Os partidos e o fórum

Os partidos e o fórum

  • Sim

    Votos: 33 32,4%
  • Não

    Votos: 32 31,4%
  • só o PCP

    Votos: 21 20,6%
  • Não sei, não vi, não estava lá

    Votos: 16 15,7%

  • Total de eleitores
    102
Há uns anitos atrás andava por aqui um user, por sinal excelente (VDT) que dizia que este era o Forum do Bettencourt Picanço.

Se fizeres uma dedução....[:p][:D][:)]

Um pequeno OT

Tinha ideia que o Bettencourt era militante do PSD. Alguém confirma?
 
Eu sou muito mais recente que o tópico da política. Se li 1% dele é muito.

Nesse tópico acho que (de momento) existe algum equilíbrio... no entanto em termos de "apelo encapotado ao voto" usando expressões no risco limite (tipo "vota bem") só vi um user fazer e despertou-me um alerta.

Por outro lado, volta e meia nascem tópicos satélites, uma espécie de spin-offs, quando existem temas "importantes"... e vem mais do mesmo, a eterna luta entre "pro-liberais" e "sindicalistas"...
 
sobre isto encontrei isto:

http://visao.sapo.pt/ascensao-e-queda-de-passos-versao-20=f758352

Entrevista a Fernando Moreira de Sá
[h=1]Ascensão e queda de Passos, versão 2.0[/h][h=2]Esta é a história digital dos bastidores da chegada de Passos Coelho ao poder e da queda do Governo na rede. Onde se fala de manipulação de fóruns das rádios e TV´s, de condicionamento de debates e se revela como Relvas tentou evitar o pior em reuniões com blogueres, na Presidência do Conselho de Ministros...[/h][TABLE="width: 662"]
[TR]
[TD]Miguel Carvalho (Texto publicado na VISÃO 1080, de 14 de novembro)

[TABLE="width: 365"]
[TR]
[TD]Foto: Lucília Monteiro
[/TD]
[/TR]
[/TABLE]
Esta é a história digital dos bastidores da chegada de Passos Coelho ao poder e da queda do Governo na rede. Onde se fala de manipulação de fóruns das rádios e TV´s, de condicionamento de debates e se revela como Relvas tentou evitar o pior em reuniões com blogueres, na Presidência do Conselho de Ministros...
O ponto de partida é a sua tese de mestrado, nota 20, na Universidade de Vigo (Galiza) sobre a importância da comunicação política digital na chegada de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD. Consultor de comunicação, Fernando Moreira de Sá, 40 anos, regionalista ferrenho, foi um dos "voluntários" que, nos bastidores, trabalhou a caminhada política do atual primeiro-ministro na blogosfera e nas redes sociais, estratégia efetuada com recurso a informação privilegiada e campanhas negras contra adversários. Rosto das empresas Comunicatessen e da Callaecia, parceiro da Nextpower (a que estão ligados Rodrigo Moita de Deus, da Comissão Política Nacional do PSD, e João Paixão Martins, filho de Luís Paixão Martins, da LPM), Moreira de Sá vai mais longe e desvenda alguns segredos do caminho que levou Passos Coelho ao Governo... e as razões pelas quais o estado de graça da maioria nunca chegou a existir no Portugal digital.
A comunicação digital foi decisiva, na ascensão de Pedro Passos Coelho?
Em 2009, o PSD era o mais digital dos partidos. Nessa época, os blogues estavam no auge, o Twitter já tinha alguma força e o Facebook engordava. Os principais blogues de política tinham uma audiência média diária de 30 mil pessoas. Blogueres como Carlos Abreu Amorim ou Daniel Oliveira tinham saltado para as televisões e o PS e o PSD começaram a credenciar blogueres para os congressos. Tudo estava maduro para se fazer o que se fez. Nos jantares de blogueres que Passos promoveu na campanha interna, dizia-se que tudo o que viesse acima de 40% a 45% de votos era devido à malta dos blogues. Ele teve 60 por cento.
Afirma, na tese que os blogueres que apoiavam Passos tinham como referência o blogue Corporações, próximo do Governo Sócrates... Porquê?
O Corporações, que só peca pelo anonimato, era o braço armado de Sócrates, na blogosfera.
Tinha acesso a fontes privilegiadas e informações do foro privado dos adversários.
Só podia funcionar dentro do gabinete da Presidência do Conselho de Ministros...
Ligado ao ex-ministro Pedro Silva Pereira?
Toda a gente do meio sabia. Aliás, costumávamos dizer que o Corporações "viajava" com o Sócrates e o Pedro Silva Pereira para a Venezuela porque os posts diminuíam radicalmente nessa altura...
Mas em que medida foi inspirador para a estratégia de Passos Coelho?
Ajudou a derreter Manuela Ferreira Leite, então líder do PSD, e a Presidência da República. Queríamos algo idêntico para a luta interna no PSD.
Quem definiu essa estratégia?
Não posso provar, mas desconfio que o mentor foi Miguel Relvas e tiro-lhe o chapéu. Mas ao contrário do Corporações, não éramos anónimos. O António Nogueira Leite, o Carlos Abreu Amorim, o Rodrigo Saraiva, o João Villalobos, o Fernando Moreira de Sá, etc., assumiam as suas opiniões.
Havia um núcleo duro em Lisboa e outro mais voluntário no Porto?
Sim, mas isso já muito mais próximo das eleições diretas no PSD. O pré-diretas é a criação do blogue Albergue Espanhol.
O braço armado de Passos Coelho na blogosfera...
Braço armado, mas de cabeça descoberta. Pedro Correia, Luís Naves, Francisco Almeida Leite eram jornalistas no ativo. O António Nogueira Leite era administrador de um grande grupo com interesses no Estado e também estava ali a dar a cara. Eu próprio receei perder clientes e ser considerado persona non grata pelo Governo Sócrates. O Rodrigo Saraiva e o João Villalobos, consultores de comunicação, pensaram o mesmo. Mas ao contrário do que diz o Pacheco Pereira, ninguém andou atrás de avenças do Estado. Pelo contrário: até perdi um cliente por causa deste Governo.
Como é que entrou nisto?
Fui convidado para o primeiro jantar de blogueres. O Passos fazia uma coisa sem rede, sem assessores, sem papéis. Respondia a todas as perguntas, inclusive as mais complicadas, vindas do Paulo Guinote, do blogue A Educação do Meu Umbigo ou da Ana Matos Pires, do Jugular, sobre questões fraturantes da esquerda. Eu e outros aderimos, porque acreditávamos. Mas o Pacheco Pereira tem razão numa coisa: fomos o braço armado para, dentro do PSD, e através do digital, desgastar Manuela Ferreira Leite e os adversários do Passos. Até fizemos de bombeiros do Aguiar Branco. Queríamos que ele fosse até ao fim...
Albergue, estratégia digital, projeto político. Como funcionava, no dia-a-dia?
Por exemplo: existia um mail acessível a um grupo fechado, através do qual recebíamos informações, linhas gerais, provenientes de quem estava a preparar o programa do Passos. No início, nem sabíamos quantos éramos. Cada um desenvolvia aquilo, nas redes sociais e na blogosfera, à sua maneira. Utilizávamos isso no Fórum da TSF, no Parlamento Global, da SIC, no Twitter, etc. No último confronto televisivo entre os três candidatos à liderança [Passos, Aguiar Branco e Rangel], condicionámos o debate. Só eu tinha três computadores à minha frente, em casa, além do telemóvel. Antes do debate, já tínhamos tweets preparados para complicar a vida ao Rangel. Nos primeiros minutos, começámos a "tuitar" como se não houvesse amanhã, dizendo que o Rangel estava nervoso e mais fraco do que o esperado. Criou-se um ambiente negativo que se propagou rapidamente. Ao fim de cinco minutos, ríamos até às lágrimas! Até opinion makers repetiam o que dizíamos! E o debate tinha apenas começado...
Como se "vendeu" Passos ao PSD?
Nas diretas, o universo era de 60 mil militantes, muitos deles difíceis de convencer. Mas compraram a ideia de que o Passos era o único capaz de ganhar a Sócrates. A equipa do Sócrates ajudou, sem querer: batiam no Rangel e ignoravam o Passos, que também ia ganhando pontos ao abordar questões fraturantes da esquerda. Num jantar de blogueres, quiseram saber a opinião dele sobre a adoção de crianças por casais homossexuais. "Se os interesses da criança estiverem mais defendidos com um casal homossexual, sou a favor." Ao dizer isso, ele abriu uma janela importante na blogosfera de esquerda. O próprio eleitorado do PSD percebeu que não eram só os "da corda" a defendê-lo: até os adversários o respeitavam. À esquerda convenceram-se de que ele representava a direita tolerante.
Conquistado o PSD, o que seguiu?
As coisas melhoraram. O leque de blogueres foi alargado. Nas diretas, tinha havido um call center, que quase todos os partidos usam, para telefonar aos militantes, em Lisboa. Para as legislativas, foi no Porto. Nessa altura, o Nogueira Leite torna-se muito influente no Facebook e o Carlos Abreu Amorim no Twitter. Havia voluntários a defender as posições do Passos, mas sobretudo a atacar o Governo PS, no Fórum da TSF, na Antena Aberta, da RDP, e nos debates dos canais por cabo. Alargou-se a influência mediática. Os outros partidos também fazem isto. E bem.
O mail "fechado" manteve-se?
Sim. Com mais força e mais filet-mignon informativo.
Quem fazia chegar essas informações?
Não vou dizer. Essa pessoa também não diz quem lhe fazia chegar a ela. Mas não sou parvo: por trás disto tinha de estar Miguel Relvas, um visionário quanto à importância das redes sociais para levar o Passos aonde chegou. Não éramos anjinhos. Sabíamos bem ao que íamos.
Como se trabalhou a campanha contra Sócrates?
A contrainformação era a praia do grupo à volta de Sócrates. Tínhamos nick names para as redes sociais, perfis falsos no Facebook e por aí adiante, mas éramos uns meninos do coro comparados com os tipos dele. Não há virgens nisto: em qualquer campanha eleitoral, existem centenas de perfis falsos, mas perfis com "vida", que incluem fotografias de "família", "clube de futebol", "gostos", etc. O segredo é ir pedindo "amizade" a pessoas da política e alargar os círculos de "amigos". Se deixarmos uma informação sobre o caso Freeport num perfil falso e ele for sendo partilhado, daqui a pouco já estão pessoas reais a fazer daquilo uma coisa do outro mundo.
Os fóruns da rádio e da televisão são facilmente manipuláveis?
Completamente. Se for preciso, provo. Existem equipas só para isso, nos partidos e nas consultoras de comunicação que fazem assessoria política. As juventudes partidárias são uma boa base de recrutamento. Em 2011, o Sócrates foi ao Fórum da TSF. Decidimos entalá-lo e descredibilizar a coisa, exagerando nos elogios. Deu um bruaá enorme. O diretor da TSF teve de explicar-se por causa das críticas dos ouvintes, que consideraram aquilo uma coisa do tipo Deus no céu e Sócrates na terra. Deu-nos um gozo tremendo!
E o jornalismo? Também está mais permeável?
Os jornalistas agem nas redes sociais sem se protegerem, esquecendo que aquilo é também uma ferramenta de trabalho. Mas há outro problema para vocês: quando as redações são vítimas da concentração mediática, da situação económica e de licenciaturas arcaicas na área do digital, é óbvio que, perante este mundo novo e perigosíssimo, o jornalismo está mais manipulável. E Portugal é um caldinho jeitoso para isto: há cerca de cinco milhões de pessoas no Facebook.
O que aconteceu quando o PSD ganhou as legislativas?
Primeiro, acabou o Albergue Espanhol e foi criado o Forte Apache. Sabíamos que o ambiente ia ser hostil, mas nunca imaginámos que fosse tão hostil nas redes sociais. Aí, o estado de graça do primeiro-ministro quase não existiu. Como os blogueres tinham sido muito importantes para a chegada ao poder, chamaram alguns para o Governo e suas imediações. Foi um erro.
Nomes?
Álvaro Santos Pereira, do Desmitos, foi para ministro da Economia; Carlos Sá Carneiro entrou para adjunto do primeiro-ministro; Pedro Correia foi para o gabinete do Relvas; Luís Naves também, mais tarde; João Villalobos para a secretaria de Estado da Cultura; Carlos Abreu Amorim para deputado e vice-presidente do grupo parlamentar; António Figueira, do Cinco Dias, e de esquerda, foi trabalhar com o Relvas; Francisco Almeida Leite para o Instituto Camões; Vasco Campilho foi para algo ligado aos Negócios Estrangeiros; José Aguiar para o AICEP; Pedro Froufe para a comissão de extinção das freguesias; o CDS também recrutou no 31 da Armada. Houve outros. Só em ministros, secretários de Estado e assessores foi uma razia em blogues como o Albergue Espanhol, o 31 da Armada, Delito de Opinião, O Insurgente, o Blasfémias, etc. Apenas o Aventar ficou imune. Ora, quando o Governo começou a levar porrada nas redes sociais, só tinha o Forte Apache para o defender. Às primeiras medidas duras, a página de Passos no Facebook foi invadida por críticas e insultos. Um desastre. No fundo, Passos foi responsável pelo auge da política no digital, mas também pela sua queda.
O "cérebro" Relvas não tentou atenuar danos?
Sim, ainda fui a um encontro de blogueres "da corda", na Presidência do Conselho de Ministros. O ministro ouviu das boas, batemos desalmadamente na estratégia de comunicação do Governo! Dissemos que o primeiro-ministro era bom a dar as más notícias e péssimo a dar as boas. Mas continuava a haver um grupo disponível, ainda que amputado, para adoçar as medidas más, nas redes sociais e nos blogues, desde que a informação fosse enviada com antecedência. Com o Relvas, ainda foi chegando alguma coisa, às vezes 24 horas antes, mas depois nunca mais isso foi feito. Com a saída dele, a estratégia, que já era má, desmoronou-se. Depois, fomos sabendo que a gestão interna da informação dentro do Governo também não era fácil.
Porquê?
Não se pode ter uma estratégia de comunicação do gabinete do primeiro-ministro, outra da Presidência do Conselho de Ministros e outra ainda do gabinete de Portas, que é o oposto das duas. Não se podem ter responsáveis de comunicação de cada área em guerra. Não funciona, como está à vista. Para cúmulo, o primeiro-ministro parece imbuído de uma missão especial qualquer e diz "que se lixem as eleições".
Passos descuidou a estratégia de comunicação?
A estratégia de comunicação não existe. Enquanto lá esteve, Relvas ainda foi o bombeiro, mas quando vi os briefings ia morrendo. Pacheco Pereira diz que as grandes consultoras de comunicação estão no Governo. A Cunha Vaz e a LPM estão onde?! Estão em empresas públicas? Ah! Isso é outra coisa. Se estivessem no Governo, notava-se.
A imagem do Governo ainda é recuperável?
É muito difícil, mas com este PS, ainda acredito. Mas era preciso e ele que me desculpe fazer uma lavagem ao cérebro do primeiro-ministro sobre a estratégia de comunicação. Nisso, o CDS é muito melhor.[/TD]
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O que isto mostra é que os partidos têm estratégias de campanha na net. O que não admira, também a têm nas rádios locais, nos jornais concelhios, etc. A dúvida é saber se algum inclui os fóruns e em particular este na sua estratégia.

Na entrevista acima também podemos ver a confissão da intervenção orquestrada em programas televisivos e fóruns como os da TSF, telefonando como normais espetadores e ouvintes.
 
Não é nada de admirar que os partidos mantenham as suas entidades propagandísticas a par dos fóruns e das redes sociais, enquanto maneira fácil e massificada de chegar aos ouvidos do cidadão comum. O PCP é bastante activo nesse aspecto, mas não entremos em hipocrisias de afirmar que o PCP faz mais isto que qualquer outro partido grande.
 
hoje parece-me mais claro que há partidos nomeadamente o PCP e o PSD que tentam deliberadamente usar o fórum para passarem as suas mensagens

parece-me que há intervenientes que o fazem de uma forma que vai para além da iniciativa pessoal, que parecem ter uma intervenção no fórum de acordo com instruções do partido, a sua intervenção deve fazer parte do trabalho partidário que lhes foi atribuido.
 
hoje parece-me mais claro que há partidos nomeadamente o PCP e o PSD que tentam deliberadamente usar o fórum para passarem as suas mensagens

parece-me que há intervenientes que o fazem de uma forma que vai para além da iniciativa pessoal, que parecem ter uma intervenção no fórum de acordo com instruções do partido, a sua intervenção deve fazer parte do trabalho partidário que lhes foi atribuido.

Não sei se há, mas acredito que possa haver, contudo, considerando que fui inúmeras vezes acusado disso sem qualquer fundamento, fico na dúvida se há ou não.

É que há pessoas que lutam por ideais independentemente dos partidos. Ainda há pessoas que se interessam pela sociedade.

Digo-o com toda a frontalidade já que não sou de partido nenhum, e se tiver que "bater" em qualquer deles, faço-o com a mesma convicção.

O que está aqui em causa, nas recentes discussões, não é a defesa de um partido e sim a derrota de uma facção anti-democrática. E como sempre defendi os valores da Liberdade, não podia deixar passar esta situação em claro.
 
Existem, sem dúvidas, os chamados "shills". São basicamente utilizadores cuja função é a transmissão de ideias para fórums e, com sorte, conversão. Não sei se existe aqui, mas tenho a certeza que na indústria do entretenimento existem muitos, em sites como o Reddit, 4chan e Metacritic. E funciona, acreditem ou não. É basicamente uma estratégia de marketing.

Relativamente aos partidos, duvido que não tenham, já que é uma arma bastante poderosa. Basicamente é possível converter as pessoas através da pressão.

Por exemplo, imaginemos que no tópico A são lá postos 10 "shills" a glorificarem um dos seus "shills". Este "shill" vai ganhar uma força tremenda e quem entrar ou participar no tópico A vai querer a mesma "glória", sendo necessário para isso se "converter" a essas mesmas ideias e as partilhar continuamente.
 
Sou uma pessoa q se considera de direita.
No entanto por 1001 motivos nao me revejo na direita nacional sendo q por varias vezes meu voto se cair em outros partidos é maisde contestação que propriamente agrado pleno com esses mesmos partidos.

Dito isto eu noto que neste forum existe uma percentagem extremamente mais elevada (nos topicos de politica) de pessoas com "direita à jotinha " que em média da populacao em geral. Por norma a explicacao que leio é que este é um forum elitista. Pela que tenho lido ( o forum é aberto e ja o sigo à muito tempo) acho que nao seja assim tao elittista. Vejo muitos comentarios e observacoes que nota-se que ou é malta nova (e nao elittista) ou pessoas completamente comuns. Alias sem ser rico ou coisa q o valhe nao me admira sendo eu uma pessoa comum ter ganhos e melhor condicao economica que mais de 90% das pessoas do forum. Ou seja o forum é proximo à realidade nacional. No entanto qq sondagem politica ou em qq topico de politica a direita à jotinha(refiro-me defensora do PSD ) é elevadissima

Quando digo direita à jotinha refiro-me a dialogos que apenas tentam defender a visao inocente do que implementa a suposta direita em portugal .
Ou seja dialogo defensor dos partidos de direita. Isso pq nunca os vejo defender verdadeiramente politicas de direita. Alias estes 4 anos de governacao de politica de direita nao foram assim muitas, embora entenda as tremendas limitacoes que teve o mesmo governo com troika cá dentro...Tambem é preciso dizer que o PSD sempre foi centro direita e ao se colar ao CDS ficou condicionado , do mesmo modo o PS sera condicionado pelos partidos de esquerda. Serao os minoritatios a governar. Tivemos 4 anos em que quem governava era o CDS e agora vamos ter 4 anos de governacao de PCP e BE
 
Última edição:
O tópico eleições legislativas de 2016 ou 2017 durou menos de uma hora. Nessa hora votaram 24 pessoas, 18 dos quais, 75% do PSD.
No tópico das eleições legislativas 2015 a votação indicou ~50 % de votantes no PaF.

É pena o tópico de das legislativas de 2016/7 não ter durado mais para ver se reequilibrava, mas o que isto indicia é que para além dos eleitores do PSD/PaF estarem em grande numero no fórum são muito mais ativos que o outros users.

 
O tópico eleições legislativas de 2016 ou 2017 durou menos de uma hora. Nessa hora votaram 24 pessoas, 18 dos quais, 75% do PSD.
No tópico das eleições legislativas 2015 a votação indicou ~50 % de votantes no PaF.

É pena o tópico de das legislativas de 2016/7 não ter durado mais para ver se reequilibrava, mas o que isto indicia é que para além dos eleitores do PSD/PaF estarem em grande numero no fórum são muito mais ativos que o outros users.


O eleitor tipico de esquerda ou é mais velho e não anda na web ou é mais novo e anda mais pelo face. O que pretendo dizer é que os esquerdas são por norma menos esclarecidos e por isso é que acreditam nas patranhas que os mais avisados sabem não funcionar! [:D]
 
“Spin Doctors”

Para entender as notícias é preciso saber o que é o "spin"

O spin-doctoring em tese académica

A COMUNICAÇÃO POLÍTICA E OS MEDIA PROFISSIONALIZAÇÃO E SPIN DOCTORING


Basicamente é uma profissão em que um grupo de pessoas são pagos para fazerem publicidade a alguém, neste caso na politica. No caso deste forum, podem ser identificados, eventualmente, por ocuparem maioritariamente o seu tempo por aqui em qualquer hora do dia, meses a fio.

Nas redes sociais, nos blogs, nos forum e até alguns jornais, trabalham em equipa, fingindo que não se conhecem, mas aparecendo todos ao mesmo tempo para defender a mesma ideia.
 
O eleitor tipico de esquerda ou é mais velho e não anda na web ou é mais novo e anda mais pelo face. O que pretendo dizer é que os esquerdas são por norma menos esclarecidos e por isso é que acreditam nas patranhas que os mais avisados sabem não funcionar! [:D]

Que coisa mais absurda para se dizer. [8b]
Tenho imensos colegas meus de esquerda ferrenha (da qual nao faço parte, sendo que alias ate sou de direita) em bons cargos de empresas internacionais.

Mais bizarro ainda é perceber que varias das medidas que esta esquerda quer tomar sao medidas de direita (aumento de consumo e aumento de circulacao de capital pelo consumo). Esta é alias a regra numero 1 do capitalismo. Anda tudo doido. A unica coisa que nao defendem enquanto politica de direita é um estado pequeno e menores direitos garantidos .
 
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O spin-doctoring em tese académica

A COMUNICAÇÃO POLÍTICA E OS MEDIA PROFISSIONALIZAÇÃO E SPIN DOCTORING


Basicamente é uma profissão em que um grupo de pessoas são pagos para fazerem publicidade a alguém, neste caso na politica. No caso deste forum, podem ser identificados, eventualmente, por ocuparem maioritariamente o seu tempo por aqui em qualquer hora do dia, meses a fio.

Nas redes sociais, nos blogs, nos forum e até alguns jornais, trabalham em equipa, fingindo que não se conhecem, mas aparecendo todos ao mesmo tempo para defender a mesma ideia.

Parece que estás a descrever uma "família" aqui do fórum! [:D]
 
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