estão a 120k no idealista mas não custa mandar barro à parede.

Isto se tiveres que ir poucas vezes a Lisboa, e já ficas com vantagem nas filas da 25 de abril em direcção ao algarve em agosto.

Acho que a ideia que te estavam a tentar passar é esta mesma, que nesses "orçamentos de limite psicológico" vale pelo menos a pena procurar um pouco acima, e depois eventualmente tentar negociar ou avaliar melhor a vida. É como os 5000€ nos carros, na minha opinião.

No imobiliário como nos carros, há sempre de tudo. Quem não queira negociar 10€ e quem baixe 10% sem grande pressão.


Esse está arrendado [:p]

Eu vi o link, li a parte de "arrendado" e "R/C", e só pensei... Esta partilha foi tão ao lado, ou tão sem ler, como sugerir um Jazz ao LinoMarques [:D]
 
Opah não sejas rude com o mach3, ele está a tentar ajudar-me, tal como outros, tábem ? [:p]

Mas cientista, não é limite psicologico, é mesmo limite matemático que estabeleci.
Por acaso é 90 mil mas podia ser 95, 85, etc.
 
Opah não sejas rude com o mach3, ele está a tentar ajudar-me, tal como outros, tábem ? [:p]

Mas cientista, não é limite psicologico, é mesmo limite matemático que estabeleci.
Por acaso é 90 mil mas podia ser 95, 85, etc.

Sim, mas podes procurar, por exemplo até 120k, e depois na negociação logo se vê onde pode ir. Nunca se sabe...

Eu diria que até 100k é tranquilo procurar, para negociar para os 90k.
 
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