Renault Captur 2019

O PUMA, não disputa a mesma divisão de venda do 2008, Captur, T-ROC ou mesmo C3 AC. O próprio Juke terá que fazer valer argumento com esta verdadeira ofensiva comercial da PSA e Renault em pequeno Crossover na Europa.

E porque não referir o Low-Cost Duster, que está a roubar quota de mercado à própria Renault em França, 1975?

O Duster é um Renault por isso "roubar" quota é irrelevante para o Grupo porque o dinheiro vai para o mesmo sítio. Não sei como é em França mas cá os Dacia e os Renault são vendidos na mesma concessão, mais do que irmãs são marcas gémeas, algo que não acontece com a VW/Skoda/Seat por exemplo que são geridas cada uma por si.
 
O PUMA, não disputa a mesma divisão de venda do 2008, Captur, T-ROC ou mesmo C3 AC. O próprio Juke terá que fazer valer argumento com esta verdadeira ofensiva comercial da PSA e Renault em pequeno Crossover na Europa.

E porque não referir o Low-Cost Duster, que está a roubar quota de mercado à própria Renault em França, 1975?

Porquê? Tem o mesmo preço do 2008. Aquela bocarra na frente é que [:D]
 
O Duster é um Renault por isso "roubar" quota é irrelevante para o Grupo porque o dinheiro vai para o mesmo sítio. Não sei como é em França mas cá os Dacia e os Renault são vendidos na mesma concessão, mais do que irmãs são marcas gémeas, algo que não acontece com a VW/Skoda/Seat por exemplo que são geridas cada uma por si.

Óbvio:sh), para a Renault produzir UM moderno Captur (custo agregado à operação, em material incorporado no carro, esforço em publicidade para realçar a qualidade real do carro, motorizações e inovações técnicas colocadas ao dispor do potencial comprador, I&D aplicado no processo de vida útil do modelo, etc, etc), OU um modelo Low-Cost Duster, é similar...
 
"Depois de dois anos a lutar contra um cancro, Gérard Detourbet faleceu na passada sexta-feira. Mas deixa à Renault um importante legado: conseguiu fazer da Dacia um caso de sucesso, a ponto de outros fabricantes terem arriscado – mas não com o mesmo êxito – criarem também marcas low-cost.

Doutorado em Matemática, Detourbet entrou na Renault em 1971. Começou por se dedicar à direcção informática da marca francesa, mas foi sempre evoluindo no organograma da empresa até que, quando a Renault comprou a Dacia, foi ele o escolhido para liderar a equipa que trataria de projectar um modelo barato, destinado aos mercados emergentes – o Logan. Abraçou esse desafio em 2004 e foi tão bem sucedido que acabaria por ficar à frente da linha “Entry” (entrada de gama) do grupo. O truque, segundo ele, passava por fazer contas – até à exaustão, se preciso fosse.

A estratégia aplicada na Dacia era muito simples: “Primeiro, há que definir o preço de venda e só depois é que se constrói o carro. Se algum componente tiver um custo demasiado elevado para o preço de venda que se pretende, tira-se. Cada peça conta, e conta ao cêntimo.”


Também o Sandero e o Duster foram submetidos ao crivo do matemático que, em 2011, ensaiou a aposentação. Quis reformar-se, mas acabou por não o fazer. Carlos Ghosn, que ficou conhecido por “Le Cost Killer” depois da radical reestruturação que conduziu a Renault aos lucros, apreciava a magia das contas operada por Detourbet e pediu-lhe que liderasse um novo projecto low-cost, o Kwid.

Outro caso de sucesso pois, embora originalmente concebido para a Índia, o crossover chegou a outros mercados e serve de base para o K-ZE, o eléctrico barato da Renault que já está à venda na China, por 9.000€. Vai chegar à Europa, muito provavelmente, com a insígnia da Dacia.

Gérard Detourbet orgulhava-se de fazer muito com (muito) pouco. Confessou aos jornalistas ter gerido “420 milhões de euros no Kwid e seus derivados”, sublinhando que esse montante representa normalmente “metade do que é investido num projecto”."

Morreu o homem que pôs a Dacia a pensar ao cêntimo
 
Óbvio:sh), para a Renault produzir UM moderno Captur (custo agregado à operação, em material incorporado no carro, esforço em publicidade para realçar a qualidade real do carro, motorizações e inovações técnicas colocadas ao dispor do potencial comprador, I&D aplicado no processo de vida útil do modelo, etc, etc), OU um modelo Low-Cost Duster, é similar...

Uma empresa vive de lucro, a Renault quer vender qualquer um desde que tenha boas margens de lucro. Mas com estes preços é mais fácil vender um Duster do que um Captur, e o Duster mesmo mais barato até deverá conseguir ter melhores margens de lucro. Até porque o Duster não tem um concorrente direto, e o Captur provavelmente só vai vender bem com bons descontos o que reduz bastante as margens de lucro. Mas é apenas a minha opinião, vamos ver como vai ser a carreira deste novo Captur e se conseguirá chegar aos calcanhares do anteriores em vendas (duvido).
 
Jogam no fator X, uma vez que no grupo já tem um que faz o pleno do lado funcional e assim tb não entram em concorrência direta oferecendo produtos distintos.

A ideia da Nissan deve ser apostar tudo no Juke hibrído para concorrer com o C-HR, aliás o estilo do novo Juke é muito inspirado no C-HR.
 
A ideia da Nissan deve ser apostar tudo no Juke hibrído para concorrer com o C-HR, aliás o estilo do novo Juke é muito inspirado no C-HR.

Mas ai estamos a falar de segm diferentes.

Sim, o Juke parece filho dum Qashqai e do C-HR :) mas a verdade é que resultou bastante bem.

Para um modelo esteticamente tão dinâmico, o 117 talvez seja curto. 0 130 condizia melhor com o estilo do bicho
 
Uma empresa vive de lucro, a Renault quer vender qualquer um desde que tenha boas margens de lucro. Mas com estes preços é mais fácil vender um Duster do que um Captur, e o Duster mesmo mais barato até deverá conseguir ter melhores margens de lucro. Até porque o Duster não tem um concorrente direto, e o Captur provavelmente só vai vender bem com bons descontos o que reduz bastante as margens de lucro. Mas é apenas a minha opinião, vamos ver como vai ser a carreira deste novo Captur e se conseguirá chegar aos calcanhares do anteriores em vendas (duvido).

O problema que não vês, deduzo que por óbvio facciosismo bacoco (que é visível em muito post, pouco credível referente ao automóvel, :sh)), é que a marca francesa proprietária da marca romena Low-Cost, ao INVESTIR capital próprio na estruturação a prazo num modelo superior, não é o retorno da venda de um modelo Low-Cost, que irá fazer recuperar o ELEVADO investimento realizado no Captur.
 
Daí dizer que a época do GOLF, acabou, acresce a questão eléctrica a par de uma ofensiva geral de utilitário (que é o padrão favorito europeu, carro compacto agregado de tecnologia, a preço acessível, mix dificílimo de focar, [:D]), e o familiar pequeno está condenado perante um novo portefólio de carro.

Isto quando eles, os familiares compactos seg C, se tornaram realmente bons... [:D]
 
O problema que não vês, deduzo que por óbvio facciosismo bacoco (que é visível em muito post, pouco credível referente ao automóvel, :sh)), é que a marca francesa proprietária da marca romena Low-Cost, ao INVESTIR capital próprio na estruturação a prazo num modelo superior, não é o retorno da venda de um modelo Low-Cost, que irá fazer recuperar o ELEVADO investimento realizado no Captur.

Sim só o meu "facciosismo bacoco" é que diz que o Captur está caro, aliás não só ele mas todos estes novos SUVs. Tu é que és faccioso se só me vês a mim a dizer que estes carros estão caros, é essa a opinião geral, acorda e abre os olhos.

Acho que o novo Duster vai ter bastante sucesso e vai tirar muitas vendas a estes SUVs e até a alguns segmento B. Aliás, já está a tirar porque está a ser um grande sucesso.
 
Meu rico Captur I que começava abaixo de 17k€, mas pronto lá fizeram um Captur com um interior quase premium para agradar à malta obcecada dos materiais fofinhos e dos gadjets, enfim. Agora é um carro só para alguns.

A diferença de preço de uma versão para a outra não é assim tanto, e que a meu ver se justifica plenamente tendo em conta a evolução do produto e do equipamento.

Exemplo na Bélgica:

Untitled.jpg
 
O Duster é um Renault por isso "roubar" quota é irrelevante para o Grupo porque o dinheiro vai para o mesmo sítio. Não sei como é em França mas cá os Dacia e os Renault são vendidos na mesma concessão, mais do que irmãs são marcas gémeas, algo que não acontece com a VW/Skoda/Seat por exemplo que são geridas cada uma por si.

E quando as concessões vendem um Skoda, um Seat ou um VW, compram-no a quem? O dinheiro não vai todo para o mesmo sítio na mesma?
Eh pá..[:D]
 
E quando as concessões vendem um Skoda, um Seat ou um VW, compram-no a quem? O dinheiro não vai todo para o mesmo sítio na mesma?
Eh pá..[:D]

Tu tens mesmo um problema comigo, chama-se stalking.


Os Dacia são sempre vendidos com os Renault no mesmo local. Os VW/Skoda/Seat são vendidos separadamente. Era isto que queria dizer.
 
Isto quando eles, os familiares compactos seg C, se tornaram realmente bons... [:D]

São abalroados [:D], por uma nova e radical dinâmica de mobilidade Vocsa, aqui está uma observação interessante, será que o downsizing industrial, a redução de escala tecnológica aplicada à produção, a maior exigência do comprador na percepção de qualidade do carro, a par do novo mix de portefólio deu ao utilitário, a arma que lhes faltou em décadas para se imporem ao cinzento pequeno familiar.
 
Quanto vai custar?

Com exceção da série limitada Edition One cujo preço arranca nos 19 200 euros, a versão de acesso à gama Captur, a Zen, dotada do motor 1.0 TCe de 100 cv e caixa manual de cinco velocidades vai estar disponível a partir dos 19 990 euros.

[TABLE="class: table table-striped table-bordered table-hover"]
[TR]
[TH]Versão[/TH]
[TH]Zen[/TH]
[TH]Exclusive[/TH]
[TH]Initiale Paris[/TH]
[/TR]
[TR]
[TD]TCe 100 caixa manual 5 vel.[/TD]
[TD]19 990 €[/TD]
[TD]21 790 €[/TD]
[TD]—[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]TCe 130 caixa manual 6 vel.[/TD]
[TD]—[/TD]
[TD]24 290 €[/TD]
[TD]—[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]TCe 130 EDC 7 vel.[/TD]
[TD]—[/TD]
[TD]25 790 €[/TD]
[TD]28 790 €[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]TCe 155 EDC 7 vel.[/TD]
[TD]—[/TD]
[TD]26 190 €[/TD]
[TD]29 190 €[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]Blue dCi 95 caixa manual 6 vel.[/TD]
[TD]24 490 €[/TD]
[TD]26 290 €[/TD]
[TD]—[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]Blue dCi 115 caixa manual 6 vel.[/TD]
[TD]—[/TD]
[TD]27 190 €[/TD]
[TD]—[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD]Blue dCi 115 EDC 7 vel.[/TD]
[TD]—[/TD]
[TD]28 690 €[/TD]
[TD]31 690 €[/TD]
[/TR]
[/TABLE]

https://www.razaoautomovel.com/2019/12/renault-captur-2020-precos-portugal
 
Espero que façam descontos acima dos 2000€, se não , fica carote.

A minha escolha seria o 1.3 mas não daria + de 22.000 por ele e mesmo assim…

Volto com a historia do Puma. Por 22.000 vou buscar um segm C crossover com as ofertas que andam a fazer no Focus Active ou no Xceed que está muito interessante, sendo um excelente produto.
 
Aposto para 35k ou 30k na zerokm...[:D]
Sim estava a pensar nisso será claramente acima dos 29mil€ do Initiale 1.3 de 155 cv´s[:D]
E por esses valores já começa a ficar puxado sem contar que depois tem a competição em casa do Zoe totalmente eléctrico a esses preços[;)]
 
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