Renault Twizy - production model

Apreciação da Autobild espanhola após a apresentação em Ibiza que com o mau tempo que se fazia sentir deixou a nu as maiores limitações do carrito:

El Renault Twizy llega en abril, pero el cuarto modelo eléctrico de la marca francesa ya ha pasado por nuestras manos. ¿Primeras impresiones? Positivas aunque con reparos, y curiosamente todos ellos nada tienen que ver con el sistema eléctrico.

La diosa Fortuna (esto es un decir) hizo que las condiciones metereológicas para probar el nuevo Renault Twizy fueran las peores posibles: lluvia, frío, viento... Lo que debería haber sido un bonito paseo por la isla de Ibiza a bordo del cuarto modelo eléctrico de Renault, se convirtió en un reto tanto para mí como para el propio Twizy.

Pero antes de nada, te lo comento ya desde el principio, para que luego no haya lugar a errores. El nuevo Renault Twizy no es un coche; es un cuadriciclo. La diferencia es importante porque en ella radica el que la marca francesa haya podido homologar un vehículo así. El concepto en sí mismo es algo bastante fácil de explicar, aunque después, en la práctica, aparecen algunas sombras que no se entienden del todo.
Empiezo por lo primero: el Renault Twizy es un vehículo de 2,33 metros de longitud, 100% eléctrico, biplaza y con una autonomía de unos 100 kilómetros. Es más pequeño que un Smart Fortwo y algo más grande que un scooter. Disponible en dos versiones (de 5 y 17 CV) y tres acabados (Urban, Color y Technic), sus baterías de Litio-Ion se recargan a la red en solo tres horas. Vamos que es un modelo nacido por y para la ciudad. Hasta aquí todo correcto. Lo que viene a continuación seguro que ya te gusta menos.
El nuevo Renault Twizy parece protegerte bien (las puertas que ves solo se ofrecen en opción), pero la realidad es que el agua, el frío y el viento se cuelan en el habitáculo sin demasiada oposición. A todo esto hay que añadir que, si ya es incómodo conducir así, la ausencia total de ayudas electrónicas hace que llevar el nuevo Renault por asfalto mojado se convierta en un ejercicio tan divertido como delicado y a prueba de sustos.

No lleva frenos ABS, ni ningún sistema de estabilización, por lo que todo queda en manos de tu sensibilidad para regular un pedal de freno bastante duro y con el que, si te pasas, provocas que las ruedas delanteras se bloqueen. Al menos del motor no tengo queja, ya que acelera con suficiencia y mueve bien los 473 kilos del Twizy.
En el aspecto práctico, el Renault Twizy ofrece alguna sombra más: no hay climatización (es un sistema que gasta mucha energía y por eso se ha decidido prescindir de él) y tampoco radio propia, ya que la única música que puedes escuchar es la que emita tu iPod Smartphone por vía Bluetooth.

Los 31 litros de maletero se te pueden quedar cortos (hay otros 8,3 litros en sendas guanteras delanteras) y si te decides a comprar una pequeña mochila que se ajusta en la plaza trasera, te quedas sin poder llevar a tus amigos.
¿Te ha convencido? Yo lo que sí tengo muy claro es que este nuevo Twizy no es para todo el mundo. Es un vehículo para clientes con un perfil muy concreto y un uso muy definido: solo por ciudad, con buen tiempo (a ser posible) y puntos de recarga a mano. Por cierto, las baterías no se venden: se le alquilan al cliente a un precio de 50 euros mensuales para evitar que se tenga que preocupar por su mantenimiento. Llega en abril desde 4.917 euros, ayudas estatales incluidas.
Como já foi referido por n users o facto de não ser fechado é para mim indesculpável e faz com que não se demarque das scooters.
Claramente deve-se à falta de climatização mas ou muito me engano ou não devemos esperar muito até ver a Renault a corrigir a mão.
 
Apreciação da Autobild espanhola após a apresentação em Ibiza que com o mau tempo que se fazia sentir deixou a nu as maiores limitações do carrito:

Como já foi referido por n users o facto de não ser fechado é para mim indesculpável e faz com que não se demarque das scooters.
Claramente deve-se à falta de climatização mas ou muito me engano ou não devemos esperar muito até ver a Renault a corrigir a mão.

Pode ser que haja tantos pedidos que eles criem umas portas que impeçam a chuva de entrar.
Quem tenham entradas de ar, mas sem entrada da água!
 
Como eu suspeitava é um veículo para um público "demasiado" concreto.

E lá está, não foi homologado como carro, mas sim como quadriciclo.

E para quem falava em espaços de arrumação superiores a uma scooter, pelos valores anunciados, 31l + 8,3l = 39,3 litros, é mesmo para rir. Tenho mais de 120l úteis possíveis numa scooter (embora com limite de 100kgs de peso) e cerca de 75 l sempre disponíveis.

Nem sequer uns travões melhorados tem.

E 17cvs para 437kgs? Deve ser mais lento que qualquer motociclo.

Até a Vectrix deve ser melhor opção, digo eu.
 
Apreciação da Autobild espanhola após a apresentação em Ibiza que com o mau tempo que se fazia sentir deixou a nu as maiores limitações do carrito:

Como já foi referido por n users o facto de não ser fechado é para mim indesculpável e faz com que não se demarque das scooters.
Claramente deve-se à falta de climatização mas ou muito me engano ou não devemos esperar muito até ver a Renault a corrigir a mão.

muito bom teste.
Acho que o conceito tem um potencial grande, como solução de mobilidade urbana, e acho fenomenal que a Renault tenha colocado isto na rua. Não está aqui para substituir nada, mas fornece uma alternativa e real diversidade ao nivel das soluções disponiveis.
Mas se é para ser alternativa realista a scooters ou citadinos como o Smart, terão que "arrumar" um sistema de climatização no carro, para termos portas dignas desse nome, e poderiam simplificar a coisa criando uma mais acessivel versão com pequeno motor de combustão interna.
Corre o risco de apenas se tornar uma curiosidade tecnológica e conceptual, desacreditando este tipo de solução, o que seria pena.
E os concepts apresentados pela VW, Audi e Opel que caminham neste sentido também não ajudam.
 
Há pessoas que compram Aixam não há? Porque é que não compram uma scooter?
Há pessoas que não se dão bem, ou não se sentem bem em cima de uma scooter, especialmente pessoas de mais idade. Não pensem só por vocês.
Mas de facto, se as portas fossem fechadas (evitassem a chuva), também acho que seria bem melhor.
 
muito bom teste.
Acho que o conceito tem um potencial grande, como solução de mobilidade urbana, e acho fenomenal que a Renault tenha colocado isto na rua. Não está aqui para substituir nada, mas fornece uma alternativa e real diversidade ao nivel das soluções disponiveis.
Mas se é para ser alternativa realista a scooters ou citadinos como o Smart, terão que "arrumar" um sistema de climatização no carro, para termos portas dignas desse nome, e poderiam simplificar a coisa criando uma mais acessivel versão com pequeno motor de combustão interna.
Corre o risco de apenas se tornar uma curiosidade tecnológica e conceptual, desacreditando este tipo de solução, o que seria pena.
E os concepts apresentados pela VW, Audi e Opel que caminham neste sentido também não ajudam.

Não tem nada a ver. O sistema de climatização não existe porque gasta muita bateria. Até nem rádio tem!!
 
Há pessoas que compram Aixam não há? Porque é que não compram uma scooter?
Há pessoas que não se dão bem, ou não se sentem bem em cima de uma scooter, especialmente pessoas de mais idade. Não pensem só por vocês.
Mas de facto, se as portas fossem fechadas (evitassem a chuva), também acho que seria bem melhor.

Quem compra um Aixam é porque normalmente já tem uma scooter ou uma 50cc.

Compram-no porque normalmente não podem aceder a um carro a sério, por falta de carta.

Ninguém no seu perfeito juízo daria 10k, por um "papa-reformas" se com menos dinheiro compra um segmento A novo.

É dirigido a um nicho dentro de um nicho de mercado, que são os "mini" carros de cidade (que este nem chega a ser).

Se o smart eléctrico tiver um preço decente, mete este a um canto em tudo. O smart sim, já será mais o que se pretende como carro de cidade, e atinge 120kmh.

Sejamos honestos, isto mais não é do que um carro de golf com um design "bonito" para vender.
 
Ontem estive a analisar de bem perto este brinquedo, tive oportunidade de entrar dentro do brinquedo, fechar as "portas", ver o espaço disponível para os dois passageiros, etc...

Apreciações:

1.Os materiais são todos de fraca qualidade
2.Parece-me muito fragil e deverá oferecer a mesma proteção que uma mota
3.As portas são em acrilico, muito leves e super frageis
4.Coloquei-me no lugar da frente e ajustei o banco, o passageiro de trás ficou com muito pouco espaço mesmo, talvez uma criança consiga meter-se lá
4. O passageiro tem que fazer alguma ginastica para entrar já que o banco da frente não rebate, mesmo puxando totalmente a frente para entrar para trás é complicado
5. O conforto no lugar traseiro é nulo, aquilo nem se pode chamar "banco"
6.As portas mesmo fechadas não isolam o compartimento como deve de ser, existem brechas/folgas onde o ar passa sem qualquer problemas.
7.Não tem espaços nenhuns de arrumação, tem dois muito pequenos no "tablier" mas não podes deixar lá nada pois o veículo está sempre aberto e aquilo não tem fechadura.

Para mim é apenas um brinquedo, não sei porque não colocaram vidros nas portas, de manivela mesmo, podia nem ser vidro e ser um material qualquer transparente, toda a gente ficava a ganhar, os clientes e a renault.

O brinquedo como foi concebido não vai ter nenhum sucesso, isto na minha opinião. Além de ser caro para o que oferece a autonomia não vai alem dos 70km segundo li.

Por acaso ri-me bastante ao analisar o brinquedo, parecia mesmo do outro mundo com as portas para cima ao estilo lambo!

Estive a analiar este modelo durante 20 minutos sensivelmente e o vendedor nem da sua secretária se levantou... crise nas vendas que crise?!
 
Última edição:
Apesar de ainda não o ter analisado ao vivo, não me surpreende em nada a tua análise.

Só confirma o meu "preconceito" prévio.

Ainda não tinha bem noção da autonomia, mas se é de 70kms, digamos que é um veículo que em termos de performance/autonomia estará ao nível de uma qualquer scooter eléctrica de 2/3kw que custam 6x menos.

Para um quadriciclo, com mais espaço para motor e baterias, esperava mais....
 
Perante as limitações apresentadas como é possível isto custar 8.000€?
E sem incluir baterias, que são o componente mais caro de um eléctrico, e com o beneficio de não pagar imposto automóvel?

É pena porque é um conceito interessante e com uns upgrades relativamente simples melhorava imenso.
 
Durante o dia aberto da ESTG em Leiria, a Lizauto teve este em exposição.

IMG_20120321_150908.jpg


Até é engraçado. :D
 
Perante as limitações apresentadas como é possível isto custar 8.000€?
E sem incluir baterias, que são o componente mais caro de um eléctrico, e com o beneficio de não pagar imposto automóvel?

É pena porque é um conceito interessante e com uns upgrades relativamente simples melhorava imenso.

Também achava caro até ver o preço, por exemplo da Piaggio MP3.
Cá em PT é tudo mais caro o que a juntar a ganharmos pouco, torna este país INTRAGÁVEL !
 
No site da Renault o preço começa nos 7.000 €, mas mesmo assim de facto é muito caro, considerando que não inclui as baterias. Seria um preço razoável se já incluisse as baterias.
 
Quem compra um Aixam é porque normalmente já tem uma scooter ou uma 50cc.

Compram-no porque normalmente não podem aceder a um carro a sério, por falta de carta.

Ninguém no seu perfeito juízo daria 10k, por um "papa-reformas" se com menos dinheiro compra um segmento A novo.

É dirigido a um nicho dentro de um nicho de mercado, que são os "mini" carros de cidade (que este nem chega a ser).

Se o smart eléctrico tiver um preço decente, mete este a um canto em tudo. O smart sim, já será mais o que se pretende como carro de cidade, e atinge 120kmh.

Sejamos honestos, isto mais não é do que um carro de golf com um design "bonito" para vender.

É melhor esperares sentado [:D]
 
Apesar de ainda não o ter analisado ao vivo, não me surpreende em nada a tua análise.

Só confirma o meu "preconceito" prévio.

Ainda não tinha bem noção da autonomia, mas se é de 70kms, digamos que é um veículo que em termos de performance/autonomia estará ao nível de uma qualquer scooter eléctrica de 2/3kw que custam 6x menos.

Para um quadriciclo, com mais espaço para motor e baterias, esperava mais....

Então compra uma mota!

Espero é sinceramente que nunca caias.

Agora comprar o Twizy com uma mota, só ser for pelo tamanho LOL
 
No site da Renault o preço começa nos 7.000 €, mas mesmo assim de facto é muito caro, considerando que não inclui as baterias. Seria um preço razoável se já incluisse as baterias.

Serei o único a preferir ter um contrato que inclui manutenção, substituição e upgrade das baterias, em vez de pagar uns milhares a mais para comprar as baterias e depois ter de arcar com o custo da sua manutenção?
 
Serei o único a preferir ter um contrato que inclui manutenção, substituição e upgrade das baterias, em vez de pagar uns milhares a mais para comprar as baterias e depois ter de arcar com o custo da sua manutenção?

Não.
Eu também prefiro.

O pessoal só faz contas imediatas e esquece o resto.

Além de que sem o aluguer, o Twizy ainda ficava mais caro!
 
Então compra uma mota!

Espero é sinceramente que nunca caias.

Agora comprar o Twizy com uma mota, só ser for pelo tamanho LOL

A questão da diferença de tamanho é que levou à comparação.

Então um veículo com bastante mais espaço que uma simples scooter e oferece a mesma autonomia?

Se realmente forem os 70kms é ridículo.

E não te esqueças que segundo o artigo espanhol, o twizzi não é um carro, mas sim um quadriciclo (moto4 ?)

Mota já tenho e ainda não caí. [:D]:sh)
 
Voltar
Superior