Seat Exeo

Abstracto? Diz que sim...

Identidade da marca, percepção e valor da mesma,etc..tudo abstracto...

Não percebo como é que alguem que goste de automóveis não consegue perceber e compreender a importancia de tudo isto acima...abstracto?

Isto em termos de imagem para a Audi é excelente então. Gostava de ser no entanto perceber e ver os números de quem aprovou esta decisão do Audi A4 "dos pobres" feito apartir do refugo da versão antiga... (que tendo em conta o posicionamento das duas marcas, não se enganem que é o caso).

Isto é bom para os clientes Seat que ficam com algo da marca que não representa a mesma (para melhor).

Agora o balanço final...vamos a ver...

Se não estou em erro o actual presidente da Seat, Erich Schmitt, antes de ocupar este lugar, ocupava a posição de director de Qualidade na Audi!

Ele sabia bem o que estava a trazer para a Seat, quando fez o transplante da linha de produção!
 
Abstracto? Diz que sim...

Identidade da marca, percepção e valor da mesma,etc..tudo abstracto...

Não percebo como é que alguem que goste de automóveis não consegue perceber e compreender a importancia de tudo isto acima...abstracto?

Isto em termos de imagem para a Audi é excelente então. Gostava de ser no entanto perceber e ver os números de quem aprovou esta decisão do Audi A4 "dos pobres" feito apartir do refugo da versão antiga... (que tendo em conta o posicionamento das duas marcas, não se enganem que é o caso).

Isto é bom para os clientes Seat que ficam com algo da marca que não representa a mesma (para melhor).

Agora o balanço final...vamos a ver...
Esse é o problema dos que pensam assim: a expressão «o Audi A4 dos pobres» diz tudo.

Volto a frisar que se, em 1996, a Seat começasse a produzir com o "S" o Audi 80 com os glorificados 1.9 TDI de 90 e 110 cv, seria exactamente a mesma situação e o mesmo tipo de opiniões de ego amachucado.
 
Poia caro -, qdo refere a expressão:"Audi dos pobres",esta na realidade a dizer tudo sobre a sua corrente de pensamento.

E a expressão "refugo" não e de todo aplicável, dado que o Exeo tem desde a plataforma, sempre muito apludida ate ao interior de qualidade insuspeita, passando pelos novos 2.0tdi CR. Tudo isto não tem nada que ver com "refugo".

Teria de compreender melhor o funcionamento de uma industria e dos seus processos, para mudar o seu "mind set" e assim entender esta manobra no seio do grupo VAG.

E preciso mais visão holistica e menos visão fraccionada.

Cptos
 
Poia caro -, qdo refere a expressão:"Audi dos pobres",esta na realidade a dizer tudo sobre a sua corrente de pensamento.

E a expressão "refugo" não e de todo aplicável, dado que o Exeo tem desde a plataforma, sempre muito apludida ate ao interior de qualidade insuspeita, passando pelos novos 2.0tdi CR. Tudo isto não tem nada que ver com "refugo".

Teria de compreender melhor o funcionamento de uma industria e dos seus processos, para mudar o seu "mind set" e assim entender esta manobra no seio do grupo VAG.

E preciso mais visão holistica e menos visão fraccionada.

Cptos
Uma aposta que a contra-argumentação vai ser algo do género «isso é o discurso dos coitadinhos», que já é o habitual quando esse é o eixo de discussão...
 
Opiniões à parte, nunca se falou tanto de um Seat.... o que é bom, pois não existe má publicidade, e talvez seja uma das armas do novo Exeo. :)

(a contrastar com alguma falta de notoriedade de outros produtos da marca)

Abraço,
A2day

PS: Parabéns CarlosMaldonado pela análise objectiva do real problema da perspectiva de alguns utilizadores!
 
Já agora deixo a pergunta: alguém dúvida que o Exeo contribui para a degradação da imagem da Audi junto de um possivel cliente?

Acho que não degrada nada.

Quem está a comprar um Audi novo pensa: Até um modelo antigo da Audi serve para vender com um simbolo diferente, por isso estes novos devem estar muito á frente.

Quem está a comprar um Seat Exeo: Isto é um Audi de base com uma estética nova (para 98% das pessoas é uma linha nova) e por isso só pode ser um excelente carro.

E aqui para o cliente tradicional do Sedan 4portas que anda na casa dos 40 anos para cima, o factor Audi por trás é um bom aditivo.
 
Já agora deixo a pergunta: alguém dúvida que o Exeo contribui para a degradação da imagem da Audi junto de um possivel cliente?

Claro que duvido. O possível cliente de um Audi sabe que compra um produto melhor e mais actual na Audi. Aliás, o cliente Audi já compra de há uns 10 anos para cá carros com a mesma plataforma dos Seat.
 
Claro que duvido. O possível cliente de um Audi sabe que compra um produto melhor e mais actual na Audi. Aliás, o cliente Audi já compra de há uns 10 anos para cá carros com a mesma plataforma dos Seat.
Então eu vou colocar a questão de outra maneira.
Há dois anos comprei um A4 B7 2.0 TDI por 43.500€. Agora vejo que o "mesmo" carro é vendido com uma marca diferente. Note-se que estamos a falar de carros de altos valores.
Só para perceberem a diferença relativamente à imagem de marca, se o Exeo fosse um produto da Geeli chinesa toda a gente reclamava e diriam que a Audi deveria processá-los por cópia do modelo.
No fundo comprei um carro de alto valor a julgar que existe alguma exclusividade quando na verdade é o próprio grupo que banaliza o meu automóvel. Quando passasse um Exeo por mim a minha reacção seria olhar para o meu B7 e sentir-me "violado".
Se isto não é mau para uma marca eu só espero que a Mercedes e a BMW nunca o façam porque é evitando este tipo de coisas que se traz goodwill a uma empresa, muito mais no segmento onde a Audi actua.
Isto para mim é claro.
 
Andamos aqui aos círculos. Os ofendidos ("violados", aliás) continuam a achar que o seu orgulho reflectivo no valor de retoma fica afectado.

Se lermos a linha-de-pensamento do comentário #751 vemos que não é bem assim... pelo menos para o resto da Europa, porque aqui no burgo as coisas são diferentes.
 
EXEO a todo o gás para estar nos concessionários já em Abril. No final do Verão chega a carrinha.´
É a SEAT a tentar dar um pontapé na crise com a comercialização do novo modelo que vai pôr fim à aberração que é o seu predecessor.
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Andamos aqui aos círculos. Os ofendidos ("violados", aliás) continuam a achar que o seu orgulho reflectivo no valor de retoma fica afectado.

Se lermos a linha-de-pensamento do comentário #751 vemos que não é bem assim... pelo menos para o resto da Europa, porque aqui no burgo as coisas são diferentes.

O comentário #751 não aborda o caso dos actuais proprietários de A4 B7 [:p]

E o problema está, nomeadamente, nos que o compraram nos últimos anos, 2006-2007.

É óbvio que ocorrerá alguma desvalorização extra à custa do Exeo.

Negar esse efeito para defender o Exeo só porque se gosta do Exeo também não passa de um preconceito...
 
O comentário #751 não aborda o caso dos actuais proprietários de A4 B7 [:p]

E o problema está, nomeadamente, nos que o compraram nos últimos anos, 2006-2007.

É óbvio que ocorrerá alguma desvalorização extra à custa do Exeo.

Negar esse efeito para defender o Exeo só porque se gosta do Exeo também não passa de um preconceito...

Quem compra um carro em fim de vida já sabe à partida que existirá uma maior desvalorização porque a curto prazo irá surgir um carro que substituirá o modelo actual.
 
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