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Já agora na minha garrafeira meto os vinhos por região e por ano. E coloco uma pequena etiqueta com o ano aproximado de consumo, assim quando chego à garrafeira, é fácil escolher o que levar.
Depois fica assim
(sim sim, eu sei eu sei.... ).... :sh):sh)
O ideal é organizar por regiões, categoria e idade. Mas o principal é mesmo separar os correntes dos não correntes, não faz sentido estarem misturados, uns são para consumo imediato e os outros são de guarda.
Mas depois só a experiência vai ditando o que sabemos sobre determinado vinho, não há outra maneira.
Por norma, Bairrada e Dão proporcionam vinhos longevos, mas há vinhos especiais de outras regiões que também são há prova do tempo.
Também tenho algumas coisas em caixas e outras espalhadas pela arrecadação (vinhos do Porto, uma vertical de Leda de 2011 a 2018, etc), estou com 170-175 garrafas em casa.
Depois na cozinha tenho a cave refrigerada com 36 garrafas, as que estão na cozinha são para "castigar" breve!
Aqui noutra perspectiva:
Se tivermos um tremor de terra, essas caixas são o menor dos meus problemas :sh)
Já agora na minha garrafeira meto os vinhos por região e por ano. E coloco uma pequena etiqueta com o ano aproximado de consumo, assim quando chego à garrafeira, é fácil escolher o que levar.
Depois fica assim
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(sim sim, eu sei eu sei.... ).... :sh):sh)
Pingo doce?
Se sim, ainda mete desconto do IVA em cima!
Hoje foi um Lacrau Moscatel. Muito bom para quem gosta da especificidade da casta e do carácter "moscatel", numa versão bem fresca e nada enjoativa. apr
Em relação à questão da pasteurização, geralmente o que se usa é a pasteurização-flash (alguns segundos a 70-80ºC) ou enchimento a quente. Começou a ser usada há medida que apareceu a tendência de deixar mais açúcar residual (ou adicionado) no vinho, para tornar a pinga mais gulosa e apetecível. No entanto, açúcar numa bebida é um substracto muito apetecível para microorganismos que prejudicam a qualidade do vinho. Ninguém quer que o vinho refermente na garrafa ou que desenvolva defeitos de aroma por acção de bactéria ou leveduras de degradação (bretta, suor de cavalo, etc).
Assim, desenvolveram-se estes processos no vinho. Hoje em dia, as técnicas de microfiltração já permitem esterilizar o vinho. Também há esterilização química, mas os produtores não gostam de falar dela.....Aliás até podemos ir ao pormenor de retirar moléculas especificas por nanofiltração/osmose inversa (retirar etanol, i.e. desalcoolizar parcialmente, retirar ácido acético, i.e, quando o vinho está com tendência para azedar, etc.).
A estabilização pelo frio, de que falaram anteriormente, tem outro objectivo: retirar os bitartaratos do vinho para que não se formem e apareçam sobre a forma de cristaizinhos quando a malta mete o vinho no frio. Operação meramente estética pois os bitartaratos não implicam com a qualidade do vinho. A estabilização pelo frio está a cair em desuso devido aos enormes custos energéticos, pois exige manter o vinho perto do ponto de congelação várias horas/dias. No vinho, devido à presença de álcool, o ponto de congelação ocorre a temperaturas negativas (um vinho de 13º congela a -5,5ºC, por exemplo). Custos de energia muito altos. Outros métodos substituíram o frio: electrodiálise, adição de protectores coloidais.
O problema com os brancos mencionados é o envelhecimento precoce potenciado pela temperatura de guarda, exposição à luz ou, simplesmente, pela evolução natural do mesmo em função do que está lá dentro (teor de oxigénio, presença fenóis oxidáveis, etc.).

Conhecem algum vinho da ravasqueira? Coutada velha, por exemplo?