Os idiotas da A28

Depois de 8 paginas só consigo chegar à conclusão que para alem de muito ódio de estimação há muito falar só porque sim sem se saber o que se está a dizer..

Eu tenho carta de carro e de mota.
Em 6 anos de carta de carro fiz mais de 200.000kms e 1 ano e meio de mota fiz uns 20.000kms.
Desde passeios pela marginal, até ritmos bem acesos até ao cabo da roca, posso dizer com bastante segurança que os condutores que só conduzem carros são muito mais irresponsáveis e muito mais negligentes.

De mota tive 2 acidentes, um causado por 3 ciclistas qe sairam de uma rua sem sequer olhar para o transito que havia na estrada principal, fizeram-me despistar a 30km/h e nem pararam.
O 2 foi causado por um carro que tambem quis fazer uma ultrapassagem mas achou que era o unico na estrada, e para não me enfiar na traseira dele (ia a 50km/h numa zona de 50) acabei por ficar com meio corpo em carne exposta e uma mota bastante danificada, e este ainda tentou fugir.

Faço a marginal quase todos os dias de mota e apanhei de tudo! Desde carros que abrem a porta só para assustar até carros que vão no meio das duas faixas só para não deixarem passar.
Quando vou de carro, não me lembro de uma unica de apanhar comportamentos de motociclistas que se possam comparar.

Há azelhas e inconscientes dos 2 lados, mas um tipo que nunca conduziu uma mota não sabe como aquilo funciona e há aqui muitos a dizerem asneiras enquanto pensam que dizem verdades absolutas.
 
Pois, aqui há sempre varias interpretações.
Se iniciaste uma ultrapassagem, em segurança, segundo as tuas palavras, entao continuavas...Eu nao começo a ultrapassar numa autoestrada a 300 metros de distancia de um carro, mas tambem nao me colo a ele a 5 metros para depois o ultrapassar.
Independentemente de teres direito a estares indignado com a velocidade da mota, a tua manobra nao foi a melhor, a meu ver, desculpa que te diga.
Mas mais culpa tem quem segue a velocidades proibidas, disso nao hajam duvidas!
 
Então de facto não leste tudo com atenção... lol


Touché... :)

"apetece", mas dou-te razão, os teus posts e de outros 2 ou 3 users são os únicos a entender a situação e a identificar o motociclista como 'culpado' da situação, todos os outros apregoam que o culpado é o condutor do carro.

Passa-me ao lado a 'vitimização' de alguém que circula em excesso de velocidade e põe a vida dos outros em perigo por capricho.
 
Pois, aqui há sempre varias interpretações.
Se iniciaste uma ultrapassagem, em segurança, segundo as tuas palavras, entao continuavas...Eu nao começo a ultrapassar numa autoestrada a 300 metros de distancia de um carro, mas tambem nao me colo a ele a 5 metros para depois o ultrapassar.
Independentemente de teres direito a estares indignado com a velocidade da mota, a tua manobra nao foi a melhor, a meu ver, desculpa que te diga.
Mas mais culpa tem quem segue a velocidades proibidas, disso nao hajam duvidas!

Porque é que dizes isso?
 
Pois, aqui há sempre varias interpretações.
Se iniciaste uma ultrapassagem, em segurança, segundo as tuas palavras, entao continuavas...Eu nao começo a ultrapassar numa autoestrada a 300 metros de distancia de um carro, mas tambem nao me colo a ele a 5 metros para depois o ultrapassar.
Independentemente de teres direito a estares indignado com a velocidade da mota, a tua manobra nao foi a melhor, a meu ver, desculpa que te diga.
Mas mais culpa tem quem segue a velocidades proibidas, disso nao hajam duvidas!

Achei que naquela situação era melhor voltar instantaneamente para a direita e deixar espaço para o gajo passar do que simplesmente não fazer nada. Se eu não fizesse nada ou acabasse a ultrapassagem como se nada fosse, podia muito bem ter havido um acidente.. ou talvez não. É que eu não consigo acelerar o meu carro de 100Km/h para 200Km/h em poucos segundos, por muito que queira. Não sei, mas que era uma situação de potencial perigo, disso não tenho a menor dúvida. E eu não comecei a ultrapassar a 300 metros nem a 5, simplesmente vinha na faixa da direita mais rápido que o Opel Corsa e comecei a ultrapassá-lo naturalmente ainda com alguma distância entre o meu carro e o dele. Surgiu a moto e eu ainda tinha espaço para voltar à direita, mas tinha obviamente de travar. No fundo arrisquei mais a minha própria segurança do que a da moto, mas também não o teria feito se não soubesse que conseguia travar a tempo de não bater no carro da frente. Ainda não percebi onde está o problema.
 
Depois de 8 paginas só consigo chegar à conclusão que para alem de muito ódio de estimação há muito falar só porque sim sem se saber o que se está a dizer..

Eu tenho carta de carro e de mota.
Em 6 anos de carta de carro fiz mais de 200.000kms e 1 ano e meio de mota fiz uns 20.000kms.
Desde passeios pela marginal, até ritmos bem acesos até ao cabo da roca, posso dizer com bastante segurança que os condutores que só conduzem carros são muito mais irresponsáveis e muito mais negligentes.

Há azelhas e inconscientes dos 2 lados, mas um tipo que nunca conduziu uma mota não sabe como aquilo funciona e há aqui muitos a dizerem asneiras enquanto pensam que dizem verdades absolutas.

Nem mais, tive experiência semelhante, e a conclusão a que chego é exactamente essa.
Ninguém vai perceber ambos os lados, até se encontrarem de ambos os lados.


A verdade é que mais de 95% dos automobilistas nunca andaram de mota em estradas, e estão longe de compreender a nossa parte. Como não há compreensão, o julgamento é fácil e típico.


Agora pessoal que anda de mota, e nunca andou/anda de carro, já é muito raro.


A outra verdade é que asneiras, idiotas, pessoas sem consciência, etc, existe de ambos os lados, quer seja de motas, quer seja de carros.


Existe pessoal das motas que abusa nas velocidades, mas o mesmo se aplica aos carros, só que estes têm mais a tendência de andar "sempre a dormir" (claro que não se aplica a toda a gente), ao telemóvel, rádio, a comer a sua sandes (eu próprio já o fiz)... etc etc.
Esta tendência não tem só a ver com as pessoas, mas também com o ambiente em que estão, têm-se sempre uma maior sensação de segurança dentro de um automóvel do que de mota, automaticamente o cérebro também desliga mais, e têm mais coisas para se distrair, como já mencionei.


Atinem, parem lá com o "ódio", descontraiam, relaxem, gozem a viagem seja ela de carro ou mota, facilitem sempre que possam, tenham uma condução atenta e defensiva, e tudo correrá melhor para ambos os lados.


Repito o que disse num post anterior...


Hoje ando de mota, amanhã ando de carro. Hoje sou mau, amanhã sou bom? Ou vice-versa? Não faz sentido, respeitem-se.
 
Nem mais, tive experiência semelhante, e a conclusão a que chego é exactamente essa.
Ninguém vai perceber ambos os lados, até se encontrarem de ambos os lados.


A verdade é que mais de 95% dos automobilistas nunca andaram de mota em estradas, e estão longe de compreender a nossa parte. Como não há compreensão, o julgamento é fácil e típico.


Agora pessoal que anda de mota, e nunca andou/anda de carro, já é muito raro.


A outra verdade é que asneiras, idiotas, pessoas sem consciência, etc, existe de ambos os lados, quer seja de motas, quer seja de carros.


Existe pessoal das motas que abusa nas velocidades, mas o mesmo se aplica aos carros, só que estes têm mais a tendência de andar "sempre a dormir" (claro que não se aplica a toda a gente), ao telemóvel, rádio, a comer a sua sandes (eu próprio já o fiz)... etc etc.
Esta tendência não tem só a ver com as pessoas, mas também com o ambiente em que estão, têm-se sempre uma maior sensação de segurança dentro de um automóvel do que de mota, automaticamente o cérebro também desliga mais, e têm mais coisas para se distrair, como já mencionei.


Atinem, parem lá com o "ódio", descontraiam, relaxem, gozem a viagem seja ela de carro ou mota, facilitem sempre que possam, tenham uma condução atenta e defensiva, e tudo correrá melhor para ambos os lados.


Repito o que disse num post anterior...


Hoje ando de mota, amanhã ando de carro. Hoje sou mau, amanhã sou bom? Ou vice-versa? Não faz sentido, respeitem-se.

Falando concretamente nesta situação, a culpa do condutor do carro porque não ia atento?
 
"apetece", mas dou-te razão, os teus posts e de outros 2 ou 3 users são os únicos a entender a situação e a identificar o motociclista como 'culpado' da situação, todos os outros apregoam que o culpado é o condutor do carro.

Passa-me ao lado a 'vitimização' de alguém que circula em excesso de velocidade e põe a vida dos outros em perigo por capricho.

Sim, mas se reparares também há aqui muita gente com a mesma interpretação... Pessoalmente não acho o autor do tópico culpado ou vítima de nada, não vim aqui para o julgar ninguém, mas não se pode também simplesmente aplicar a regra de 3 simples de excesso de velocidade = culpa, até porque excesso de velocidade e velocidade excessiva são duas coisas muito diferentes.

Aliás, a grande MAIORIA dos posts no tópico CBR nem sequer está relacionado com o post inicial, mas sim com comentários de duas ou três "pessoas" aqui neste tópico (notem as aspas, porque de seres humanos pouco têm)
 
eu volto a dizer, quem for do Norte e não conhecer esta situação em concreto, no próximo domingo se não tiverem nada para fazer e estiver bom tempo, estacionem nas bombas da Galp sentido Norte / Sul (as do Burger King) e passem ali 10 minutos entre as 12:00 e as 13:00 a avaliar a situação, depois venham aqui opinar. Nada como ver as coisas na primeira pessoa para ter uma ideia do que se fala.
 
Sim, mas se reparares também há aqui muita gente com a mesma interpretação... Pessoalmente não acho o autor do tópico culpado ou vítima de nada, não vim aqui para o julgar ninguém, mas não se pode também simplesmente aplicar a regra de 3 simples de excesso de velocidade = culpa, até porque excesso de velocidade e velocidade excessiva são duas coisas muito diferentes.

Aliás, a grande MAIORIA dos posts no tópico CBR nem sequer está relacionado com o post inicial, mas sim com comentários de duas ou três "pessoas" aqui neste tópico (notem as aspas, porque de seres humanos pouco têm)

Neste caso não há duvidas, o 'excesso' tem um culpado, o que não se entende é como uns tacteiam à volta disso e ainda outros que 'vitmizam' o motociclista.

O que acontece é que se o motociclista viajasse dentro do limite de velocidade, esta situação não tinha acontecido.
 
Falando concretamente nesta situação, a culpa do condutor do carro porque não ia atento?

Opiniões não servem de nada neste momento, porque não presenciamos o incidente.


Mas se querem a minha, pelo que li, a culpa foi de ambos, seja o motociclista, seja o automobilista.


O automobilista iniciou a manobra sem ter em conta 2 coisas, quem está atrás/lado dele, e a velocidade se aproxima. Não viu? Apareceu do nada? A isto tenho uma justificação, ângulo morto nos espelhos. Não é magia, mas as motas têm uma tendência para ficar nos ângulos mortos dos espelhos, porque são de pequenas dimensões. É responsabilidade dos automobilistas verificarem os ângulos mortos, em vez de aplicarem a regra típica "não está nos espelhos, não existe". O "aparecer do nada", e os acidentes provocados por o "não vi a mota" são em 99% dos casos isto.


De incidentes que tive, houve automobilistas que quando parei ao lado deles para falar do mesmo, disseram-me "apareceste do nada, ias a abrir!", quando na verdade ele ia a 60, e eu a 70...


A verdade é que maus espelhos, mal ajustados, e pessoas que não olham para pontos mortos, ou nem fazem ideia de que existem, começam a ver motas a aparecer e desaparecer.


E voltando a este caso, o motociclista é igualmente culpado, só que ainda MAIS IDIOTA, porque deveria de ter noção de que a vida dele está em jogo, e se há carros para ultrapassar, existem carros para o albarroar. É assim, pratiquem condução defensiva, ou deixem a mota em casa, já estamos sujeitos mesmo defensivamente.
 
Opiniões não servem de nada neste momento, porque não presenciamos o incidente.


Mas se querem a minha, pelo que li, a culpa foi de ambos, seja o motociclista, seja o automobilista.


O automobilista iniciou a manobra sem ter em conta 2 coisas, quem está atrás/lado dele, e a velocidade se aproxima. Não viu? Apareceu do nada? A isto tenho uma justificação, ângulo morto nos espelhos. Não é magia, mas as motas têm uma tendência para ficar nos ângulos mortos dos espelhos, porque são de pequenas dimensões. É responsabilidade dos automobilistas verificarem os ângulos mortos, em vez de aplicarem a regra típica "não está nos espelhos, não existe". O "aparecer do nada", e os acidentes provocados por o "não vi a mota" são em 99% dos casos isto.


De incidentes que tive, houve automobilistas que quando parei ao lado deles para falar do mesmo, disseram-me "apareceste do nada, ias a abrir!", quando na verdade ele ia a 60, e eu a 70...


A verdade é que maus espelhos, mal ajustados, e pessoas que não olham para pontos mortos, ou nem fazem ideia de que existem, começam a ver motas a aparecer e desaparecer.


E voltando a este caso, o motociclista é igualmente culpado, só que ainda MAIS IDIOTA, porque deveria de ter noção de que a vida dele está em jogo, e se há carros para ultrapassar, existem carros para o albarroar. É assim, pratiquem condução defensiva, ou deixem a mota em casa, já estamos sujeitos mesmo defensivamente.

Não posso concordar com isto.

Apesar de não se saber a velocidade exacta a que seguia a mota, sabemos que ia em escesso. Os limites de velocidade existem por algum motivo.

Estás com o carro numa curva de autoestrada, olhas para o espelho e tens a visão da estrada limitada pela curva/curvatura, qualquer veiculo que circule dentro do limite de velocidade e não seja visto no espelho (escondido pela curva) vai ter muito tempo para travar caso surja algum obstáculo (carro a ultrapassar) da mesma forma que um carro que inicie a ultrapassagem vai ter tempo para a fazer sem que o outro carro se 'cole' às traseira dele.

É por estes e outros motivos que as estradas têm limites de raios/inclinações,etc e limites de velocidade.

Quando é adicionado um elemento externo a esses cálculos aumentas a probabilidade de acidente.
 
Não posso concordar com isto.

Apesar de não se saber a velocidade exacta a que seguia a mota, sabemos que ia em escesso. Os limites de velocidade existem por algum motivo.

Estás com o carro numa curva de autoestrada, olhas para o espelho e tens a visão da estrada limitada pela curva/curvatura, qualquer veiculo que circule dentro do limite de velocidade e não seja visto no espelho (escondido pela curva) vai ter muito tempo para travar caso surja algum obstáculo (carro a ultrapassar) da mesma forma que um carro que inicie a ultrapassagem vai ter tempo para a fazer sem que o outro carro se 'cole' às traseira dele.

É por estes e outros motivos que as estradas têm limites de raios/inclinações,etc e limites de velocidade.

Quando é adicionado um elemento externo a esses cálculos aumentas a probabilidade de acidente.

Exactamente, e é isto que muita gente não percebe. A minha explicação das distâncias num post anterior tem a ver exactamente com o que explicaste. Mesmo em linha reta é possível ver um objecto que se julga estar a uma distância perfeitamente segura, mas se esse mesmo objecto vier a 300Km/h essa noção se segurança é errada. Daí existirem limites de velocidade para que qualquer condutor associe o que vê à velocidade esperada dos outros veículos. Ninguém consegue saber a que velocidade vem um veículo que se encontra a 300 ou 400 metros de distância.

Obs: não é uma questão de ângulos mortos, eu quando comecei a ultrapassagem o gajo não estava lá, com toda a certeza. É normal que tenha apareceido no decorrer da manobra, assim como podia aparecer um carro a 80Km/h. O problema é que àquela velocidade, ele aproxima-se demasiado rápido.
 
Não sabes o que foi, tal como eu não sei. Pode ter razão, podes não ter. Pode ter sido uma má verificação nos espelhos, pode ter sido derivado ao excesso de velocidade da mota.


A partir deste momento é só discussão de visões diferentes e possibilidades do que foi dito aqui.


Eu já dei o meu ponto de vista, e é que não existe um culpado específico.


Agora parem lá com a culpabilização motociclistas <-> automobilistas.
 
Falando concretamente nesta situação, a culpa do condutor do carro porque não ia atento?

A culpa não é de ninguem que não houve nenhum acidente.

O condutor do carro fez mal em depois de iniciar uma manobra, travar a fundo. Apesar de ser uma reacção de segurança, fez mal.
O condutor da mota se ia a 200km/h numa estrada que tinha algum transito, é para lá de inconsciente.

Claro que havendo um acidente a culpa seria unica e exclusivamente do condutor da mota, mas tambem não ia ficar cá para levar com as culpas..

Falando por mim, e conhecendo bem a minha (e outras motas), preferia 1000x que o condutor do carro não travasse e terminasse a manobra.
Se for a 180 e largar o acelerador a mota perde velocidade bastante rápido.
Quando digo rápido é mesmo rápido.. Em plano, se largar o acelerador e levantar o corpo, no espaço de 2/3 segs estou nos 130km/h, sem travar.

Nesta história o user agiu como 90% das pessoas iriam agir, que seria travar e tentar fugir, mas não significa que seja o correcto.
Se o condutor do carro ao perceber isto acelerasse mais ou se mantivesse, o condutor da mota bastava aliviar o punho, levantar o corpo e travar um pouco que diminuía a velocidade bastante bem. E isto a presumir que iria na casa dos 190/200, que a mais não é bem assim.

Se fosse eu, e como conheço os 2 lados, continuava a manobra. Provavelmente metia mais uma abaixo e dava-lhe gás mas não travaria.
 
Exactamente, e é isto que muita gente não percebe. A minha explicação das distâncias num post anterior tem a ver exactamente com o que explicaste. Mesmo em linha reta é possível ver um objecto que se julga estar a uma distância perfeitamente segura, mas se esse mesmo objecto vier a 300Km/h essa noção se segurança é errada. Daí existirem limites de velocidade para que qualquer condutor associe o que vê à velocidade esperada dos outros veículos. Ninguém consegue saber a que velocidade vem um veículo que se encontra a 300 ou 400 metros de distância.

Obs: não é uma questão de ângulos mortos, eu quando comecei a ultrapassagem o gajo não estava lá, com toda a certeza. É normal que tenha apareceido no decorrer da manobra, assim como podia aparecer um carro a 80Km/h. O problema é que àquela velocidade, ele aproxima-se demasiado rápido.

E uma mota ao longe vê-se muito pior que um carro..
 
A culpa não é de ninguem que não houve nenhum acidente.

O condutor do carro fez mal em depois de iniciar uma manobra, travar a fundo. Apesar de ser uma reacção de segurança, fez mal.
O condutor da mota se ia a 200km/h numa estrada que tinha algum transito, é para lá de inconsciente.

Claro que havendo um acidente a culpa seria unica e exclusivamente do condutor da mota, mas tambem não ia ficar cá para levar com as culpas..

Falando por mim, e conhecendo bem a minha (e outras motas), preferia 1000x que o condutor do carro não travasse e terminasse a manobra.
Se for a 180 e largar o acelerador a mota perde velocidade bastante rápido.
Quando digo rápido é mesmo rápido.. Em plano, se largar o acelerador e levantar o corpo, no espaço de 2/3 segs estou nos 130km/h, sem travar.

Nesta história o user agiu como 90% das pessoas iriam agir, que seria travar e tentar fugir, mas não significa que seja o correcto.
Se o condutor do carro ao perceber isto acelerasse mais ou se mantivesse, o condutor da mota bastava aliviar o punho, levantar o corpo e travar um pouco que diminuía a velocidade bastante bem. E isto a presumir que iria na casa dos 190/200, que a mais não é bem assim.

Se fosse eu, e como conheço os 2 lados, continuava a manobra. Provavelmente metia mais uma abaixo e dava-lhe gás mas não travaria.

Errado. Lê o que já foi escrito. Travou depois de regressar à via da direita.

Coitadinho do motociclista que já não pode andar a 200 na autoestrada![s)]
 
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