A Europa com cada vez mais islâmicos quem garante que num futuro não possa existir partidos a defender a Sharia ?
não vejo problemas nisso. o ocidente vai (merecidamente) cair e com estrondo.
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A Europa com cada vez mais islâmicos quem garante que num futuro não possa existir partidos a defender a Sharia ?
Também há coisas na religião cristã na qual podemos considerar que seja uma religião perigosa, e?
A biblia tambem destila muito ódio, tem muitas passagens de violência, morte e sangue e há muitos a seguir a mesma.
Quanto ao desmentir a situação, basta dizer que não se pode interpretar aquilo no sentido literal e que eram outros tempos.
tu não entendes as religiões
quantos filmes Hollywood fez sobre Jesus e quantos fez sobre Maomé ? nem se atrevem....
Concordo que muitos deles sao vitimas da sua propria religiao, da mesma forma como muitos portugueses também o sao e nao necessáriamente porque levaram com um missil a porta.
Quanto ao trazerem a religiao com eles, sim trazem, trazem os seus costumes e a sua forma de viver, porque foi aquilo que foram habituados durante toda a sua vida, foi aquilo que sempre viram e lhes foi dito que era correcto ou incorrecto fazer, ves isso por todo o mundo, incluindo nos portugueses que decidem deixar o país.
Muitos deles querem sair de Portugal mas querem trazer Portugal com eles e nao tem qualquer vontade ou intencao de se integrar com o resto da comunidade do país para onde emigraram, muitos até chegam ao ponto de achar que nem o idioma do país tem de falar, como um que foi ao CAB porque estavam na miseria, com uma filha com dois anos e meio a mulher nao conseguia/podia arranjar trabalho e ele também nao conseguia, tinha estado a trabalhar como temporário numa agencia mas acabaram por deixar de o chamar porque ele nao percebia ingles e era complicado pois ele nem para entender o que tinha de fazer entendia.
Acabaram no CAB porque nem dinheiro para comida tinham, e ficou muito ofendido comigo quando eu lhe disse que secalhar o melhor era ele comecar a ter aulas de ingles (que eram e sao gratuitas) e que assim mais um pouco e iria conseguir trabalho com mais facilidade.
Dizia ele que nao ia ter aulas de coisa nenhuma, que os britanicos também vao para Portugal viver e nao falam portugues.
Infelizmente existem mais casos similares espalhados por aí, alguns acabam por se conseguir desenrrascar de alguma forma por trabalhar para outros portugueses.
Estes, trazem a cultura deles, é normal, nao conhecem outra coisa e os problemas em que eles se comecam a revoltar e afins, é porque há pessoal que nao sabe aceitar que eles sejam diferentes e por essas diferencas de lado e tentar integrar os mesmos.
Antes de mais excelente post.
Independentemente da origem, as pessoas que colocam a hipótese de emigrar têm que estar cientes que têm que se adaptar ao sitio para onde vão, não quero com isto dizer que têm que perder a sua personalidade, mas têm que perceber que estão noutra "casa".
Não é correto os muçulmanos chegarem à Europa e exigirem que se tirem a cruz e a carne de porco das escolas etc etc. Acredito convictamente que exista uma % que se queira integrar e não se reveja na mentalidade dos seus "compatriotas". Os colegas de trabalho do Nuno são o exemplo disso. Infelizmente a comunicação social usa essa pequena % para publicitar que "é tudo boa gente". Depois não é isso que se vê e vai tudo para o mesmo saco.
Nota: a realidade que conhecemos dos países muçulmanos não é assim tão antiga. Tem tanto tempo quanto o 25 de Abril.
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/02/internacional/1514893958_214929.html
Não podes generalizar, concordo que a religião é o maior engodo já alguma vez visto pela humanidade, mas é qualquer uma, não é a do Zé ou a do Manuel, são todas.
Nem em todos os países maioritariamente muçulmanos tens regras como as mulheres se cobrirem e assim.
Antes de mais excelente post.
Independentemente da origem, as pessoas que colocam a hipótese de emigrar têm que estar cientes que têm que se adaptar ao sitio para onde vão, não quero com isto dizer que têm que perder a sua personalidade, mas têm que perceber que estão noutra "casa".
Não é correto os muçulmanos chegarem à Europa e exigirem que se tirem a cruz e a carne de porco das escolas etc etc. Acredito convictamente que exista uma % que se queira integrar e não se reveja na mentalidade dos seus "compatriotas". Os colegas de trabalho do Nuno são o exemplo disso. Infelizmente a comunicação social usa essa pequena % para publicitar que "é tudo boa gente". Depois não é isso que se vê e vai tudo para o mesmo saco.
Nota: a realidade que conhecemos dos países muçulmanos não é assim tão antiga. Tem tanto tempo quanto o 25 de Abril.
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/02/internacional/1514893958_214929.html
Eu referi religião para mim são todas lixo, não me referi a uma especifica.
Quanto ao resto eu não quero saber que uns tenham regras que obriguem as mulheres a cobrirem-se até aos pês ou qualquer outra regra obrigatória estupida.
O que eu não quero é que venha desses lados alguem que vive na pré história tentar ganhar algo que os de cá não têm direito ou se venham a comportar como se vivessem na terreola lá deles no meio do mato, fazendo-se de vitima e nunca tentar uma integração verdadeira.
Vai lá ver das centenas ou milhares de refugiados que entraram em portugal quantos é que realmente aqui permaneceram.
A grande maioria pirou-se para a alemanha, suecia paises desses que lhes dão estupidamente subsidios e ajudas que nunca alguma vez serão retribuidos á sociedade.
Desculpa lá mas estás muito enganado nessa tua ultima afirmação.
Eu sempre conheci o irão, afeganistão e muitos outros territórios com modos de vida parecidos aos ocidentais.
Não podes generalizar e afirmar que nós o povo ainda mais num artigo que parece ter origem no brazil, esses nem da vida deles sabem e ainda vêm fazer artigos de coisas que nunca ouviram falar ou sequer viveram....
Eu já tinha lido uns artigos sobre os direitos das mulheres antes da revolução islâmica em 1979. Fiquei com a ideia que só depois disso é que as mulheres perderam "alguns direitos". Estou errado?
Olha este artigo da BBC tambem sobre o assunto:
https://www.bbc.com/news/world-middle-east-47032829
Alguns, muitos.
As primeiras vítimas ( não mortais, vá ) dos adeptos radicais da religião, são os próprios crentes " normais " .
Acontece com os muçulmanos por exemplo.
Mas lá que cada povo tem de se adaptar ao sítio para onde vai, isso tem.
Sim mas eu penso que por vezes se confunde os direitos humanos com a soberania de cada país.Em 2015 ainda havia visões apaixonadas e cor-de-rosa (com muita ingenuidade ) sobre o tópico.
Em 2020, com os problemas sociais que os refugiados trouxeram (mesmo que localizados e máximizados ao máximo por certos grupos de interesse), ataques terroristas, aumento da extrema direita. Os lideres da europa acho que perceberam a mensagem, quanto mais entrarem mais a extrema direita irá subir os votos, por isso por mais que certos grupos gritem e protestem com a falta de direitos humanos, a europa de 2020 vai ter mão bem mais pesada que em 2015.
Em última instância, acho que não se podem virar as costas aos refugiados.
Que mundo é este em que se virão costas a seres humanos, homens e mulheres da carne e osso, que sangram, amam, comem... como nós... e nós como eles. Por detrás das crenças de cada um, da cor de cada um, da cultura de cada um, está, inegavelmente, um ser humano.
Por isso, e sem necessidade de mais justificações, que mundo é este em que se aceita virar as costas a quem foge da morte certa, das violações, da fome, da sede...
Não quer isto dizer que seja ingénuo ou não antecipe muitos perigos, ou que não estime o meu estilo de vida, europeu, ocidental, de liberdades muito marcadas quando comparados com o estilo dos países de origem dos refugiados.
Por isso é que propugno por instituições democráticas fortes, desempoeiradas e sem medos de acusações ridículas de xenofobias e racismos por dá cá aquela palha. O verdadeiro acolhimento não se faz com abnegação da nossa cultura - que até nem deve ser assim tão má, porque a Europa, a velha Europa, é o destino de eleição de refugiados de todo os cantos do planeta.
Não me choca que sejam referenciados, acompanhados, porque não me iludo quanto à possibilidade de terroristas infiltrados, de desordeiros e outros que tais... não me choca que os acolhamos e exijamos contrapartidas, desde trabalhos comunitários a outro tipo de colaborações, até como forma de se conseguir uma integração mais plena... o que só se consegue, lá está, com instituições democráticas, fortes e sem medos ideológicos.
Mas no fim da linha, não esqueçamos nunca que estamos a falar de seres humanos. Em definitivo, não fecharia as portas.
Cumpts,