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Ainda não percebi muito bem qual é a 'crise' desde Exeo face às suas semelhanças com o A4. Na verdade a Seat tem já, e precisamente resultantes da aliança com o Grupo VW, pergaminhos de qualidade que a coloca num patamar de qualidade de todos os seus produtos muito importante.
Aliás todas as marcas que, directa ou indirectamente, beneficiaram das sinergias VW redundaram, mais ano menos ano, na apresentação de produtos que caminharam firmemente para a qualidade referencial. Quem não se recorda dos primeiros e baratinhos Octávia?... []
Estou a falar deste modelo, Skoda Octavia:Octavia? Deves estar a fazer confusão com o Felicia.
Exactamente! [O Octávia deu cá um salto de qualidade.. só visto.
Conheço ambos, e não tem nada que ver. apr![]()
Ainda não percebi muito bem qual é a 'crise' desde Exeo face às suas semelhanças com o A4. Na verdade a Seat tem já, e precisamente resultantes da aliança com o Grupo VW, pergaminhos de qualidade que a coloca num patamar de qualidade de todos os seus produtos muito importante.
Aliás todas as marcas que, directa ou indirectamente, beneficiaram das sinergias VW redundaram, mais ano menos ano, na apresentação de produtos que caminharam firmemente para a qualidade referencial. Quem não se recorda dos primeiros e baratinhos Octávia?... []
Este comentário não tem pés nem cabeça. Nem a relação entre a Renault e a Nissan industrialmente é igual à da Seat com a VW, nem a Renault tem o mesmo historial e a mesma imagem (e poder nos mercados mundiais) da Seat.Pensa assim: o Laguna 3 não está a vender nada porque é feio, certo? Tal como aconteceu com o Toledo 3. Então, a Renault parava de produzir o Laguna 3 e lançava um novo carro para substituir o Laguna, com um novo diferente, por exemplo, Laurinda e baseado no Nissan Primera de 2001, tal como o Exeo é baseado no Audi A4 do mesmo ano. Passavas a ter isto com o simbolo da Renault na grelha da frente, no volante e no portão da mala. Tudo o resto ficava exactamente igual ao carro da Nissan:
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De que forma é que isto é benéfico para uma marca, seja ela qual for? O Exeo não vem mais do que enterrar tudo o que a SEAT andou a tentar construir nos ultimos anos: uma identidade própria, um posicionamento especifico, um distanciar daquilo que a SEAT infelizmente sempre foi. Até ao lançamento do Leon 2, a SEAT não passava de uma marca que fazia rebranding de outros modelos do grupo VW. Com o Leon 2, a SEAT começou a construir uma imagem própria. Tudo no Leon 2 tinha como objectivo a propagação daquilo que fazia da SEAT uma marca. O problema veio depois, quando a SEAT se meteu a lançar coisas que fugiam completamente àquilo que estava destinada. Monovolumes, mais monovolumes, monovolumes com traseiras estranhas e monovolumes mais compridos. Uma marca que se queria desportiva, envereda por um caminho que não era o dela e tudo o que até então foi construido com suor, acaba por se desmoronar num piscar de olhos. O Exeo é o prego final no caixão da SEAT. Mas talvez seja mesmo esse o objectivo da VW, que nunca gostou da marca espanhola.
Pensa assim: o Laguna 3 não está a vender nada porque é feio, certo? Tal como aconteceu com o Toledo 3. Então, a Renault parava de produzir o Laguna 3 e lançava um novo carro para substituir o Laguna, com um novo diferente, por exemplo, Laurinda e baseado no Nissan Primera de 2001, tal como o Exeo é baseado no Audi A4 do mesmo ano. Passavas a ter isto com o simbolo da Renault na grelha da frente, no volante e no portão da mala. Tudo o resto ficava exactamente igual ao carro da Nissan:
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De que forma é que isto é benéfico para uma marca, seja ela qual for? O Exeo não vem mais do que enterrar tudo o que a SEAT andou a tentar construir nos ultimos anos: uma identidade própria, um posicionamento especifico, um distanciar daquilo que a SEAT infelizmente sempre foi. Até ao lançamento do Leon 2, a SEAT não passava de uma marca que fazia rebranding de outros modelos do grupo VW. Com o Leon 2, a SEAT começou a construir uma imagem própria. Tudo no Leon 2 tinha como objectivo a propagação daquilo que fazia da SEAT uma marca. O problema veio depois, quando a SEAT se meteu a lançar coisas que fugiam completamente àquilo que estava destinada. Monovolumes, mais monovolumes, monovolumes com traseiras estranhas e monovolumes mais compridos. Uma marca que se queria desportiva, envereda por um caminho que não era o dela e tudo o que até então foi construido com suor, acaba por se desmoronar num piscar de olhos. O Exeo é o prego final no caixão da SEAT. Mas talvez seja mesmo esse o objectivo da VW, que nunca gostou da marca espanhola.