cuto
Banido
Com certeza dito pela Organização Internacional das Motivações, não é? []
Não. Dito por mim. A sabedoria popular chama-lhe escrever "direito por linhas tortas".
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Com certeza dito pela Organização Internacional das Motivações, não é? []
a continuação do tópico (do tema) é um bocadinho totó, já se sabe que quem teve filhos (a maioria) vai-se arrepender ou já se arrependeu, e que fomos todos (os pais) motivados a procriar por séculos de formatação pela Igreja Católica, relegando os nossos instintos de poligamia (alguns se calhar não relegaram) []
por mim voltava-se às gatinhas (depiladas ou não) []
O engraçado destes tópicos é ver a malta que defende com unhas e dentes a monogamia contra qualquer impulso físico dizendo que temos que ser superiores aos nosso genes é a mesma malta que defende com toda a naturalidade a sacralidade do imperativo biológico de ter filhos [] anos de igreja e formatação deram nisto...
O curioso é que a necessidade de ter descendência é a razão biológica para a poligamia...
Isso é mais uma desculpa biológica e científica, aceitável em comportamentos ancestrais, na época em que éramos macacos, para os homens poderem trair à vontade e as mulheres terem filhos do padeiro.
Não estou sequer a falar só dos seres humanos...Mas já que queres: biologicamente somos iguais há mais ou menos 40.000 anos. E sim. As motivações biológicas ainda hoje existem, por mais que a sociedade as disfarce.
Eu tenho motivações biológicas... mas depois a factura da electricidade dispara!
Não. Dito por mim. A sabedoria popular chama-lhe escrever "direito por linhas tortas".
Não estou sequer a falar só dos seres humanos...Mas já que queres: biologicamente somos iguais há mais ou menos 40.000 anos. E sim. As motivações biológicas ainda hoje existem, por mais que a sociedade as disfarce.
Ou seja, o que disseste vale zero. []
Enquanto pai uso o meu exemplo para te dar razão, no meu caso apenas em relação ao filho que é do Sporting. [s)][...]Tenho a certeza que uma boa parte dos pais arrependeu-se de ter tido filhos quando começaram a chover complicações e despesas, que são o dia-a-dia de quem tem filhos. [...]
Enquanto pai uso o meu exemplo para te dar razão, no meu caso apenas em relação ao filho que é do Sporting. [s)]
No bairro as pessoas apontam-me o dedo enquanto dizem em tom de crítica "Olha, aquele é pai de um Sportinguista".No meu tempo isso corrigia-se com umas mangueiradas. Por alguma razão a minha família é toda do mesmo clube.
Deixa para lá.No bairro as pessoas apontam-me o dedo enquanto dizem em tom de crítica "Olha, aquele é pai de um Sportinguista".
É uma vergonha, sinto que falhei como pai. [s)]
Se não te importas: prefiro que se escreva direito por linhas direitas. Assim como acho que os fins não justificam os meios. Mas se não queres que te critiquem, para a próxima guarda as tuas motivações para ti.
Não é não gostar que me critiquem, eu também critico os outros. É só que conclusões absolutas não fazem o mínimo sentido em assuntos tão próprios e pessoais.
Já viste que as tuas próprias palavras se aplicam às conclusões que tiraste sobre o arrependimento pós paternidade?
Não se aplicam porque a minha opinião é claramente minha. Os outros não têm de concordar nem de comprar o que eu digo.
No bairro as pessoas apontam-me o dedo enquanto dizem em tom de crítica "Olha, aquele é pai de um Sportinguista".
É uma vergonha, sinto que falhei como pai. [s)]