Quem trai, ama?

Já vi que existe aqui muita miudagem a responder... não me levem a mal de escrever isto assim... mas é a verdade..

Quantos conheces que foram traídos e perdoaram ?? Eu infelizmente muitos, que eu saiba nunca fui traído...
Mas vejo tanta gente perdoar será que sou diferente e não perdoo de certeza ?? Será mesmo ???

Nunca digam desta água não beberei... como disse muita miudagem a responder é a sensação que me dá... ou pouca experiência nesse campo...
Eu não sou experiente como disse, mas conheço tantos casos... e eu sou igual aos outros por isso... só passando por elas..

Será que não perdoamos mesmo ?? Será que se trairmos não nos podemos arrepender ?? E lá porque se manda uma por fora que tem isso a ver com os sentimentos que tens com outra pessoa ??

E quem faz swing ?? Não se ama ??? Será rídiculo pôr sequer em questão essas pessoas n se amarem. São tantas... Ou sabem vocês por eles o que eles sentem ???

o q escrevi foi 1 contra argumento ao teu, mas pelo q disseste ja vi q n sabes ter 1 conversa, ou entao és demasiado fragil e feres-te facilmente.
nao vou ler +nenhum post teu pois n vale a pena, e ve-se quem é a miudagem, se tivesse sido ao contrario e me tivesses dito o q t disse, responderia normalmente, mas és demasiado sensivel para isso:(
 
Mas é que é mesmo...:(

Acho que depende... um gajo dizer que ama uma gaja para a levar para a cama, é altamente criticável, sim. Mas uma gaja que vai para a cama com um gajo só porque ele diz que a ama... bom, e actos para suportar as palavras, não?

É que no princípio dá-se muita (demasiada?) importância às palavras, mas a vida já me ensinou há muito tempo que elas não passam disso mesmo.
Sozinhas, de nada valem. É preciso que se reforcem com actos.

A traição propriamente dita é, a meu ver, muito pior. Até porque, de certa forma, significa que o "amo-te" que ouvíamos antes disso não era lá muito saudável... ou convicto, pelo menos. Só que nesse caso, os actos comprovam-no.
 
Conheço muitos que perdoam as namoradas/mullheres, mas passado um tempo acabam. Até se pode trair e amar, mas quem trai faz com que a outra pessoa perca a confiança. Tão simples quanto isso.


Quem diz que perdoava e bla bla bla, nunca passou por essa situação [;)]

A partir do momento em que se pisa o risco, não há mais volta a dar... nunca mais nada será o mesmo... não há undo (ctrl + Z) que valha [:)]
 
Se calhar até pode ser ganha. Mas a outra pessoa tem que se mostrar arrependida e tem que recomeçar do zero a construir essa confiança, tem que fazer um esforço bastante grande para voltar a ser merecedora da nossa confiança. Isso não se faz em 2 ou 3 meses.
E quem é que aguenta 2 ou 3 meses desconfiado? Ou mais do que isso?


E quem é que tem a paciência para começar o "processo" todo novamente com a mesma pessoa? :(
 
Acho que depende... um gajo dizer que ama uma gaja para a levar para a cama, é altamente criticável, sim. Mas uma gaja que vai para a cama com um gajo só porque ele diz que a ama... bom, e actos para suportar as palavras, não?

É que no princípio dá-se muita (demasiada?) importância às palavras, mas a vida já me ensinou há muito tempo que elas não passam disso mesmo.
Sozinhas, de nada valem. É preciso que se reforcem com actos.

A traição propriamente dita é, a meu ver, muito pior. Até porque, de certa forma, significa que o "amo-te" que ouvíamos antes disso não era lá muito saudável... ou convicto, pelo menos. Só que nesse caso, os actos comprovam-no.

Acho que é preciso ter em conta que durante o acto sexual ( [:p] ), tudo o que se diga não deve ser considerado, uma vez que com o entusiasmo às vezes somos demasiado generosos com as palavras. [:D]
 
Amor Carnal

Amor Carnal

«Gastámos um no outro a nossa pele
em carícias ardentes e suadas,
gemidos de prazer, línguas coladas
e bocas sequiosas de água-mel...


Teu corpo no meu corpo era um corcel
galopante... As palavras censuradas
não foram nessa hora amordaçadas
e o amor foi carnal nesse "bordel".


Apesar do momento tão fugaz,
tudo o que havia para dizer, dissemos,
tudo o que havia para fazer, fizemos.

Não nos veremos mais, mas saberás,
como eu sei, sempre que olho para trás:
Tudo o que havia para viver, vivemos.»


Autor desconhecido
 
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