Cheguei agora a este tópico e só vejo tipos que não forma à tropa a falar mal daquilo.
Eu estive 3 anos na Força Aérea, entre 3/85 e 3/88. Inicialmente ia com destino à Banda da Foeça Aérea (músico). Passados uns meses de um pseudo curso, dizem-me a mim e a mais 9 camaradas que não atingimos os objectivos do curso e mandam-nos tocar clarim para a Academia da Força Aérea, sabendo nós que tudo não passava de uma questão de cunhas e de padrinhos e afilhados, padrinhos e afilhados mesmo, pois um dos tipos que ficou na Banda, nem sabia pegar no Trompete, mas ficou só porque era afilhado da esposa do caiptão ( reparem que escrevi capitão com letra minuscula). Esta foi a parte negativa da tropa. Fiquei traumatizado, a minha auto estima ficou tão em baixo que não consegui voltar a tocar nenhum instrumento musical.
A parte positiva veio com a chegada à Academia. A camaradagem o são convivio (que não existia na Banda), e a capacidade de aprender a vencer as contrariedades, aprendendo a tirar proveito de situações adversas.
No fim, pelo crescimento pessoal que estas situações me proporcionaram, acabaram por ser os melhores anos da minha vida.