Situação Laboral

Situação Laboral

  • Procura 1º emprego

    Votos: 3 2,7%
  • Estagiário

    Votos: 2 1,8%
  • Desempregado

    Votos: 10 8,8%
  • Contrato Termo Certo

    Votos: 23 20,4%
  • Contrato Termo Incerto

    Votos: 10 8,8%
  • Quadro efectivo

    Votos: 53 46,9%
  • Conta-própria (Recibos Verdes)

    Votos: 6 5,3%
  • Empresário

    Votos: 6 5,3%

  • Total de eleitores
    113
  • Sondagem encerrada .
Como disse o Nthor, o estar a efectivo hoje em dia é importante, mesmo que a qualquer momento possamos estar na rua, mas no que toca a concessão de créditos habitação, é uma mais-valia. O que está mal, é alguém que passe para os quadros da empresa, que se tenha mostrado um bom profissional, que levasse a empresa a passa-lo para os quadros, e depois de estar a efectivo, encostar-se e os que estão a "termo certo" que trabalhem. Conheço montes casos desses, mas esses têm os dias contados. O importante, é a pessoa manter a sua postura, quer esteja a efectivo ou não. As recompensas aparecerão certamente.
 
Mais vais querer saber, daqui a uns anos, quando saíres dessa fase de "teenager inconciente" [:D] [;)].

Grande mentalidade...

Desde quando é que tentar dar o máximo todos os dias no trabalho é uma característica de "teenager inconciente"?

Desde quando é que estarmos numa empresa porque esta esta está legalmente obrigada a ter-nos lá e não porque gosta do nosso trabalho é vantajoso para alguma das partes?

Qual é a vantagem em termos um contracto sem termo (também não percebo a diferença entre contracto sem termo e efectivo) depois de passarmos as idades "teen"?

O que muita gente não percebe é que o que nos dá segurança no trabalho é o nosso próprio trabalho não é nenhum contrato que pode ser facilmente anulado a troco de uns meros euros.
 
Como disse o Nthor, o estar a efectivo hoje em dia é importante, mesmo que a qualquer momento possamos estar na rua, mas no que toca a concessão de créditos habitação, é uma mais-valia. O que está mal, é alguém que passe para os quadros da empresa, que se tenha mostrado um bom profissional, que levasse a empresa a passa-lo para os quadros, e depois de estar a efectivo, encostar-se e os que estão a "termo certo" que trabalhem. Conheço montes casos desses, mas esses têm os dias contados. O importante, é a pessoa manter a sua postura, quer esteja a efectivo ou não. As recompensas aparecerão certamente.

Será que têm?

Qualquer trabalhador do estado muito dificilmente tem os dias contados. Existem muitos funcionários públicos excelentes e extremamente trabalhadores, mas os que não fazem nada todo o dia perpetuam-se e muito raramente (para não dizer nunca) são dispensados.

E o pior é que estes trabalhadores são como células cancerigenas que se metastizam para tudo que os rodeia, transformando trabalhadores competentes em incompetentes. Sendo que neste caso a culpa é da falta de uma quimioterapia adequada, ie uma avaliação de desempenho justa e eficaz.

E tudo que isto obviamente que não se aplica exclusivamente aos func. públicos. O privado está cheio de incompetentes.
 
Última edição:
Efectivo desde 1992

Nas 3 actividades complementares tb sou efectivo, até me despedir a mim mesmo.

E desconto por todos os lados. Descontos do catano
 
Grande mentalidade...

Desde quando é que tentar dar o máximo todos os dias no trabalho é uma característica de "teenager inconciente"?

Desde quando é que estarmos numa empresa porque esta esta está legalmente obrigada a ter-nos lá e não porque gosta do nosso trabalho é vantajoso para alguma das partes?

Qual é a vantagem em termos um contracto sem termo (também não percebo a diferença entre contracto sem termo e efectivo) depois de passarmos as idades "teen"?

O que muita gente não percebe é que o que nos dá segurança no trabalho é o nosso próprio trabalho não é nenhum contrato que pode ser facilmente anulado a troco de uns meros euros.
Eu sei que ler dá trabalho e perceber o que escrevo as vezes ainda mais, já que não sou muito bom a transmitir ideias, apesar de as tentar constantemente explicar de forma mais elementar e simples que me é possível.


Mas retirar uma frase do contexto e escrever um conjunto de disparates sem sentido, supostamente dá ainda mais trabalho.

Mas como se costuma dizer, quem corre por gosto não cansa...






.
 
Última edição:
Como disse o Nthor, o estar a efectivo hoje em dia é importante, mesmo que a qualquer momento possamos estar na rua, mas no que toca a concessão de créditos habitação, é uma mais-valia.
Exactamente, quando se tem responsabilidades a estabilidade laboral é muito importante.


O que está mal, é alguém que passe para os quadros da empresa, que se tenha mostrado um bom profissional, que levasse a empresa a passa-lo para os quadros, e depois de estar a efectivo, encostar-se e os que estão a "termo certo" que trabalhem. Conheço montes casos desses, mas esses têm os dias contados. O importante, é a pessoa manter a sua postura, quer esteja a efectivo ou não. As recompensas aparecerão certamente.
Hoje em dia quase ninguém passa para os quadros de uma empresa (ou poucas empresas entendem a mais valia de valorizar os colaboradores), no fim do contrato, não se renova e manda-se vir outro desempregado disposto a fazer duas refeições diárias.
 
Efectivo, mas numa multinacional enorme onde a qualquer momento pagam o que têm a pagar e mandam embora quem quiserem...

Ainda assim podes-te dar por muito feliz em trabalhares numa empresa que paga o que as pessoas têm direito quando são mandadas embora. Infelizmente a maioria rebenta, alguns ficam com meses de ordenados em atraso, e quando a empresa fecha saem com uma mão há frente e outra atrás.
 
Eu sei que ler dá trabalho e perceber o que escrevo as vezes ainda mais, já que não sou muito bom a transmitir ideias, apesar de as tentar constantemente explicar de forma mais elementar e simples que me é possível.


Mas retirar uma frase do contexto e escrever um conjunto de disparates sem sentido, supostamente dá ainda mais trabalho.

Mas como se costuma dizer, quem corre por gosto não cansa...


.

Originalmente Colocado por air
Sinceramente não quero saber se sou efectivo ou não.


Mais vais querer saber, daqui a uns anos, quando saíres dessa fase de "teenager inconciente" [:D] [;)].
Qual é que foi o contexto que me escapou mesmo?
 
Exactamente, quando se tem responsabilidades a estabilidade laboral é muito importante.


Hoje em dia quase ninguém passa para os quadros de uma empresa (ou poucas empresas entendem a mais valia de valorizar os colaboradores), no fim do contrato, não se renova e manda-se vir outro desempregado disposto a fazer duas refeições diárias.

Essa de ninguém passar para o quadro não é bem assim, há pessoas e pessoas. Nas empresas há e sempre haverá aqueles que puxam carroça e aqueles que empurram.
Obviamente que aqueles que puxam a carroça a empresa não terá nenhum interesse que saiam e vão para a concorrência isso obrigaria a procurar e admitir outros para os substituir o que nem sempre é facil. Processos de adaptação conhecimento dos locais de trabalho, clientes etc..
Pode até acontecer que, os mais capazes, arrastem clientes com eles o que seria muito nefasto para a empresa.
Quanto maiores forem as competências e grau de especialização,maiores serão as hipoteses da pessoa pertencer ao tal grupo de não dispensáveis.
Não digo insubstituiveis porque de insubstituiveis estão os cemitérios cheios.
 
Essa de ninguém passar para o quadro não é bem assim, há pessoas e pessoas. Nas empresas há e sempre haverá aqueles que puxam carroça e aqueles que empurram.
Obviamente que aqueles que puxam a carroça a empresa não terá nenhum interesse que saiam e vão para a concorrência isso obrigaria a procurar e admitir outros para os substituir o que nem sempre é facil. Processos de adaptação conhecimento dos locais de trabalho, clientes etc..
Pode até acontecer que, os mais capazes, arrastem clientes com eles o que seria muito nefasto para a empresa.
Quanto maiores forem as competências e grau de especialização,maiores serão as hipoteses da pessoa pertencer ao tal grupo de não dispensáveis.
Não digo insubstituiveis porque de insubstituiveis estão os cemitérios cheios.
Por isso escrevi "quase ninguém passa para os quadros de uma empresa".

Mas vejo aumentar o trabalho temporário e as respectivas empresas que o exploram, que parecem cogumelos em cada rua (provavelmente até há mais do que lojas dos Chineses), conheço muita gente que trabalha um ano nas portagens para uma empresa dessas que "vende" força de trabalho à brisa, gente que trabalha para outra empresa semelhante, que faz o mesmo para a galp, etc, etc.

Estas pessoas nunca chegam a ficar efectivas em lado nenhum e são descartadas do mercado de trabalho aos 35/40 anos, são pessoas licenciadas algumas, com a escolaridade mínima outros, pessoas com experiências de vida semelhantes as relatadas pelos users IIdEvIlFiReII e PAZ, aqui http://forum.autohoje.com/1062961133-post100.html e aqui http://forum.autohoje.com/1062961881-post132.html respectivamente.


Infelizmente para todos nós este é que é o país real, não aquele dos contos de fadas em que um office boy chega a director.
 
Por isso escrevi "quase ninguém passa para os quadros de uma empresa".

Mas vejo aumentar o trabalho temporário e as respectivas empresas que o exploram, que parecem cogumelos em cada rua (provavelmente até há mais do que lojas dos Chineses), conheço muita gente que trabalha um ano nas portagens para uma empresa dessas que "vende" força de trabalho à brisa, gente que trabalha para outra empresa semelhante, que faz o mesmo para a galp, etc, etc.

Estas pessoas nunca chegam a ficar efectivas em lado nenhum e são descartadas do mercado de trabalho aos 35/40 anos, são pessoas licenciadas algumas, com a escolaridade mínima outros, pessoas com experiências de vida semelhantes as relatadas pelos users IIdEvIlFiReII e PAZ, aqui http://forum.autohoje.com/1062961133-post100.html e aqui http://forum.autohoje.com/1062961881-post132.html respectivamente.


Infelizmente para todos nós este é que é o país real, não aquele dos contos de fadas em que um office boy chega a director.

Tens toda a razão e isso é verdade para certos tipos de empregos. Por isso referi as competências e a necessidade de especialização. Sabes certamente tão bem quanto eu que para certos tipos de profissões não há desemprego pelo contrário há escassez de pessoal qualificado, por ex. acabaram com as escolas profissionais.
Quanto a licenciados no desemprego, resta saber licenciados em quê e para quê. Para certas licenciaturas tb não existem dificuldades de emprego, é consultar as ofertas de emprego. Os ordenados inicialmente são baixos mas se as pessoas adquirirem competências progredirem poderão futuramente melhorar e sair dessa situação. Há inúmeros casos que estão á vista e não são office boys.
Tb. nunca tive jeito e sempre detestei os Office boys prefiro acreditar que as pessoas através do trabalho, competência e esforço podem melhor a vida.
No meu tempo de estudante, nocturno, após o curso industrial, tive oportunidade de privar com pessoas que ali andavam com extremas dificuldades, vindas por vezes de longe e de transportes públicos.
Fico satisfeito ao encontrar hoje essas pessoas em lugares de direcções, outros são empresários são donos do seu próprio destino não têm de estar a aturar chefes nem patrões.
Estudar e, hoje mais do que nunca, durante toda a vida. Se não tiver oportunidade durante o dia vai á noite, pós laboral, nunca ninguém morreu e não há-de morrer por via disso, principalmente quando se tem o vigor da juventude. Custa-me ver pessoas de 25, 30 e 35 anos que chegam a casa e se sentam em frente á televisão ou computador até se irem deitar, quando têm empregos e salários miseráveis, porque não tentar melhor e proporcionar uma vida melhor aqueles que de si dependem? `
É uma questão de opção.
 
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