Nunca mais vim a este post ficou por responder.
Começando pela fusão das policias, já no ano passado surgiu um estudo que demonstrava uma poupança enorme se a GNR fosse fundida na PSP (ver:
Estudo defende fusão da PSP com GNR e SEF - TSF ou ainda
Fusão de polícias dá poupança de 624 milhões - Portugal - DN), só não avança porque os oficiais da GNR nunca na vida irão querer ser chefiados por civis e muito menos perder o seu lugar como chefia. PSP+GNR+SEF+Policia Municipal+Policia Marítima = Policia Nacional. Esta Policia Nacional teria divisões especializadas nas diversas áreas e necessidades, portanto uma só policia, menos gastos, maior eficiência, menos tachos. O GOE absorve o GAT e o GIOE, podendo ser chamado tanto pela Policia Nacional como pela PJ a intervir sempre que necessário.
A PJ salta para alçada do ministério público, mas com orçamento próprio definido pelo OE.
A ASAE não sofre alterações.
Fim do GIPS, cabe aos bombeiros ser bombeiros, não à policia.
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Nas forças armadas, em vez do exército querer ter o seu próprio helicoptero (os famosos nh90 que nunca mais vieram), de caminho quererem ter embarcações e posteriormente aviões, as coisas devem funcionar de forma interoperacional, sendo assim:
1- Uma escola militar que serve os 3 ramos com as respectivas Armas e especialidades
2- Partilha de Armas; não faz sentido a FAP, Marinha e Exercito cada um ter os seus próprios médicos, pessoal administrativo, logístico etc, é possível ter cooperação e partilha de recursos, não são assim tantos que justifiquem tantos meios atendendo ao baixo orçamento e pouco pessoal disponível
3- Reintegração dos Comandos nos Para-quedistas e eventual integração da UFP também, já chega de tanto especial;
4- Um só corpo de policia militar para os 3 ramos, com a devida especialização se necessário
5- Fim da PJM, a PJ fica encarregada e com autoridade de resolver os assuntos que nunca são resolvidos (roubo das armas nos comandos e fuzileiros nunca mais se falou...) pela sua congénere
6- Venda de quarteis que estão desertos
7- Fusão das Transmissões com Engenharia
8- Um quartel por Arma ou se não for possível pela falta de meios, remeter tudo para dentro de Santa Margarida e Mafra, espaço por lá não faltará para albergar todos
9- Aposta numa força móvel, profissional e multidisciplinar adequada aos cenários em que Portugal participa
10- Constituição de uma Agência de Projectos de Defesa com orçamento próprio e com participação da FEUP e IST em projectos classificados.
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