Walkmen, já estive numa situação parecida com a tua (embora sem traição, é certo) com muito tempo, muito esforço investido e que em nada de bom deu.
Conselhos? São de borla, espero que sejam bons:
1) Não te martirizes.
2) Não assumas todas as culpas bem como não as atires todas "para o lado de lá".
3) O tempo (alguns meses, talvez) dar-te-á algum distanciamento e objectividade na análise dos factos. Essa será a altura para reflectir, aprender e amadurecer (se não fizeres por aprender de nada serviu, não é?)
4) Não te lances de cabeça e de olhos fechados noutra já amanhã. Ainda te falta aprender a lição da alínea 3) ou então voltas a magoar-te da mesma maneira (e quiçá a ela).
5) Faz alguma coisa que gostes ou que sempre quisesses ter experimentado (na tua situação eu inscrevi-me em aulas de dança e de música). Investe em ti.
6) Saboreia a nova vida. Melhor só de que mal acompanhado, e antes mais tarde do que nunca. Vais-te aperceber como estas palavras são verdadeiras.
7) Faz as pazes contigo mesmo e continua pela vida de cabeça erguida.
Já agora, no meu caso, depois da ruptura de uma ligação de quase 7 anos que em nada deu e só me esmagou, reencontrei pouco tempo depois uma paixão antiga que me tinha dado "tampa" há quase 10 anos. Demorei um ano a "dar-lhe" a volta, outro ano de namoro até casar, e outro ano até ter o meu primeiro bebé nos braços. Foi em modo "relâmpago".
Resumo: acabar com aquele namoro putrefacto foi a melhor coisa que me aconteceu na vida!