Quem foi à Tropa?

Fui para lá com licenciatura.
A nossa incorporação em Vendas Novas tinha cerca de mil homens. Existiam 2 pelotões (60 homens no total) de licenciados: os Pelotões de Doutores & Engenheiros.
 
Fui para lá com licenciatura.
A nossa incorporação em Vendas Novas tinha cerca de mil homens. Existiam 2 pelotões (60 homens no total) de licenciados: os Pelotões de Doutores & Engenheiros.


Se eu tivesse nessa situação acho que não me teria vindo embora de lá... Ainda hoje penso que fiz um grande erro em nao terlá ficado...:sh)
 
Se eu tivesse nessa situação acho que não me teria vindo embora de lá... Ainda hoje penso que fiz um grande erro em nao terlá ficado...:sh)

As forças armadas são muito pouco atractivas do ponto de vista financeiro e de estabilidade de local de residência para os profissionais liberais. Destes 2 pelotões, ninguém seguiu carreira...
Aquilo foi bom enquanto durou [;)] .
 
As forças armadas são muito pouco atractivas do ponto de vista financeiro e de estabilidade de local de residência para os profissionais liberais. Destes 2 pelotões, ninguém seguiu carreira...
Aquilo foi bom enquanto durou [;)] .


Também é verdade, mas para quem gosta a situação que se vive na vida civil á nivelde emprego pode ser uma tabua de salvação nem que seja por um breve periodo de tempo...
 
Eu cumpri o serviço militar em 92, a recruta foi na EPT (Escola pratica de Transmissões) no Porto, a minha foi ultima recruta da EPT nas instalações de Arca D'agua, aquilo agora é uma super esquadra da PSP. A minha especialidade era operador de TTI, depois da recruta acabada fui para Coimbra para o destacamento de transmissões do Quartel General.
 
Também é verdade, mas para quem gosta a situação que se vive na vida civil á nivelde emprego pode ser uma tabua de salvação nem que seja por um breve periodo de tempo...

É um ponto de vista válido.
Contudo nem tudo são maravilhas: lembro-me sempre dum motorista em Sta. Margarida que foi parar à Bósnia por ter tirado a carta de condução na tropa :sh) , isto para não falar nos infelizes camaradas que estão no Afeganistão armados com G3 da Guerra Colonial [8b] [8b] [8b]
 
É um ponto de vista válido.
Contudo nem tudo são maravilhas: lembro-me sempre dum motorista em Sta. Margarida que foi parar à Bósnia por ter tirado a carta de condução na tropa :sh) , isto para não falar nos infelizes camaradas que estão no Afeganistão armados com G3 da Guerra Colonial [8b] [8b] [8b]


Não fiquei lá por isso mesmo.... Era o meu destino caso tivesse assinado :sh)
E olha que as G3 que se lá usam não são tão velhas assim, eu até acho que o armamento é fornecido pela NATO, mas não tenho a certeza
 
Cheguei agora a este tópico e só vejo tipos que não forma à tropa a falar mal daquilo.
Eu estive 3 anos na Força Aérea, entre 3/85 e 3/88. Inicialmente ia com destino à Banda da Foeça Aérea (músico). Passados uns meses de um pseudo curso, dizem-me a mim e a mais 9 camaradas que não atingimos os objectivos do curso e mandam-nos tocar clarim para a Academia da Força Aérea, sabendo nós que tudo não passava de uma questão de cunhas e de padrinhos e afilhados, padrinhos e afilhados mesmo, pois um dos tipos que ficou na Banda, nem sabia pegar no Trompete, mas ficou só porque era afilhado da esposa do caiptão ( reparem que escrevi capitão com letra minuscula). Esta foi a parte negativa da tropa. Fiquei traumatizado, a minha auto estima ficou tão em baixo que não consegui voltar a tocar nenhum instrumento musical.
A parte positiva veio com a chegada à Academia. A camaradagem o são convivio (que não existia na Banda), e a capacidade de aprender a vencer as contrariedades, aprendendo a tirar proveito de situações adversas.
No fim, pelo crescimento pessoal que estas situações me proporcionaram, acabaram por ser os melhores anos da minha vida.
 
Cheguei agora a este tópico e só vejo tipos que não forma à tropa a falar mal daquilo.
Eu estive 3 anos na Força Aérea, entre 3/85 e 3/88. Inicialmente ia com destino à Banda da Foeça Aérea (músico). Passados uns meses de um pseudo curso, dizem-me a mim e a mais 9 camaradas que não atingimos os objectivos do curso e mandam-nos tocar clarim para a Academia da Força Aérea, sabendo nós que tudo não passava de uma questão de cunhas e de padrinhos e afilhados, padrinhos e afilhados mesmo, pois um dos tipos que ficou na Banda, nem sabia pegar no Trompete, mas ficou só porque era afilhado da esposa do caiptão ( reparem que escrevi capitão com letra minuscula). Esta foi a parte negativa da tropa. Fiquei traumatizado, a minha auto estima ficou tão em baixo que não consegui voltar a tocar nenhum instrumento musical.
A parte positiva veio com a chegada à Academia. A camaradagem o são convivio (que não existia na Banda), e a capacidade de aprender a vencer as contrariedades, aprendendo a tirar proveito de situações adversas.
No fim, pelo crescimento pessoal que estas situações me proporcionaram, acabaram por ser os melhores anos da minha vida.

ya, ate reparei que nem disseste capitão, mas sim caiptão [;)]
 
Cheguei agora a este tópico e só vejo tipos que não forma à tropa a falar mal daquilo.
Eu estive 3 anos na Força Aérea, entre 3/85 e 3/88. Inicialmente ia com destino à Banda da Foeça Aérea (músico). Passados uns meses de um pseudo curso, dizem-me a mim e a mais 9 camaradas que não atingimos os objectivos do curso e mandam-nos tocar clarim para a Academia da Força Aérea, sabendo nós que tudo não passava de uma questão de cunhas e de padrinhos e afilhados, padrinhos e afilhados mesmo, pois um dos tipos que ficou na Banda, nem sabia pegar no Trompete, mas ficou só porque era afilhado da esposa do caiptão ( reparem que escrevi capitão com letra minuscula). Esta foi a parte negativa da tropa. Fiquei traumatizado, a minha auto estima ficou tão em baixo que não consegui voltar a tocar nenhum instrumento musical.
A parte positiva veio com a chegada à Academia. A camaradagem o são convivio (que não existia na Banda), e a capacidade de aprender a vencer as contrariedades, aprendendo a tirar proveito de situações adversas.
No fim, pelo crescimento pessoal que estas situações me proporcionaram, acabaram por ser os melhores anos da minha vida.

Eu enquanto lá estive gostei daquilo e hoje arrependo-me de não ter ficado, e quem chega á academia é para fazer carreira não? [;)]
 
Não fiquei lá por isso mesmo.... Era o meu destino caso tivesse assinado :sh)
E olha que as G3 que se lá usam não são tão velhas assim, eu até acho que o armamento é fornecido pela NATO, mas não tenho a certeza

Olha que não, olha que não [:D] , ainda outro dia li uma notícia no Público com alguns militares destacados da missão Afegã a dizerem isso...

Quanto à Bósnia, tirando os Páraquedistas que morreram por andarem com as granadas encontradas no campo (asneiras podiam acontecer em qualquer lado), quem por lá andou não se queixou muito, excepto a comida italiana [:)]
 
Cheguei agora a este tópico e só vejo tipos que não forma à tropa a falar mal daquilo.
Eu estive 3 anos na Força Aérea, entre 3/85 e 3/88. Inicialmente ia com destino à Banda da Foeça Aérea (músico). Passados uns meses de um pseudo curso, dizem-me a mim e a mais 9 camaradas que não atingimos os objectivos do curso e mandam-nos tocar clarim para a Academia da Força Aérea, sabendo nós que tudo não passava de uma questão de cunhas e de padrinhos e afilhados, padrinhos e afilhados mesmo, pois um dos tipos que ficou na Banda, nem sabia pegar no Trompete, mas ficou só porque era afilhado da esposa do caiptão ( reparem que escrevi capitão com letra minuscula). Esta foi a parte negativa da tropa. Fiquei traumatizado, a minha auto estima ficou tão em baixo que não consegui voltar a tocar nenhum instrumento musical.
A parte positiva veio com a chegada à Academia. A camaradagem o são convivio (que não existia na Banda), e a capacidade de aprender a vencer as contrariedades, aprendendo a tirar proveito de situações adversas.
No fim, pelo crescimento pessoal que estas situações me proporcionaram, acabaram por ser os melhores anos da minha vida.

No meu caso, ainda tenho gravado na minha memória o tema da parada das Sextas-feiras da Banda da Zona Militar da Madeira: o reportório era mesmo muito curto [:)] , foram meses a ouvir a mesma cena [;)]
 
Eu enquanto lá estive gostei daquilo e hoje arrependo-me de não ter ficado, e quem chega á academia é para fazer carreira não? [;)]

Na Academia pode-se ser Cadete e aí é para fazer carreira, ou pode -se simplesmente lá estar colocado para prestar serviço, o que foi o meu caso.
À pouco quando postei pela 1º vez não referi que as adversidades encontradas me deram um enorme incentivo para voltar a estudar. Ainda enquanto na tropa terminei o 11º ano, iniciei o 12º, que terminei já na vida civil e depois já casado e a trabalhar no duro não descansei equanto não tirei o Bacharelato em Contabilidade e Administração (àrea onde também ganhei entusiasmo influenciado por um Tenente da Academia que era um tipo espetacular).
Embora o serviço militar em si tenha sido uma frustração, foi também uma escola onde abri os olhos para a vida.
 
6/1994 a 1/1995
tomar-R.I-15
infataria- muitos klm a pé e muito mato sempre com iquipamento completo e o radio as costas
transmisivo de campanha-o gajo que anda sempre na fente de combate com radio a trocar informações e cordenadas no meio de tiros e morteiros
recruta em pleno verão escaldante de tomar e arredores
intrutores-comados....como na altura tinham acabado foram espalhados pelo exercito para dar intrução conforme as especialidade

por isso arranha-mos ainda mais

depois

"santa-guida"
bimec-mais arranhanço (unidade pronta para combate,calhas lá 6 mesês são 6 mesês sempre a arranhar tipo recruta)

lá me orientei para o quartel ao lado BCS (pois já tinha arranhado e bem e não me apetecia mais 3 mesês do mesmo) precisavam de pessoal para serviços, vi um que me agradou muito procurei o responsavel e melguei-lhe a cabeça durante um dia que o tenete já nem me podia ver e deu-me o serviço.

nadador salvador da piscina de praças 5*
(escolhi esta porque éra comberta e assim que o verão acaba-se as outras fechavam e osque lá estavam iam para outros serviços e um deles éra cortar lenha para a base toda...dasss)

fiquei com uma vida santa
piscina, ginasio,sauna.....vinguei-me do que arranhei

depois curso de para-quedismo civil em évora

fiquem bem
 
Última edição:
Cumpri a recruta na EPT (Escola Prática de Transmissões) no Porto em 85, segui depois para Paço d'Arcos e depois Cascais, resumindo foram 16 meses. Os melhores tempos foram mesmo de recruta.
 
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