Situação Laboral

Situação Laboral

  • Procura 1º emprego

    Votos: 3 2,7%
  • Estagiário

    Votos: 2 1,8%
  • Desempregado

    Votos: 10 8,8%
  • Contrato Termo Certo

    Votos: 23 20,4%
  • Contrato Termo Incerto

    Votos: 10 8,8%
  • Quadro efectivo

    Votos: 53 46,9%
  • Conta-própria (Recibos Verdes)

    Votos: 6 5,3%
  • Empresário

    Votos: 6 5,3%

  • Total de eleitores
    113
  • Sondagem encerrada .
Será que têm?

Qualquer trabalhador do estado muito dificilmente tem os dias contados. Existem muitos funcionários públicos excelentes e extremamente trabalhadores, mas os que não fazem nada todo o dia perpetuam-se e muito raramente (para não dizer nunca) são dispensados.

E o pior é que estes trabalhadores são como células cancerigenas que se metastizam para tudo que os rodeia, transformando trabalhadores competentes em incompetentes. Sendo que neste caso a culpa é da falta de uma quimioterapia adequada, ie uma avaliação de desempenho justa e eficaz.

E tudo que isto obviamente que não se aplica exclusivamente aos func. públicos. O privado está cheio de incompetentes.


Acabaste de reforçar o que eu disse anteriormente. Os que se encostam, têm os dias contados. Aliás, eu nem foquei um unico sector, não sei porque razão foste buscar o sector público.
 
Por isso escrevi "quase ninguém passa para os quadros de uma empresa".

Mas vejo aumentar o trabalho temporário e as respectivas empresas que o exploram, que parecem cogumelos em cada rua (provavelmente até há mais do que lojas dos Chineses), conheço muita gente que trabalha um ano nas portagens para uma empresa dessas que "vende" força de trabalho à brisa, gente que trabalha para outra empresa semelhante, que faz o mesmo para a galp, etc, etc.

Estas pessoas nunca chegam a ficar efectivas em lado nenhum e são descartadas do mercado de trabalho aos 35/40 anos, são pessoas licenciadas algumas, com a escolaridade mínima outros, pessoas com experiências de vida semelhantes as relatadas pelos users IIdEvIlFiReII e PAZ, aqui http://forum.autohoje.com/1062961133-post100.html e aqui http://forum.autohoje.com/1062961881-post132.html respectivamente.


Infelizmente para todos nós este é que é o país real, não aquele dos contos de fadas em que um office boy chega a director.

Exacto. Mas isso acontece em quase todo o lado. Empresas de trabalho temporário são isso mesmo, e as empresas aproveitam-nas para recrutar "reforços" e não trabalhadores. Chega ao final e mandam-te embora, indo novamente para a procura de emprego. Uma pessoa assim, nunca chega a lado nenhum. Já estive a trabalhar por empresas de trabalho temporário, e não passou disso mesmo. Até um dia que me inscrevi directamente numa empresa, e entrei directamente para essa empresa, e até hoje. Mas a mentalidade deles é outra, algo que nunca vi em Portugal.
Isto para não falar de quem está sob empresas de trabalho temporário, tem 2 patrões basicamente.
 
Bom, o contrato é a termo incerto...

Mas podem despedir-me quando queiram e posso ir embora quando eu quero...

Nem sei se é bom ou mau...
 
Tens toda a razão e isso é verdade para certos tipos de empregos.
Uma empresa que é incapaz de ter as mesmas pessoas durante um ano (ou pouco mais) a trabalhar para si, mas ainda assim contrata constantemente os serviços de uma outra de trabalho temporário, diz-nos que o problema não são os "certos tipos de empregos".

Por isso referi as competências e a necessidade de especialização. Sabes certamente tão bem quanto eu que para certos tipos de profissões não há desemprego pelo contrário há escassez de pessoal qualificado, por ex. acabaram com as escolas profissionais.
Num outro tópico respondi ao nosso colega Zell sobre esta temática assim:
(...)

Continuando, qual é o "dr. eng." que vai andar debaixo de sol nos campos?
Qual é o "dr. eng." que vai estar sentado à frente de uma máquina de fiar?
Qual é o "dr. eng." que vai fazer distribuição de qualquer que seja o produto?
Qual é o "dr. eng." que vai amassar o pão que alimenta toda a gente?
Qual é o "dr. eng." que vai fazer as refeições nas cantinas, nos restaurantes, etc?
Qual é o "dr. eng." que vai vender gelados e bolas de berlim na praia?

(...)


O problema talvez seja esse, muitos tipos acham que uma pessoa com maior formação é um "doutor" e uma fonte de dores de cabeça.

Mas de facto hoje as maquinas já fazem muitos dos trabalhos, mesmo as bolas de berlim (e o facto de haver pessoas já com alguma idade que tem de se socorrer de trabalhos sazonais para sobreviver, é uma vergonha para nós enquanto portugueses), um eng agrónomo, um lic em logística ou gestão operacional, um nutricionista ou um eng mecânico ou eng informático fazem perfeitamente esses trabalhos todos ou mantêm as maquinas que o fazem a trabalhar.

Mas claro que não recebem 500€ por mês e isso quer-me parecer, é o maior problema dos empregadores nacionais, por isso preferem um tipo que dá uns toques e ganha mal.

Resumindo, o problema é não o fim das escolas profissionais, mas a mentalidade que diz que para trabalhar tem de ser alguém com calos e que não tenha uma licenciatura.

Mentalidade cada vez mais rara por essa Europa fora.

Quanto a licenciados no desemprego, resta saber licenciados em quê e para quê. Para certas licenciaturas tb não existem dificuldades de emprego, é consultar as ofertas de emprego.
Vais-me desculpar mas isso parece aquela ideia sobre os jogadores da bola que tem uma profissão de desgaste rápido porque depois dos 35/40 já não podem jogar.

Um licenciado em direito, em sociologia, antropologia, seja o que for é uma pessoa bastante inteligente e a prova são exactamente as suas habilitações, ora uma pessoa assim, já provou do que é capaz, seria sempre valiosa para uma empresa, quanto mais não seja pela sua capacidade de aprendizagem, mas o que se vê é precisamente o contrario são rejeitados precisamente pela sua capacidade e naturalmente o investimento mais elevado para os adquirir.

Além de que o medo de ser enganado pelo "estudante" ainda ensombra a mentalidade tacanha de alguns empresários com a 4ª classe.

Os ordenados inicialmente são baixos mas se as pessoas adquirirem competências progredirem poderão futuramente melhorar e sair dessa situação. Há inúmeros casos que estão á vista e não são office boys.
Eu até concordo com vencimentos mais baixos no principio de uma carreira, mas, eu considero principio de carreira, distribuir jornais, trabalhos de verão para adolescentes e semelhantes, não trabalhos para pagar estudos ou para manter uma vida decente, onde ordenados "inicialmente" baixos são só mais uma forma de explorar as pessoas.

Tb. nunca tive jeito e sempre detestei os Office boys prefiro acreditar que as pessoas através do trabalho, competência e esforço podem melhor a vida.
No meu tempo de estudante, nocturno, após o curso industrial, tive oportunidade de privar com pessoas que ali andavam com extremas dificuldades, vindas por vezes de longe e de transportes públicos.
Fico satisfeito ao encontrar hoje essas pessoas em lugares de direcções, outros são empresários são donos do seu próprio destino não têm de estar a aturar chefes nem patrões.
Estudar e, hoje mais do que nunca, durante toda a vida. Se não tiver oportunidade durante o dia vai á noite, pós laboral, nunca ninguém morreu e não há-de morrer por via disso, principalmente quando se tem o vigor da juventude. Custa-me ver pessoas de 25, 30 e 35 anos que chegam a casa e se sentam em frente á televisão ou computador até se irem deitar, quando têm empregos e salários miseráveis, porque não tentar melhor e proporcionar uma vida melhor aqueles que de si dependem? `
É uma questão de opção.
Eu tb via a vida assim, mas hoje os tempos são diferentes e as pessoas trabalham cada vez mais horas por menos dinheiro.

O resultado é que no fim de 12 horas fora de casa não sobre nem tempo nem dinheiro, para estudar, aos 25, 30, 35 a maioria já tem família e tem de contar também com eles, quer no tempo que lhes dedica, quer na gestão do magro vencimento.

Temos de pesar bem isso, estudar para depois ser despedido por saber mais e meter medo ao patrão, não encontrar trabalho pela mesma razão custa muito, principalmente para quem só pode depender, mesmo, de si próprio.
 
Vou desviar-me um pouco do tema especifico do, mas está interligado


De facto o mercado de trabalho em Portugal neste momento não é um "conto de fadas" e apresenta diversas dificuldades

Gera-se uma descrença, muito justificada, quando se verifica que determinados licenciados, esforçados, responsáveis e qualificados estão a ser explorados numa qualquer empresa que nem foca o olhar 1 segundo para olhar para eles e "oferecer-lhes" a possibilidade de se tornaram profissionais brilhantes, quando por vezes têm todas as condições para isso


Assim sendo, e tentando manter um discurso coerente e isento de ilusão ou dramatização, diria que o factor número 1 que pode levar-nos a um lugar confortável da montanha (ainda que esse lugar seja apenas a meio) é a força de vontade e motivação


Compreendo perfeitamente que, perante as evidências e a projecção que este Portugal nos apresenta seja difícil encontrar qualquer motivação para acreditar que vamos subir a montanha até um lugar confortável, mas... a vossa força interior ninguém vos pode tirar e ela poderá representar a diferença entre uma vida nivelada por baixo ou um pouco melhor [;)]
 
Vou desviar-me um pouco do tema especifico do, mas está interligado


De facto o mercado de trabalho em Portugal neste momento não é um "conto de fadas" e apresenta diversas dificuldades

Gera-se uma descrença, muito justificada, quando se verifica que determinados licenciados, esforçados, responsáveis e qualificados estão a ser explorados numa qualquer empresa que nem foca o olhar 1 segundo para olhar para eles e "oferecer-lhes" a possibilidade de se tornaram profissionais brilhantes, quando por vezes têm todas as condições para isso


Assim sendo, e tentando manter um discurso coerente e isento de ilusão ou dramatização, diria que o factor número 1 que pode levar-nos a um lugar confortável da montanha (ainda que esse lugar seja apenas a meio) é a força de vontade e motivação


Compreendo perfeitamente que, perante as evidências e a projecção que este Portugal nos apresenta seja difícil encontrar qualquer motivação para acreditar que vamos subir a montanha até um lugar confortável, mas... a vossa força interior ninguém vos pode tirar e ela poderá representar a diferença entre uma vida nivelada por baixo ou um pouco melhor [;)]


Pois... força de vontade e motivação é a única forma de se aguentar num emprego que desvaloriza e não motiva seja quem for.



Queres um exemplo?

Uma pessoa que trabalha num banco à 4 anos está efectiva. Trabalha que nem uma moura, resolve praticamente todos os problemas que se lhe deparam, tem uma amizade enorme com a maioria dos fornecedores, trabalha horas a mais (primeira a chegar e quase última a sair). Ou seja como a chefe dela já lhe disse, uma empregada exemplar.

Mas como em todo o lado existem parasitas e víboras que contaminam todo o ambiente de trabalho e as suas relações. Os colegas executam as mesmas tarefas, mas não se chateam nem metade, não se preocupam com os assuntos, cometem erros graves, atiram as culpas para outros, estão o dia todo na galhofa e intriga com as víboras de outros departamentos, passam o dia na internet e a ligar para a namorada/mulher/amigos/amantes e assuntos pessoais.


Num país exemplar esta categoria de funcionário já estaria crucificado e na pior das hipóteses no olho da rua.
Mas sendo víboras são pessoas que dominam a arte da graxa. Graxa ao chefe, graxa ao Director, graxa aos comerciais. Mas sempre lixando os colegas constantemente atirando mentiras e boatos à direcção.


Um dia fartou-se da situação e foi falar com o director sobre as situações caricatas mas este retorquiu que pessoas que se queixam dessa forma não podem fazer parte da organização e que quem não estava bem que se mudasse.


Pois bem... a reacção a esta resposta não se fez esperar, o envio de CV foi imediatamente levado à prática. Esta foi a sua força de vontade.


Uma semana depois, já tinha uma proposta de trabalho num concorrente para ficar efectiva e com melhores condições de trabalho e salário.



Conclusão: Está na fase de transição (férias), a chefe está a ver a vida a andar para trás e o serviço... está um caos para dizer no mínimo. Os colegas víboras continuam a fazer erros, a criar problemas com fornecedores e colegas, a levar tempo para tudo e a levar elogios da chefia...


Ninguém é insubstítuivel, mas existem pessoas chave que dão tudo por tudo e o agradecimento das chefias é menos zero.

Depois queixam-se que a produtividade é baixa e que o país assim não vai para a frente.


Bastava um pouco de valorização para tanta dedicação. Um obrigado, um prémio, um acto. Mas nada, apenas uma puxada de orelhas por ser chata.


Neste país é assim, as pessoas mais válidas são colocadas de parte. E as víboras dominam.


Esta história é verídica e é-me bem próxima.
 
Última edição:
Pois... força de vontade e motivação é a única forma de se aguentar num emprego que desvaloriza e não motiva seja quem for.



Queres um exemplo?

Uma pessoa que trabalha num banco à 4 anos está efectiva. Trabalha que nem uma moura, resolve praticamente todos os problemas que se lhe deparam, tem uma amizade enorme com a maioria dos fornecedores, trabalha horas a mais (primeira a chegar e quase última a sair). Ou seja como a chefe dela já lhe disse, uma empregada exemplar.

Mas como em todo o lado existem parasitas e víboras que contaminam todo o ambiente de trabalho e as suas relações. Os colegas executam as mesmas tarefas, mas não se chateam nem metade, não se preocupam com os assuntos, cometem erros graves, atiram as culpas para outros, estão o dia todo na galhofa e intriga com as víboras de outros departamentos, passam o dia na internet e a ligar para a namorada/mulher/amigos/amantes e assuntos pessoais.


Num país exemplar esta categoria de funcionário já estaria crucificado e na pior das hipóteses no olho da rua.
Mas sendo víboras são pessoas que dominam a arte da graxa. Graxa ao chefe, graxa ao Director, graxa aos comerciais. Mas sempre lixando os colegas constantemente atirando mentiras e boatos à direcção.


Um dia fartou-se da situação e foi falar com o director sobre as situações caricatas mas este retorquiu que pessoas que se queixam dessa forma não podem fazer parte da organização e que quem não estava bem que se mudasse.


Pois bem... a reacção a esta resposta não se fez esperar, o envio de CV foi imediatamente levado à prático. Esta foi a sua força de vontade.



Uma semana depois, já tinha uma proposta de trabalho num concorrente para ficar efectiva e com melhores condições de trabalho e salário.



Conclusão: Está na fase de transição (férias), a chefe está a ver a vida a andar para trás e o serviço... está um caos para dizer no mínimo. Os colegas víboras continuam a fazer erros, a criar problemas com fornecedores e colegas, a levar tempo para tudo e a levar elogios da chefia...


Ninguém é insubstítuivel, mas existem pessoas chave que dão tudo por tudo e o agradecimento das chefias é menos zero.

Depois queixam-se que a produtividade é baixa e que o país assim não vai para a frente.


Bastava um pouco de valorização para tanta dedicação. Um obrigado, um prémio, um acto. Mas nada, apenas uma puxada de orelhas por ser chata.


Neste país é assim, as pessoas mais válidas são colocadas de parte. E as víboras dominam.


Esta história é verídica e é-me bem próxima.

Era o que eu faria logo. Assim é que se pode começar aos poucos a mudar as coisas!
 
Pois... força de vontade e motivação é a única forma de se aguentar num emprego que desvaloriza e não motiva seja quem for.



Queres um exemplo?

Uma pessoa que trabalha num banco à 4 anos está efectiva. Trabalha que nem uma moura, resolve praticamente todos os problemas que se lhe deparam, tem uma amizade enorme com a maioria dos fornecedores, trabalha horas a mais (primeira a chegar e quase última a sair). Ou seja como a chefe dela já lhe disse, uma empregada exemplar.

Mas como em todo o lado existem parasitas e víboras que contaminam todo o ambiente de trabalho e as suas relações. Os colegas executam as mesmas tarefas, mas não se chateam nem metade, não se preocupam com os assuntos, cometem erros graves, atiram as culpas para outros, estão o dia todo na galhofa e intriga com as víboras de outros departamentos, passam o dia na internet e a ligar para a namorada/mulher/amigos/amantes e assuntos pessoais.


Num país exemplar esta categoria de funcionário já estaria crucificado e na pior das hipóteses no olho da rua.
Mas sendo víboras são pessoas que dominam a arte da graxa. Graxa ao chefe, graxa ao Director, graxa aos comerciais. Mas sempre lixando os colegas constantemente atirando mentiras e boatos à direcção.


Um dia fartou-se da situação e foi falar com o director sobre as situações caricatas mas este retorquiu que pessoas que se queixam dessa forma não podem fazer parte da organização e que quem não estava bem que se mudasse.


Pois bem... a reacção a esta resposta não se fez esperar, o envio de CV foi imediatamente levado à prático. Esta foi a sua força de vontade.


Uma semana depois, já tinha uma proposta de trabalho num concorrente para ficar efectiva e com melhores condições de trabalho e salário.



Conclusão: Está na fase de transição (férias), a chefe está a ver a vida a andar para trás e o serviço... está um caos para dizer no mínimo. Os colegas víboras continuam a fazer erros, a criar problemas com fornecedores e colegas, a levar tempo para tudo e a levar elogios da chefia...


Ninguém é insubstítuivel, mas existem pessoas chave que dão tudo por tudo e o agradecimento das chefias é menos zero.

Depois queixam-se que a produtividade é baixa e que o país assim não vai para a frente.


Bastava um pouco de valorização para tanta dedicação. Um obrigado, um prémio, um acto. Mas nada, apenas uma puxada de orelhas por ser chata.


Neste país é assim, as pessoas mais válidas são colocadas de parte. E as víboras dominam.


Esta história é verídica e é-me bem próxima.

Era o que eu faria logo. Assim é que se pode começar aos poucos a mudar as coisas!




é um bom exemplo de que, o comodismo não é a solução e a força de vencer (mesmo que tudo esteja contra nós) é a chave para se ir um pouco (ou muito) mais longe
 
Pois... força de vontade e motivação é a única forma de se aguentar num emprego que desvaloriza e não motiva seja quem for.



Queres um exemplo?

Uma pessoa que trabalha num banco à 4 anos está efectiva. Trabalha que nem uma moura, resolve praticamente todos os problemas que se lhe deparam, tem uma amizade enorme com a maioria dos fornecedores, trabalha horas a mais (primeira a chegar e quase última a sair). Ou seja como a chefe dela já lhe disse, uma empregada exemplar.

Mas como em todo o lado existem parasitas e víboras que contaminam todo o ambiente de trabalho e as suas relações. Os colegas executam as mesmas tarefas, mas não se chateam nem metade, não se preocupam com os assuntos, cometem erros graves, atiram as culpas para outros, estão o dia todo na galhofa e intriga com as víboras de outros departamentos, passam o dia na internet e a ligar para a namorada/mulher/amigos/amantes e assuntos pessoais.


Num país exemplar esta categoria de funcionário já estaria crucificado e na pior das hipóteses no olho da rua.
Mas sendo víboras são pessoas que dominam a arte da graxa. Graxa ao chefe, graxa ao Director, graxa aos comerciais. Mas sempre lixando os colegas constantemente atirando mentiras e boatos à direcção.


Um dia fartou-se da situação e foi falar com o director sobre as situações caricatas mas este retorquiu que pessoas que se queixam dessa forma não podem fazer parte da organização e que quem não estava bem que se mudasse.


Pois bem... a reacção a esta resposta não se fez esperar, o envio de CV foi imediatamente levado à prático. Esta foi a sua força de vontade.


Uma semana depois, já tinha uma proposta de trabalho num concorrente para ficar efectiva e com melhores condições de trabalho e salário.



Conclusão: Está na fase de transição (férias), a chefe está a ver a vida a andar para trás e o serviço... está um caos para dizer no mínimo. Os colegas víboras continuam a fazer erros, a criar problemas com fornecedores e colegas, a levar tempo para tudo e a levar elogios da chefia...


Ninguém é insubstítuivel, mas existem pessoas chave que dão tudo por tudo e o agradecimento das chefias é menos zero.

Depois queixam-se que a produtividade é baixa e que o país assim não vai para a frente.


Bastava um pouco de valorização para tanta dedicação. Um obrigado, um prémio, um acto. Mas nada, apenas uma puxada de orelhas por ser chata.


Neste país é assim, as pessoas mais válidas são colocadas de parte. E as víboras dominam.


Esta história é verídica e é-me bem próxima.

Ora aí está uma pessoa que tomou uma atitude corajosa, não se acomodou, sabe o que vale tem trunfos para jogar.
É este tipo de pessoas que aprecio, vão á luta arriscam. Quem sabe se amanhão, ao virar da esquina , a vida dá muitas voltas, não lhe aparecerá uma oportunidade capaz de lhe transformar, pela positiva, a vida completamente.
 
Era o que eu faria logo. Assim é que se pode começar aos poucos a mudar as coisas!

é um bom exemplo de que, o comodismo não é a solução e a força de vencer (mesmo que tudo esteja contra nós) é a chave para se ir um pouco (ou muito) mais longe

Ora aí está uma pessoa que tomou uma atitude corajosa, não se acomodou, sabe o que vale tem trunfos para jogar.
É este tipo de pessoas que aprecio, vão á luta arriscam. Quem sabe se amanhão, ao virar da esquina , a vida dá muitas voltas, não lhe aparecerá uma oportunidade capaz de lhe transformar, pela positiva, a vida completamente.


Também tenho culpas no cartório. [:cool:]


E obviamente que a força de vontade ela teve a chamada "Sorte do Caraças".
Neste momento de incerteza é um milagre arranjar emprego e este veio na melhor altura.
 
Era o que eu faria logo. Assim é que se pode começar aos poucos a mudar as coisas!

este tipo de reaccao é a que, se toda a gente a tivesse, faria com que as empresas que tem essas "viboras" rapidamente saissem do mercado.

O problema é muitas vezes temos maus empregados, e outros que apesarem de serem bons no que fazem, se acomodam ao ambiente negativo que os rodeia, em vez de procurarem uma organizacao melhor. E isto mata a produtividade de uma empresa, e em termos gerais, da economia como um todo.
 
este tipo de reaccao é a que, se toda a gente a tivesse, faria com que as empresas que tem essas "viboras" rapidamente saissem do mercado.

O problema é muitas vezes temos maus empregados, e outros que apesarem de serem bons no que fazem, se acomodam ao ambiente negativo que os rodeia, em vez de procurarem uma organizacao melhor. E isto mata a produtividade de uma empresa, e em termos gerais, da economia como um todo.


Acomodam-se pela cumplicidade da própria administração com as víboras, apenas obsecada pelos objectivos. Quanto mais se tenta melhorar a empresa e a sua produtividade, pior essa pessoa é vista. É melhor portanto ser como o restante.


O Estado é exímio neste tipo de relações laborais.
 
Acomodam-se pela cumplicidade da própria administração com as víboras, apenas obsecada pelos objectivos. Quanto mais se tenta melhorar a empresa e a sua produtividade, pior essa pessoa é vista. É melhor portanto ser como o restante.


O Estado é exímio neste tipo de relações laborais.

isso sao desculpas. Se as pessoas nao se acomodarem e sairem, as empresas ficam so com as "viboras" e se eles nao conseguem gerir o negocio, a empresa vai a falencia.

se ha coisa para o qual nao tenho paciencia é para a malta que diz que é um trabalhador eximio, mas por causa das mas chefias e mas colegas nunca vai ter a oportunidade que "merece". Alias, vemos esse espirito em varios posts aqui no forum.

As oportunidades fazemo-las nos. E trabalhar mais que os outros nao chega[;)].
 
isso sao desculpas. Se as pessoas nao se acomodarem e sairem, as empresas ficam so com as "viboras" e se eles nao conseguem gerir o negocio, a empresa vai a falencia.

se ha coisa para o qual nao tenho paciencia é para a malta que diz que é um trabalhador eximio, mas por causa das mas chefias e mas colegas nunca vai ter a oportunidade que "merece". Alias, vemos esse espirito em varios posts aqui no forum.

As oportunidades fazemo-las nos. E trabalhar mais que os outros nao chega[;)].

Claro, de nada vale culpar a falta de sorte, etc.

Temos de ter postura, saber o que valemos e procurar infinitamente o nosso lugar.

Posso ainda ser um miúdo inconsciente, mas se um dia fico acumodado será uma derrota.
 
isso sao desculpas. Se as pessoas nao se acomodarem e sairem, as empresas ficam so com as "viboras" e se eles nao conseguem gerir o negocio, a empresa vai a falencia.

se ha coisa para o qual nao tenho paciencia é para a malta que diz que é um trabalhador eximio, mas por causa das mas chefias e mas colegas nunca vai ter a oportunidade que "merece". Alias, vemos esse espirito em varios posts aqui no forum.

As oportunidades fazemo-las nos. E trabalhar mais que os outros nao chega[;)].


Não é. Em Portugal não tens grande mercado de trabalho e apenas algumas pessoas têm curriculo para poder saltar desta forma. Pior ainda quando já têm bocas para alimentar e despesas fixas todos os meses. Não te esqueças que estamos a falar de uma situação de contrato a termo incerto e isso é bastante valorizado em Portugal, mais que não seja pelo valor psicológico e para baixar a taxa de risco nos créditos.

As chefias são coniventes com estas situações, conheço muitos casos mesmo. Trabalhas como a administração quer ou sais, por tua vontade ou por pressões/despedimento. Não todos os casos, mas muitos mesmo.

Consultoras e bancos é mato.
 
Não é. Em Portugal não tens grande mercado de trabalho e apenas algumas pessoas têm curriculo para poder saltar desta forma. Pior ainda quando já têm bocas para alimentar e despesas fixas todos os meses. Não te esqueças que estamos a falar de uma situação de contrato a termo incerto e isso é bastante valorizado em Portugal, mais que não seja pelo valor psicológico e para baixar a taxa de risco nos créditos.

As chefias são coniventes com estas situações, conheço muitos casos mesmo. Trabalhas como a administração quer ou sais, por tua vontade ou por pressões/despedimento. Não todos os casos, mas muitos mesmo.

Consultoras e bancos é mato.


e porque é que te tens de limitar a portugal? Eu tambem podia estar em portugal a queixar-me que nao tinha oportunidades que mereco, etc. Vim para fora e as coisas tem corrido bem, mesmo estando no epicentro do credit crunch.

A adaptabilidade é uma condicao essencial para o sucesso.
 
Também tenho culpas no cartório. [:cool:]


E obviamente que a força de vontade ela teve a chamada "Sorte do Caraças".
Neste momento de incerteza é um milagre arranjar emprego e este veio na melhor altura.

A sorte tb se conquista.
Vejo muita gente que apenas se lastima, criticam a empresa e as chefias, porque não tomam a iniciativa e abandonam o barco?
Se as suas criticas são assim tão pertinentes tão valiosas, porque não acreditam que conseguem vencer noutro local, ou tomam a iniciativa e trabalham por conta própria.
Tenho um amigo que era camionista e tinha um apartamento em Lisboa, vendeu o apartamento e comprou outro em Braga por metade do preço. Com o restante comprou um camião em 2ª mão, hoje tem uma empresa de camionagem.
Para a maioria das pessoas, quer se queira quer não, isto seria totalmente impensável, ou seja, uma maluquice, um aventureirismo a toda a prova.
Trocar um salário, ainda que miserável, certo pelo incerto, passar de assalariado a patrão, em vez de receber começar a pagar salários, é um passo que nem todos conseguem dar.
 
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