Técnicas de condução

De tudo o que tá escrito no primeiro post, só não tenho jeitinho nenhum a travar com o pé esquerdo.

também com um fwd não é preciso para nada.

O resto das cenas, posso dizer que sei fazer razoávelmente bem: frutos da juventude.

Posso dizer também, que muitas vezes, estas brincadeiras que se praticam em rotundas, parques de estacionamento, curvas, rectas(desertas/os) me safaram de ter grandes espetas.

Uma coisa que acho muito estúpida, em alguns nós de auto estradas/ ic's, as curvs são muito longas, e FECHAM no fim.
Isto para o pessoal com a mania que é racingue e tal, é morte certa porque encostam se ao interior da curva desde o inicio, e quando apertam trajectoria pra se tentarem manter ao centro, lá vai a frente.

Julgo que toda a gente devia saber alguns desses principios que o pmv6 enunciou no primeiro post, porque o conhecimento do carro e o que fazer em determinada situação, impede que numa situação mais complicada, as pessoas não saibam como agir.

O problema, é que os falsos moralistas que por aí andam, consideram que quem compreende estas tecnicas de condução, e já as testou, é um corredor de rua, que é apenas mais um desgraçado que por aí anda.
Quando um dia se forem distraidos com o vosso cruise control a 120 e um gajo a sair duma Bomba em AE muda subitamente para a vossa faixa, quero ver o que pensam quando andarem pra lá aos papéis a tentar agarrar o carro.
 
Para as pessoas compreenderem bem os textos tem que perceber bem o significado das palavras.

Ora bem, quando o Luís Escudeiro fala em travagens de emergência (forte probabilidade de embate, em que não possível desviar do obstáculo ou carro ou pessoa), diz que a distância percorrida na travagem é menor, se travarem a fundo (carro com ABS) sem carregar na embraegem, do que travar a fundo, com o pé na embraegem.

Não há formas infáliveis, o que as pessoas tem que pensar é qual é o melhor compromisso.

A partir do momento que o carro se desligar o ABS deixa de funcionar (mas ainda se consegue travar, sem ABS mas trava) porém a velocidade a que isso vai acontecer vai ser reduzida, e depois ainda temos que contar que o carro está engrenado o que ajuda na imobilização.

Agora convém ler atentamente aquilo que se diz, porque aqui ninguém diz para sempre que travarem forte façam este procedimento, estamos a falar em caso de emergência.

Cumpts [;)]
 
De tudo o que tá escrito no primeiro post, só não tenho jeitinho nenhum a travar com o pé esquerdo.

também com um fwd não é preciso para nada.

O resto das cenas, posso dizer que sei fazer razoávelmente bem: frutos da juventude.

Posso dizer também, que muitas vezes, estas brincadeiras que se praticam em rotundas, parques de estacionamento, curvas, rectas(desertas/os) me safaram de ter grandes espetas.

Uma coisa que acho muito estúpida, em alguns nós de auto estradas/ ic's, as curvs são muito longas, e FECHAM no fim.
Isto para o pessoal com a mania que é racingue e tal, é morte certa porque encostam se ao interior da curva desde o inicio, e quando apertam trajectoria pra se tentarem manter ao centro, lá vai a frente.

Julgo que toda a gente devia saber alguns desses principios que o pmv6 enunciou no primeiro post, porque o conhecimento do carro e o que fazer em determinada situação, impede que numa situação mais complicada, as pessoas não saibam como agir.

O problema, é que os falsos moralistas que por aí andam, consideram que quem compreende estas tecnicas de condução, e já as testou, é um corredor de rua, que é apenas mais um desgraçado que por aí anda.
Quando um dia se forem distraidos com o vosso cruise control a 120 e um gajo a sair duma Bomba em AE muda subitamente para a vossa faixa, quero ver o que pensam quando andarem pra lá aos papéis a tentar agarrar o carro.

É precisamente num FWD que é mais útil.

Mas para não repetir, já foi explicado neste fórum o porquê:

http://forum.autohoje.com/showpost.php?p=2588401&postcount=22
 
Numa travagem de emergência com o meu Stilo 1.2 com caixa de 6, se eu travar a fundo sem carregar na embraiagem e ir com a 6ª engatada o carro só vai abaixo por volta dos 40 km/h que é quando a 6ª está ao ralenti mais coisa menos coisa, logo penso a essa velocidade já conseguir reduzir sem que o carro aumente a distância de travagem como explicado no artigo da automotor[;)]
 
explica... eu não sei:sh) o meu não tem ESP

Penso que o que acontece é que o condutor em caso de despiste tenta por corrigir a situação (contra-brecar) e o ESP também vai actuar. Mas o ESP guia-se pelo ângulo de viragem do volante e pela velocidade de rotação em cada roda. Só que o ângulo de viragem do volante já não corresponde à realidade, por isso é possível que saia daqui uma grande confusão.

Será isto assim? Já senti o ESP a actuar no meu carro mas fui eu que o provoquei por isso não sei como se comporta numa situação real a grande velocidade.
 
O Tiago Leal já respondeu e bem. [;)]

Basicamente o fundamento é esse, mais vale o carro ir "abaixo" do que bater, estamos a falar apenas de travagens em que exista uma grande probabilidade de bater.

Isto porque mesmo que o carro se desligue ele vai continuar com a velocidade engrenada e vai ajudar a "prender" o carro, logo reduz a distância percorrida numa travagem de emergência. [;)]

Discordo. Se o carro vai abaixo o ABS deixa de funcionar. Embora seja contra-natura, não devemos nestes carros mais recentes carregar no travão a fundo assim como na embraiagem? Se o carro for abaixo perdes também a direcção...
 
Discordo. Se o carro vai abaixo o ABS deixa de funcionar. Embora seja contra-natura, não devemos nestes carros mais recentes carregar no travão a fundo assim como na embraiagem? Se o carro for abaixo perdes também a direcção...

Mas não entendes que estamos a falar de emergência?!?!

Eu não disse que o ABS continua a funcionar, até digo precisamente o contrário (num post mais abaixo), eu disse foi que depois do carro ir abaixo, embora não tenhas ABS consegues ainda travar, o pedal fica duro, mas naquele instante ainda trava.

A direcção aqui não interessa para nada, eu estou a falar no caso iminente de bater em que não existe escapatória possível, também disse isso.

P.F. leiam com atenção.

Se não conseguem contextualizar o que é dito, volta e meia vai aparecer alguém a dizer novamente que não está correcto.

Estamos a falar de travagens de emergência, forte probabilidade de colisão, sem possibilidade de desvio.

Não vale a pena dizerem o que deixa de funcionar porque eu sei.

Para ler com atenção:

http://www.automotor.xl.pt/aut/0203/a03-00-00.shtml
 
Última edição:
Penso que o que acontece é que o condutor em caso de despiste tenta por corrigir a situação (contra-brecar) e o ESP também vai actuar. Mas o ESP guia-se pelo ângulo de viragem do volante e pela velocidade de rotação em cada roda. Só que o ângulo de viragem do volante já não corresponde à realidade, por isso é possível que saia daqui uma grande confusão.

Será isto assim? Já senti o ESP a actuar no meu carro mas fui eu que o provoquei por isso não sei como se comporta numa situação real a grande velocidade.

julgo que terás alguma razão.....mas.....como dizes, já forçaste o ESP do teu carro a funcionar, e não sei se reparaste, mas ele é muito mais rápido do que tu a reagir [;)]

ou seja, de facto nós temos uma tendência natural para contra-brecar, mas quando tu estás a pensar em fazê-lo, já o ESP está a actuar para segurar o carro e evitar que tenhas de contra-brecar [;)]
já me aconteceu por 2 vezes, em "treinos" [:D]
 
Penso que o que acontece é que o condutor em caso de despiste tenta por corrigir a situação (contra-brecar) e o ESP também vai actuar. Mas o ESP guia-se pelo ângulo de viragem do volante e pela velocidade de rotação em cada roda. Só que o ângulo de viragem do volante já não corresponde à realidade, por isso é possível que saia daqui uma grande confusão.

Será isto assim? Já senti o ESP a actuar no meu carro mas fui eu que o provoquei por isso não sei como se comporta numa situação real a grande velocidade.

thank you[;)]
 
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