turboyoda
Banido
Compreendo a tua opinião, mas não me parece que seja somente isso. Estas pessoas, são vitimas da sua própria religião, contudo quando migram (porque lhes rebentou um missil à porta de casa), trazem a religião com elas e por vontade deles, nós europeus é que temos que aceitar e mudar. Temos o exemplo daquela miúda do basket no Algarve, quis e conseguiu alterar as regras do equipamento para poder jogar. Não foi ela que se adaptou, nós é que nos tivemos que adaptar. Não está correto...
É como tu me aceitares em tua casa porque vivo na rua e está frio, e quando dás por ti, tens a casa decorada como eu quero, a tua alimentação é o que eu quero, só pode dar na televisão o que eu quero e a melhor parte, és tu que pagas tudo, eu sou a apenas um convidado exigente.
Concordo que muitos deles sao vitimas da sua propria religiao, da mesma forma como muitos portugueses também o sao e nao necessáriamente porque levaram com um missil a porta.
Quanto ao trazerem a religiao com eles, sim trazem, trazem os seus costumes e a sua forma de viver, porque foi aquilo que foram habituados durante toda a sua vida, foi aquilo que sempre viram e lhes foi dito que era correcto ou incorrecto fazer, ves isso por todo o mundo, incluindo nos portugueses que decidem deixar o país.
Muitos deles querem sair de Portugal mas querem trazer Portugal com eles e nao tem qualquer vontade ou intencao de se integrar com o resto da comunidade do país para onde emigraram, muitos até chegam ao ponto de achar que nem o idioma do país tem de falar, como um que foi ao CAB porque estavam na miseria, com uma filha com dois anos e meio a mulher nao conseguia/podia arranjar trabalho e ele também nao conseguia, tinha estado a trabalhar como temporário numa agencia mas acabaram por deixar de o chamar porque ele nao percebia ingles e era complicado pois ele nem para entender o que tinha de fazer entendia.
Acabaram no CAB porque nem dinheiro para comida tinham, e ficou muito ofendido comigo quando eu lhe disse que secalhar o melhor era ele comecar a ter aulas de ingles (que eram e sao gratuitas) e que assim mais um pouco e iria conseguir trabalho com mais facilidade.
Dizia ele que nao ia ter aulas de coisa nenhuma, que os britanicos também vao para Portugal viver e nao falam portugues.
Infelizmente existem mais casos similares espalhados por aí, alguns acabam por se conseguir desenrrascar de alguma forma por trabalhar para outros portugueses.
Estes, trazem a cultura deles, é normal, nao conhecem outra coisa e os problemas em que eles se comecam a revoltar e afins, é porque há pessoal que nao sabe aceitar que eles sejam diferentes e por essas diferencas de lado e tentar integrar os mesmos.