reforma do estado

Que arranjem emprego para puderem pagar sua a educação e a saúde. Desenrasquem-se! Façam-se à vida! O que não tem lógica é um individuo ter de pagar a saúde e a educação de 20 indivíduos que é essencialmente o que acontece num sistema socialista.

O Estado apenas necessita na esfera pública a justiça, segurança e reguladores. Tudo o resto deveria ser privado e só deveria ter acesso a esses serviços quem os pudesse pagar. Quem não os pudesse pagar azar! Get a job!
Na situação actual já é difícil encontrar emprego, basta ver pelas filas do IEFP e da SS, e a maioria das empresas não quer trabalhadores, quer estagiários, que são mais fáceis de despedir.
Ao tornarem a saúde privada tal como a educação, a situação seria caótica, e talvez se assistisse a um corte de direitos definidos pela constituição portuguesa.
 
Na situação actual já é difícil encontrar emprego, basta ver pelas filas do IEFP e da SS, e a maioria das empresas não quer trabalhadores, quer estagiários, que são mais fáceis de despedir.
Ao tornarem a saúde privada tal como a educação, a situação seria caótica, e talvez se assistisse a um corte de direitos definidos pela constituição portuguesa.

Na minha óptica o subsídio de desemprego também deveria terminar.
As pessoas deveriam fazer pela vida, ganhar dinheiro e colocar todos os meses uma percentagem do vencimento numa conta bancária.
Quando perdessem o emprego teriam esse pé-de-meia para puderem continuar a pagar as escolas dos filhos e a sua saúde.

Também poderíamos ter o Estado a financiar a educação dos filhos e a saúde enquanto as pessoas estivessem desempregadas. Mas não seria a fundo perdido, teria de ser com juros bem altos.
 
E quando há muito desemprego os desempregados e sua famílias vivem do quê? Morrem à fome? Dá-se-lhes comida ou nem isso?

Podem ter assistência social do Estado sob a forma de um mix entre subsídios monetários em troca de juros altos e ajuda de vestuário e comida em troca de trabalho gratuito para o Estado (colocando as pessoas a fazer limpezas, etc.).
 
Na minha óptica o subsídio de desemprego também deveria terminar.
As pessoas deveriam fazer pela vida, ganhar dinheiro e colocar todos os meses uma percentagem do vencimento numa conta bancária.
Quando perdessem o emprego teriam esse pé-de-meia para puderem continuar a pagar as escolas dos filhos e a sua saúde.

Também poderíamos ter o Estado a financiar a educação dos filhos e a saúde enquanto as pessoas estivessem desempregadas. Mas não seria a fundo perdido, teria de ser com juros bem altos.
Não acho justo, já que o subsídio de desemprego é feito com base no que as pessoas descontaram para a SS (provém do seu trabalho), não é dado porque sim, ao contrário de outras prestações não contributivas.
Actualmente há muitas famílias no desemprego (pais, e por vezes até os filhos), será justo perderem o apoio para o qual descontaram e terem de pagar a saúde e o ensino?
 
Na minha óptica o subsídio de desemprego também deveria terminar.
As pessoas deveriam fazer pela vida, ganhar dinheiro e colocar todos os meses uma percentagem do vencimento numa conta bancária.
Quando perdessem o emprego teriam esse pé-de-meia para puderem continuar a pagar as escolas dos filhos e a sua saúde.

Também poderíamos ter o Estado a financiar a educação dos filhos e a saúde enquanto as pessoas estivessem desempregadas. Mas não seria a fundo perdido, teria de ser com juros bem altos.

Pode ser no BES?
 
Não acho justo, já que o subsídio de desemprego é feito com base no que as pessoas descontaram para a SS (provém do seu trabalho), não é dado porque sim, ao contrário de outras prestações não contributivas.
Actualmente há muitas famílias no desemprego (pais, e por vezes até os filhos), será justo perderem o apoio para o qual descontaram e terem de pagar a saúde e o ensino?

Mas na minha óptica as pessoas não descontavam para a segurança social. Aliás, a segurança social deixava de existir. As pessoas se quisessem reforma ou descontavam para um fundo de pensões ou poupavam o dinheiro todos os meses.

A saúde e o ensino actualmente não são gratuitos. Há um desgraçado qualquer que paga 40% do seu vencimento no IRS e tem de sustentar a educação dos filhos de pessoas que não querem fazer pela vida porque o Estado os sustenta de alguma forma.
 
Mas na minha óptica as pessoas não descontavam para a segurança social. Aliás, a segurança social deixava de existir. As pessoas se quisessem reforma ou descontavam para um fundo de pensões ou poupavam o dinheiro todos os meses.

A saúde e o ensino actualmente não são gratuitos. Há um desgraçado qualquer que paga 40% do seu vencimento no IRS e tem de sustentar a educação dos filhos de pessoas que não querem fazer pela vida porque o Estado os sustenta de alguma forma.
Não me parece que seja o caso de muitos desempregados, que o que querem é arranjar um novo trabalho.
 
Podem ter assistência social do Estado sob a forma de um mix entre subsídios monetários em troca de juros altos e ajuda de vestuário e comida em troca de trabalho gratuito para o Estado (colocando as pessoas a fazer limpezas, etc.).
Caridade? Não é algo que aprecie, não me parece que pelo facto de se perder o emprego o cidadão deva ainda ser castigado com a perda de dignidade.

P.S. E como é que um desempregado de longa duração paga juros altíssimos?

Mas na minha óptica as pessoas não descontavam para a segurança social. Aliás, a segurança social deixava de existir.
Então... Mas nesse caso o dinheiro viria de onde.

Não me parece que seja o caso de muitos desempregados, que o que querem é arranjar um novo trabalho.
Exatamente. Malta com 50 anos quando perdem o emprego que tinham estão metidos num belo sarilho.
 
Última edição:
Reformar o estado é reduzir despesa. Reduzir despesa é reduzir pessoal da função pública. Reduzir pessoal é despedir. Despedir é aumentar o desemprego. Aumentar o desemprego é baixar o poder de compra do país. Baixar o poder de compra do país é tornar a via mais difícil às empresas todas do sector privado. Quem pede a reforma do estado a todo o custo tem que estar preparado para o embate e desengane-se quem pensa que não toca a si, por acaba por tocar a todos.
 
Podem ter assistência social do Estado sob a forma de um mix entre subsídios monetários em troca de juros altos e ajuda de vestuário e comida em troca de trabalho gratuito para o Estado (colocando as pessoas a fazer limpezas, etc.).

partes do princípio do que quem está desempregado é um malandro que não quer trabalhar. tomas uma parte pelo todo.

referes a questão de colocar os desempregados a fazer limpezas de borla. mesmo numa visão liberal em que os estado contrata uma empresa privada para fazer esse serviço, o que estás a propor que o estado faça a essas empresas? é que o estado está a fazer concorrência desleal ao sector privado.

sinceramente espero que sejam muito poucos os votantes que partilhem da tua opinião...
 
Caridade? Não é algo que aprecia, não me parece que pelo facto de se perder o emprego a cidadão deva ainda ser castigado com a perda de dignidade.

P.S. E como é que um desempregado de longa duração paga juros altíssimos?

Então... Mas nesse caso o dinheiro viria de onde.

Exatamente. Malta com 50 anos quando perdem o emprego que tinham estão metidos num belo sarilho.

Caso não pudessem pagar os juros, penhoravam-lhe os bens. Caso não tenham bens, pena de prisão.

Pois estão. Problema deles e dos familiares e não do Estado. Podem sempre recorrer à ajuda dos filhos. Ou então fazem-se à vida e abrem a própria empresa em vez de ficarem à espera que o pai Estado os acuda.
 
Caso não pudessem pagar os juros, penhoravam-lhe os bens. Caso não tenham bens, pena de prisão.

Pois estão. Problema deles e dos familiares e não do Estado. Podem sempre recorrer à ajuda dos filhos. Ou então fazem-se à vida e abrem a própria empresa em vez de ficarem à espera que o pai Estado os acuda.
Creio que não é fácil abrir uma empresa, nem que seja pela dificuldade de se recorrer ao crédito bancário. E pedir ajuda aos filhos também não será viável, já que muitos estarão também desempregados.
 
Desburocratização. Mais que a elevada fiscalidade é a burucracia que me atrapalha e parece que cada vez estamos piores.

Acho bem que as pessoas tenham subsídios de desemprego, ensino e saúde prestados pelo estado, etc... Mas pelo amor da santa, ao estado apenas peço encarecidamente que pare de se meter e de complicar tudo.

São as fiscalizações, são as licenças, são as taxas e taxinhas... Concentrem a coleta no IRS/IRC e no IVA e a partir daí deixem que o cidadão respire, deixem o cidadão livre para planear a sua vida.

edit:
Caso não pudessem pagar os juros, penhoravam-lhe os bens. Caso não tenham bens, pena de prisão.

Pois estão. Problema deles e dos familiares e não do Estado. Podem sempre recorrer à ajuda dos filhos. Ou então fazem-se à vida e abrem a própria empresa em vez de ficarem à espera que o pai Estado os acuda.
Boa ideia, mandar prender os desempregados.

Em relação à caridadezinha, ainda que familiar, como antes disse, não sou apreciador do conceito. Acho que uma das funções do estado e ajudar quem precisa mas não humilhando as pessoas realmente necessitadas. Pelo contrário defendo isso sim que haja fiscalização para detetar as fraudes que estou convencido serem frequentes.
 
Última edição:
Que arranjem emprego para puderem pagar sua a educação e a saúde. Desenrasquem-se! Façam-se à vida! O que não tem lógica é um individuo ter de pagar a saúde e a educação de 20 indivíduos que é essencialmente o que acontece num sistema socialista.

O Estado apenas necessita na esfera pública a justiça, segurança e reguladores. Tudo o resto deveria ser privado e só deveria ter acesso a esses serviços quem os pudesse pagar. Quem não os pudesse pagar azar! Get a job!

UAU! os EUA têm uma componente socialista (na educação) na forma como se governam! o TeaParty se lê isto...

para ti, o que é o ESTADO?
como vês o país daqui a, digamos, 10 anos, se as tuas medidas fossem implementadas?
digo-te que em menos de 1 mês haveria conflitos sociais. pouco tempo depois, surgiriam problemas de saúde pública (falta de cuidados médicos básicos, o surgimento de doenças já erradicadas). como o estado nada paga, e só empresta com juros agiotas, as vacinas deixariam de estar disponíveis a muitas famílias.
a educação deixaria de ser obrigatória. daqui a 10 anos terias analfabetos com maior incidência do que no estado novo!
terias essencialemente mão de obra não especializada (trolhas e empregadas de limpeza).

tu já refletiste bem no que estás a propôr?
a mim também me chateia pagar impostos que para nada servem. mas preocupa-me muito mais eu estar a financiar contratos ruinosos com as PPP e as rendas energéticas!

tens algum exemplo de um país DESENVOLVIDO que siga as ideias que propuseste?
 
Creio que não é fácil abrir uma empresa, nem que seja pela dificuldade de se recorrer ao crédito bancário. E pedir ajuda aos filhos também não será viável, já que muitos estarão também desempregados.

Tivessem juntado um pé-de-meia enquanto trabalhavam e agora não estariam nesta situação. Como Estado desenrasca sempre. para quê juntar o pé-de-meia?

Eu todos os meses coloco 10% do meu vencimento numa conta bancária. Eu tenho juízo. Porque raio ei de ser obrigado a financiar com os meus imposto quem não tem juízo?
As pessoas têm de se precaver. Vivem com os pais até arranjarem emprego. Quando arranjarem emprego têm de fazer pés de meia: uma para eventual desemprego e outro para ter algum dinheiro para a altura da reforma.
Quem trabalha e tem juízo não tem de sustentar terceiros com os seus impostos.
 
Caso não pudessem pagar os juros, penhoravam-lhe os bens. Caso não tenham bens, pena de prisão.

Pois estão. Problema deles e dos familiares e não do Estado. Podem sempre recorrer à ajuda dos filhos. Ou então fazem-se à vida e abrem a própria empresa em vez de ficarem à espera que o pai Estado os acuda.


Fdx...que comentário...
Ora,e eu,que pensava que funcionava-mos como sociedade, e não como indivíduos...
 
Acho interessante essa ideia do "devia ser tudo privado" apenas e só porque parte do princípio de que as coisas existem.
É interessante essa falácia.
Vou começar literalmente pelo básico: o saneamento.
Deve ser privado? Claro que sim dirão uns.
Porquê? Simples, porque o maior investimento (a rede) já existe; porque é um monopólio; porque é só facturar.

Agora fast forward 20 anos. A rede estoira (seja por excesso de uso, seja por falta de manutenção), o que dirão os homens do "menos estado"?
Dirão que o ESTADO devia apostar no investimento do saneamento básico.

Apliquem isto a n negócios.
Um muito interessante foi o caso das comunicações. A rede nacional, estabelecida, monopólio da PT, seguiram-se evoluções tecnológicas (internet por fibra e antenas telemóvel)... os mesmo a bradar por menos Estado, mas a investida final aguardava... a largura de banda tem limites, o que é preciso fazer? chutar para canto.
Resposta: criar a TDT e transferir os custos para o contribuinte.
Entretanto, vende-se a rede de telecomunicações impecável, livre de emissões de TV.

E de resto... lavar enxaguar e repetir.

(triste é ver os que querem menos estado, dentro de aviões da TAP, em grupos patrocinados pelo Estado para irem a qualquer país estrangeiro vender os seus produtos sem estado)
 
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