Se pelo menos pagassem IVACarlosL;1067104700E onde há barcos disse:e meninas....[/B]
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Se pelo menos pagassem IVACarlosL;1067104700E onde há barcos disse:e meninas....[/B]
Na minha opinião o principal interessado será sempre o tráfego de mercadorias e o aproveitamento enorme de potencial que tem o porto de Sines. Para isso terá que ser feita uma linha nova a sair de Sines e que venha ter para cima de Grândola logo, que a linha que hoje existe é muito condicionada em termos de carga pelas subidas que tem na zona de Santiago do Cacém e São Bartolomeu da Serra.
Depois é aproveitar a linha que tá feita até Évora que foi toda renovada e electrificada, e julgo que essa obra já foi feita com essa ideia por que não valia a pena andar a gastar dinheiro para andar a levar as poucas pessoas que se leva para Évora hoje em dia.
Tal operação, foi demorada (já a tínhamos abordado na altura []) , se houver visão estratégica no país a prazo, uma distância pouco superior a uma centena de quilómetros entre a capital do país, e uma capital cultural e administrativa de uma região com enorme potencial económico, num dito distrito que regista um dos poucos crescimentos demográficos e de fixação de população jovem no Alto Alentejo, é um mero crasso não rentabilizar tal ligação ferroviária em quantidade e respectiva qualidade de serviço prestado.
No porto de Setúbal, o maior player europeu no ramo naval, situa aí a base logística, ou seja a ferrovia é obrigatória para maximizar as operações navais.
E se tivermos bolas com tamanho suficiente, podemos 'roubar' tráfego a Roterdão (eles têm como objectivo de gerir o tráfego de mercadorias para a península Ibéria - olha os malandros...) e com parcerias de alto nível, tal como o porto de Singapura (está à frente do de Roterdão) na gestão do porto de Sines.
E é aproveitar que alguns armadores, tal como a Maersks que abandonaram alguns portos do norte da Europa por a cadência de manuseamento de contentores não corresponder aos seus parâmetros.
Além disso, não estamos só a falar de tráfego (cargas e descargas). Muitos produtos (matérias primas) podem ser transformados em Portugal e serem entregues no destino já com algum valor acrescentado. Significa centenas de empresas e muitos milhares de empregos bem remunerados.
E onde há barcos, há marinheiros (tripulação....). Hotelaria, restauração e meninas....
Não deves ter lido o que se escreveu anteriormente.
Trata-se de passar pelo porto de Sines grande parte do tráfego de mercadorias (e matérias primas) mundial de e para a Europa.
E transformar, acrescentando valor a alguns produtos.
Tal como se faz em Roterdão.
Basta ler no site deles.
A ideia pode não parecer má, mas queres comparar a posição geográfica de Roterdão para Sines e ver quantos mercados\países cada um deles consegue abranger?
Estás a falar de que Europa? [] [
]
A distância de Sines a Roterdão hoje em dia é irrevelante, seja de barco ou camião. O camião é mais caro concerteza, mas dentro de uma perspectiva de Serviço - armazenamento, distribuição - (Logística), podemos ganhar vantagem.A ideia pode não parecer má, mas queres comparar a posição geográfica de Roterdão para Sines e ver quantos mercados\países cada um deles consegue abranger?
Continental, deduzo que o dito operador ainda a mantenha a sua base de operações, pelo que leio, a procura de armadores e respectiva frota oriundos da Ásia, Europa, é contínua, (a informação é uma peça importante, []).
E se tivermos bolas com tamanho suficiente, podemos 'roubar' tráfego a Roterdão (eles têm como objectivo de gerir o tráfego de mercadorias para a península Ibéria - olha os malandros...) e com parcerias de alto nível, tal como o porto de Singapura (está à frente do de Roterdão) na gestão do porto de Sines.
E é aproveitar que alguns armadores, tal como a Maersks que abandonaram alguns portos do norte da Europa por a cadência de manuseamento de contentores não corresponder aos seus parâmetros.
Além disso, não estamos só a falar de tráfego (cargas e descargas). Muitos produtos (matérias primas) podem ser transformados em Portugal e serem entregues no destino já com algum valor acrescentado. Significa centenas de empresas e muitos milhares de empregos bem remunerados.
E onde há barcos, há marinheiros (tripulação....). Hotelaria, restauração e meninas....
Tanto mar
A política de Portugal relativamente ao mar é lídima seguidora da de Alípio Abranhos, o ministro da Marinha e do Ultramar que nasceu da pena de Eça de Queiroz. Este, quando alguém lhe disse que Moçambique não ficava ocidental de África, respondeu convicto: "Que fique na costa ocidental ou na costa oriental, nada tira a que seja a doutrina que estabeleço. Os regulamentos não mudam com as latitudes".
É verdade. Para a classe política é um fardo que Portugal tenha tanto mar por perto e que, para pesadelo, tenha uma das maiores ZEE do mundo. O mar é uma chatice. Se não tivesse mar Portugal poderia ter uma política mais concreta sobre ele. Assim distrai-se. É por ter mar que o poder passa a vida a discutir o TGV e é incapaz de lançar as bases de uma indústria naval que tenha a ver com a sua história e com o oceano que tem pela frente.
O absurdo que se está a passar com os Estaleiros de Viana do Castelo e, por simpatia, com os do Alfeite, mostram a incapacidade táctica e estratégica de quem decide neste país. Eles deveriam ser o coração de uma indústria naval como Michael Porter pôs em frente dos nossos olhos. Nós desprezámos a ideia. A Nova Zelândia aproveitou e olhe-se para os resultados. Temos mar. O poder desejaria não o ter para não ter problemas. Destruímos a frota pesqueira e comercial. A marinha de guerra sobrevive aos soluços, mesmo quando necessita de barcos rápidos de patrulha. Não se consegue criar e rentabilizar uma indústria que tem tanto mar pela frente. A política de mar de Portugal é desde há anos uma vergonha. Vasco da Gama nunca teria chegado à Índia com este poder político.
A vantagem de sines é precisamente a sua localização geográfica..........principalmente para quem vem do hemisfério sul, segundo me explicaram, ao que parece, navegar lá mais para cima não é lá muito fácil, nem barato!
Então se o projecto Sines é tão bom, porque foi abandonado nos tempos revolucionários?
Já foste a Sines? Um projecto daqueles é sempre de longo prazo mas mesmo assim já está lá instalada muita indústria de diversos sectores.Não me parece que esteja abandonado, sobretudo nos últimos anos.Então se o projecto Sines é tão bom, porque foi abandonado nos tempos revolucionários?
A linha de Sines para a Europa tem um grande condicionante(...)tem de ser construída com bitola europeia para ter alguma utilidade para Portugal, e para tal, Espanha teria de construir toda essa linha com bitola Europeia, algo que acho complicado de acontecer.