Esse vídeo é uma bela treta carregada de preconceitos e vontade de falar mal, esse bater com o nó dos dedos é no mínimo hilariante porque não preciso sequer de uma mão para contar quantos carros nessas duas zonas não eram também o vulgar plástico rijo e alguns com exactamente a mesma textura já que nos plásticos rijos 90% da industria europeia segue 2 tipos de texturas.
O jornalismo tem destas coisas, entram num carro começam a questionar certas coisas que noutro já não questionam e até chegam ao ridículo de dizer o contrario.
Eu tenho um GP à 4 anos e dos plásticos o que parece mais fraquito é precisamente o que ele nem falou, aquele cinza que fica junto ao quadro de instrumentos, são apenas 2 triângulos um de cada lado.
Os que ele bateu apesar de serem rijos como é perfeitamente vulgar neste segmento não têm mau aspeto e são robustos que nem pedra mesmo pressionados o que é importante para não haver ruídos futuros ou pequenas fricções.
Outra coisa é que "build quality" não tem nada haver com isso dessa forma como aí está falada, mais uma vez desinformação a funcionar. Nem sei porque andam empresas especializadas a desmontar quando esses campeões sabem isso após dar com os nó dos dedos numas superfícies. [

] Triste.
Neste ponto houve quem fizesse um teste de longa duração num GP e as conclusões arrasam qualquer apreciação deste nível de jornalismo superficial e popular, infelizmente a maioria é assim porque é bom para encher egos e preconceitos presentes na sociedade.
É por péssimas reportagens e avaliações completamente compradas que deixei de ler revistas e tretas inglesas, safa-se e bem a EVO que não entra por aí.
Eles pura e simplesmente defendem os seus tops de vendas e acabam por influenciar esse top como consequência.
Quanto aos interiores do Abarth, parece-me perfeitamente normal que os bancos nessas versões sejam o item que mais é alterado já que o resto não compromete a função. Mudaram essencialmente as decorações que já mudam conforme a versão de GP, desde pegas de abertura de portas interior, pega do porta luvas, consola central e decoração frontal do tablie são os pontos que mudam conforma as versões. Diria que estes elementos influenciam bastante a apreciação de requinte interior que ajudar a dar um aspeto mais qualitativo.
Os materiais de grandes painéis são os mesmo e normalmente é assim, há exceções que forram alguns plásticos a pele mas no geral isso não acontece e apenas os elementos "moveis" que falei antes são mudados ou as cores desses painéis plásticos. Se podiam ter disfarçado mais tanta área em plástico podiam mas isso faz parte do negocio deles.
No Punto MK2 que tive nas portas o único plástico que havia era a pega da porta e a bolsa ao fundo, de resto é tudo em veludo colado sobre uma base rígida. Já no tablie inferior era plástico e no superior também mas com um ligeiro toque macio.
No GP há mais plástico à mão mas depois tem outras decorações e materiais que antes não existiam.
Todo o carro é consideravelmente mais solido e isso é uma boa salvaguarda para a durabilidade.