Problema com a Allianz

Sim, concordo, neste teu caso a tua postura de te mexeres rapidamente foi determinante.

É incrivel o relato que oiço de pessoas fora daqui, sobre a Allianz. Sei que todas as seguradoras têm falhas e não se pode agradar a todos, mas tinha uma ideia da Allianz completamente diferente.

Não querem assumir responsabilidades, utilizam todos os esquemas e mais alguns, ultrapassam os prazos previstos na lei para assumirem tomadas de posição, não respondem a emails...enfim, parece que nada funciona a não ser emitir a horas a fatura para o segurado pagar.
 
Já recebi resposta do CIMPAS, era o que se esperava. A Allianz foi contatada mas não foi possível um acordo amigável, estão irredutíveis na sua posição (como se tivessem muita razão).

Perante isto, o processo pode seguir agora para uma segunda fase que será decidida por um árbitro (juiz), sei lá, como preferirem. Acontece que para isto andar, cada uma das partes têm de entrar com 3% do valor reclamado, neste caso 60 €.

Sinceramente não sei o que fazer. Acho que estes 60 € será mais dinheiro que vou perder para além daquele que estes vigaristas não querem pagar.
 
Sinceramente não sei o que fazer. Acho que estes 60 € será mais dinheiro que vou perder para além daquele que estes vigaristas não querem pagar.

Pagas uma parte do seguro para ter proteção juridica para estes casos. Vai falar directamente com o mediador, e que arranjem um advogado que vai tudo para tribunal.
 
Pagas uma parte do seguro para ter proteção juridica para estes casos. Vai falar directamente com o mediador, e que arranjem um advogado que vai tudo para tribunal.

1º Pode não pagar para isso. A PJ é uma cobertura opcional, e nem toda a gente a contrata. (acredito que tenha, mas fica a ressalva).
2º Aqui não tenho a certeza absoluta, mas penso que existem limites de custos cobertos para a PJ, ou seja, corres sempre o risco de pagar alguma coisa á tua conta.
3º Um caso destes em Tribunal pode demorar 2, 3, 4 anos......no CIMPAS leva, no máximo, alguns meses.
4º Na prática, embora num contexto mais simples, a decisão não será certamente muito diferente da de um Tribunal.

Já recebi resposta do CIMPAS, era o que se esperava. A Allianz foi contatada mas não foi possível um acordo amigável, estão irredutíveis na sua posição (como se tivessem muita razão).

Perante isto, o processo pode seguir agora para uma segunda fase que será decidida por um árbitro (juiz), sei lá, como preferirem. Acontece que para isto andar, cada uma das partes têm de entrar com 3% do valor reclamado, neste caso 60 €.

Sinceramente não sei o que fazer. Acho que estes 60 € será mais dinheiro que vou perder para além daquele que estes vigaristas não querem pagar.

Se estás rigorosamente certo de que a razão está do teu lado, e que existe prova nesse sentido, não são 60€ que te devem fazer "abanar".

Aliás, confesso que depois da contundência inicial, não esperava este teu "abanar" nesta fase decisiva da reclamação.

Avança para o CIMPAS. [;)]
 
Pagas uma parte do seguro para ter proteção juridica para estes casos. Vai falar directamente com o mediador, e que arranjem um advogado que vai tudo para tribunal.

Eventualmente pagará para isso, mas também tem condições, uma delas, por norma, é ser ativada antes de ir para tribunais/CIMPAS.

Se estivesse convencido que tinha razão, não eram os 60€ que iam impedir de seguir (e esse é o valor mínimo).
 
Cheguei a pensar que fosse obrigatório, mas fui ver a minha apolice, e só tenho a responsabilidade civil e a proteção de ocupantes e condutor. :(
 
Cheguei a pensar que fosse obrigatório, mas fui ver a minha apolice, e só tenho a responsabilidade civil e a proteção de ocupantes e condutor. :(

A única cobertura obrigatória é a Responsabilidade Civil, todas as outras são facultativas, sendo que, na maior parte dos casos, mesmo os seguros mais ''básicos'' já possuem as coberturas de Assistência em Viagem, Protecção dos Ocupantes e Protecção Jurídica.

Provavelmente fizeste um Seviço à Lista, pois por norma, se fosse um Pack, já terias as coberturas referidas.

O valor a pagar anualmente pela Protecção Jurídica é irrisório no valor total do prémio.
 
Cheguei a pensar que fosse obrigatório, mas fui ver a minha apolice, e só tenho a responsabilidade civil e a proteção de ocupantes e condutor. :(


A única cobertura obrigatória é a Responsabilidade Civil, todas as outras são facultativas, sendo que, na maior parte dos casos, mesmo os seguros mais ''básicos'' já possuem as coberturas de Assistência em Viagem, Protecção dos Ocupantes e Protecção Jurídica.

Provavelmente fizeste um Seviço à Lista, pois por norma, se fosse um Pack, já terias as coberturas referidas.

O valor a pagar anualmente pela Protecção Jurídica é irrisório no valor total do prémio.

Sendo à lista é estranho não saber o que tem, e não ter Assistência em viagem então... só se fosse sócio do ACP.

O valor da Protecção Jurídica é irrisório e sempre dá uma ajuda na resolução ou reembolso de despesas judiciais.
 
Sendo à lista é estranho não saber o que tem, e não ter Assistência em viagem então... só se fosse sócio do ACP.

As vezes os mediadores não informam de tudo.[;)]

Eu por exemplo, recebo muitas ''queixas'' de clientes que têm DP e pensam que por isso tem direito a Viatura de Substituição, e quando vê que não tem, começam logo a barafustar que o mediador isto e o mediador aquilo.
 
Como eu sei que os mediadores não informam tudo [:D], mas há uns papéis que costumam acompanhar o recibo para pagar, que por norma tem lá, pelo menos, o nome das várias garantias subscritas [;)]

Chutar a responsabilidade só para os outros é fácil. [;)]
 
Estás a falar aquando da celebração do contrato, certo?

O meu pagamento é por DD e não vêm no Aviso de Débito/Recibo, a indicação das Coberturas.

Apenas e só o valor do Prémio Anual de DP no caso da Pug.
 
Ora bem, depois de não se ter conseguido o acordo amigável com a Allianz através do CIMPAS, esta ultima entidade informou-me que teria 10 dias para fazer andar o processo que seria decidido através de um arbitro e que tanto eu como a Allianz teríamos de pagar 60 € para o processo avançar.

Como eu acho que isto é tudo uma corja do mesmo saco e que andam todos com a ideia de lixar o mesmo, preferi não avançar, não estou para estar a perder mais dinheiro e tempo. Eram 60 euros, mais o tempo que teria de perder no trabalho, mais deslocações sei lá a onde...no CIMPAS, ficou por ai.

Posto isto, entrei em contato com a minha proteção juridica explicando o sucedido pois eles estavam a par da falta de acordo com a Allianz. A resposta dos indivíduos do meu seguro (NSeguros) foi que tinham interpelado a Allianz através de um advogado da minha seguradora mas que o fato de eu ter reclamado no CIMPAS sem eles saberem inviabilizou qualquer intervenção futura no caso. Ou seja, dizem que como reclamei no CIMPAS, eles a partir daí nada podem fazer. Recordo, que o processo no CIMPAS não passou de uma primeira abordagem amigável não havendo qualquer avanço depois disso.

Bom, perante isto, nem com CIMPAS nem com protecção jurídica isto lá ia, vi-me completamente e quase sem alternativas. A companhia Allianz refira-se, assumiu a culpa dos danos na traseira da minha viatura, danos que mal se veêm, o pior é a frente. Eu não ia colocar o carro para ajeitar um para choques traseiro quando tenho a frente rachada, então optei por pedir o dinheiro da reparação argumentando que tenho conhecidos cá fora na área da chapa e pintura que me podiam fazer talvez melhores preços e prazos de pagamento, pois quero arranjar o carro todo e não só uma parte.

E assim foi, no passado dia 8 de janeiro (sim, de Janeiro) enviei um email explicando o que acabei de relatar á companhia. Passaram-se semanas e semanas e nada, nem por telefone nem por email, nem por fax, nem pelo raio que os parta, nada, absolutamente nada.

Lá para dia 20 de janeiro, lá consegui uma resposta que era assim: nós já pedimos o reembolso á oficina que fez a peritagem, quando nos for devolvido será submetido a uma aprovação superior e depois transferido para si. E eu pensei: então mas a oficina já recebeu o dinheiro de algo que nunca foi reparado, nem dado ordem para se fazer? este foi outro mistério que nunca percebi, mas pronto, vindo desta gente já se espera tudo.

O orçamento da reparação com IVA depois de uma dedução que a Allianz têm direito era de 451.37 €.
Este era o dinheiro que já tinha sido pago á oficina e que eles teriam de devolver á companhia para eu poder ser reacercido.

No dia 24, a oficina fez o pagamento á Allianz e enviou-me inclusive comprovativo. Foram pagos 451.37 €. Até aqui bate tudo certo.

Depois mais não sei quantos dias para a tal autorização superior, disto e daquilo, ninguém sabe de nada, tá em analise e mais analise até que ontem fui informado que foi feita uma transferência do valor conforme peritagem, sem nunca especificarem o valor.

Como o dinheiro só deve entrar amanhã, isto deixou-me desconfiado e liguei para a companha, vá lá, desta vez responderam-me com dados concretos: " sim sim, foi feita ontem uma transferência de 366.97 € para si" ??!??

Tal como se previa, as coisas voltaram a não bater certo. Fui a ver o orçamento e este valor em questão diz respeito á reparação sem iva!

Então mas a companhia recebe uma quantia e paga-me outra? Eu quando for arranjar o carro em outro lugar vou ter de pagar IVA! Que brincadeira é esta? isto é mesmo assim? alguém pode ajudar?

DECO, Instituto de Seguros de Portugal, vale a pena reclamar esta questão? Agradeço esclarecimentos de quem souber.
 
Última edição:
Se apresentares á seguradora uma fatura de reparação do veiculo, com IVA, o IVA é-te pago, até lá nada feito.

Recorde-se que a seguradora não recebeu o valor do IVA! A seguradora PAGOU o valor da reparação COM IVA á oficina, CONTRA APRESENTAÇÃO DE FATURA, e recebeu esse dinheiro de volta, obviamente, COM IVA! Ou seja, voltou-se á estaca zero, ninguém ganhou, ninguém perdeu.

Se queres o valor da reparação em "dinheiro vivo", como é habitual, e correto, esse valor é-te pago sem IVA. A menos que passes uma fatura á seguradora, cobres +23% e depois os devolvas aos estado.

Só não entendi muito bem esta parte:

danos na traseira da minha viatura, danos que mal se veêm, o pior é a frente

Ou melhor, percebi, parece que afinal existe uma explicação concreta e lógica para a posição da seguradora.
 
Se apresentares á seguradora uma fatura de reparação do veiculo, com IVA, o IVA é-te pago, até lá nada feito.

Só não entendi muito bem esta parte:

Ou melhor, percebi, parece que afinal existe uma explicação concreta e lógica para a posição da seguradora.

Ok, essa questão do IVA arranja-se, estamos esclarecidos.

Em relação á parte de trás do meu carro, o para choques com a pancada, ficou com os apoios partidos no interior, está ligeiramente desencaixado, mas parece que para reparar têm de ser para choques novo. Mas não têm mossas evidentes, mal se nota que foi batido. Foi isto que quis dizer.

Agora, que queres tu dizer com o "...afinal existe uma explicação concreta e lógica para a posição da seguradora" ? A que te referes?
 
Ok, essa questão do IVA arranja-se, estamos esclarecidos.

Em relação á parte de trás do meu carro, o para choques com a pancada, ficou com os apoios partidos no interior, está ligeiramente desencaixado, mas parece que para reparar têm de ser para choques novo. Mas não têm mossas evidentes, mal se nota que foi batido. Foi isto que quis dizer.

Agora, que queres tu dizer com o "...afinal existe uma explicação concreta e lógica para a posição da seguradora" ? A que te referes?
Parece-me que quis dizer que a seguradora agarrou-se a isso para tentar não te pagar a parte da frente, já que os estragos são, aparentemente, muito dispares. Ou seja, pensam que são de outro acidente e não deste. Acho que é isto.
 
Parece-me que quis dizer que a seguradora agarrou-se a isso para tentar não te pagar a parte da frente, já que os estragos são, aparentemente, muito dispares. Ou seja, pensam que são de outro acidente e não deste. Acho que é isto.

Os estragos são aparentemente dispares de fato, mas têm uma explicação. Quando me bateram por trás tinha o carro desengatado e não tinha o pé no travão. A batida não foi nada exagerada por aí além, mas fez com que fosse projetado para a frente. Acontece que o carro parado á frente já estava imobilizado no semáforo e este sim com o pé no travão, daí ter havido mais estragos na minha frente e traseira do veiculo onde bati do que na minha traseira.

Isto foi tudo relatado nas participações amigáveis, na declaração de auto da GNR e assinado pelos condutores intervenientes no sinistro.

Será que se podem agarrar a isso perante estes fatos? Duvido muito, mas explicações não é para a Allianz.

Aliás, este processo apenas correu da forma desastrosa como correu porque eu fui culpado. O meu seguro não têm balcão, não tenho um mediador pelo que tive de ser eu a fazer esse trabalho. Certamente fiz ou escrevi alguma porcaria que não devia e agarraram-se a isso. Com um seguro decente e um mediador a tratar do caso, pagavam tudo e pagavam bem.

Depois, fui dar com uma companhia vaga em respostas, que não respeita tempos legais para dar tomadas de posição, que não responde a emails que são enviados, que não devolve as chamadas quando pedimos para ser contatados, uma nulidade, pura e simplesmente não respeitam um cliente. Aliás, todos os seguros têm queixas mas basta pesquisar no Google por Allianz para ver os relatos repetidos daquilo que falo. São da pior espécie.

Mas continuo á espera da resposta do Vanquish.
 
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