TAP Portugal

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Burros seriam se não aproveitassem...

Essa é a 1ª fase, depois vem o sticker:

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ryanair_.jpg


Ryanair%20(bye%20bye%20skyeurope).jpg


E há mais...
No momento que ponham um com "Adeus TAP" vai ser um tal indignação dos queixosos do costume...[:D]
 
Pela solução económica mesmo, em Sintra não precisas de uma nova ponte... No Montijo terias que ter novas vias, os autocarros não vão andar a atravessar o centro da.cidade pra ir pro aeroporto. Pra Pêro Pinheiro andam só na periferia...

Eu sei onde fica o terminal fluvial, mas aqui, mais uma vez vamos precisar de investimento, são necessários barcos com boa capacidade, e quem os vai comprar? Além que têm que funcionar noite e dia... Como dizes e bem, não há capital para tal... Eu acho mais fácil os privados investirem no transporte que o estado.

Seja para onde for o aeroporto das low cost, acho que vai dar um excelente impulso às empresas de transportes.

Se deixarem os privados operar certas concessões, tendo estes a obrigação de fornecer o material, pouco mais há a fazer que as ligações rodoviárias e melhorar a capacidade do terminal na zona do Montijo.

Em Sintra também se terá de investir em infraestrutura rodoviária que não há, em condições mínimas.



a base do montijo ja tem de certo modo 1 terminal fluvial

mas continuam a não explicar como metem la as low cost, porque não podem chegar e dizer, epa em lisboa não vos queremos

quanto as bases, eu acho que bastava apenas 1 aqui na zona, ou montijo ou sintra

Ficaria a de Sintra, por toda a sua importância histórica que tem para a FA. Além de o Montijo estar mais próximo de Lisboa e o facto de estar à vista de quem chega, sempre é mais reconfortante saber que o destino "está já ali".

E para convencer as low cost e quem sabe as de bandeira, bastava apresentar taxas mais competitivas, aliciar com mais rotas e gates[/I.

E acreditem, a margem sul, precisa de um bom boom económico, até porque é dos distritos mais pobres do País.
 
Se deixarem os privados operar certas concessões, tendo estes a obrigação de fornecer o material, pouco mais há a fazer que as ligações rodoviárias e melhorar a capacidade do terminal na zona do Montijo.

Em Sintra também se terá de investir em infraestrutura rodoviária que não há, em condições mínimas.





Ficaria a de Sintra, por toda a sua importância histórica que tem para a FA. Além de o Montijo estar mais próximo de Lisboa e o facto de estar à vista de quem chega, sempre é mais reconfortante saber que o destino "está já ali".

E para convencer as low cost e quem sabe as de bandeira, bastava apresentar taxas mais competitivas, aliciar com mais rotas e gates[/I.

E acreditem, a margem sul, precisa de um bom boom económico, até porque é dos distritos mais pobres do País.

Isto em tudo tem a haver com os amigos do governo... Se for pra Sintra vai servir os amigos de Cascais, se for pro Montijo vai servir os amigos de Tróia...

Sim na MS seria um óptimo impulso para a economia local, aliás, pelo que se ouve e lê da parte da Vinci, é a preferência deles.

O dinheiro que gastaram em Beja era bem gasto nisto e já tava a bombar...
 
gosto.jpg



Se bem que Beja seria excelente para se ter um centro de armazenagem e desmantelamento de aviões... [br:)]

Beja da pra muita coisa... Na altura que os alemães lá estavam até linha de montagem de aviões tinham, os edifícios ainda lá estão, os Alpha Jet foram deixados por eles...

Aquilo com boas ligações de estrada, uma linha ferroviária de Sines a passar por lá até Espanha, não sei até que ponto não daria jeito como um terminal de carga, tiravam de Lisboa os cargueiros (dhl, tnt e afins) e de Beja faziam ligação de distribuição por terra, ar e mar...

Não tendo os cargueiros já eram 5 stands livres (os cargueiros estão lá de manhã e só saem à noite), aliado ao espaço que o AT1 ocupa... Aquilo ainda dava pra meter lá uns quantos aviões... Basta a Vinci querer, têm dinheiro e poder... Qualquer dia são eles que correm com a TAP de lá pois tão a dar prejuízo lol
 
Sintra parece-me a pior das opções. Ora vejamos:

- A pista só tem 1800 metros e teria de ser aumentada em pelo menos um terço do comprimento actual. Mesmo assim ficaria uma pista pequena e limitada. Além disso só tem possibilidade de expansão para noroeste, já que para sudeste há umas elevaçoes jeitosas.

- Estas elevações inviabilizam a utilização por parte de A320 ou B737 de uma das pistas actuais, a 32. Fazer um circle-to-land com um 172 ou um Epsilon é uma coisa, obrigar os Easys e os Ryans a fazerem-no quando o vento estiver de N/NO seria interessante para os spotters mas pouco agradável para as companhias e pilotos. Uma espécie de Madeira mas sem água.

- Aquela zona não tem propriamente o melhor clima da AML, é muito ventosa e os nevoeiros são frequentes. Isto implicaria alguns encerramentos de operação por ano e a construção de um ILS pelo menos CAT II para a 14.

O ideal (e barato) seria mesmo o Montijo, mas isso seria comprar uma guerra com os militares.
 
Sintra parece-me a pior das opções. Ora vejamos:

- A pista só tem 1800 metros e teria de ser aumentada em pelo menos um terço do comprimento actual. Mesmo assim ficaria uma pista pequena e limitada. Além disso só tem possibilidade de expansão para noroeste, já que para sudeste há umas elevaçoes jeitosas.

- Estas elevações inviabilizam a utilização por parte de A320 ou B737 de uma das pistas actuais, a 32. Fazer um circle-to-land com um 172 ou um Epsilon é uma coisa, obrigar os Easys e os Ryans a fazerem-no quando o vento estiver de N/NO seria interessante para os spotters mas pouco agradável para as companhias e pilotos. Uma espécie de Madeira mas sem água.

- Aquela zona não tem propriamente o melhor clima da AML, é muito ventosa e os nevoeiros são frequentes. Isto implicaria alguns encerramentos de operação por ano e a construção de um ILS pelo menos CAT II para a 14.

O ideal (e barato) seria mesmo o Montijo, mas isso seria comprar uma guerra com os militares.

Concordo com tudo menos com a parte do ILS. Num futuro próximo, os VORs e NDBs vão estar todos a sair de cena, e o ILS será o passo seguinte.
Actualmente, já práticamente todos os aviões estão certificados para aproximações RNAV, isto é, GPS. As companhias já estão a investir em qualificar as suas tripulações. Neste momento, já se fazem aproximações RNAV com minimos de 250 pés, sendo que um ILS CATI tem minimos de 200 pés, e o próximo passo será introduzir as categorias nas aproximações RNAV. Deixo-te o seguinte video, que dá para se ter uma noção:


Na Alemanha por exemplo, quando uma pista tem o ILS fora de serviço, a aproximação primária é uma RNAV, deixando o VOR/NDB apenas para quem não tem capacidade de fazer RNAV.
 
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