Tópico das Casas

E devia ter um limite máximo nos empréstimos de 90% do valor da casa para primeiros compradores e 80% para os restantes.

Uma forma de limitar os precos é também limitar a procura.

E pode-se contornar, senão não comprava este ano.

Desde que a avaliação seja favorável, faz-se a escritura no valor dos "110%", que na realidade são os 100% do preço da casa, o banco empresta os 90%, que na realidade é o valor total da casa e voilá.
 
Venho só partilhar que hoje, ja estou a dormir na razão da minha dívida até ficar velhinho...

... deixo apenas um alerta importante... comprar casa nova obriga a...

... MUDANÇAS!!!![8b][8b][8b]

Pensem bem... que stress... :sh)

Pensa que é para um bom objetivo, se conseguir daqui a uns anos, passar para uma vivenda, vou ter de pagar a mudança, apenas organizo as coisas para as levarem e instalarem, que estas costas já não são as mesmas.
 
E devia ter um limite máximo nos empréstimos de 90% do valor da casa para primeiros compradores e 80% para os restantes.

Uma forma de limitar os precos é também limitar a procura.

Na verdade no máximo dos máximos os 90% são o que se empresta.

Mais concretamente cada banco tem o seu limite de financiamento, habitualmente 80 ou 85% do valor da avaliação, com o máximo dos tais 90% do valor da transação.

Mesmo com uma avaliação ligeiramente favorável (acima do valor de transação) é raro, hoje, chegar-se aos 90%.

Agrava que um perfil com mais risco (situação contratual, haver ou não fiador e tx esforço) leva a que muitas vezes não se chegue sequer aos máximos do banco, os tais 80/85% do valor da avaliação.

Há muitos pedidos de financiamento a bater na trave.
 
Possivelmente em locais como Odivelas, onde existem apartamentos a 400.000

Tenho cliente que comprou T3 no largo do metro estação de odivelas por 135K, em Fevereiro de 2018. Apartamento simpatico, 120 m2, remodelou/modernizou, vendeu por 210 ns ultimas semanas,sem imobiliária. E diz que podia ter ido um pouco mais além...
 
Vou comprar casa este ano. Já fui a dois bancos, BPI e CTT, já fiz umas simulações e o BPI tem melhores condições.

No entanto aproveito para perguntar a quem tenha comprado recentemente, que opinião têm sobre o "melhor" banco para o efeito?

Obrigado desde já!

O Millenium esta agressivo no crédito, fiz uma mudança de crédito de outro banco em que pagaram os custos e fizeram spread de 1.25%


Sim sim...já há algum tempo que assisto a isso, ainda antes de ver a casa já estão a dizer que dá para fazer uma oferta mais baixa e a incentivarem a isso.
Curiosamente os clientes deles são os que vendem a casa e não estão propriamente a defendê-los. Aliás nem sequer a fazer uma boa venda a "oferecer desconto" [:D]

A grande maioria do pessoal ligado ás imobiliárias apenas que ganhar a comissão, não esta minimamente importado com o comprador ou vendedor, preferem fazer uma venda "facil" baixando o preço do que puxar o preço para ganhar mais comissão...
 
Sempre foi possível fazer ofertas abaixo do valor pedido, seja por "conselho" do agente imobiliário ou não.
Por defeito, talvez por natureza portuguesa, no processo de compra de casa nunca ofereci o valor pedido.
Tive até uma situação "engraçada" do agente se justificar que não podia aceitar sequer transmitir nada diferente do valor pedido ao proprietário porque este era estrangeiro e não entendia esta "coisa portuguesa de querer regatear" (balelas, se querem saber o que pensei disso).
Cada um oferece/paga aquilo que acha que pode, do outro lado decidem como convier.

Tive também uma situação caricata, já agora, com uma casa que visitei e chegou a estar vendida (não sei por quanto), mas que voltou ao mercado por ter falhado o crédito (situação "habitual").
Da primeira vez não fiz oferta porque ainda não estava com "pressa" e queria ver várias opções antes sequer de colocar dinheiro na mesa, mas acabei por fazer oferta, abaixo da primeira, quando voltou ao mercado.
A mesma foi aceite, mas na hora em que pensei que me estavam a ligar de volta para acertar a assinatura do CPCV, afinal era para me dizerem que afinal alguém tinha batido a minha oferta com um pagamento a pronto.
Nunca soube de quanto foi essa oferta a pronto, mas às tantas ainda era inferior à minha (que estava sempre dependente de crédito e o agente sabia).

Não é por nenhum mecanismo mental de "auto-justificação", mas nesse caso acho que fiquei a "ganhar" (apesar de ter pago significativamente mais pela casa que comprei ao fim), porque essa casa, apesar de estar a preço apelativo, não reunia tudo aquilo que se pretendia. A zona não era má e até tinha garagem box, mas era construção dos anos 70, para um 3º andar sem elevador, assunto que andou aqui na baila recentemente. Lá está, não era ideal, mas "comia-se perfeitamente" se não fosse possível ir mais longe e se os vendedores/agentes conseguissem ser mais sérios.
 
Última edição:
E pode-se contornar, senão não comprava este ano.

Desde que a avaliação seja favorável, faz-se a escritura no valor dos "110%", que na realidade são os 100% do preço da casa, o banco empresta os 90%, que na realidade é o valor total da casa e voilá.

como é que um banco vai nisso? ao fazeres a escritura no valor 110%, quem vende, nao tem de pagar impostos desse valor?
 
E pode-se contornar, senão não comprava este ano.

Desde que a avaliação seja favorável, faz-se a escritura no valor dos "110%", que na realidade são os 100% do preço da casa, o banco empresta os 90%, que na realidade é o valor total da casa e voilá.

Não que bancos são esses mas os que conheço limitam o financiamento a 80% do valor mais baixo, ou da avaliação, ou da escritura. Pelo que fazer uma escritura de valor inflacionado pouco serve caso a avaliação seja mais baixa.
 
Se for habitação própria podem ir aos 90%, ou imóvel do banco aos 100%, algums bancos oferecem como alternativa para chegar aos 100% fazer um crédito pessoal, entre outros "esquemas".


[h=1]Sabia que pode deixar de ser fiador de um empréstimo? Veja como[/h]
[h=2]Aceitou ser fiador de um empréstimo e agora está arrependido? Por norma, só pode deixar de ser fiador quando a dívida é totalmente paga, mas, no entanto, sabia que existem algumas situações em que pode renunciar a esta responsabilidade?[/h]
Por norma, um fiador apenas deixa de o ser quando a dívida é extinta. No entanto, apesar de ser difícil, existem algumas situações em que pode renunciar a esta responsabilidade. Neste artigo, explicamos-lhe tudo sobre como deixar de ser fiador.
Infelizmente, se for fiador de um crédito não pode, simplesmente, desistir de o ser. Estando nesta posição, será chamado a pagar a dívida mediante o incumprimento do contrato de crédito por parte do devedor.
Ser fiador representa uma responsabilidade elevada – é uma garantia de obrigações muito comum nos contratos de crédito à habitação e nos contratos de arrendamento – e deve ser uma decisão tomada de forma muito ponderada.
Se tomou essa decisão, mas está arrependido, saiba que existe forma de contornar a situação. Descubra, neste artigo, como deixar de ser fiador.
Como deixar de ser fiador?
Um fiador é alguém que se compromete a assumir a responsabilidade pela dívida de outra pessoa caso a mesma não consiga pagar. Por norma, um fiador é solicitado pelas instituições financeiras quando estas verificam que existe risco de incumprimento por parte do cliente e, neste sentido, necessitam de garantias para reduzir o risco.
Enquanto fiador, é chamado para pagar o crédito face ao incumprimento do contrato do devedor e, caso não tenha possibilidade de o pagar, poderá até, num cenário mais extremo, ver os seus bens penhorados.
Ser fiador representa uma responsabilidade bastante elevada, uma vez que está a assumir uma dívida que não é sua. Porém, apesar de difícil, existe forma de renunciar a esta responsabilidade.
Renegociação da dívida
Pode tentar renegociar os termos inicialmente acordados com todas as partes envolvidas: fiador, credor e devedor principal. No entanto, para que a renegociação seja viável, terá de ser encontrado um novo fiador ou então devem ser apresentadas outras garantias, tais como, por exemplo, uma hipoteca sobre bens imóveis.
Infelizmente, isto é extremamente difícil. À partida, se está a pensar desistir de ser fiador é porque prevê uma falha no cumprimento do empréstimo por parte do devedor. Ora é pouco provável que alguém neste contexto de renegociação esteja interessado em tomar o seu lugar de fiador.
Outro fator a ter em consideração é o de que o credor – que, por norma, se trata de instituições financeiras – pode demonstrar alguma relutância em concordar com a possibilidade de renegociação dos termos do contrato de crédito inicialmente estipulados.
É também difícil, na prática, conseguir outras garantias que possam salvaguardar o credor e com as quais este último concorde.
Pode ainda renunciar à sua responsabilidade de ser fiador caso tenha havido alterações ao contrato inicial de crédito entre o devedor e o credor. Por exemplo, imagine que houve uma renegociação no valor do spread que levou a que a instituição financeira e o devedor assinassem um novo contrato. Uma vez que, enquanto fiador, assinou um contrato nos termos anteriores, não tem obrigação de se manter como fiador face às novas condições.
Mais vale prevenir do que remediar
É importante reforçar que deixar de ser fiador não é tarefa fácil. Quando se trata de assumir esta responsabilidade, todos os cuidados são poucos e deve, por isso, certificar-se de que tem o máximo de proteção possível quando assina o contrato de crédito.
Garanta que existe uma alínea no contrato que lhe dá o benefício de excussão prévia. Este é um direito atribuído ao fiador que o protege face ao incumprimento do devedor, fazendo com que este seja o primeiro alvo de penhora e não o fiador. No caso de o devedor não ter património para ser penhorado, então terá de ser o fiador a responsabilizar-se pela dívida.
Este direito apenas pode ser exercido se estiver contemplado no contrato de crédito, caso contrário o fiador é o primeiro alvo de penhora face ao incumprimento nas prestações por parte do devedor.
De forma a ajudar o devedor principal mediante um potencial incumprimento do crédito, e uma vez que também será impactado por essa situação, é importante que o fiador vá acompanhando de perto o processo e ofereça ajuda ou apresente soluções caso o cenário comece a ficar menos favorável.
Um atraso no pagamento das prestações pode dever-se, por exemplo, ao facto de existirem outros empréstimos aos quais o devedor não está a conseguir fazer face. Consolidar todos os créditos num só pode ser uma solução viável para aliviar um pouco a taxa de esforço e evitar o incumprimento.
Ser fiador impedi-lo-á de conseguir financiamento para si?
Pode pedir um empréstimo sendo fiador de um crédito. No entanto, é importante garantir que não existirá nenhuma possibilidade de incumprimento por parte do devedor a quem se vinculou.
Um dos riscos que corre quando aceita ser fiador de alguém é o de ficar com a sua reputação prejudicada junto do Banco de Portugal. Se o devedor principal do crédito incorrer em incumprimento, o nome do fiador fica também registado, o que pode trazer dificuldades no futuro quando necessitar de pedir um empréstimo.
Caso isto aconteça, esta informação é contemplada no seu Mapa da Responsabilidades de Crédito, um documento do Banco de Portugal (BdP) que contém todo o historial de crédito dos consumidores portugueses e que pode ser consultado no website do próprio BdP.
Este documento é analisado pelas instituições de crédito no sentido de determinarem o risco de emprestar dinheiro, por isso é importante que mantenha o seu historial de crédito positivo para não enfrentar dificuldades no futuro.
Se é fiador e o devedor principal a quem se vinculou tem os pagamentos todos em dia e não incorreu em nenhum atraso ou falha nas prestações, à partida não terá dificuldades em pedir financiamento.

Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/not...-ser-fiador-de-um-emprestimo-veja-como-450889

Artigo interessante apesar de não trazer grandes soluções para os fiadores
 
Venho só partilhar que hoje, ja estou a dormir na razão da minha dívida até ficar velhinho...

... deixo apenas um alerta importante... comprar casa nova obriga a...

... MUDANÇAS!!!![8b][8b][8b]

Pensem bem... que stress... :sh)

"Deixaste" a rua de pantanas! Estava o caos! [:D]
 
como é que um banco vai nisso? ao fazeres a escritura no valor 110%, quem vende, nao tem de pagar impostos desse valor?

Não que bancos são esses mas os que conheço limitam o financiamento a 80% do valor mais baixo, ou da avaliação, ou da escritura. Pelo que fazer uma escritura de valor inflacionado pouco serve caso a avaliação seja mais baixa.

Expliquei ao bancário, que não hã pilim para os 10%, ele disse que então íamos pedir a mais 10% e que se a avaliação cobrir, que emprestam, como se a casa na realidade fosse vendida a 110%, a dona corrobora com a situação e passo-lhe um cheque de 10%, que nunca será levantado.

Se realmente fizer a escritura, confirmo-o aqui.
 
Sim sim...já há algum tempo que assisto a isso, ainda antes de ver a casa já estão a dizer que dá para fazer uma oferta mais baixa e a incentivarem a isso.
Curiosamente os clientes deles são os que vendem a casa e não estão propriamente a defendê-los. Aliás nem sequer a fazer uma boa venda a "oferecer desconto" [:D]

Ainda hoje, estava num espaço publico e estava la uma sra duma agência grande a fazer os seus contactos telefónicos.

Em que diz algo deste genero, "bla bla esta por 170k....mas nao se preocupe com o preço... se tem só 130k, passe la no escritorio para oficializar a proposta que eu depois logo trabalho esse valor junto do proprietário..."
 
Ainda hoje, estava num espaço publico e estava la uma sra duma agência grande a fazer os seus contactos telefónicos.

Em que diz algo deste genero, "bla bla esta por 170k....mas nao se preocupe com o preço... se tem só 130k, passe la no escritorio para oficializar a proposta que eu depois logo trabalho esse valor junto do proprietário..."

E então? Nada melhor que uma proposta para se poder trabalhar e criar consensos.
 
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