Os Radicais

O conceito de "grave" já está contemplado na caracterização da pena.

Cometes o crime X és condenado a Y.

O que deve ser feito eventualmente é aumentar a pena Y.

Retirar outros direitos não encaixa facilmente no nosso regime jurídico.
É para a vida ( pena perpétua dissimulada?) , pode fazer uma cura de desintoxicação ideológica e reverter e pena? Não pode? E se amadurecer espiritualmente pode recuperar o emprego?


Non sense.

Eu bem digo que estão no ponto para uma nova ditadura! [;)]
 
Eu bem digo que estão no ponto para uma nova ditadura! [;)]

Não sei bem mas acho que isso é perigoso.

Por exemplo, é FP tens um problema no transito com outro condutor que é de uma minoria qq ( escolher mais abaixo) imagina que é uma drag queen espalhafatosa que te dá um chapada assim que sai do carro, tu reages com um murro nas trombas e ela fica KO. A seguir vem a polícia, toma conta da ocorrência e ela apresenta queixa. Arranja um advogado +radical e encaminha o caso judicialmente para crime de ódio pq dá direito a indemnização maior.

És condenado a uma pena de multa com pena de prisão suspensa e a seguir perdes o emprego administrativamente porque foste condenado a crime de "ódio" ( pode ser segundo o código penal à escolha do freguês: raça, cor, origem étnica ou nacional, ascendência, religião, sexo, orientação sexual, identidade de género ou deficiência física ou psíquica).

Fazes o quê a seguir? Não tens direito a RSI pq não pertences a uma minoria. Ninguém te vai dar emprego porque é crime de ódio.

Foste oficialmente excluído da sociedade por causa de um discussão de transito. Parabéns. apr:)[:D]
 
Ainda hoje, um pouco antes do almoço, estive a filosofar sobre isto, sentado na esplanada de um café aqui da aldeia.

O "echo chamber effect" das redes sociais não passa do "efeito bolha" dos cafés da aldeia.

Sempre as mesmas pessoas, sempre as mesmas conversas, inclusive com a peculiaridade de a mesma pessoa se comportar de forma diferente conforme o tasco onde esteja. Quanto mais afastada estiver da sua zona se conforto, mais se nota. O que é engraçado é que falamos de distâncias da ordem dos escassos metros ou quilómetros.

Na tasca junto de casa, temos um benfiquista empedernido, amante de histórias de caçadores e façanhas da dureza do trabalho.

No tasco do centro da aldeia, temos um amante de futebol, moderado, um entendido de caça circunspecto e um gajo de profissionalismo exemplar, que diz fazer numa hora o esperado para todo o dia de trabalho. [:D]


Nos EUA e no Brasil, os mais adiantados no estudo dos movimentos de censura organizados das redes sociais, houve e continua a haver investigadores que estabeleceram correlações entre grupos do WhatsApp (Brasil) e Twitter (EUA) na sequencia das eleições de Trump e Bolsonaro. Nestes dois grupos, há um denominador comum que funciona como um aglutinador. Estruturas de poder, e uma organização alinhada num objectivo.

Não existe o contraditório, apenas uma visão única, ou a de um “salvador” diante de um inimigo comum que, no caso, é qualquer um que discorde da visão deles, ou a de um demónio, que simboliza a destruição do status-quo e a ameaça ao adquirido.

Existe uma estrutura “de cargos”, nos quais o militante faz uma “carreira”. Aqueles que mais compartilham são convidados para serem administradores dos grupos. Depois disso, formam-se grupos de administradores e assim por diante, até a possibilidade de um indivíduo poder ser chamado para encontros presenciais com gente de um partido ou militantes mais “famosos”, os lideres, (Exemplo o Trump, ou o Bolsonaro, mas podemos pensar em algo mais poróximo, o Ventura ou a Mortágua)

As Redes sociais, e estes grupos privados, com as suas newsletters especializadas e podcasts, são exemplos de ambientes onde estes nichos de radicais podem florescer livres de “predadores”, crítica ou dialética. Em ambiente social de off-line a maioria destas pessoas não sobrevive, não sobreviveria porque as suas ideias adquiridas sem os fundamentos do saber e do conhecimento, seriam tranquilamente esclarecidas com argumentos. E é muito por isto, que o ambiente aberto da internet, se tem transformado num “campo de batalha” global.

Daniel Goldaman, um dos gurus das Ciencias Comportamentais e o homem que mais escreve e ensina sobre Inteligência Emocional, diz que: “É muito importante mostrar que a diversidade de opinião é saudável. É importante saber o que o outro pensa. Vem da educação básica. Não procurar apenas quem pensa igual, mas entender que existem pensamentos diferentes que podem ser valorizados.”
 
Última edição:
Sim, é isso mesmo. Radicalmente aprisionado.
Mas continuo sem responder ao teu camarada Totolino, já disse que tenho esse utilizador bloqueado. Ele escusava de escrever posts de provocações.


Eh pá desculpa lá, mas que raio de masoquismo te atrai a este tópico? Não tinhas dito que já tinhas visto o que querias aqui?

Não me incomoda a tua presença, nem as tuas bocarras e provocações, por mim podes continuar, mas é no minimo pouco inteligente estares num sitio onde te sentes tão incomodado para estares sempre a atirar pedras a quem participa. O user que tanto detestas incomoda-te?

Sai da sala, é tão simples...
 
Sim, é isso mesmo. Radicalmente aprisionado.
Mas continuo sem responder ao teu camarada Totolino, já disse que tenho esse utilizador bloqueado. Ele escusava de escrever posts de provocações.

"(...)4. São proibidos os seguintes tipos de conteúdos no fórum, incluindo links para sites do mesmo género de conteúdos:

  • Má-educação, insultos, ataques pessoais, violência ou qualquer post considerado incendiário ou provocador;(...)
  • Posts sem sentido ou de conteúdo manifestamente vazio.(...)"

Regras de funcionamento do Fórum Motorguia
:)
 
O conceito de "grave" já está contemplado na caracterização da pena.

Cometes o crime X és condenado a Y.

O que deve ser feito eventualmente é aumentar a pena Y.

Retirar outros direitos não encaixa facilmente no nosso regime jurídico.
É para a vida ( pena perpétua dissimulada?) , pode fazer uma cura de desintoxicação ideológica e reverter e pena? Não pode? E se amadurecer espiritualmente pode recuperar o emprego?


Non sense.

Concordas então em manter a função após cumprir a sentença penal?
 
Não sei bem mas acho que isso é perigoso.

Por exemplo, é FP tens um problema no transito com outro condutor que é de uma minoria qq ( escolher mais abaixo) imagina que é uma drag queen espalhafatosa que te dá um chapada assim que sai do carro, tu reages com um murro nas trombas e ela fica KO. A seguir vem a polícia, toma conta da ocorrência e ela apresenta queixa. Arranja um advogado +radical e encaminha o caso judicialmente para crime de ódio pq dá direito a indemnização maior.

És condenado a uma pena de multa com pena de prisão suspensa e a seguir perdes o emprego administrativamente porque foste condenado a crime de "ódio" ( pode ser segundo o código penal à escolha do freguês: raça, cor, origem étnica ou nacional, ascendência, religião, sexo, orientação sexual, identidade de género ou deficiência física ou psíquica).

Fazes o quê a seguir? Não tens direito a RSI pq não pertences a uma minoria. Ninguém te vai dar emprego porque é crime de ódio.

Foste oficialmente excluído da sociedade por causa de um discussão de transito. Parabéns. apr:)[:D]

Basicamente crime de ódio será quando os censores assim o entendam.
O Mamadu incita ao ódio racial ciclicamente, mas como está do lado "certo" da barricada, não se passa nada.
 
Mas achas que esse fulano depois de julgado e condenado deveria manter as suas funções na sos racismo?

Estão a pegar num exemplo, lá está, extremo. É claro que o Mamadou não deveria ter assento numa associação que supostamente actua contra o que ele tão bem faz.

A questão não serão estes casos extremos, aliás, para estes casos já existe a lei, que, a ser bem aplicada, já colocaria a sociedade na sua normalidade.

A questão está na ideia de aproveitar os crimes de ódio neste momento ideológico. A política é muito isto, momento. Noutros tempos nem ficaria espantado, fosse o governo PS, PSD, ou outro qualquer. Com a actual distribuição política, com a promiscuidade entre sectores mais radicais e partidos tradicionalmente mais moderados, parece trazer água no bico. Ainda que não seja politicamente correcto, a questão não é a ideia, é quem a traz num dado momento. Pode parecer estranho, mas quem disse que o mundo não é complexo?
 
Concordas então em manter a função após cumprir a sentença penal?

Esse tipo de pergunta fechada tem sempre o mesmo propósito de encurralar o interlocutor... [:D]

Não concordo com a pena que de retirar o emprego ( fonte de rendimentos) a alguém, para já porque não vai alterar a moral desta pessoa ( até pode tornar-se pior por revolta contra sistema) e depois porque acaba por ser uma sobrecarga para o sistema de SS ( vai para desprego e corre o risco de ser marginalizado e tornar-se um criminoso).

Realço outro pormenor: um crime contra alguém de uma das minorias citadas será sempre de ódio. Ora como bem sabemos, podemos ter um desentendimento e cometer um crime com uma minoria sem que seja por ódio a essa minoria. Quem vai distinguir ódio e violência simples?

Claro que a minoria tentará sempre dizer "ele chamou-me preto/ panel§€€ / maneta etc, é crime de ódio, tirem-lhe o emprego".

Não se consegue aplicar esse tipo de medida de forma equilibrada. Para mim é não.
 
O ódio, o rancor, o radicalismo e todos estes comportamentos de exclusão, são difíceis de combater nos dias de hoje, tal a quantidade de ferramentas de propulsão que eles têm ao seu dispor.
Há paises que a combatem e controlam por decreto, como o faz a Suíça, os nórdicos a Austrália e Nova Zelandia, países de cultura social mais musculada través de vigilância activa sobre estes grupos e de desincentivos sociais ou de cidadania.
Por exemplo na Europa a aculturação não tem produzido resultados, estes grupos recusam a integração e a assimilação dos comportamentos, padroes de conduta e valores europeus, pelo que IMHO, os países e cidadãos anfitriões acabarão a seguir os países que citei em cima.

Declarações e posições tomadas pelo lider do SOS Racismo nesses países, já teriam tido consequências para esse lider

É o mal menor....
 
Última edição:
O ódio, o rancor, o radicalismo e todos estes comportamentos de exclusão, são difíceis de combater nos dias de hoje, tal a quantidade de ferramentas de propulsão que eles têm ao seu dispor.
Há paises que a combatem e controlam por decreto, como o faz a Suíça, os nórdicos a Austrália e Nova Zelandia, países de cultura social mais musculada través de vigilância activa sobre estes grupos e de desincentivos sociais ou de cidadania.
Por exemplo na Europa a aculturação não tem produzido resultados, estes grupos recusam a integração e a assimilação dos comportamentos, padroes de conduta e valores europeus, pelo que IMHO, os países e cidadãos anfitriões acabarão a seguir os países que citei em cima.

Declarações e posições tomadas pelo lider do SOS Racismo nesses países, já teriam tido consequências para esse lider

É o mal menor....

Que tem partidos de extrema direita que metem o Chega como um meme cómico da internets? Ou que visto crescer incidentes com a extrema esquerda? Curiosamente, a Suíça, o que não falta é radicalismo no seu interior.
 
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