BrunoD
Membro participativo
Em relação ao que está a bold, eu que já passei por 8 casas diferentes (2 moradias e 6 apartamentos), com localizações tão dispares como centro da cidade, suburbio, campo e praia, não poderia discordar mais do que está a bold. A localização representa uns três quartos da qualidade de vida e a casa em si o restante quarto. Numa excelente localização com muitos espaços de lazer e cultura, só páras em casa para jantar e domir.
Mas todas as pessoas são distintas e cada qual sabe as suas prioridades (na maioria dos casos pensam que sabem quais as suas prioridades, mas só as descobrem quando mudam de casa pela 4ª ou 5ª vez).
Em relação à segunda parte a bold, Lisboa à 30 anos atrás tinha 800 mil habitantes (e Lisboa era toda super velha e podre e tinha menos 50 mil casas do que tem actualmente, nem sequer existia Telheiras nem Expo) e agora Lisboa tem 550 mil habitantes.
Eu já vivi na cidade durante 25 anos (com tudo à porta, e ambiente de bairro bem porreiro) e atualmente vivo no campo.
Pessoalmente não tenho dúvidas de que prefiro o contexto atual, e também assumo que muitos queiram/gostem do inverso.
Apenas não percebi a questão do só parar em casa para jantar e dormir.
No meu caso (de semana seria sempre assim onde quer que morasse) ao fim de semana só paro em casa muitas vezes para dormir, e vivo longe de tudo. Presumo que isso seja um "faço isto tudo sem carro", será?
É que eu prefiro hoje ir até Cascais, amanhã até Sesimbra, e depois de amanhã ir ao Parque das Nações dar uma volta de bicicleta e jogar à bola com os putos, em vez de viver sempre nos mesmos 2km2.
Mas são opções, e nenhuma delas está errada.