Fabulous
Banido
essa versão sem DC é aquela típica para fazer vender a seguinte.
claro que depois haverá por aí umas unidades que serão aves raras com esse handicap e é lidar e aproveitar a maior desvalorização.
na melhor trifásica 22kW AC leva 2h10 a carregar.
Em DC85 levaria 1h para os 40kWh.
Relativamente à estruturação da gama, parece-me tudo demasiado complexo, com demasiadas opções, valores baixos de DC nas versões mais altas e ainda esta questão da versão de entrada só ser AC.
Diria à primeira vista que é tudo uma grande confusão e que não demorará muito à Renault a reformular tudo.
O que é um clássico. Aqueles gajos têm uma tendência a ligar o complicómetro em exercícios teóricos que depois não funcionam no mundo real. A realidade depois destrói tudo.
Pelo meio os preços das versões 60 são ridiculamente altos, sobretudo nos níveis de equipamento "normais"/não-base.
Novamente é andar a arriscar.
O carro está giro, o interior muito bom (bem acima do ID.3), o peso é referencial e há muita coisa nova nas baterias e motor que os rivais nem sabem e que advêm do factor "next gen" que a Renault pode apresentar dada a experiência em eléctricos com 1 década.
Mas é um Renault e não é tão habitável como o ID.3. E depois estragam com mesquinhices como não ter DC na versão de entrada e que só cria a centragem num problema e afasta toda a atenção do que de bom o produto tem.
É preciso ter noção. E a Renault tende a não ter.
A versão de entrada é suposto ser o mais básica possível.
Carregamento DC é para versões mais caras.
O único problema é não carregar pelo menos a 22 kw AC mas é excelente que a Renault disponibilize um SUV segmento C elétrico por um preço que é pouco mais do que um Zoe/208/corsa.
Não dá para viagens mas dá para tudo o resto.
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